Bula Atectra

acessos
Dicamba
4916
Basf

Composição

Dicamba 480 g/L Ácido benzóico

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha 200 L de água/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Buva
(Conyza bonariensis)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Erva de touro
(Tridax procumbens)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Losna
(Artemisia verlotorum)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Rubim
(Leonurus sibiricus)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no pré-plantio da cultura de soja cultivada no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo
Soja Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
1 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. A aplicação em dessecação em pré-colheita da cultura deve ser realizada quando a soja estiver fisiologicamente madura observando-se o intervalo de no máximo 7 dias antes da colheita (estádio R7.5)

Frasco plástico de 100; 250; 500 e 600 mL;
Frasco plástico de 1; 1,5 e 1,6 L;
Bombona plástica de 2; 2,5; 5; 10; 20; 50 e 100 L;
Bag in box de papelão ou plástico de 100; 250; 500 e 600 mL;
Bag in box de papelão ou plástico de 1; 1,5; 1,6; 2; 2,5; 5; 10 e 20 L;
Stand-up pouch com tampa de plástico ou plástico metalizado de 100; 250; 500 e 600 mL;
Stand-up pouch com tampa de plástico ou plástico metalizado de1; 1,5; 1,6; 2; 2,5; 5; 10 e 20 L;
Lata/balde metálica ou plástica de 1; 5; 10 e 20 L;
Tambor plástico ou metálico de 50; 100; 190; 200 e 210 L;
Tanque/ Container intermediário de plástico, metal ou fibra de papel com bolsa plástica interna; Metal/plástico; Metal/ plástico com pallet de madeira de 950; 960; 970; 980; 990; 1000; 1800; 2000; 2700 e 3000 L;
Tanque/ Isocontainer/Caminhão tanque metálico de 5000; 10000; 15000; 16000; 17000; 18000; 19000; 20000; 21000; 22000; 23000; 24000; 25000; 29000 e 30000L.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

- Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas.

- As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até no máximo 10 cm), fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas.

- Para uso em pré-plantio da cultura da Soja, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo de 30 dias para doses de 0,6L/ha e 1 L/ha e o intervalo de 45 dias para a dose de 1,5 L/ha entre a aplicação do ATECTRA e o plantio da soja.

- A aplicação em dessecação em pré-colheita da cultura deve ser realizada quando a soja estiver fisiologicamente madura observando-se o intervalo de no máximo de 7 dias antes da colheita (estádio R7.5).

- Para manejo em dessecação antes do plantio da cultura, e complementação no controle de infestações de Conyza bonariensis, pode-se utilizar a dose de 0,6 – 0,8 L p.c/ha de ATECTRA®, desde que seja realizada uma aplicação sequencial com herbicida registrado a base de saflufenacil, conforme dose e recomendações de uso descritos na bula.

- As aplicações onde o manejo é feito previamente com herbicidas a base de glifosato tem mostrado excelente complementação para o controle de plantas daninhas.


MODO DE APLICAÇÃO:


Aplicação Terrestre:

As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados:

- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem e manutenção preventiva do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.

- Seleção de Pontas de Aplicação:
A seleção correta da ponta de aplicação é um dos parâmetros mais importantes para redução da deriva. Pontas que produzem gotas de diâmetro mediano volumétrico (DMV) maior apresentam melhor efeito de controle sobre a deriva. Dentro deste critério, para melhor cobertura do alvo use pontas que forneçam gotas de categoria muito grossa a ultra grossa, conforme norma ASABE S572.1. Para minimizar o efeito de deriva, recomenda-se utilizar pontas com indução de ar como TTI ou ULD. Em caso de dúvida quanto a pressão de trabalho correta e o tamanho das gotas consultem a recomendação do fabricante da ponta (Bico).

- Altura de barras de aplicação:
A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido (desde que não comprometa a qualidade da aplicação), menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento. Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo a ser atingido.

- Velocidade do vento:
A faixa para pulverização entre 05 a 10 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação, reduz o efeito de deriva do produto. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento. Um aplicador familiarizado com os padrões de ventos locais minimiza possíveis riscos da pulverização atingir áreas não alvo.
A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando há culturas sensíveis presentes na direção do vento.

- Velocidade do equipamento:
Selecione uma velocidade adequada às condicões do terreno e topografia, equipamento e cultura, não devendo ser superior a 25 km/h observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição na área alvo.

- Volume de aplicação:

Recomenda-se o volume de calda entre 100 a 150 litros/ha.

