Bula Connect - Bayer

Bula Connect

acessos
Imidacloprido + Beta-ciflutrina
4804
Bayer

Composição

Beta-ciflutrina 12.5 g/L Piretróide
Imidacloprido 100 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
750 a 1000 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 2 reaplicações com intervalo de 5 dias. 30 dias. Quando atingir 10 % dos botões atacados
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
750 a 1000 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar no máximo 2 vezes. 30 dias Início do aparecimento de adultos
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
750 a 1000 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Máximo 3 aplicações. 30 dias. Quando atingir o nível de dano econônomico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
500 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 21 dias. Início do aparecimento da praga
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
750 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 21 dias. Início do aparecimento da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
750 a 1000 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar de 5 a 7 dias, se necessário. Máximo 2 aplicações. 21 dias. 3-6 dias após a emergência das culturas, ou logo após o aparecimento da praga
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
750 a 1000 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. 20 insetos/pano ou 2 m de linha
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
750 a 1000 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Reaplicar no máximo 2 vezes com intervalo de 5 a 7 dias. 14 dias. 3 a 6 dias após a emergência da cultura, ou logo após o aparecimento da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
500 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Reaplicar de 7 a 12 dias, caso necessário. 14 dias. Iniciar logo após o aparecimento da praga
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
500 a 750 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Reaplicar de 7 a 12 dias, caso necessário. 14 dias. Iniciar logo após o aparecimento das pragas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
750 a 1000 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Máximo 3 aplicações. 30 dias. Indíce de plantas atacadas atingir 20% no início dos sintomas de folhas raspadas
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
500 a 1000 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 3 aplicações. 30 dias. Quando houver praga logo após a emergência do milho
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
500 a 750 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar de 10 a 15 dias, caso necessário. 21 dias. 30 lagartas pequenas e 10 lagartas grandes/pano de batida
Metálico
(Maecolaspis calcarisera)
400 a 500 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 2 aplicações. 21 dias. Iniciar logo após o aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
750 a 1000 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar de 9 a 10 dias. 21 dias. Aplicar na presença de adultos
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
500 a 1000 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 2 aplicações. 21 dias. Quando apresentar 4 percevejos grandes por amostragem
Percevejo verde
(Nezara viridula)
500 a 1000 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Máximo 2 aplicações. 21 dias. Quando haver 4 percevejos grandes por amostragem
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
500 a 1000 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 2 aplicações. 21 dias. Quando haver 4 percevejos grandes por amostragem
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
750 a 1000 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar de 5 a 7 dias. Máximo de 2 aplicações. 7 dias. 3 a 6 dias após a emergência da cultura, ou logo após o aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
500 a 750 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar de 7 a 12 dias, caso necessário. 7 dias. Iniciar logo após o aparecimento da praga
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
500 a 750 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Máximo 3 aplicações. 30 dias. Da emergência ao afilhamento quando constatada presença de praga
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
250 a 500 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 3 aplicações. 30 dias. Da emergência ao afilhamento, quando occorre pelo menos 10% das plantas atacadas

Frascos de plásticos (acondicionado em caixas de papelão) com capacidade para 0,25; 0,5; 1,0 L e 5 L. Bombonas plásticas com capacidade para 10; 20; 100 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS / PLANTAS INFESTANTES / DOSES(*):
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

(*) = Utilizar as doses maiores em condições de alta infestação da praga

(**) = Utilizar adjuvante específico recomendado pelo fabricante à 0,25% de volume na calda, para: Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) e Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii).

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para mosca branca nas culturas de feijão, melão e tomate, iniciar aplicação 3-6 dias após a emergência das culturas ou logo após o aparecimento da praga e reaplicar no máximo 2 vezes com intervalo de 5-7 dias, seguindo o ciclo das mesmas, fazendo rotação com produtos que possuam mecanismos de ação diferentes.
Batata, melão e tomate, para as demais pragas, iniciar a aplicação logo após o aparecimento das mesmas e repetir a aplicação a cada 7-12 dias se necessário.

