Bula Campeon

acessos
2,4-D-dimetilamina
16607
Stockton

Composição

2,4-D-dimetilamina 806 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - InNão determinado. Pós- emergência
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
0,3 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
0,3 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,3 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Fedegoso
(Senna occidentalis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Joá bravo
(Solanum sisymbriifolium)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Joá de capote
(Physalis angulata)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Soja
(Glycine max)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 200 a 100 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Fedegoso
(Senna occidentalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determiando. Pós- emergência
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Joá bravo
(Solanum sisymbriifolium)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Joá de capote
(Physalis angulata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determiando. Pós- emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Buva
(Conyza bonariensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Fedegoso
(Senna occidentalis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determiando. Pós- emergência
Joá bravo
(Solanum sisymbriifolium)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Joá de capote
(Physalis angulata)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Soja
(Glycine max)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Soja
(Glycine max)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Não determinado. Pós- emergência

Frasco PEAD 0,5 e 1 L.
Bombona de PEAD 2,5; 5; 10 e 20 L.
Balde metálico de 20 L.
Tambor de PEAD ou metálico com revestimento PVF de 40; 50; 100 e 200 L.

MODO DE APLICAÇÃO:
CAMPEON deve ser diluído em água limpa e aplicado por pulverização foliar.

a) Para aplicação foliar em área total nas culturas de cana-de-açúcar, milho, trigo e pastagens, e em operação de manejo no plantio-direto da soja:
- Aplique em área total dando boa cobertura sobre as plantas daninhas, utilizando-se pulverizador tratorizado dotado de barra com bicos tipo leque Teejet XR 110.02 ou XR 110.03 ou similares.
- Volume de calda: Triqo - use 200 litros de calda por hectare. Milho, Soja e Cana-de-acúcar: use 200 a 300 litros de calda por hectare. Pastaqens: use 200 a 400 litros de calda por hectare.

Uso de adjuvantes: Não adicione adjuvantes à calda de pulverização quando for aplicar sobre as culturas. A adição de adjuvantes tais como espalhantes-adesivos, agentes molhantes ou óleos emulsionáveis diminuem a seletividade do produto nas culturas, embora melhorem a atividade sobre as plantas daninhas. Para aplicação em operação de manejo em plantio-direto, antes do plantio da soja, poderá ser adicionado um espalhante adesivo não-iônico ou óleo emulsionável, nas doses registradas.

EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
CAMPEON deve ser aplicado via terrestre, com pulverizadores tratorizados de barra dotados de bicos tipo leque Teejet XR 110.02 ou XR 110.03 ou similares.
Produto corrosivo ao cobre e ferro. Lave adequadamente os equipamentos de aplicação após sua utilização.

É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL

INFORMAÇÕES ADICIONAIS
- Para que haja boa absorção e translocação do produto nas plantas, aplique CAMPEON quando as plantas daninhas infestantes estiverem na fase de intenso metabolismo e desenvolvimento vegetativo.
- Faça um levantamento prévio na área. A dose de produto a ser utilizada depende da espécie a ser controlada e estágio de desenvolvimento.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para a cultura indicada:
- Utilizado conforme as instruções de uso e nas doses recomendadas, CAMPEON não causa danos às culturas indicadas.

OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS:
- Não permita que o produto atinja, diretamente ou indiretamente por deriva ou enxurrada, espécies úteis suscetíveis a herbicidas hormonais.

- Culturas sensíveis: São sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas tais como o algodão, amendoim, batata, tomate, feijão, soja, café, citros, fumo, eucalipto, mamona, hortaliças, frutíferas, flores, plantas ou arbustos ornamentais, e outras.
- Pequenas quantidades ou mesmo a névoa de pulverização de CAMPEON podem causar danos significativos em espécies suscetíveis, portanto, não aplique o produto quando houver a possibilidade de atingir essas plantas diretamente ou por deriva.
- A cultura do trigo é sensível ao 2,4-D quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após o seu emborrachamento.
- Não aplique na cultura do milho, após o estágio de 4 a 6 folhas.
- Não aplique em cultivar ou híbrido sensível ao 2,4-D.
- A semeadura da soja antes de 10 dias da aplicação de CAMPEON poderá causar danos à cultura.
- Não utilize pulverizador e equipamentos de aplicação de CAMPEON para preparo ou aplicação de qualquer produto em culturas sensíveis, mesmo depois de lavados.
- Retire os animais da área de pastagem, antes de realizar as aplicações do herbicida.
- Não aplique via aérea.
- Não utilize o esterco de curral ou de campo para adubar culturas sensíveis, quando oriundos de animais que tenham
pastado em áreas tratadas com CAMPEON nos últimos 7 dias.
-Não aplique quando houver prenúncio de chuva.
- Não aplique em plantas daninhas sob condições de "stress".

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
O intervalo de reentrada nas culturas tratadas com o produto é de 24 horas. Caso haja necessidade de entrar antes desse prazo, use macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, touca árabe, máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, protetor ocular, luvas e botas de borracha.

