Bula Aurora 400 EC

acessos
Carfentrazone-ethyl
4900
FMC - Campinas

Composição

Carfentrazona-etílica 400 g/L Triazolona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não Classificado
Não Classificado
Concentrado Emulsionável (EC)
Não sistêmico, Seletivo condicional, Pós-emergência
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 62,5 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 8 dias. Pós-emergência em jato dirigido ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
100 a 150 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 8 dias. Desfolha da cultura. Adicionar 1 % de óleo mineral
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Água pé mirim
(Heteranthera reniformis)
100 a 500 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 66 dias. Pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Aguapé de flecha
(Sagittaria montevidensis)
100 a 500 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 66 dias. Pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Cruz de malta
(Ludwigia octovalvis)
100 a 500 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário.. 66 dias. Pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
75 a 375 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 66 dias. Pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Tiririca
(Cyperus difformis)
100 a 500 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 66 dias. Pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 10 dias. Pré-plantio ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
75 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência aplicação dirigida. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
75 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 6 dias. Pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 6 dias. Pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
100 a 200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 6 dias. Pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 6 dias. Pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
50 a 200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 6 dias. Pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
75 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 6 dias. Pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea nil)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 6 dias. Pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 6 dias. Pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
75 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós-emergência. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea cairica)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - UNA. Pós-emergência jato dirigido ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - UNA. Pós-emergência jato dirigido ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - UNA. Pós-emergência jato dirigido ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - UNA. Pós-emergência jato dirigido ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina diffusa)
100 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - UNA. Pós-emergência jato dirigido ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós emergência da cultura e das plantas daninhas. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós emergência da cultura e das plantas infestantes. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós emergência da cultura e das plantas infestantes. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea nil)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós emergência da cultura e das plantas infestantes. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós emergência da cultura e das plantas daninhas. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós emergência da cultura e das plantas infestantes. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós emergência da cultura e das plantas infestantes. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 84 dias. Pós-emergência, plantas infestantes entre 2 a 4 folhas ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
25 a 31,2 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 84 dias. Pós-emergência, plantas infestantes entre 2 a 4 folhas ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Pós-emergência, plantas infestantes entre 2 a 4 folhas ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
25 a 31,2 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Pós-emergência, plantas infestantes entre 2 a 4 folhas ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral

Bag in box (Jerry Box)- Fibra de papel com bolsa plástica: 1; 5; 10; 20; 50; 100; 200; 500; 650; 1000 litros
Bombona – COEX/PEAD/PET/plástico: 5; 10; 20; 25; 50 litros
Bulk- COEX/PEAD/PET/Ferro revestido com resina epóxi/plástico com estrutura metálica: 500; 1000; 2000; 3000; 4000; 5000; 10000 litros
Container- COEX/PEAD/PET/plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 litros
Contentor intermediário(IBC)- COEX/PEAD/PET/plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 litros
Farm-Pack- COEX/PEAD/PET/plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 litros
Isocontainer- COEX/PEAD/PET/plástico/metálico/aço: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; 5000; 10000; 20000; 25000; 30000 litros
Isotanque- COEX/PEAD/PET/plástico/metálico/aço: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; 5000; 10000; 20000; 25000; 30000 litros
Mini Bulk- COEX/PEAD/PET/plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400; 500 litros
Tambor- COEX/PEAD/PET/metálico/polietileno com barreira de poliamida/polietileno/plástico: 0,10; 0,20; 0,25; 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200;300;400 litros
Frasco- COEX/PEAD/PET /polietileno com barreira de poliamida/plástico: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 5,0 litros
Frasco- aluminizado/aço inox/folha de flandres: 0,5; 1; 2; 5; 10; 20; 50; 100; 200 litros
Frasco- COEX/PEAD/PET: 0,05; 0,25; 0,5; 1; 5; 10; 20; 50; 100; 200 litros

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas no quadro anterior. A máxima atividade é obtida em condições climáticas que favoreçam o pleno crescimento da planta, ou seja, alta umidade relativa a alta temperatura, desde que não associadas ao stress hídrico e murchamento da planta. Luz intensa, durante e após a aplicação, geralmente aumentam a velocidade de ação e a eficiência do herbicida.
Algodão:

Desfolhante da cultura: Adicionar 1% de óleo mineral. Aplicar 7 a 12 dias antes da colheita.

Controle de Trapoeraba e Corda-de-viola: Adicionar 0,5% de óleo mineral para a aplicação em jato dirigido (pós-emergência) ou no plantio direto (dessecação das ervas).

Arroz-irrigado:

Pós-emergência: O produto pode ser aplicado em pulverização ou em benzedura, nas doses recomendadas.

Dessecação (plantio direto): Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.

Batata:

Para dessecação das ramas da batata e para o controle de corda-de-viola em pré-plantio, aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.

Soja:

Pós-emergência: As plantas infestantes deverão estar no estádio de 2 a 4 folhas.

Dessecação (plantio direto): Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.

Milho:

Pós-emergência: As plantas infestantes deverão estar no estádio de 2 a 4 folhas.

Dessecação (plantio direto): Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.

Café:

Na aplicação dirigida em pós-emergência das plantas infestantes, aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.

Citros:

Na aplicação dirigida em pós-emergência das plantas infestantes, aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.

Cana-de-açúcar:

Pós-emergência e Dessecação: Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.

