Bula Aurora 400 EC - FMC

Bula Aurora 400 EC

acessos
Carfentrazona-etílica
4900
FMC

Composição

Carfentrazona-etílica 400 g/L Triazolona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não Classificado
Não Classificado
Concentrado Emulsionável (EC)
Não sistêmico, Pós-emergência, Seletivo condicional

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 8 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, através de jato dirigido, ou no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). Adicionar 0,5% de óleo mineral
Desfolhante da cultura
(Desfolhante da cultura)
100 a 150 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 8 dias Aplicação 7 a 12 dias antes da colheita. Adicionar 1,0% de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 8 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, através de jato dirigido, ou no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). Adicionar 0,5% de óleo mineral
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Água pé mirim
(Heteranthera reniformis)
100 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 66 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, ou no pré-plantio da cultura (dessecação)
Água pé mirim
(Heteranthera reniformis)
375 a 500 mL p.c./ha 200 a 400 L calda/ha (Benzedura) - Aplicação única 66 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, ou no pré-plantio da cultura (dessecação)
Aguapé de flecha
(Sagittaria montevidensis)
100 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 66 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, ou no pré-plantio da cultura (dessecação)
Aguapé de flecha
(Sagittaria montevidensis)
375 a 500 mL p.c./ha 200 a 400 L calda/ha (Benzedura) - Aplicação única 66 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, ou no pré-plantio da cultura (dessecação)
Cruz de malta
(Ludwigia octovalvis)
375 a 500 mL p.c./ha 200 a 400 L calda/ha (Benzedura) - Aplicação única 66 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, ou no pré-plantio da cultura (dessecação)
Cruz de malta
(Ludwigia octovalvis)
100 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 66 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, ou no pré-plantio da cultura (dessecação)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
75 a 100 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 66 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, ou no pré-plantio da cultura (dessecação)
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
300 a 375 mL p.c./ha 200 a 400 L calda/ha (Benzedura) - Aplicação única 66 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, ou no pré-plantio da cultura (dessecação)
Tiririca
(Cyperus difformis)
100 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 66 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, ou no pré-plantio da cultura (dessecação)
Tiririca
(Cyperus difformis)
375 a 500 mL p.c./ha 200 a 400 L calda/ha (Benzedura) - Aplicação única 66 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, ou no pré-plantio da cultura (dessecação)
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 10 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação). Adicionar 0,5% de óleo mineral
Batata Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecante das ramas da batata
(Dessecante das ramas da batata)
100 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 10 dias Aplicar na dessecação das ramas. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
75 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única 15 dias Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
75 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única 6 dias Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pós-emergência inicial da cultura, através de jato dirigida nas entre linhas. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 6 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação). Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 6 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação). Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 6 dias Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pós-emergência inicial da cultura. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
100 a 200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 6 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura (pré-colheita). Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 6 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação). Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 6 dias Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pós-emergência inicial da cultura. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
100 a 200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 6 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura (pré-colheita). Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea nil)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 6 dias Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pós-emergência inicial da cultura. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
100 a 200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 6 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura (pré-colheita). Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
75 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única 6 dias Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pós-emergência inicial da cultura, através de jato dirigida nas entre linhas. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Maturador
(Maturador)
150 a 200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 6 dias Aplicação antes da colheita
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 6 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação). Adicionar 0,5% de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 6 dias Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pós-emergência inicial da cultura. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
75 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única 6 dias Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pós-emergência inicial da cultura, através de jato dirigida nas entre linhas. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
100 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única 15 dias Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
75 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única 15 dias Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 10 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 10 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 10 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea nil)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 10 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 10 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 10 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Aplicação única 10 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única 10 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 84 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). Adicionar 0,5% de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
25 a 31,2 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 84 dias Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 30 dias Aplicação em pós-emergência da cultura. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). Adicionar 0,5% de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
25 a 31,2 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
25 a 31,2 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 30 dias Aplicação em pós-emergência da cultura

