Bula Buran - Yonon

Bula Buran

acessos
Flutriafol
7409
Yonon

Composição

Flutriafol 125 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 15 dias 21 dias Iniciar as aplicações do 25º ao 35º dia após o plantio, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Tombamento
(Colletotrichum gossypii)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 15 dias 21 dias Iniciar as aplicações do 25º ao 35º dia após o plantio, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 15 dias 14 dias Iniciar as aplicações quando o nível de infecção da ferrugem-da-folha atingir 5%
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,75 a 1 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 dias 14 dias O controle deve ser iniciado no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1,5 a 2 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações em intervalos de 30 dias 30 dias Aplicar quando atingir nível de infecção de 5%, via foliar, evitando-se o escorrimento
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
3,5 a 5,5 L p.c./ha 3,5 a 5,5 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única 120 dias Aplicar o produto, sem diluição, quando a cultura estiver no estádio de floração (BBCH 55). Pulverizar o produto no solo com jato ou bico, dirigindo a aplicação sob a projeção da copa
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações em intervalos de 15 dias 14 dias As aplicações devem ser iniciadas, de maneira preventiva, em torno de 30 dias após a emergência da cultura
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Varíola
(Asperisporium caricae)
1 a 1,5 L p.c./ha 0,2 L de calda / planta - Realizar no máximo duas aplicações em intervalos de 15 dias 7 dias Aplicar no início da frutificação, de maneira preventiva, ou logo após o início dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos, dirigindo a pulverização para a face inferior destas folhas e para os frutos
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
80 a 160 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações conforme o monitoramento da doença 10 dias lniciar as aplicações 28 dias após a emergência da cultura. Aplicar a dose menor antes do início dos primeiros sintomas e a maior quando as condições climáticas forem favoráveis à doença (clima seco com altas temperaturas) e a partir dos primeiros sintomas da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Aplicação única 28 dias Realizar uma única aplicação quando a cultura atingir o estádio fenológico de grãos perceptíveis ao tato a 10% do enchimento das Vagens (R.5.1)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Aplicação única 28 dias Realizar uma única aplicação quando a cultura atingir o estádio fenológico de grãos perceptíveis ao tato a 10% do enchimento das Vagens (R.5.1)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 20 dias 28 dias Iniciar a aplicação quando o índice de infecção foliar estiver entre 20 a 30%
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,75 a 1 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 dias 7 dias Realizar o controle no início do florescimento, quando aparecerem os primeiros sintomas

Frascos de polietileno: 0,5; 1 e 5 litros. Bombonas de polietileno: 5 e 20 litros. Baldes de aço: 50; 100 e 200 litros.

MODO DE APLICAÇÃO:
BURAN deve ser diluído em água e aplicado com os equipamentos de pulverização, conforme a seguir:
ALGODÃO: Utilizar pulverizador com barra tratorizado ou costal manual, equipados com bicos de jato cônico para obter uma excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, evitando-se o escorrimento. Pressão de serviço: 40 a 60 libras/pol² (psi). Densidade de gotas: 50 a 70 gotas/cm². Diâmetro de gotas de 50 a 200 µm. Seguir as recomendações dos fabricantes dos equipamentos utilizados. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27ºC, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 10 km/hora.
Pulverização aérea: Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação. Largura efetiva de 15-18m, com diâmetro de gotas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas por cm². O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por hectare, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos de 3 a 10 km/h, temperatura inferior a 27ºC e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.
AVEIA:
Pulverização terrestre: Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bico cônico da série D, com um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, com uma densidade de 50 a 70 gotas/cm², com pressão de 40 a 60 libras. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27ºC, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora. Diluir o produto em 200 a 300 L de água/ha. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Pulverização aérea: Barra: Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda/ha e altura de voo de 2 a 3 metros. Usar bicos cônicos D6 e D12, disco “core” inferior a 45º. Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas por cm². O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros/ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos de até 10 km/hora, temperatura < 27ºC e umidade relativa > 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.
Micronair: Aplicar um volume de calda de 10 a 15 L/ha e altura de voo de 3 a 4 metros. Utilizar 4-8 atomizadores de acordo com o modelo de equipamento, segundo a tabela do fabricante para o ajuste do regulador de vazão, VRU, pressão e ângulo da pá. O sistema de agitação deve ser mantido em funcionamento.
BATATA E TOMATE: Utilizar pulverizador com barra tratorizado, motorizado estacionário com mangueira ou costal manual, equipados com pontas (bicos) de jato cônico. Pulverizador costal motorizado também pode ser usado. Utilizar equipamento de aplicação adequado, de modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitando-se o escorrimento. Normalmente a pressão de serviço deve estar entre 40 e 60 libras/pol2 (psi), proporcionando uma densidade de 50 a 70 gotas/cm².
CAFÉ: Aplicação foliar: Aplicar o produto visando boa cobertura da planta evitando-se o escorrimento. Utilizar atomizador motorizado costal ou tratorizado. Aplicação via solo: Pulverizar o produto no solo com jato ou bico, dirigindo a aplicação sob a projeção da copa.
FEIJÃO: Utilizar pulverizador com barra tratorizado ou costal manual, equipados com pontas (bicos) de jato cônico, de modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitando-se o escorrimento. Normalmente a pressão de serviço deve estar entre 40 e 60 libras/pol² (psi), proporcio-nando uma densidade de 50 a 70 gotas/cm². Seguir as recomendações dos fabricantes dos bicos e equipamentos utilizados.
MAMÃO: Pulverizadores: costais, estacionários, montados ou tracionados por trator, turbinados. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm², com diâmetro entre 100 a 200 micra, proporcionando distribuição uniforme da calda.
MELÃO: As aplicações devem ser terrestres, podendo-se utilizar equipamento costal ou equipamento acoplado a tratores; barra ou pistola munidos de bicos cônicos. Em ambos os equipamentos devem ser utilizadas as doses recomendadas, diluídas em água e aplicadas em alta vazão (1000 litros de calda/ha), visando a completa cobertura das folhas.
SOJA: Utilizar pulverizador montado ou tracionado por trator, com barra de bicos de jato cônico ou leque. Os bicos devem ser distanciados de 50 cm e a barra deve ser mantida em altura que permita cobertura total da parte aérea das plantas. Limpeza do equipamento de aplicação: Proceder lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois, por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras da lavoura. Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.
INTERVALOS DE SEGURANÇA:
Algodão:..........................................................................................21 dias
Aveia: ..............................................................................................14 dias
Batata:.............................................................................................14 dias
Café: ...............................................................................................30 dias (aplicação foliar)
Café: ...............................................................................................120 dias (aplicação no solo)
Feijão: .............................................................................................14 dias
Mamão: ...........................................................................................7 dias
Melão: .............................................................................................10 dias
Soja:................................................................................................28 dias
Tomate:...........................................................................................7 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Desde que sejam mantidas as recomendações de uso não ocorre fitotoxicidade nas culturas para as quais o produto é recomendado.
- Todo equipamento usado para aplicar o BURAN deve ser descontaminado antes de outro uso.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula;
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade