Bula Bamako 700 WG

acessos
Imidacloprid
6009
Rotam

Composição

Imidacloprido 700 g/kg Nicotinóide

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão, Sistêmico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
360 g p.c./ha 650 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, repetir com intervalos de 10 - 15 dias, caso necessário. 21 dias. A aplicação deverá ser feita sobre a linha de plantio logo após a emergência da cultura
Tripes
(Thrips palmi)
100 g p.c./ha 650 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, repetir com intervalos de 10 - 15 dias, caso necessário. 21 dias. Aplicar logo após o aparecimento da praga
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g p.c./ha 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 82 dias. Aplicar logo após o aparecimento da praga
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
200 g p.c./ha 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, repetir com intervalos de 10 - 15 dias, caso necessário. 82 dias. Aplicar logo após o aparecimento da praga
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
1000 a 1300 g p.c./ha 100 a 150 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. 45 dias. Em cafezais com até 2 anos de idade, aplicar 0,05g/planta de BAMAKO® 700 WG. Em cafezais com mais de 2 anos aplicar o produto em função do número de plantas por hectare. Em Cafezais com até 4000 plantas/ha aplicar a dose de 1,0 kg/ha. Em Cafezais com 4000 a 6000 plantas/ha aplicar a dose de 1,2 kg/ha. A dose 1,3 kg/ha aplicar em cafezais com mais de 6000 plantas/ha. Sempre aplicar o produto no início do período chuvoso (a partir de Outubro)
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Heterotermes tenuis)
400 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar o produto na dose recomendada sobre os toletes de cana colocados no sulco de plantio
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
5 g p.c./100 L de água 2000 L de água/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 21 dias. Aplicar o produto na dose recomendada logo no aparecimento da praga, desde o início da brotação
Psilideo
(Diaphorina citri)
0,5 a 1 g p.c. / planta 10 a 20 mL de calda/muda - Realizar no máximo duas aplicações. 21 dias. Utilizar a dosagem de acordo com o tamanho das mudas. Aplicar a dose de 0,5 g/muda em mudas pequenas; de 0,75 g/muda em mudas médias e a dose de 1,0 g/muda para mudas grandes. A aplicação deve ser feita na forma de jato dirigido no colo das plantas do viveiro entre 4 a 10 dias antes do transplante para local definitivo
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim de montículo
(Syntermes molestus)
500 a 750 g p.c./100 L de água 25 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar a aplicação através de imersão das mudas antes do plantio ou rega das mudas após o plantio
Cupim do chifre
(Cornitermes bequaerti)
500 a 750 g p.c./100 L de água 25 mL de calda/planta - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar a aplicação através de imersão das mudas antes do plantio ou rega das mudas após o plantio
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fumo
(Faustinus cubae)
360 g p.c./ha 240 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações. Uso não alimentar. No fumo a aplicação é feita na forma de jato dirigido com pulverizador costal de 20 L de volume, atingindo as folhas, o caule das mudas e o solo, logo após o transplante. Em canteiro de mudas são feitas duas aplicações, a primeira logo após a semeadura e a segunda, 45 dias após. As aplicações nos canteiros foram feitas em forma de rega, diluindo-se as doses dos produtos em 40 L de água
Pulgão verde
(Myzus persicae)
360 g.p.c./ha 240 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações. Uso não alimentar. No fumo a aplicação é feita na forma de jato dirigido com pulverizador costal de 20 L de volume, atingindo as folhas, o caule das mudas e o solo, logo após o transplante. Em canteiro de mudas são feitas duas aplicações, a primeira logo após a semeadura e a segunda, 45 dias após. As aplicações nos canteiros foram feitas em forma de rega, diluindo-se as doses dos produtos em 40 L de água
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 10 - 15 dias. 14 dias. A aplicação deve ser feita logo após a emergência da planta
Tripes
(Thrips palmi)
200 g p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 10 - 15 dias. 14 dias. A aplicação deve ser feita logo após a emergência da planta
Pinus Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do pinus
(Cinara atlantica)
37,5 a 75 g p.c./100 L de água - - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar a aplicação em viveiro de mudas através de imersão ou regas das bandejas de mudas, ou realizar tratamento de campo, através de imersão das mudas antes do plantio ou rega das mudas após o plantio
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 g p.c./ha - - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Realizar uma aplicação no viveiro/bandeja de mudas e outra aplicação na forma de jato dirigido, logo após o transplante

