Bula Celest XL

acessos
Difenoconazole
18408
Syngenta

Composição

Difenoconazol 25 g/L Triazol
Fludioxonil 25 g/L Fenilpirrol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Contato, Sistêmico
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum dematium)
200 mL p.c./100 kg de sementes 300 a 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não especificado devido à modalidade de emprego (tratamento de sementes). Deve ser usado em uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura da cultura da soja
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
200 mL p.c./100 kg de sementes 300 a 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não especificado devido à modalidade de emprego (tratamento de sementes). Deve ser usado em uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura da cultura da soja
Fungo de pós colheita
(Aspergillus spp)
200 mL p.c./100 kg de sementes 300 a 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não especificado devido à modalidade de emprego (tratamento de sementes). Deve ser usado em uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura da cultura da soja
Fusariose
(Fusarium pallidoroseum)
200 mL p.c./100 kg de sementes 300 a 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não especificado devido à modalidade de emprego (tratamento de sementes). Deve ser usado em uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura da cultura da soja
Podridão seca
(Phomopsis sojae)
200 mL p.c./100 kg de sementes 300 a 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não especificado devido à modalidade de emprego (tratamento de sementes). Deve ser usado em uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura da cultura da soja
Verrugose
(Cladosporium herbarum)
200 mL p.c./100 kg de sementes 300 a 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não especificado devido à modalidade de emprego (tratamento de sementes). Deve ser usado em uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura da cultura da soja

Frasco plástico: 100; 250; 500 mL; 1; 2 e 5 Litros.
Bombona plástica: 2; 5; 10 e 20 Litros.
Tambor plástico/metal: 20; 50; 100; 160; 180; 200; 220 e 250 Litros.
Container plástico/metal: 420; 500; 1000 e 2000 Litros.
Bulk plástico/metal: 420; 500; 1000; 5000; 10000 e 20000 Litros.

INSTRUÇÕES DE USO:

Fludioxonil: é um fungicida de contato de amplo espectro com a atividade residual. Tem uma limitada absorção pela semente e uma pequena translocação dentro da plântula. Difenoconazol: penetra no tegumento da semente e é sistemicamente translocado a todas as partes da planta durante a germinação.
CELEST XL é um fungicida para tratamento de sementes para controle de doenças da semente e do solo que causam damping-off, em soja conforme as recomendações a seguir:

MODO DE APLICAÇÃO:
Diluir o Celest XL em volume de água suficiente para proporcionar a distribuição uniforme do produto nas sementes, em seguida, aplicar esta calda sobre as sementes a serem tratadas. Em geral, considera-se 300 a 500 mL de água/100 kg de sementes um bom volume para proporcionar a adequada distribuição do produto, sem aumentar em demasia o teor de umidade das sementes.

Observações quanto aos equipamentos para o tratamento de sementes
.Tambores rotativos, máquinas Amazone trans-mix e betoneiras:
Colocar uma quantidade de sementes com peso conhecido no interior do equipamento de tratamento e adicionar a dose indicada do produto, agitando até se obter a perfeita cobertura das sementes. O tempo de mistura (agitação) é variável, em função de cada equipamento e da quantidade de sementes e deve ser suficiente para que todo o produto cubra uniformemente as sementes. Atentar para que, no final do tratamento, não haja sobra de produto no fundo do equipamento utilizado.

. Máquinas específicas com fluxo contínuo de sementes:
O tratamento de sementes pode ser realizado com diversos modelos de máquinas que operam com fluxo contínuo de sementes, tais como Foresti, MecMac, Grasmec, Momesso, Gustafson, Mantis, Niklas entre outras. Observar cuidados especiais com a manutenção, regulagem e limpeza das unidades dosadora de produto, principalmente com formulações viscosas, pois restos secos de produto nessas unidades, podem reduzir a capacidade de volume, interferindo na dosagem.

Recomendações quanto à utilização e armazenamento das sementes tratadas:
•Para o armazenamento das sementes tratadas, utilize somente sacos de papel;
•Não deixe as sementes tratadas expostas ao sol;
•Sempre regule e afira a semeadeira com as sementes já tratadas;
•As semeadeiras devem ser limpas periodicamente, para evitar o acúmulo de resíduos nas paredes e engrenagens das mesmas. A falta desta manutenção pode alterar o fluxo das sementes na semeadura e mesmo provocar bloqueio do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

CULTURA DIA
Soja Não especificado devido à modalidade de emprego (tratamento
de semente)

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Na cultura e doses recomendadas não apresenta qualquer efeito fitotóxico.

