Bula Basagran 480 - Basf

Bula Basagran 480

acessos
Bentazona
308394
Basf

Composição

Bentazona 480 g/L Benzotiadiazinona

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Não sistêmico, Contato

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Carrapicho de carneiro
(Xanthium strumarium)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 4 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha. Utilizar adjuvante não iônico na dose de 1,0 L/ha nas aplicações terrestres
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Corda de viola
(Ipomoea nil)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Gorga
(Spergula arvensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Malva branca
(Sida cordifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Mostarda
(Brassica rapa)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 4 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Trapoeraba
(Commelina erecta)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Trapoeraba
(Murdannia nudiflora)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Erva de bicho
(Polygonum hydropiperoides)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (de 2 a 6 folhas) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha. Retirar a água antes do tratamento, para expor as folhas das plantas infestantes. Voltar a irrigar após 48 horas
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
2 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias
Tiriricão
(Cyperus esculentus)
2 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Para a cultura do arroz, pode-se realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 3 a 4 dias 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado (até 12 cm de altura) para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha. Retirar a água antes do tratamento, para expor as folhas das plantas infestantes. Voltar a irrigar após 48 horas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carrapicho de carneiro
(Xanthium strumarium)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 4 folhas). Utilizar adjuvante não iônico na dose de 1,0 L/ha nas aplicações terrestres
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Corda de viola
(Ipomoea nil)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Gorga
(Spergula arvensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Malva branca
(Sida cordifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Mostarda
(Brassica rapa)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 4 folhas)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Trapoeraba
(Commelina erecta)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Trapoeraba
(Murdannia nudiflora)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 35 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carrapicho de carneiro
(Xanthium strumarium)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Corda de viola
(Ipomoea nil)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Gorga
(Spergula arvensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Malva branca
(Sida cordifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Mostarda
(Brassica rapa)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 4 folhas)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Trapoeraba
(Commelina erecta)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Trapoeraba
(Murdannia nudiflora)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 110 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carrapicho de carneiro
(Xanthium strumarium)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 4 folhas). Utilizar adjuvante não iônico na dose de 1,0 L/ha nas aplicações terrestres
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Corda de viola
(Ipomoea nil)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Gorga
(Spergula arvensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Malva branca
(Sida cordifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Mostarda
(Brassica rapa)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 4 folhas)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Trapoeraba
(Commelina erecta)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Trapoeraba
(Murdannia nudiflora)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 90 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carrapicho de carneiro
(Xanthium strumarium)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 4 folhas). Utilizar adjuvante não iônico na dose de 1,0 L/ha nas aplicações terrestres
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Corda de viola
(Ipomoea nil)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Gorga
(Spergula arvensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Malva branca
(Sida cordifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Mostarda
(Brassica rapa)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 4 folhas)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Trapoeraba
(Commelina erecta)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)
Trapoeraba
(Murdannia nudiflora)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 60 dias Aplicar quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle (de 2 a 6 folhas)

Tipo: Frascos
Material: Polietileno
Capacidade: 1 Litro

Tipo: Bombonas
Material: Polietileno
Capacidade: 5 e 20 Litros

INSTRUÇÕES DE USO:
Basagran® 480 é um herbicida seletivo à base do ingrediente ativo Bentazona (Grupo C3 - HRAC), indicado para controle pós-emergente de plantas daninhas nas culturas de soja, arroz, arroz irrigado, feijão, milho e trigo.
Basagran® 480 é um herbicida de ação de contato, da classe das nitrilas e do grupo dos inibidores do fluxo de elétrons no fotossistema II (Grupo C3). Após a absorção, interfere na fotossíntese das plantas sensíveis, principalmente nas áreas das folhas tratadas, sendo de efeito localizado, sem ação sistêmica. Quando a área foliar recebe cobertura suficiente do produto ocorre a paralisação na elaboração de carboidratos levando as plantas à morte, sendo a fase inicial de desenvolvimento das plantas daninhas o momento melhor indicado para ação do herbicida.
São tolerantes ao produto as gramíneas em geral, leguminosas e algumas outras espécies.
Basagran® 480 controla espécies de ciperáceas, dicotiledôneas e monocotiledôneas, incluindo os biótipos resistentes aos herbicidas inibidores da enzima ALS, resistentes ao herbicida glifosato e resistentes aos inibidores da enzima PROTOX.
Adição de Adjuvante:
A adição de um adjuvante não iônico nas caldas de Basagran® 480 tende a melhorar o controle de algumas espécies invasoras, bem como reduzir a velocidade de evaporação, mas não permite redução da dose do herbicida. Recomenda-se o acréscimo de adjuvante não iônico na dose de 1,0 L/ha nas aplicações terrestres, e de 0,3 L/ha nas aplicações aéreas. Não é recomendado o acréscimo de adjuvante não iônico para a cultura de feijão, devido ao risco de fitotoxicidade.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
A aplicação de Basagran® 480 deve ser feita não excedendo os estágios indicados das plantas daninhas. Passados esses estágios, eficiência do produto é reduzida, podendo não ser eficiente no controle das plantas daninhas.
Nas condições indicadas, uma única aplicação do Basagran® 480 é suficiente para controle das plantas daninhas.
Para a cultura de arroz pode-se efetuar até duas aplicações por ciclo do cultivo, com intervalo de 3 a 4 dias entre elas. As duas aplicações devem ser realizadas quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha. Com esse manejo, tem-se melhor controle em áreas de arroz com alta pressão de infestação e germinação contínua de espécies de plantas daninhas como a Trapoeraba, Corda-de-Viola, e Guanxuma. No caso de Cyperáceas, o manejo permite que consigamos melhor eficiência no controle das espécies devido à dificuldade quando as ervas atingem estágios mais avançados. Para as demais culturas, fazer apenas uma aplicação por ciclo.
MODO DE APLICAÇÃO
PREPARO DA CALDA:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto e observar o estágio fenológico da cultura conforme as recomendações descritas no item acima CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,6% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante. Condições desfavoráveis de temperatura e umidade podem agravar o risco de fitoxicidade a cultura (vide item CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Não é recomendado o acréscimo de adjuvante não iônico para a cultura de feijão, devido ao risco de fitotoxicidade.
APLICAÇÃO TERRESTRE
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
APLICAÇÃO AÉREA
- Equipamento de aplicação:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 litros/ha.
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
- Altura de vôo e faixa de aplicação:
Altura de vôo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos. Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS
- Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
- Temperatura e umidade:
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva. Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.

As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.

Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz 60 dias
Feijão 35 dias
Milho 110 dias
Soja 90 dias
Trigo 60 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Basagran® 480 é indicado para uso em culturas num estado normal de sanidade e desenvolvimento. Plantas que estejam sofrendo efeitos adversos por condições climáticas desfavoráveis (seca, granizo, etc.) ou danos de outra natureza inclusive fitotoxicidade por outros herbicidas, serão muito mais suscetíveis e por isso não devem receber tratamento. Em período de seca, as plantas infestantes tendem a ficar menos sensíveis aos herbicidas em geral, inclusive a Basagran® 480. Não se recomenda o tratamento nessas condições.
Chuvas:
Basagran® 480 é absorvido pelas folhas num período de algumas horas. Chuvas a menos de 2 horas do final da aplicação podem afetar os resultados, com diminuição das porcentagens de controle.
Umidade do Solo:
Plantas que se desenvolvem sob condições de pouca umidade apresentam no geral um crescimento mais lento na parte aérea e um aprofundamento das raízes, tendendo a acumular mais substâncias de reserva. Com isso, podem resistir melhor a um bloqueio temporário da síntese dessas substâncias e eventualmente sobreviver. Alta umidade no solo estimula um rápido crescimento. Plantas que se desenvolvem em épocas chuvosas são mais sensíveis ao herbicida, podendo ser controladas em estágios mais avançados do que normalmente se recomenda.
Umidade Relativa do Ar:
Com elevada umidade relativa do ar, a absorção de Basagran® 480 é mais rápida, diminuindo os riscos de lavagem por chuvas que ocorram poucas horas após a aplicação. Com a baixa umidade atmosférica a absorção é mais lenta, além do que se acelera a evaporação das caldas pulverizadas. A eficácia dos tratamentos é maior quando há uma elevada umidade relativa na atmosfera. Em regiões onde a umidade relativa do ar é baixa, recomenda-se efetuar o tratamento nas primeiras horas da manhã, quando esta umidade tende a ser maior. Na cultura de feijão, a aplicação de Basagran® 480 com folhas molhadas, por orvalho ou neblina, pode causar maior fitotoxicidade, recomenda-se esperar que as folhas sequem primeiro.
Temperatura:
Com temperatura baixa, a eficiência do tratamento tende a ser diminuída. Em épocas frias, usar a maior dose recomendada e acrescentar adjuvante não iônico oleoso na calda. Não efetuar o tratamento quando a temperatura cair a 10°C ou menos e/ou tempo estiver muito nublado (encoberto ou falta de luz). Na cultura de feijão só efetuar aplicação de Basagran® 480 depois que essas plantas tenham formado o primeiro trifólio e antes do 4º trifólio. Soja, só efetuar aplicação a partir do 1º trifólio.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência de plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle:
(1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde),
(2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico),
(3) controle biológico e
(4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C3 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C3 HERBICIDA

O produto herbicida Basagran® 480 é composto por bentazona, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo C3, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.