- Pressão de trabalho:
Observar sempre à recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada da ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. A pressão de trabalho, dependendo da ponta, pode variar de 1,5 a 3 bar (22 a 43 PSI) e o tamanho das gotas deve estar na classe de muito grossa ou acima (Vide item Seleção de Pontas de Aplicação). Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, use pontas que permitam maior vazão em detrimento do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegure que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.

- Temperatura e umidade:

Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de gota e aumentando o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.

- Preparação da calda:
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno), adicione a quantidade recomendada de ATECTRA®. Com o agitador ligado complete o volume do tanque com água e mantenha a calda sob constante agitação durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Não adicione redutor de pH, ácido bórico ou produtos à base de sal de amônio.

- Limpeza de tanque:
Antes e logo após o uso, limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações que seguem:
- Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque.

- Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema por 5 minutos deixando esgotar pela barra na pressão de trabalho. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Uma regra bastante efetiva é lavar com 15% da capacidade do tanque quando houver sistema interno de limpeza.

- Encher novamente o tanque com água limpa e agregar 1% de uma solução para limpeza de tanque à base de amoníaco a 3% v/v, ligando o sistema de agitação e mantendo por no mínimo 15 minutos. Não utilizar hipoclorito de sódio, também conhecido como cloro ou água sanitária, como produto de limpeza. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros e capas e colocá-los em recipiente com água limpa e solução à base de amoníaco.

- Retirar todas as pontas e filtros e realizar a terceira lavagem com água limpa recirculando por 5 minutos e deixando esgotar pela barra.

O responsável pela aplicação da calda herbicida deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização do produto evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Cultura Dias
Soja (aplicação em pré-plantio) (1)
Soja (aplicação em pré-colheita) (7)


(1) Não determinado devido a modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

- O ATECTRA® não deve ser aplicado em pulverização aérea.

- São exemplos de culturas sensíveis ao herbicida Dicamba: Batata, café, cítricos, crucíferas, feijão, flores ornamentais, girassol, leguminosas, maçã, pepino, tabaco, tomate, uva, além de algodão e soja não tolerantes ao herbicida Dicamba.

- Deve-se adotar uma área de bordadura de no mínimo 50 metros entre a área de aplicação e estas culturas para evitar potenciais efeitos adversos em culturas sensíveis a esse herbicida.

- Deve-se observar condições de inversão térmica para prevenir potenciais riscos de deriva e volatilidade.

- Evite aplicar em condições de estresse hídrico das plantas daninhas, visto que a sua translocação dentro das plantas, nestas condições é reduzida.

- Recomenda-se que a calda seja preparada e aplicada no mesmo dia. Isso visa reduzir o acúmulo de resíduos e contaminação das partes do pulverizador (tanque, barra, pontas, filtros e mangueiras)

Para maiores esclarecimentos consulte um representante técnico da BASF S.A.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide MODO DE APLICAÇÃO.

INFORMAÇÕES SOBRE DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.


PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Produto irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- A pulverização do produto produz neblina. Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

- Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas, logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.


PRIMEIROS SOCORROS:

procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

-INTOXICAÇÕES POR DICAMBA-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital,centro de saúde,etc.). Grupo químico Ácido benzóico
Vias de exposição Oral,inalatória,ocular e dérmica.
Toxicocinética Dicamba é rapidamente absorvido pela via oral e lentamente absorvido pela via dérmica. O isômero 3,5-dicloro-2-metoxibenzóico apresenta absorção e excreção mais lenta. Em um estudo para avaliar o coeficiente de permeabilidade dérmica realizado com ratos, as maiores concentrações sanguíneas de dicamba e do isômero foram encontradas em 1 e 9 horas, respectivamente. Dicamba foi distribuído em todos os tecidos examinados em ratos, incluindo fígado, rim, sangue, músculo e tecido adiposo. Em estudos realizados com ratos após administração intravenosa, em dose única, de uma formulação com dicamba e seu isômero, a eliminação sanguínea de dicamba foi rápida, com uma meia-vida de 0,64 horas, enquanto que a eliminação do isômero foi muito mais lenta, com uma meia-vida de 16,5 horas. Testes in vitro mostraram que o isômero apresenta uma maior afinidade para ligação à proteína plasmática (83,3% de ligação) que dicamba (33,8% de ligação). O metabolismo de dicamba em animais é limitado. Em mamíferos, demetilação e descarboxilação foram observados. Quando dicamba foi administrado pela via intravenosa ou oral em ratos, cerca de 90% da dose foi recuperada inalterada na urina e cerca de 20% na forma de conjugado com ácido glicurônico. O principal metabólito identificado foi 3,6-dicloro-2- hidroxibenzoico, e como metabólitos minoritários foram identificados 2,5- diclorofenol e conjugado glicuronídeo de 3,6- dicloro-2-hidroxibenzoico. Em vacas lactantes, a via predominante de excreção foi a urinária e em menor proporção, a fecal; no leite, a concentração foi mínima. Quando dicamba foi administrado pela via inalatória ou intravenosa em ratos, mais de 90% da dose administrada foi excretada na urina dentro de 24 horas; quando administrado pela via oral, a taxa de excreção urinária alcançou 96% em aproximadamente 48 horas.