Outras restrições a serem observadas:
As sementes tratadas não podem ser usadas para alimentação humana ou animal, e nem para a extração de óleo ou de outros derivados.
O fabricante não responde por danos que decorram do armazenamento inadequado, do emprego desapropriado do produto ou da inobservância das prescrições recomendadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.

PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO /APLICAÇÃO:
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
•Manuseie o prod uto em local aberto e ventilado.
•Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
•Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
•Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
•Não reutilizar a embalagem vazia.
•No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS - CELEST XL

•Grupo Químico: Fludioxonil: FENILPIRROLE
Difenoconazole: TRIAZOL
•Classe Toxicológica: III- Medianamente Tóxico
•Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
•Toxicocinética: Após a exposição oral de ratos, o fludioxonil foi rápido e extensivamente absorvido, bem distribuído, extensivamente metabolizado e rapidamente eliminado, principalmente através das fezes por via biliar, e uma pequena quantidade através da urina. A máxima concentração sanguínea ocorreu em 1 hora. A eliminação foi bifásica, com tempo de meia vida entre 2-5 horas para a primeira fase e entre 20-60 horas para a segunda. O fludioxonil foi rapidamente eliminado do sangue e tecidos, com baixo potencial de bioacumulação. O metabolismo ocorreu primeiramente por oxidação do anel pirrol, se transformando em um metabólito oxi-pirrol principal e outro secundário. Difenoconazole administrado por via oral foi rapidamente eliminado com tempo de meia-vida de 33 a 48 horas para a menor e maior dose, respectivamente. Níveis sanguíneos foram aproximadamente proporcionais à dose. O início da via de eliminação foi biliar, sendo a principal via de eliminação através das fezes (> 78%). Existem evidências de circulação entero-hepática. Resíduos teciduais após 7 dias geralmente foram baixos. Os níveis mais elevados de triazóis marcados foram encontrados no fígado e de fenil marcados na gordura e plasma, sendo os resíduos de triazóis marcados bem mais baixos que os de fenil marcado. Dentre os sexos, foram encontrados níveis de resíduos um pouco menores em tecidos de fêmeas em comparação aos machos. Tratamentos múltiplos com difenoconazole não marcado não tiveram efeitos na distribuição tecidual.
Na maioria das circunstâncias um efeito aditivo das substâncias em mistura pode ser esperado, a menos que ocorra interação.
•Mecanismos de toxicidade: Não é conhecido o mecanismo de toxicidade do Fludioxonil em mamíferos.O difenoconazole causa alteração no fígado de roedores através de um modo de ação que envolve a alteração do metabolismo de lipídeos e indução de enzimas que metabolizam alguns medicamentos. Este mesmo modo de ação também ocorre em humanos para o fenobarbital. Assim como o fenobarbital, este modo de ação no fígado é específico para roedores e tem sido demonstrado não ser relevante aos humanos.
•Sintomas e sinais clínicos:
Fludioxonil: O fludioxonil tem baixa toxicidade aguda pelas vias de exposição oral, dérmica e inalatória. O composto é levemente irritante para a pele, irritante leve a moderados para os olhos, mas não causa sensibilização dérmica. O rim e o fígado foram identificados como órgãos-alvo nos estudos de toxicidade subcrônica e crônica em animais.

Difenoconazole:O contato com tríazóis pode causar irritação ocular, irritação dérmica leve e vermelhidão. A inalação de partículas do produto pode causar irritação do nariz, pulmões e garganta. Os dados de estudos de toxicidade aguda para o difenoconazole técnico indicaram baixa toxicidade aguda em animais pelas vias de exposição oral, dérmica e inalatória. O difenoconazole técnico foi pouco irritante aos olhos e ele e não causou sensibilização dérmica em animais.
•Diagnóstico: Devido à ausencia de informações sobre sintomas específicos, o diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação de exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
•Tratamento:Não existe antídoto específico conhecido. Aplicar tratamento sintomático em
caso de exposição. Medidas terapêuticas imediatas devem ser tomadas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação.
Analise os sinais vitais e as funções, como o monitoramento do estado cardíaco; a temperatura corpórea e o estado mental. O tratamento deve ser baseado nos achados clínicos.