- Algodão:
a)Bicudo: realizar amostragem pela coleta de botões do terço superior a partir dos 40-50 dias. Iniciar as aplicações quando atingir o nível de 10% dos botões atacados e repetir por mais 2 vezes com intervalos de 5 dias.
b)Mosca-branca: o produto deve ser aplicado logo no início do aparecimento dos primeiros adultos na lavoura e repetir a aplicação no máximo 2 vezes.
c) Pulgão-do-algodoeiro: o produto deve ser aplicado assim que a praga atingir o nível de dano econômico de acordo com as características da cultivar utilizada, fazer no máximo 3 aplicações.

- Feijão: Vaquinha-verde-amarela: até a formação de vagens iniciar a aplicação quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2m de linha.

- Milho:
a) Lagarta-do-cartucho: aplicar Connect quanto o índice de plantas atacadas atingir 20%, no início dos sintomas de folhas raspadas.
b) Percevejo-barriga-verde: aplicar o produto quando for constatada a presença da praga logo após a emergência do milho. Para obter melhor resposta do produto a aplicação deve ser realizada, no máximo até 8 dias após a emergência. Aplicações posteriores a 8 dias após a emergência, não impedirá que a praga cause danos à cultura do milho.

- Soja:
a) Para percevejos, iniciar a aplicação quando forem constatada a presença de 4 percevejos grandes por amostragem, que consiste de 2m lineares da cultura. Para produção de sementes, aplicar quando encontrar 2 percevejos grandes por amostra.
b) Para metálico, iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga e reaplicar se necessário. Fazer no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
c) Para lagarta-da-soja devem ser controladas quando forem encontradas 30 lagartas pequenas e 10 lagartas grandes por pano-de-batida. Em condição de seca prolongada e com plantas menores de 50 cm de altura, reduzir esses níveis para a metade. Repetir a aplicação 10-15 dias se houver a reinfestação.
d) Para o controle da mosca-branca, aplicar na presença dos primeiros adultos, e reaplicar de 9 a 10 dias após a última aplicação se for necessário.

- Trigo:
a) Pulgão-da-folha: aplicar o produto da emergência ao afilhamento quando encontrar em média 10% de plantas atacadas.
b) Percevejo-barriga-verde - aplicar o produto na emergência ao afilhamento quando for constatada a presença da praga.

Número máximo de aplicações: Fazer no máximo 2 aplicações em batata e soja e 3 aplicações em algodão, feijão, milho, melão e tomate e trigo.

MODO DE APLICAÇÃO:

1)Aplicação aérea:
Nas culturas do algodão, feijão, milho, soja e trigo utilizar barras equipadas com bicos de jato cônico vazio da série "D", micronair ou similar, com a combinação adequada de difusor (core) que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima 80 gotas/cm². Recomenda-se o volume de 20 -40L/ha de calda, altura de vôo de 2-3m do alvo e largura da faixa de deposição efetiva de 15 - 18m. O produto pode ser aplicado na tecnologia de (BVO) baixo volume em óleo, de acordo com as especificações do equipamento a ser utilizado.

2)Aplicação terrestre:
O produto deve ser diluído e aplicado na forma de pulverização, com equipamentos terrestres (pulverizador costal, manual, motorizado ou tratorizado) Os equipamentos devem ser dotados com bico de jato cônico vazio da série "D" ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra e densidade acima de 200 gotas/cm². Na cultura do melão, o volume de calda necessário é de 200 a 400 L/ha. Para as culturas do algodão, feijão, milho, soja e trigo é necessário um volume de calda de 100 a 300 L/ha, quanto mais adiantado for estágio fenológico da cultura, maior deve ser o volume de calda. Para batata e tomate utilizar volume de calda de 400 a 1000 L/ha.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão, batata, feijão e soja: 21 dias. Melão: 14 dias. Milho e trigo: 30 dias. Tomate: 7 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral/viseira facial e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral/ viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:

procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou
receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

INTOXICAÇÕES POR CONNECT

INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPO QUÍMICO:
Imidacloprido - neonicotinóide
Beta-ciflutrina - piretróide

CLASSE TOXICOLÓGICA: II - Muito tóxico

VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, inalatória, ocular e dérmica.