Bag in box (Jerry Box)- Fibra de papel com bolsa plástica: 1; 5; 10; 20; 50; 100; 200; 500; 650; 1000 litros
Bombona – COEX/PEAD/PET/plástico: 5; 10; 20; 25; 50 litros
Bulk- COEX/PEAD/PET/Ferro revestido com resina epóxi/plástico com estrutura metálica: 500; 1000; 2000; 3000; 4000; 5000; 10000 litros
Container- COEX/PEAD/PET/plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 litros
Contentor intermediário(IBC)- COEX/PEAD/PET/plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 litros
Farm-Pack- COEX/PEAD/PET/plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 litros
Isocontainer- COEX/PEAD/PET/plástico/metálico/aço: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; 5000; 10000; 20000; 25000; 30000 litros
Isotanque- COEX/PEAD/PET/plástico/metálico/aço: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; 5000; 10000; 20000; 25000; 30000 litros
Mini Bulk- COEX/PEAD/PET/plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400; 500 litros
Tambor- COEX/PEAD/PET/metálico/polietileno com barreira de poliamida/polietileno/plástico: 0,10; 0,20; 0,25; 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200;300;400 litros
Frasco- COEX/PEAD/PET /polietileno com barreira de poliamida/plástico: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 5,0 litros
Frasco- aluminizado/aço inox/folha de flandres: 0,5; 1; 2; 5; 10; 20; 50; 100; 200 litros
Frasco- COEX/PEAD/PET: 0,05; 0,25; 0,5; 1; 5; 10; 20; 50; 100; 200 litros

Aurora 400 EC é um herbicida pós-emergente, seletivo condicional de ação não sistêmica, recomendado para o controle de plantas infestantes descritas no quadro abaixo. Também pode ser recomendado para o manejo outonal, através de uma aplicação logo após a colheita da cultura precedente e uma aplicação durante o ciclo das culturas, conforme descritas no quadro recomendações. O manejo outonal visa o controle das plantas infestantes em estádios iniciais de desenvolvimento durante o outono-inverno, bem como a redução da produção de sementes das espécies infestantes.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
AURORA 400 EC é um herbicida pós-emergente, seletivo condicional de ação não sistêmica, recomendado para o controle de plantas infestantes conforme recomendações acima:
Época de aplicação:
Algodão: Trapoeraba (Commelina benghalensis) / Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, através de jato dirigido, ou no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). Desfolhante da cultura: Aplicação 7 a 12 dias antes da colheita. Nº de aplicação por ciclo da cultura: 01
Arroz-irrigado: Pelunco, Cuminho (Fimbristylis miliaceae) / Sagitária (Sagittaria montevidensis) / Cruz-de-malta (Ludwigia octovalvis) / Pavoa (Heteranthera reniformis) / Junquinho (Cyperus difformis): Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, ou no pré-plantio da cultura (dessecação). Nº de aplicação por ciclo da cultura: 01
Batata: Corda-de-viola (Ipomoea purpurea): Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação). Dessecante das ramas da batata: Aplicar na dessecação das ramas. Nº de aplicação por ciclo da cultura: 01
Café: Trapoeraba (Commelina benghalensis): Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes. Nº de aplicação por ciclo da cultura: 01
Citros: Trapoeraba (Commelina benghalensis) / Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia): Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes. Nº de aplicação por ciclo da cultura: 01
Milho: Trapoeraba (Commelina benghalensis): Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura. Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia): Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). Nº de aplicação por ciclo da cultura: 01
Soja: Trapoeraba (Commelina benghalensis): Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura. Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia): Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). Nº de aplicação por ciclo da cultura: 01
Cana-de-açúcar: Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) / Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) / Trapoeraba (Commelina benghalensis) / Caruru (Amaranthus retroflexus): Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação). Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) / Corda-de-viola (Ipomoea nil) / Esqueleto (Ipomoea quamoclit) / Trapoeraba (Commelina benghalensis): Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pós-emergência inicial da cultura. Trapoeraba (Commelina benghalensis) / Beldroega (Portulaca oleracea) / Corda-de-viola (Ipomoea hederifolia): Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pós-emergência inicial da cultura, através de jato dirigida nas entre linhas.Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) / Corda-de-viola (Ipomoea hederifolia) / Esqueleto (Ipomoea quamoclit): Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura (pré-colheita). Maturador: Aplicação antes da colheita. Nº de aplicação por ciclo da cultura: 01
Mandioca: Beldroega (Portulaca oleracea) / Caruru (Amaranthus retroflexus) / Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) / Corda-deviola (Ipomoea grandifolia) / Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) / Corda-de-viola (Ipomoea hederifolia) / Corda-deviola (Ipomoea nil) / Trapoeraba (Commelina benghalensis): Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Nº de aplicação por ciclo da cultura: 01
MODO DE APLICAÇÃO: O Aurora 400 EC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais e tratorizados, e por via aérea. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas. Realizar a aplicação quando as plantas infestantes encontrarem-se no estádio de 3 a 4 folhas. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável. Preparo da Calda: Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item "Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana". Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos metade de sua capacidade preenchida com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Cuidados durante a aplicação: Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância adequada entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
• As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Aplicação aérea Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas.
Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
• As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item "Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana". Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):
Algodão - 08 dias
Arroz - 66 dias
Batata - 10 dias
Café - 15 dias
Cana-de-açúcar - 06 dias
Citros - 15 dias
Mandioca - 10 dias
Milho - 84 dias
Soja - Não determinado (aplicação em pré-plantio da cultura). 30 (aplicação em pós-emergência da cultura).
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não deve ocorrer a reentrada de pessoas antes das 24 horas após a aplicação, a menos que se use roupas protetoras, conforme indicado nos itens Precauções no Manuseio e Durante a Aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança para cada cultura.
- A ocorrência de chuvas em até duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto.
- Aplicar após a secagem do orvalho.
Fitotoxicidade: - Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Durante a manipulação ou aplicação, use macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, touca árabe, máscara com filtro de carvão ativado, protetor ocular, luva de nitrila e botas de borracha.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente. Veja PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e veja PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÃO DURANTE A APLICAÇÃO PROPRIAMENTE DITA: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina; use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Beba 1 ou 2 copos de água e não provoque vômito. Procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Não dar nada via oral, nem induzir vômito a uma pessoa inconsciente. Olhos: Lave com água em abundância . Procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância. Procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procurar local arejado. Procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO/TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO): O tratamento em caso de intoxicação com o produto deverá ser o sintomático e medidas de suporte.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