Maturador: Aplicar o produto 30 a 40 dias antes da colheita da cana-de-açúcar.

Para uso como maturador ou pós-emergência tardia (pré-colheita) a aplicação deverá ser feita somente por via aérea.

Eucalipto:

Pós-emergência e Dessecação: Aplicar o produto com a adição de 1,0 % de óleo mineral.

MODO DE APLICAÇÃO:

Colocar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar AURORA 400 EC na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.

Equipamentos de Aplicação:

. Equipamentos terrestres:

AURORA 400 EC pode ser aplicado através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como: Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet.
O espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e altura da barra de 30 - 50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixas velocidades de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol2 e volume de água de 200 a 400 L/ha.

- Densidade de gotas: 40 - 80 gotas/cm2

- DMV(Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 - 300 micra

. Aeronaves agrícolas:

A aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:

Bicos: bicos de jato plano da série 8010 ou 8015.

Diâmetro e densidade de gotas: DMV de 420 a 480 mm e densidade mínima de 20 gotas/cm2.

Número de bicos: . Aviões IPANEMA: 40 a 42 bicos, fechando de 4 a 5 em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximo à fuselagem, mantendo em operação os oito bicos sob a fuselagem (barriga), e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
.Outros modelos de aeronaves agrícolas: utilizar a deposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas.

.Não realizar aplicações com bicos rotativos tipo MICRONAIR.

Altura de vôo: . Aviões IPANEMA: 4 a 5 metros em relação ao topo da cultura.

. Outro modelos de aeronaves agrícolas: altura mínima de 3 a 4 metros do alvo.

Volume de aplicação: 30 a 40 L/ha

Faixa de deposição:. Aviões IPANEMA e similares: faixa máxima de 15 m.
. Aviões grandes: não deverá exceder 22 m.

Ângulo da barra: entre 120 e 135º (UR > 70%). Aumentar o ângulo com a redução da umidade relativa do ar (UR).


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 08 dias.
Arroz: 56 dias.
Batata: 10 dias.
Soja: 30 dias.
Milho: 84 dias.
Café: 15 dias.
Citros: 15 dias.
Cana-de-açúcar: 06 dias
Eucalipto: UNA*

* Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:

. Evitar a sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos às culturas.
. Chuvas que ocorram até duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto.
. Recomenda-se aplicar após a secagem do orvalho.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente. Veja PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e veja PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÃO DURANTE A APLICAÇÃO PROPRIAMENTE DITA: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina; use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Beba 1 ou 2 copos de água e não provoque vômito. Procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Não dar nada via oral, nem induzir vômito a uma pessoa inconsciente. Olhos: Lave com água em abundância . Procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância. Procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procurar local arejado. Procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO/TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO): O tratamento em caso de intoxicação com o produto deverá ser o sintomático e medidas de suporte.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

METABOLISMO - ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Carfentrazone-ethyl foi rapidamente absorvido quando administrado via oral a ratos. A maior parte do produto (85%) foi excretado dentro do período de 24 horas após a administração, sendo desta forma distribuído: 72-87% pela urina e 10 a 25% pelas fezes. O principal metabólito resultante da hidrólise do produto original é o ácido cloropropiônico-carfentrazone-ethyl. Não ocorre praticamente retenção de resíduos nos tecidos, principalmente dos rins e fígado, órgãos ativamente envolvidos no metabolismo, distribuição e excreção de substâncias estranhas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Efeitos agudos: Carfentrazone-ethyl apresenta baixa toxicidade oral, dérmica e inalatória: em estudos com animais o produto não causou sinais clínicos, nem alterações comportamentais. Levemente irritante aos olhos e não irritante dérmico. Como não se conhecem casos relatados de intoxicação humana com o produto, são desconhecidos os sintomas de alarme. Efeitos crônicos: nos organismos testados, não foram observados efeitos relacionados com o tratamento durante as avaliações internas e externas. O produto não apresentou potencial neurotóxico, mutagênico, teratogênico ou carcinogênico nos animais testados.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize o equipamento com vazamento. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 205 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC Química do Brasil Ltda, pelo telefone de emergência 90xx34 3319-3000. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruç��es abaixo: piso pavimentado - colocar material absorvente (por exemplo: serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água: solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

a) TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens contaminadas. O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução nas Unidades de Recebimento, deve ser em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no próprio local das embalagens cheias, seguindo as instruções de armazenamento.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida, no ato da compra. A devolução deve ser feita no prazo de até um ano da data da compra ou, até o prazo de validade do produto. O usuário deve guardar o comprovante de devolução pelo prazo mínimo de um ano.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. O transporte de agrotóxicos, seus componentes e afins e sobras de produtos está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: O produto pode ser desativado por hidrólise alcalina, usando-se solução de hidróxido de sódio 10% até atingir pH 14 ou incineração em fornos industriais com controle de emissão de gases (nunca a céu aberto) com temperatura variando de 800 a 1000(C, tempo mínimo de permanência de 2-3 segundos. Produtos derivados da decomposição: monóxido de carbono, dióxido de carbono, óxidos de nitrogênio, cloreto de hidrogênio, fluoreto de hidrogênio. Para a desativação do produto entre em contato com a empresa.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Como prática de manejo de resistência em plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrada para cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.