Precauções Gerais:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Não utilize equipamento com vazamento ou defeitos.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
- Quando for descartar as embalagens, use luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro para vapores orgânicos, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitriIa.
- Manuseie o produto em local ventilado

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto;
- Evite aplicar o produto nas horas mais quentes do dia;
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro para vapores orgânicos, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitriIa.
- Se houver contato do agrotóxico com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao contato do agrotóxico com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o agrotóxico seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- O agrotóxico produz neblina, use máscara com filtro para vapores orgânicos cobrindo o nariz e boca.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para uso durante a aplicação.
- Não reutilize a embalagem vazia;
- Mantenha o restante do agrotóxico em sua embalagem original adequadamente fechada, em local trancado
longe do alcance de crianças e animais.
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação até a completa secagem da calda do agrotóxico.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- no descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.


PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


Grupos químicos: Ácido ariloxialcanóico
Classe toxicolóqica: I - Extremamente tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
T oxicocinética: 2,4-D: Estudos realizados em animais de laboratório
mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente
através da urina (84 a 94% do 2,4-D administrado,a
excreção é facilitada e acelerada quando a urina es-
tá alcalina)e a eliminação fecal como via secundária
de excreção (2 a 11 %). Apenas uma pequena fra-
ção de 2,4-D foi encontrado nos tecidos e carcaça
(0,4 a 3,0%) após 48 horas.
Metanol: É eliminado lentamente após a ingestão
ou inalação. A excreção em ratos ocorre principal-
mente por meio dos pulmões como C02 (65%) e
como metanol não metabolizado (14%). Na urina
são excretados apenas 3% não metabolizados e 3%
transformado em formeato. O Homem excreta me-
tanol e formeato na urina após administração oral. O
formeato urinário atinge picos 2-3 dias após a inges-
tão.
Mecanismos de toxicidade: 2,4-D:0s mecanismos de toxicidade em humanos
não são conhecidos.
Metanol: É rapidamente absorvido por inalação, in-
gestão ou exposição dermal, e é rapidamente distri-
buído pelos tecidos de acordo com a distribuição da
água corpórea. Metanol é metabolizado primeira-
mente no fígado por uma seqüência de passos de
oxidacão para formaldeído, ácido fórmico e dióxido.
de carbono .. O passo inicial envolve a oxidação para
formaldeído pela enzima hepática álcool desidrogenase.
No segundo passo, o formaldeído é oxidado pela formaldeído
desidrogenase á ácido fórmico ou formeato dependendo do pH.
No terceiro passo o ácido fórmico é transformado a dióxido de
carbono por reações dependentes de ácido fólico.
Sintomas e sinais clínicos: O produto apresentou-se levemente irritante a pele,
extremamente irritante aos olhos. Efeito adverso moderado é
esperado pela exposição inalatória. A exposição ocular pode
causar irritação severa com injúria da córnea. A ingestão
repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos
mínimos no trato gastrointestinal e no fígado.

2,4-D

Exposição Aguda
A maior parte dos casos fatais envolvem falência renal,
acidose metabólica, desequilíbrio hidroeletrolítico, resultando
em uma falência múltipla de órgãos. Pode ocorrer irritação nos
olhos, nariz e boca após contato direto.
Ingestão
Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito,
taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma,
rigidez muscular, insuficiência respiratória, edema pulmonar e
rabdomiólise. Patofisiologia
Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado
um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e
toxicidade do sistema nervoso central.
Cardiovascular
Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia,
anormalidades no eletrocardiograma, assistolia, outras
disritmias e hipotensão.
Respiratório
Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia,
insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar.
Um odor peculiar é sentido no ar expelido pelo paciente.
Neurológico
A) Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do
composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e
parestesias.
B) Exposição a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do
composto envolvido, contrações musculares, espasmos,
fraqueza profunda, polineurite e perda de consciência.

C) Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas.
Gastrintestinal
Foram relatados náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa
gastrintestinal.
Hepático
Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase,
ASAT e ALAT.
Genitourinário
Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida à
rabdomiólise também é possível.
Hidro-eletrolitico
A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e
hipofosfatemia.
Hematológico
A trombocitopenia é o efeito hematológico primário. A
leucopenia também já foi relatada.
Dermatológico
O contato direto pode causar irritação na pele.
Musculoesquelético
Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez muscular,
elevação da creatina quinase e rabdomiólise. Endócrino
Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por
2,4-D. Estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis
de T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos.
Metanol:
Metanol é altamente tóxico produzindo acidose metabólica,
cegueira e morte. Os sintomas podem demorar até 18 a 24
horas para aparecer. A toxicidade é dependente do grau de
acidose e também do tempo decorrido entre a exposição e
tratamento específico. O prognóstico é pobre para pacientes
em coma ou apresentando convulsões e acidose metabólica
severa. O envenenamento agudo causa inicialmente
sonolencia, confusão e ataxia. Esses sintomas são similares a
intoxicação branda por etanol. Como o metanol é metabolizado
lentamente outros sinais clínicos adicionais e achados
laboratoriais de acidose metabólica podem demerar de 18 a 24
horas. O paciente pode experimentar sinais não específicos
como dores de cabeça, náuseas, vômito, dores abdominais, e
distúrbios visuais. Caso não tratado, depressão do sistema
respiratório progredindo para encefalopatia, taquipnéia, acidose
metabólica grave com hipocalemia.Coma seguido de morte.
Olhos:
Visão dupla ou enevoada, campo visual constricto, ampla
redução da acuidade visual, atrofia óptica, cegueira, nistagmo.
Pupilas dilatadas sugerem intoxicação grave.
Sistema cardiovascular
Taquicardia é muito comum, bradcardia pode ocorrer em
envenenamentos fatais. Falha cardíaca e hipotensão severa
podem ocorrer.
Sistema respiratório
Taquipnéia pela acidose metabólica é comum. Falha respiratória
abrupta pode ocorrer nos estágios terminais.
Neurológicos
Convulsões, coma e sintomas similares a intoxicação por etanol
podem ocorrer. Podem ocorrer seqüelas permanentes como:
Sídrome de Parkinson, encefalopatia tóxica, polineuropatia e
atrofia óptica e cegueira.
Sistema gastrointestinal
Dores abdominais, anorexia, nauseas e vômito podem ocorrer.
Nos casos severos pancreatite necrozante aguda.
Sistema Genitourinário
Falha renal aguda e hematúria. Distúrbios metabólicos
Acidose metabólica, hipomagnesemia, hipocalemia,
hipofosfatemia
Sistema músculo-esquelético
Rabdomiólise já foi descrita em casos graves. Anamnese
detalhada, com noção de exposição ao produto e
sintomatologia
clínica compatível.
Diagnóstico 2,4-D
Tratamento Descontaminação a ser realizada por profissional protegido por
avental impermeável, botas de borracha e luvas de nitrila. Se o
produto foi ingerido até 1 h antes da chegada ao hospital,
proceder a uma lavagem gástrica. Tratamento sintomático e de
manutenção das funções vitais.
Controlar a função hepática e renal, o estado neurológico do
paciente, eletrólitos e hemograma.
Não há antídoto para este produto.
Metanol
Medidas de suporte de vida devem ser tomadas rapidamente
devido a depressão do SNC, falhas cardiovasculares.
Grandes volumes de metanol quando ingeridos podem causar
umademora no esvaziamento gástrico; assim pode haver um
significante resgate do metanol, mesmo horas após a ingestão,
para isto introduza uma sonda naso gástrica após ingestão
significativa. Este procedimento deve ser avaliado em função
dosriscos contra os benefícios, pois a ingestão de metanol
pode causaruma irritação significativa do trato gastrointestinal.
Devido ao perigo de aspiração nunca induza emese. Medidas
de controle daacidose metabólica, desequilíbrio eletrolítico e
convulsões devem ser tomadas. Administração de ácido
fólico é indicada. Hemodiálise pode ser necessária. No caso de
aspiração do produtoadministração de oxigênio e respiração
assistidas podem ser
requeridas.
Contra-indicações: O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de
aspiração.
Efeitos sinérgicos 2,4-D Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
Metanol Efeitos sinérgicos podem ser observados com etanol e
devido ao ressecamento dérmico. pode potencializar a absorcão
do 2,4 D por esta via.

Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
para notificar o caso e obter informações especiali-
zadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica.

RENACIAT -ANVISNMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de
notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (11) 4197-
0265 e (11) 9261-4161

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para o ser Humano:
Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina ( 84 a 94%) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrado foi encontrado nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas

Efeitos Agudos: Estudos realizados com animais de laboratório mostraram que o CAMPEON é extremamente irritante aos olhos e pouco irritante para a pele; a DL50 oral aguda observada em estudo com animais de laboratório foi de 500 mg/kg, DL50 dérmica foi maior que 4000 mg/kg e a CL50 inalatória maior que 11,093mg/L.

Efeitos Crônicos:
Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia.
Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo, tiveram aumento de peso. Os resultados de alguns estudos epidemiológicos sugeriram uma associação entre a exposição aos fenoxi herbicidas, aumento na incidência de tumores malignos e aumento da mortalidade, porém esta associação ainda não está confirmada (WHO, 1984).

1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite
a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-o local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais;
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: CROSS LINK CONSULTORIA E COMÉRCIO
L TDA., telefone de emergência: (11) 4197-0265.

- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, avental impermeável, touca árabe, máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, protetor ocular, luvas e botas de borracha).

- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

FRASCO PLÁSTICO (EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL)
I- LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
- Tríplice lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

- Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavaqem sob pressão sequir os sequintes procedImentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do prazo de validade.
-TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

CAIXA DE PAPELÃO (EMBALAGEM SECUNDÁRIA - NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO
Execute as operações de plantio e cultivo de modo a diminuir a infestação de plantas daninhas e a sua disseminação.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes resistentes a produtos com este mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência em plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar devidamente registrados para a cultura. Para maiores esclarecimentos, procure um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade