Bula Atectra - Basf

Bula Atectra

acessos
Dicamba
4916
Basf

Composição

Dicamba 480 g/L Ácido benzóico

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de água/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Buva
(Conyza bonariensis)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,25 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Erva de touro
(Tridax procumbens)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Losna
(Artemisia verlotorum)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Rubim
(Leonurus sibiricus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Algodão - Geneticamente Modificado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 113 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
0,75 a 1,25 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 113 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 113 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 113 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de água/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Buva
(Conyza bonariensis)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Aplicação sequencial. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,25 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Erva de touro
(Tridax procumbens)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Losna
(Artemisia verlotorum)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Rubim
(Leonurus sibiricus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Soja - Geneticamente Modificada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias após a emergência da cultura
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias após a emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias após a emergência da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,8 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias após a emergência da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Caruru de espinho
(Amaranthus spinosus)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias após a emergência da cultura
Caruru de espinho
(Amaranthus spinosus)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias após a emergência da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Corda de viola
(Ipomoea nil)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias após a emergência da cultura
Corda de viola
(Ipomoea nil)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Corda de viola
(Ipomoea triloba)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Corda de viola
(Ipomoea triloba)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias após a emergência da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias após a emergência da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias após a emergência da cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias após a emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias após a emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. • Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura

Frasco plástico de 100; 250; 500 e 600 mL;
Frasco plástico de 1; 1,5 e 1,6 L;
Bombona plástica de 2; 2,5; 5; 10; 20; 50 e 100 L;
Bag in box de papelão ou plástico de 100; 250; 500 e 600 mL;
Bag in box de papelão ou plástico de 1; 1,5; 1,6; 2; 2,5; 5; 10 e 20 L;
Stand-up pouch com tampa de plástico ou plástico metalizado de 100; 250; 500 e 600 mL;
Stand-up pouch com tampa de plástico ou plástico metalizado de1; 1,5; 1,6; 2; 2,5; 5; 10 e 20 L;
Lata/balde metálica ou plástica de 1; 5; 10 e 20 L;
Tambor plástico ou metálico de 50; 100; 190; 200 e 210 L;
Tanque/ Container intermediário de plástico, metal ou fibra de papel com bolsa plástica interna; Metal/plástico; Metal/ plástico com pallet de madeira de 950; 960; 970; 980; 990; 1000; 1800; 2000; 2700 e 3000 L;
Tanque/ Isocontainer/Caminhão tanque metálico de 5000; 10000; 15000; 16000; 17000; 18000; 19000; 20000; 21000; 22000; 23000; 24000; 25000; 29000 e 30000L.

MODO DE APLICAÇÃO:

Aplicação Terrestre:
As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os
efeitos desejados:

- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, siga
sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado,
evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem e manutenção preventiva do
equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo
desejado.
- Seleção de Pontas de Aplicação:
A seleção correta da ponta de aplicação é um dos parâmetros mais importantes para redução da deriva.
Pontas que produzem gotas de diâmetro mediano volumétrico (DMV) maior apresentam melhor efeito de
controle sobre a deriva. Dentro deste critério, para melhor cobertura do alvo use pontas que forneçam
gotas de categoria muito grossa a ultra grossa, conforme norma ASABE S572.1. Para minimizar o efeito
de deriva, recomenda-se utilizar pontas com indução de ar como TTI ou ULD. Em caso de dúvida quanto
a pressão de trabalho correta e o tamanho das gotas consultem a recomendação do fabricante da ponta
(Bico).
- Altura de barras de aplicação:
A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Quanto menor a
distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido (desde que não comprometa a qualidade da
aplicação), menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais,
como a evaporação e transporte pelo vento. Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura
da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo a ser atingido.
- Velocidade do vento:
A faixa para pulverização entre 05 a 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação, reduz
o efeito de deriva do produto. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento. Um aplicador
familiarizado com os padrões de ventos locais minimiza possíveis riscos da pulverização atingir áreas não
alvo.
A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. Deixar uma faixa de
bordadura adequada para aplicação quando há culturas sensíveis presentes na direção do vento.
- Velocidade do equipamento:
Selecione uma velocidade adequada às condicões do terreno e topografia, equipamento e cultura, não
devendo ser superior a 25 km/h observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A
aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e
deposição na área alvo.
- Volume de aplicação:
Recomenda-se o volume de calda entre 100 a 150 litros/ha.
- Pressão de trabalho:
Observar sempre à recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada da ponta,
considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. A pressão de trabalho, dependendo
da ponta, pode variar de 1,5 a 3 bar (22 a 43 PSI) e o tamanho das gotas deve estar na classe de muito
grossa ou acima (Vide item Seleção de Pontas de Aplicação). Para muitos tipos de pontas, menores
pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, use
pontas que permitam maior vazão em detrimento do aumento da pressão de trabalho. Caso o
equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegure que os parâmetros de aplicação
atendam a recomendação de uso.
- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o
desempenho do produto. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
- Temperatura e umidade:

Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas
aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de gota e aumentando
o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade relativa do ar (menores que
60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou
com previsão de geadas.
- Preparação da calda:
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de tal forma que atinja a altura
do agitador (ou retorno), adicione a quantidade recomendada de ATECTRA®. Com o agitador ligado
complete o volume do tanque com água e mantenha a calda sob constante agitação durante a
pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Não adicione redutor
de pH, ácido bórico ou produtos à base de sal de amônio.
- Limpeza de tanque:
Antes e logo após o uso, limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e
filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as
recomendações que seguem:
• Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque.
• Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema por 5 minutos deixando esgotar pela
barra na pressão de trabalho. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir
o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Uma
regra bastante efetiva é lavar com 15% da capacidade do tanque quando houver sistema interno
de limpeza.
• Encher novamente o tanque com água limpa e agregar 1% de uma solução para limpeza de
tanque à base de amoníaco a 3% v/v, ligando o sistema de agitação e mantendo por no mínimo
15 minutos. Não utilizar hipoclorito de sódio, também conhecido como cloro ou água sanitária,
como produto de limpeza. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra
pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros e capas e colocá-los em recipiente
com água limpa e solução à base de amoníaco.
• Retirar todas as pontas e filtros e realizar a terceira lavagem com água limpa recirculando por 5
minutos e deixando esgotar pela barra.
O responsável pela aplicação da calda herbicida deve considerar todos estes fatores para
uma adequada utilização do produto evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de
aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar
familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Dias
Algodão (aplicação em pós-emergência) 113
Soja (aplicação em pós-emergência) 70
Algodão (aplicação em pré-plantio) (1)
Soja (aplicação em pré-plantio) (1)
(1) Não determinado devido a modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda.
Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada, utilizar os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• O ATECTRA® não deve ser aplicado em pulverização aérea.
• São exemplos de culturas sensíveis ao herbicida Dicamba: Batata, café, cítricos, crucíferas,
feijão, flores ornamentais, girassol, leguminosas, maçã, pepino, tabaco, tomate, uva, além de
algodão e soja não tolerantes ao herbicida Dicamba.
• Deve-se adotar uma área de bordadura de no mínimo 50 metros entre a área de aplicação e
estas culturas para evitar potenciais efeitos adversos em culturas sensíveis a esse herbicida.
• Deve-se observar condições de inversão térmica para prevenir potenciais riscos de deriva e
volatilidade.
• Evite aplicar em condições de estresse hídrico das plantas daninhas, visto que a sua translocação
dentro das plantas, nestas condições é reduzida.
• Recomenda-se que a calda seja preparada e aplicada no mesmo dia. Isso visa reduzir o acúmulo
de resíduos e contaminação das partes do pulverizador (tanque, barra, pontas, filtros e
mangueiras)

Para maiores esclarecimentos consulte um representante técnico da BASF S.A.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide MODO DE APLICAÇÃO.

INFORMAÇÕES SOBRE DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM
OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:

O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das
plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle.
A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de
cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e
cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa
interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estrat��gias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e,
ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO O HERBICIDA
O produto herbicida Atectra® é composto por dicamba, que apresenta mecanismo de ação dos
mimetizadores da auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).