Frasco de Polietileno de Alta densidade de 25g, 50g, 100g, 250g, 500g, 1kg, 5kg.
Saco Hidrossolúvel de 25g, 50g, 100g, 250g, 500g, 1kg, 5kg, 10kg, 15kg, 30kg.
Saco Hidrossolúvel - filme de PVA de 25g, 30g, 50g, 100g, 250g, 500g, 1kg, 5kg, 10kg, 15kg, 30kg.
Saco de Alumínio contendo saco hidrossolúvel de 25g, 50g, 100g, 250g, 500g, 1kg, 5kg, 10kg, 15kg, 30kg.
Saco de Alumínio de 25g, 30g, 50g, 100g, 250g, 500g, 1kg, 5kg, 10kg, 15kg, 30kg.
Big bag de Polietileno + Poliéster de 250kg, 360kg, 500kg.
Saco Plástico de 4kg, 5kg, 10kg, 15kg, 20kg.
Saco de Papel com filme de polietileno de 4kg, 5kg, 10kg, 15kg, 20kg.
Bombona de Polietiledo de alta densidade de 15kg.
Bombona e Plástico de 10kg, 15kg, 20kg.
Barrica de Papelão multifoliado de 4kg, 5kg, 10kg, 15kg e 20kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

BAMAKO® 700 WG é um inseticida sistêmico de contato e ingestão do grupo químico neonicotinóide, indicado para o controle de pragas da parte aérea nas culturas de batata: tripes (Thrips palmi), Pulgão-verde (Myzus persicae); brócolis: Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B), Pulgão-da-couve (Brevicoryne brassicae); café: Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella); cana-de-açúcar: Cupim (Heterotermes tenuis); citros: Psilideo (Diaphorina citri), Cigarrinha-da-CVC (Oncometopia facialis); eucalipto: Cupim-de-chifre (Corniterme bequaerti), Cupim-de-monticulo (Syntermes molestus); fumo: Pulgão-verde (Myzus persicae), broca-do-fumo (Faustinus cubae); melão: mosca branca (Bemisia tabaci raça B), tripes (Thrips palmi); pinus: Pulgão-gigante-do-pinus (Cinara atlântica); tomate: Pulgão-verde (Myzus persicae).


CULTURAS, PRAGAS, DOSES:
Vide " Indicações de Uso/Doses"

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
BATATA : Aplicação foliar e/ou parte aérea:
Realizar no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Para o controle de tripes, aplicar logo após o aparecimento da praga e repetir a aplicação a cada 10 a 15 dias, se for necessário. Para o controle do pulgão verde, a aplicação devera ser feita sobre a linha de plantio logo após a emergência da cultura.

BRÓCOLIS :
•Aplicação foliar e/ou parte aérea:
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura. A aplicação deve ser feita logo após o transplante.

CAFÉ:
• Aplicação no solo:
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação. Em cafezais com até 2 anos de idade, aplicar 0,05g/planta de BAMAKO 700 WG. Em cafezais com mais de 2 anos aplicar o produto em função do numero de plantas por hectare. Em Cafezais com até 4000 plantas/ha aplicar a dose de 1,0 kg/ha. Em Cafezais com 4000 a 6000 plantas/ha aplicar a dose de 1,2 kg/ha. A dose 1,3 kg/ha aplicar em cafezais com mais de 6000 plantas/ha. Sempre aplicar o produto BAMAKO 700 WG no início do período chuvoso (a partir de Outubro). Em caso de reinfestação, aplicar outro produto via foliar registrado e recomendado para a mesma praga.

CANA-DE-AÇUCAR:
• Aplicação em solo:
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação. Aplicar o produto na dose recomendada sobre os toletes de cana colocados no sulco de plantio.