METABOLISMO - ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Carfentrazone-ethyl foi rapidamente absorvido quando administrado via oral a ratos. A maior parte do produto (85%) foi excretado dentro do período de 24 horas após a administração, sendo desta forma distribuído: 72-87% pela urina e 10 a 25% pelas fezes. O principal metabólito resultante da hidrólise do produto original é o ácido cloropropiônico-carfentrazone-ethyl. Não ocorre praticamente retenção de resíduos nos tecidos, principalmente dos rins e fígado, órgãos ativamente envolvidos no metabolismo, distribuição e excreção de substâncias estranhas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Efeitos agudos: Carfentrazone-ethyl apresenta baixa toxicidade oral, dérmica e inalatória: em estudos com animais o produto não causou sinais clínicos, nem alterações comportamentais. Levemente irritante aos olhos e não irritante dérmico. Como não se conhecem casos relatados de intoxicação humana com o produto, são desconhecidos os sintomas de alarme. Efeitos crônicos: nos organismos testados, não foram observados efeitos relacionados com o tratamento durante as avaliações internas e externas. O produto não apresentou potencial neurotóxico, mutagênico, teratogênico ou carcinogênico nos animais testados.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize o equipamento com vazamento. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 205 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC Química do Brasil Ltda, pelo telefone de emergência 90xx34 3319-3000. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo: piso pavimentado - colocar material absorvente (por exemplo: serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água: solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

a) TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens contaminadas. O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução nas Unidades de Recebimento, deve ser em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no próprio local das embalagens cheias, seguindo as instruções de armazenamento.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida, no ato da compra. A devolução deve ser feita no prazo de até um ano da data da compra ou, até o prazo de validade do produto. O usuário deve guardar o comprovante de devolução pelo prazo mínimo de um ano.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. O transporte de agrotóxicos, seus componentes e afins e sobras de produtos está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: O produto pode ser desativado por hidrólise alcalina, usando-se solução de hidróxido de sódio 10% até atingir pH 14 ou incineração em fornos industriais com controle de emissão de gases (nunca a céu aberto) com temperatura variando de 800 a 1000(C, tempo mínimo de permanência de 2-3 segundos. Produtos derivados da decomposição: monóxido de carbono, dióxido de carbono, óxidos de nitrogênio, cloreto de hidrogênio, fluoreto de hidrogênio. Para a desativação do produto entre em contato com a empresa.

Deve-se sempre utilizar as técnicas de manejo integrado das plantas infestantes. Como exemplo, a adoção da rotação de culturas, a qual permite a utilização de diferentes métodos de controle além do uso de herbicidas. Outros métodos também devem ser utilizados dentro de um manejo integrado, como o controle mecânico, manual ou através de roçadas e a limpeza de máquinas.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Infestantes (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Infestantes aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www. agricultura.gov.br).
O AURORA 400 EC é composto por Carfentrazona-etílica, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da Protox, pertencente ao Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).