Bula Aslan SL

CI
Acetamiprido; Bifentrina
23121
CropChem

Composição

Acetamiprido 100 g/L
Bifentrina 67 g/L

Classificação

Terrestre
Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico, Contato, Ingestão

Tipo: Balde
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 30 L

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 60 L

Tipo: Frasco
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 2 L.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

O produto é um inseticida de uso foliar de amplo espectro de ação pois atua diretamente nos sítios de ação primária como agonistas de receptores nicotínicos da acetilcolina e como moduladores dos canais de sódio, pertencentes aos grupos químicos dos neonicotinóides e dos piretróides, utilizado para controle de pragas causadoras de danos econômicos significativos nas culturas de Algodão, Arroz, Batata, Feijão, Milho, Soja, Tomate e Trigo.

MODO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

MODO DE APLICAÇÃO

Pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais (costais) e tratorizados (pulverizadores terrestres, atomizadores) observando-se as informações que constam em “NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA”. Em todas as culturas realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo. O produto deve ser aplicado sempre quando o NC (nível de controle) da praga estabelecido pelo MIP (manejo integrado de pragas) for atingido ou na constatação de altas infestações na área de cultivo. Mantenha a lavoura inspecionada e ao pulverizar, procurar dar boa cobertura em toda planta. As maiores doses devem ser utilizadas em volumes de calda recomendados.

Observações

Dentro do manejo integrado de pragas e recomenda-se a alternância com outros Grupos químicos, nas suas respectivas dosagens, rotacionando as aplicações sempre com inseticidas de modos de ação distintos para evitar a geração de organismos resistentes (IRAC 2017). O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.

EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO E CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO

Equipamentos terrestres: Aplicar com pulverizador manual (costal) e de barra, atomizadores – tratorizados.

Bicos: bicos de jato cônico vazio. Todos os bicos de uma barra deverão se manter á mesma altura em relação ao topo de planta.

Pressão 60-70 psi (costais) e 80-100 psi (equipamentos tratorizados). Quando se emprega pulverizadores de barra, recomenda-se usar cônicos D2 ou D3 com pressão de 80 a 100 Ib/pol².

Diâmetro e densidade de gotas: 100 a 200 “micra” de diâmetro e densidade de 20 a 30 gotas/cm².

Faixa de deposição: Utilizar distância entre bicos na barra de aplicação de forma que permita maios uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou excesso.

Condições climáticas para aplicação terrestres

Temperatura ambiente: máximo 28ºC
Umidade relativa do ar (UR):mínima 70%
Velocidade do vento: 2 a 10 Km/hora.
Aplicar nas horas mais amenas do dia (manhã e fim da tarde).

INTERVALO REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico, controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida pertence ao grupo 4A e 3A, e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A e 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar este ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico Organofosforado não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos do Grupo 4A e 3A quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;

GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA

- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC- BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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