EXPOSIÇÃO ORAL
Não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Administre carvão ativado diluído em água: A) ADULTO: 25 a 100g de carvão em 240mL de água. B) CRIANÇAS (1 a 12 anos): 25 a 50g de carvão em 240mL de água.
Corrija os distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos. Monitore as funções renal e hepática.

EXPOSIÇÃO INALATÓRIA
Administre oxigênio umidificado.

EXPOSIÇÃO OFTÁLMICA
Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

EXPOSIÇÃO DÉRMICA
Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água 'I corrente e sabão neutro.
As reações podem requerer o tratamento com antiinflamatórios tópicos.

TESTES LABORATORIAIS
Avalie a acidose metabólica.
Execute os testes de função hepática e renal, de oximetria e radiografia da , caixa torácica.
Faça eletrocardiograma para avaliar arritmia, taquicardia, ou a prorrogação do intervalo.
O conteúdo do sangue, da urina e gástrico são amostras analíticas potenciais e devem ser aproveitadas.
Teste o pH do produto para avaliar os possíveis efeitos cáusticos
•Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração e de pneumonite química.
•Efeitos sinérgicos: Para o fludioxonil, é recomendável evitar inibidores do transporte de glicose.O difenoconazole inibe o citocromo p-450 14a-demetilase qye trasforma lanosterol em ergosterol, é recomendável que drogas antimicóticas que tenham o mesmo mecanismo sejam evitadas.
•Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa(24 horas): 0800-7044304

MECANISMO DE ABSORÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, METABOLIZAÇÃO E EXCREÇÃO (ADME) PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Após a exposição oral de ratos, o fludioxonil foi rápido e extensivamente absorvido, bem distribuído, extensivamente metabolizado e rapidamente eliminado, principalmente através das fezes por via biliar, e uma pequena quantidade através da urina. A máxima concentração sanguínea ocorreu em 1 hora. A eliminação foi bifásica, com tempo de meia vida entre 2-5 horas para a primeira fase e entre 20-60 horas para a segunda. O fludioxonil foi rapidamente eliminado do sangue e tecidos, com baixo potencial de bioacumulação. O metabolismo ocorreu primeiramente por oxidação do anel pirrol, se transformando em um metabólito oxi-pirrol principal e outro secundário.
Difenoconazole administrado por via oral foi rapidamente eliminado com tempo de meia-vida de 33 a 48 horas para a menor e maior dose, respectivamente. A principal via de eliminação foi através das fezes (> 78%). Níveis sanguíneos foram aproximadamente proporcionais à dose. Existem evidências de circulação entero-hepática. Resíduos teciduais após 7 dias geralmente foram baixos. Os níveis mais elevados de triazóis marcados foram encontrados no fígado e de fenil marcados na gordura e plasma, sendo os resíduos de triazóis marcados bem mais baixos que os de fenil marcado. Dentre os sexos, foram encontrados níveis de resíduos um pouco menores em tecidos de fêmeas em comparação aos machos. Tratamentos múltiplos com difenoconazole não marcado não tiveram efeitos na distribuição tecidual.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

EFEITOS AGUDOS:
Dados de toxicidade aguda da formulação, em animais de laboratório:
DL50 oral em ratos> 3000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos> 4.000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos> 7,319 mg/L ar.
Irritação ocular em coelhos: irritação da mucosa ocular reversível em 72 h. Irritação dérmica em coelhos: irritante leve.
Sensibilização dérmica: não sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS:
Dados de toxicidade crônica dos produtos técnicos, em animais de laboratório:
Não foram observados efeitos carcinogênicos em estudos realizados com animais de laboratório expostos ao fludioxonil.
Em estudos realizados com animais de laboratório expostos por período prolongado ao difenoconazole não foram registradas evidências de efeitos crônicos que representem risco significativo ao homem.
Não existem relatos de casos de intoxicação humana registrados após exposição prolongada ao produto.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

•Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
•Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•Não utilize equipamento com vazamento.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
•A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-7044304.
•Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
•Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga a instrução abaixo:
•Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
•Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
•Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido .
•Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

-TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO: (conforme determinações quando do cadastro do produto)

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Não são relatados casos de resistência específica ao produto.