CITROS:
• Aplicação foliar e/ou parte aérea
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações. Para aplicações em viveiro de mudas de citros para o controle de Psilideo (Diaphorina citri) utilizar a dosagem de acordo com o tamanho das mudas. Aplicar a dose de 0,5 g/muda em mudas pequenas; de 0,75 g/muda em mudas médias e a dose de 1,0 g/muda para mudas grandes. A aplicação deve ser feita na forma de jato dirigido no colo das plantas do viveiro entre 4 a 10 dias antes do transplante para local definitivo. Nas pulverizações foliares para o controle de Cigarrinha-da-CVC (Oncometopia facialis) aplicar o produto na dose recomendada logo no aparecimento da praga, desde o início da brotação.

EUCALIPTO:
• Aplicação foliar parte aérea ou imersão de mudas
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação. Realizar a aplicação através de imersão das mudas antes do plantio ou rega das mudas após o plantio.

FUMO :
•Aplicação foliar e/ou parte aérea:
Realizar no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. No fumo a aplicação é feita na forma de jato dirigido com pulverizador costal de 20 L de volume, atingindo as folhas, o caule das mudas e o solo, logo após o transplante. Em canteiro de mudas são feitas duas aplicações, a primeira logo após a semeadura e a segunda, 45 dias após. As aplicações nos canteiros foram feitas em forma de rega, diluindo-se as doses dos produtos em 40 L de água

MELÃO :
•Aplicação foliar e/ou parte aérea:
Realizar no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. A aplicação deve ser feita logo após a emergência da planta e repetir a aplicação a cada 10 a 15 dias se for necessário.

PINUS:
• Aplicação foliar parte aérea ou imersão de mudas
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação. Realizar a aplicação em viveiro de mudas através de imersão ou regas das bandejas de mudas, ou realizar tratamento de campo, através de imersão das mudas antes do plantio ou rega das mudas após o plantio.

TOMATE:
• Aplicação foliar parte aérea
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações. Realizar uma aplicação no viveiro/bandeja de mudas e outra aplicação na forma de jato dirigido, logo após o transplante.


MODO DE APLICAÇÃO:
O produto BAMAKO 700 WG deve ser diluído em água na dose recomendada. É indicado para o controle de pragas em viveiros de mudas, imersão de mudas e bandejas de mudas, regas e aplicações foliares; de acordo com a recomendação específica para cada cultura. A calda preparada deve ser aplicada sob a forma de pulverização com equipamentos terrestres: costal e/ou tratorizados.

Na cultura da batata deve-se usar pulverizadores com barra de pulverização e bicos cônicos (D2), com pressão de trabalho de 80 a 100 lb./pol2, densidade de gotas em torno de 60 gotas/cm2 e vazão total de 650 litros de calda/ha.

Para a cultura do brócolis, utiliza-se um volume de calda de 600 L/ha.

Na cultura do café aplicar a dose recomendada diluída em água da seguinte forma. Para cafezais com até 2 anos de idade diluir a dose em 15 a 50 ml de calda por muda e aplicar na região do colo da planta. Em cafezais com mais de de 2 anos aplicar a dose recomendada do produto diluída em água correspondendo de 100 a 150 mL de calda por planta. Para realizar a aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra adaptado para alta vazão, sendo a aplicação dirigida para o solo na região de maior concentração de raízes.

Na cultura da cana-de-açucar aplicar o produto na dose recomendada sobre os toletes de cana colocados no sulco de plantio.

Na cultura do citros nas aplicações em viveiro de mudas, aplicar o produto diluído em água gastando de 10 a 20 mL de calda por muda, na forma de esguicho no colo das mudas (no saquinho). Para aplicações foliares é recomendado o uso de turbo atomizadores. Adicionar adjuvante, óleo mineral ou óleo metilado de soja a calda inseticida, aplicando-se um volume de 2000 L de calda / ha.