Mecanismos de toxicidade Ainda não foi identificado um modo de ação claro da toxicidade do dicamba em humanos. Os mecanismos precisos de toxicidade de herbicidas clorofenoxi não foram completamente elucidados, mas estudos experimentais indi cam o possível envolvimento de três ações: (1) danos da membrana celular; (2) a interferência em vias metabólicas envolvendo acetil-coenzima A; (3) e desacoplamento de fosforilação oxidativa
Sintomas e sinais clínicos Não são conhecidos sintomas e sinais clínicos em humanos para a formulação.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicat ivos de intoxicação, trate o paciente imediatamente
Tratamento Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias. Tratamento sintomático e de suporte, de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando principalmente luvas.
Exposição Oral:
- Enxaguar a boca e administrar uma pequena quantidade de água (5 ml/Kg até 200 mL) após a ingestão, se o paciente pode engolir e tem um forte reflexo de vômito.
- Não provocar vômito.
- Emergência, suporte e tratamento sintomático: Estabelecer uma via aérea permeável (orofaríngea ou aéreo nasofaríngeo, se necessário). Aspirar secreções, se necessário. Atenção aos sinais de insuficiência respiratória e ventilação assistida, se necessário. Administrar oxigênio por máscara em 10 a 15 L/min. Monitorar para edema pulmonar e tratar, se necessário. Monitorar para o choque e tratar, se necessário. Monitorar e tratar arritmias cardíacas, se necessário.
- Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial.
- Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

Tratamento Exposição Inalatória:
- Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto à irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com ß2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.

Exposição Ocular:
- Lave os olhos expostos com quantidades copi•osas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.

Exposição Dérmica:
- Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
- EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambu).
- Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.

Contra-indicações A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos.
ATENÇÃO As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa:
08000-112273 ou 0xx12-31281357

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

FEITOS AGUDOS (Produto Formulado)
DL50 Aguda Oral > 2000 mg/kg peso corpóreo
DL50 Aguda Dermal > 2000 mg/kg peso corpóreo
CL50 Inalatória: não determinada em função das características físico-químicas do produto
Irritação dérmica em coelhos: não irritante.
Irritação ocular: moderado irritante da mucosa ocular, causando vermelhidão, edema e secreção da conjuntiva.
Sensibilização cutânea: não causa sensibilização dérmica em cobaias.

EFEITOS CRÔNICOS (Produto Técnico)

Em estudos sub-cronicos e crônicos em animais o órgão-alvo foi o fígado. Nenhum efeito foi observado em ratos alimentados com dicamba por 90 dias com doses até aproximadamente 500 mg/kg/dia. Com doses próximas de 1000 mg/ kg/dia, foram observados menor ganho de peso corporal, e alterações no peso, cor e tamanho do fígado. Em estudos crônicos em ratos e camundongos expostos pela via oral, dicamba não apresentou potencial cancerígeno. Estudos in vitro e in vivo demonstraram que dicamba é não-genotóxico e não causa mutação de DNA.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:

X PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)


- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no sono, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE ao meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.


- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - Telefone de Emergência: 08000-112273 ou 0xx12-31281357.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM


Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
. Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

- Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque de pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:


- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devoluç��o para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO-LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua evolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano a data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto com pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL

De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos Responsáveis.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL

De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos Responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:

O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das
plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle.
A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de
cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e
cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa
interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de
população de plantas infestantes resistentes a esse mecanismo de ação. Como práticas de manejo de
resistência de plantas infestantes deverão ser aplicadas, alternadamente, herbicidas com diferentes
mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos
alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes
mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.