TOXICOCINÉTICA: Estudos de biocinética em ratos mostraram que o imidacloprido é rapidamente e quase completamente absorvido pelo lúmen intestinal. Da mesma forma a eliminação é rápida e completa. Não há indícios de potencial de bioacumulação do composto parental bem como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção são independentes da via de exposição. Observa-se como média, 75% da excreção via urina e o restante via fezes pela bile excretada.O pico de concentração plasmática é atingido entre 1 e 2 horas após a administração e o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo. Após 48 horas da aplicação, a presença do imidacloprido nos tecidos é bastante pequena. A transposição da barreira hemato-encefálica é bastante Iimitada.A taxa de metabolização do imidacloprido em ratos é alta e mais pronunciada em machos que fêmeas. Somente entre 10 a 16% do composto parental é encontrada na excreta. O principal metabólito renal excretado é o ácido 6-cloronicotínico e seu produto glicina conjugado, bem como aos dois correspondentes de biotransformação com anel imidazolidina.
As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis degradação do imidacloprido são: 1- Clivagem oxidativa gerando nitroimino-imidazolina e ácido c1oronicotínico que sofre conjugação com glicina. Estes metabólitos são encontrados somente na urina e excretados rapidamente. Eles constituem a maior parte dos metabólitos identificados e representam cerca de 30% destes. 2- Hidroxilação do anel imidazolina entre as posições 4-5. Cerca de 16% dos metabólitos rcuperados identificados foram a soma de 4- e 5-hidroxi-imidacloprido.

MECANISMOS DE TOXICIDADE: Imidacloprido atua nos receptores nicotínicos (nAChR) do sistema nervosa dos insetos. A ativação do nAChR induz a um fluxo iônico. através da membrana celular gerando desbalanço iônico. Esta ativação: se dá pelo mensageiro natural acetilcolina (ACh). Este receptor e atuação! ocorre também em vertebrados. . Betaciflutrina provoca ação de excitação intensa no sistema nervoso, central; doses altas acarretam hipersensibilidade aos estímulos dei excitação em nervos periféricos. É rapidamente absorvido via oral,! respiratória, porém pouco via dérmica. Também é rápido el completamente eliminado, via fezes e urina, em 2 dias. A urina é a principal via de excreção.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Não existem informações sobre sintomas de alarme específicos para o ser humano.

DIAGNÓSTICO: O diagnóstico deve ser feito baseado no exame clínico e nas informações disponíveis.
• Estudos de casos de incidentes de ingestão de imidacloprido evidenciaram os sintomas de tortura, desorientação, erosão na mucosa da boca, esôfago e estômago. Outros dados sugerem náuseas, dor abdominal e diarréia. Existe a possibilidade de efeitos anticolinérgicos em humanos. Em experimentos animais de dose alta observou-se distúrbios na respiração e na movimentação, tremores, hipotermia e reflexos pupilares impareados. Os sintomas são similares à intoxicação por nicotina.
• Estudos de casos de ingestão de beta-ciflutrina mostram que o primeiro sinal de exposição específica é uma parestesia/irritação , geralmente descrita como "queimadura gelada". Este sintoma pode ocorrer imediatamente ou poucos instantes após o contato com a substância. Este sintoma pode persistir até 24 horas e raramente até 48 horas. É um sintoma estritamente local e não reflexo de uma intoxicação sistêmica. Em indivíduos suscetíveis, sintomas tipo asma podem se manifestar. Sintomas específicos: Pulmões - edema, constrição alveolar, hiperreação das vias respiratórias. Circulação e coração - taquicardia, hipotensão, palpitação. Trato gastrintestinal ¬náuseas, vômito, diarréia, dor abdominal, sialorréia. Sistema nervoso central - tontura, visão manchada, dor de cabeça, letargia, anorexia, sonolência e coma, espasmos e convulsões, tremores, ataxia, fasciculações musculares.

