Bula Butiron - Adama
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Bula Butiron

Tebutiurom
4705
Adama

Composição

Tebutiurom 500 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Pré-emergência

Frasco metálico (alumínio, aço) de 0,25; 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0 L. Frasco plástico de 0,25; 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0 L. Bombona ou galão metálico (alumínio ou folha de flandres) de 5, 10, 20 e 50 L. Bombona plástica de 5, 10, 20 e 50 L. Tambor metálico com revestimento interno de resina epoxi de 20, 50, 100, 200 e 500 L. Tambor plástico de 20, 50, 100, 200 e 500 L. Tanque portátil metálico (aço inox) de 10.000, 15.000 e 20.000 Litros. Container (interno: polietileno, externo: maderite): 1000 L. Tanque portátil metálico (aço inox) de 10.000, 15.000 e 20.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

BUTIRON é indicado para o controle em pré-emergência das plantas infestantes na cultura da cana-de-açúcar
nos tipos cana-planta ou soca, podendo ser aplicado antes ou após a emergência da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação do herbicida BUTIRON poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.

APLICAÇÃO TERRESTRE

Para a cultura da cana-de-açúcar, BUTIRON pode ser aplicado com pulverizador tratorizado ou
autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar
equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de
deriva:

- Diâmetro de gotas: usar gotas médias a grandes, acima de 300 micra
- Densidade de gotas: densidade mínima de 20 gotas/cm²
- Volume de calda: 150 a 400 L/ha

APLICAÇÃO AÉREA

Para a cultura da cana-de-açúcar, BUTIRON pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas
equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos
(Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média a
grossa. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos.

Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em
especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições
atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo
situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.

Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as
aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo,
porte da aeronave e diâmetro das gotas.

Diâmetro de gotas: Gotas média a grossa, com no mínimo de 300 µ (micra) DMV, evitando condições mais
críticas de evaporação e/ou deriva.

Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como
orientação geral, aplicar o volume de 40 litros/hectare de calda.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Cana-de-açúcar: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Intervalo de reentrada recomendado é de 01 dia. Caso necessite entrar nas áreas tratadas antes do término
de reentrada, utilize os EPI's indicados no item Precauções durante a aplicação na bula do MS.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivo para culturas agrícolas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

Corrosivo ao ferro.