Na cultura do Eucalipto diluir o produto em água e aplicar a dose recomendada das seguintes formas: A) Antes do plantio: realizar a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos retirando-as e deixando escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar a secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas. B) Ou, realizar a aplicação após o plantio das mudas gastando 25 ml de calda na base da planta com a utilização de pulverizador costal.

No fumo a aplicação é feita na forma de jato dirigido com pulverizador costal de 15 a 20 L de volume, atingindo as folhas, o caule das mudas e o solo, dois dias após o transplante, utilizando-se um volume de calda de 240 L/ha, ou 15mL/muda. As aplicações nos canteiros devem ser feitas em forma de rega, diluindo-se as doses dos produtos em 40 L de água.

No melão é utilizado o volume de calda de 500 L/ha.

Na cultura de pinus diluir o produto em água e aplicar a dose recomendada das seguintes formas: A1)Viveiro: realizar a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retira-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar a secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas. A2) Ou através da rega das bandejas contendo as mudas, aplicando-se 1 litro da calda inseticida por m2 de bandeja, utilizando um regador comum. B1) Campo: realizar a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retira-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar a secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas. B2) Ou, realizar a aplicação após o plantio das mudas gastando 25 ml de calda na base da planta com a utilização de pulverizador costal.

Na cultura de tomate aplicar o produto diretamente sobre as bandejas de mudas com o auxilio de um pulverizador costal manual dotado de bico de jato plano (leque) com um consumo de 250 ml de calda de inseticida para cada bandeja de 200 alvéolos. Recomenda-se logo após a aplicação repetir a aplicação da mesma forma com o mesmo volume de água para que seja feito o arraste do produto das folhas e ramos para o substrato, facilitando a absorção radicular. O cálculo da quantidade de produto a ser aplicada em cada bandeja deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantada por hectare e espaçamento adotado. Visando um melhor aproveitamento do produto aplicado é recomendado interromper o fornecimento de água as mudas 24 horas antes da aplicação do produto. No campo, a aplicação é feita logo após o transplante com jato dirigido a cada planta, utilizando-se em média de 10 - 15 ml de calda por planta, de forma a atingir o caule e escorrer para o solo.

Na aplicação, verificar se as plantas estão recebendo o produto de modo uniforme e se está ocorrendo um molhamento uniforme da folhagem e/ou caule das plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata.........................................21 dias
Brócolis.......................................82 dias
Café............................................45 dias
Cana-de-açucar.........................(1)
Citros..........................................21 dias
Eucalipto....................................UNA
Fumo..........................................UNA
Melão.........................................14 dias
Pinus..........................................UNA
Tomate.......................................07 dias

(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
UNA – Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovada pelo órgão responsável pela Saúde Humana (ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
BAMAKO® 700 WG – Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DADOS RALATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pala Saúde Humana (ANVISA/MS).

DADOS RELAIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para o uso exclusivamente agrícola.

Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Produto extremamente irritante para os olhos.

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira
Utilize equipamento de proteção individual -EPI macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

Precauções durante a aplicação

Evite o máximo possível o contato com a área tratada
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto

Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
Utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLlCACÃO:

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA ÁREA TRATADA" e

manter os avisos até o final do período de reentrada.

Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação

Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais

Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirado na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha


PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e ave impermeáveis, por exemplo.
Intoxicações por Imidacloprido
Informações médicas
Grupo químico: Neonicotinóide
Classe toxicológica: I - Extremamente tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética: Estudos de biocinética em ratos mostraram que o imidacloprido é rapidamente e quase completamente absorvido pelo lúmen intestinal. Da mesma forma, a eliminação é rápida e completa Não há indícios de potencial de bioacumulação do composto parental bem como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção são ! independentes da via de exposição. Observa-se como média 75% da excreção via urina e o restante via fezes, pela bile excretada O pico de concentração plasmática é atingido entre 1 e 2 horas após a administração e o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo Após 48 horas da aplicação, a presença do imidacloprido nos tecidos é bastante pequena. A transposição da barreira hemato-encefálica é bastante limitada. A taxa de metabolização do imidacloprido em ratos é alta e mais pronunciada em machos do que em fêmeas. Somente entre 10 a 16% do composto parental é encontrado na excreta. O principal metabólito renal excretado é o ácido 6-cloronicotínico e seu
produto glicina conjugado, bem como os dois correspondentes de biotransformação com anel imidazolidina.
As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis pela degradação do imidacloprido são: 1- Clivagem oxidativa gerando nitroimino-imidazolina e ácido cloronicotínico, que sofre conjugação com glicina. Estes metabólitos são encontrados somente na urina e excretados rapidamente. Eles constituem a maior parte dos metabólitos identificados e representam cerca de 30% destes, 2- Hidroxilação do anel imidazolina entre as posições 4-5 .
Mecanismos de toxicidade: Inseticidas neonicotinóides interagem menos com os subtipos de
receptores nicotínicos humanos quando comparado aos de insetos. Devido a pouca penetração através da barreira hemato-encefálica, os efeitos mediados pelo sistema nervoso central não são esperados em níveis baixos de exposição.
Sintomas e sinais clínicos: A ingestão de imidacloprido pode causar tontura, sonolência, tremores e movimentos incoordenados Sintomas após exposição aguda ao produto formulado (imidacloprido e outros ingredientes) incluíram falta de coordenação, tremores, diarréia e perda de peso Estudos crônicos com ratos mostraram que a tireóide é especialmente sensível ao imidacloprido Existe a possibilidade de efeitos anticolinérgicos em humanos. Em experimentos animais de dose alta observaram-se distúrbios na respiração e na movimentação, tremores, hipotermia e reflexos pupilares impareados Os sintomas são similares à intoxicação por nicotina. Esses inseticidas parecem ser menos tóxicos quando absorvidos por via dérmica ou inalatória do que quando absorvidos por via oral . A ingestão de formulações de inseticidas neonicotinóides também pode resultar em sintomas clínicos relacionados aos surfactantes, solventes ou outros ingredientes, sendo que alguns podem ser corrosivos. Devem-se tratar os sintomas.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento:
Não há antídoto específico, o tratamento deve ser sintomático e de suporte.
Remova o paciente da fonte de exposição. Lave a área do corpo atingida pelo produto com grandes quantidades de água e sabão. Lave os olhos com grande quantidade de água durante 15 minutos e, se necessário, utilize colírio anestésico após a lavagem.
Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidadosamente para o possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato gastrintestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano. Lavagem gástrica deve ser considerada em ingestões significativas (grandes volumes) e no período máximo de 2 horas.
Administre carvão ativado (240 ml de água / 30 g de carvão ativado) Dose usual 25 a 100 g em adultos adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos), e 1g/ Kg em crianças com menos de 1 ano de idade. Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através de vômito e diarréia.
Contra - indicações: A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.
Atenção: Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter Informaçoes especializadas sobre o diagnostico e tratamento .
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/ MS)
Telefone de Emergência da empresa: OXX(19) 3258-6763

Este produto é :

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE ( CLASSE III).
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'agua.
Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ROTAM DO BRASIL AGROQUÍMICA E PRODUTOS AGRíCOLAS LTDA - Telefone de Emergência:
(Oxx19) 3258-6763.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'agua: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utiizando os mesmos EPI'S - Equipamentos de proteção individual - recomendamos para o preparo de calda do produto.
Tríplice lavagem ( Lavagem Manual)
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta de equipamento da lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as partes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Armazenamento da embalagem vazia:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com o piso impermeável, ou no local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de .: seu prazo de validade, será facultada ,a devolução da embalagem em até 6 meses após o seu término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXíVEL

Esta embalagem não pode ser lavada;
Armazenamento da embalagem vazia:
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com o piso impermeável, no local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
Devolução da Embalagem vazia:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalag vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o seu término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia

Transpote:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

Armazenamento da embalagem vazia:
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com o piso impermeável no local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

Transporte:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações, animais e pessoas.

Destinação final das embalagens vazias:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pala Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A !REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE, DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmeras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

Transporte de agrotóxico, componentes e afins:

O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRiÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
•Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
•Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
•Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.