TRATAMENTO:
Remova o paciente da fonte de exposlçao. Lave a área do corpo atingida pelo produto com grandes quantidades de água e sabão. Piretróides são pouco solúveis em água. Não utilize água quente pois isto pode agravar a severidade da irritação/parestesia, o que não é sinal de intoxicação sistêmica.
Lave os olhos com grande quantidade de água durante 15 minutos, se necessário, utilize após a lavagem colírio anestésico.
O vômito só deve ser induzido se o produto foi consumido em grandes quantidades desde que a ingestão tenha ocorrido até 1 hora antes do atendimento e o paciente esteja consciente.
Lavagem gástrica deve ser considerada em ingestões significativas (grandes volumes) e no período máximo de 2 horas. Contudo, a administração de carvão ativado e sulfato de sódio é indicado para ingestões significativas.

Tratamento:
Não há antídoto específico, o tratamento deve ser sintomático e de suporte.
Em caso de ingestões volumosas, as funções respiratórias e cardíacas devem ser monitoradas. Em caso de convulsão, uso de diazepam deve ser considerado como tratamento de escolha. O tratamento para quadros de convulsão deve ser seguido de uso de benzodiazepínicos e oxigenação extra e caso ainda insuficiente, administração de fenobarbital pode ser necessária em casos tipo epiléticos. Sugestão de regime de infusão começa com 10 a 30 mg diazepam IV de acordo com peso corpóreo, sendo repetida a cada 10 a 30 minutos dependendo da resposta de cada paciente.
Se houver salivação muito abundante, uma dose única de atropina pode ajudar. 0,6 a 1,2 mg para adultos e 0,02mg/kg peso corpóreo para crianças deve ser a dose de escolha. A recuperação é espontânea e não deixa seqüelas.

CONTRA-INDICAÇÕES:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

EFEITOS SINÉRGICOS: Não conhecidos ou existentes.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.

Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)

Telefone de Emergência da empresa: (Oxx21) 2761-4023 e 08007010450

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado):
DL 50 via oral: < 2000 mg/kg
DL 50 via dérmica: > 4000 mg/kg.
Agudos: Em ratos, via oral, o produto apresenta efeito da síndrome CS prolongado, porém é totalmente reversível em 14 dias. Via dérmica é pouco absorvido. É irritante à via respiratória e aos olhos. Não é irritante à pele de coelhos e nem sensibilizante à pele de cobaias, também não mostrou efeitos mutagênicos nos estudos conduzidos com microorganismos e no de micronúcleos.

Efeitos crônicos:
Crônicos:
Beta-ciflutrina - nos estudos realizados com ratos em laboratório durante 2 anos, observou-se apenas um retardamento temporário no desenvolvimento dos animais na dose de 150 ppm e, durante todo o ensaio, na dose máxima testada (450 ppm). A dose sem efeito tóxico foi de 50 ppm.
Imidacloprido - nos estudos realizados com ratos em laboratório durante 2 anos, observou-se na dose máxima testada (900 ppm) um retardamento no ganho de peso nos animais. O estudo também mostrou que, com relação à observação de partículas mineralizadas no colóide de folículos da tiróide, os ratos machos se mostraram mais sensíveis que as fêmeas.
Com relação aos demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo não foram observados nenhuma anormalidade ou efeitos significativos.
As doses sem efeito, foram, respectivamente, 300 ppm para ratos fêmeas e 100 ppm para ratos machos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:

- Este produto é:

( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X)MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos e peixes.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes nas legislações estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes nas legislações estadual e municipal.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:


INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S.A. - telefone de emergência: 0800-0243334.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s
(Equipamentos de Proteção Individual) recomendados para o preparo da calda do produto.
- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário ao estabelecimento, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

Para as culturas que normalmente exigem um número elevado de aplicações durante
o ciclo vegetativo, tecnicamente é recomendada a rotação com inseticidas de grupos
químicos e modo de ação diferentes, visando prolongar a vida útil dos inseticidas e
retardar o aparecimento de pragas resistentes.
- Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência.
Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.