Bula CURADO

acessos
Fluazinam
19617
Nufarm

Composição

Fluazinam 500 g/L Fenilpiridinilamina

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Protetor
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
3 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações conforme descrito na época. 14 dias. Realizar uma aplicação no sulco durante o plantio, ou aplicar dose parcelada usando 2 L/ha no plantio, mais 1 L/ha redirecionando ao colo da planta antes da operação de amontoa
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, e repetir a cada 7 dias
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1 a 1,5 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 14 dias. Realizar a primeira aplicação dos 30 aos 40 dias após a germinação e repetir uma ou duas aplicações a cada 7 a 10 dias
Requeima
(Phytophthora infestans)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, e repetir a cada 7 dias
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
1,25 a 2,5 L p.c./ha 75 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar sobre os toletes no interior do sulco de plantio
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1 a 1,5 L p.c./ha 1000 a 1500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 28 dias. Aplicar logo no início do florescimento. Fazer mais uma ou duas aplicações a cada 7 a 10 dias
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1 a 1,5 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações no início do florescimento. Realizar mais duas aplicações com intervalo de 10 dias
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
100 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar no estádio C(pontas verdes) e repetir a cada 7 dias
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 14 dias. 28 dias. Iniciar as aplicações no início do florescimento (estádio R1). Realizar mais uma ou duas aplicações em intervalos de 10 a 14 dias, de acordo com o índice de infecção
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, e repetir a cada 7 dias
Requeima
(Phytophthora infestans)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, e repetir a cada 7 dias

Tipo: Bag in box
Material: Fibra celulósica com bolsa plástica interna
Capacidade: 1; 5; 10; 15; 18; 20; 25; 50; 100; 200; 400; 500; 1.000 L.

Tipo: Balde
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 5; 8; 10; 15; 18; 20; 25; 50 L.

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 5; 8; 10; 15; 18; 20; 25; 50 L.

Tipo: Bombona
Material: Metálico
Capacidade: 2,5; 4,0; 5,0; 8,0; 10; 15; 18; 20; 25; 50 L.

Tipo: Bulk
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000; 1.500; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000; 25.000 L.

Tipo: Frasco
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 1,0; 1,5 L.

Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 50; 100; 200; 250; 500; 1.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
FLUAZINAM NUFARM 500 SC é um fungicida de contato a ser utilizado em pulverização nas culturas de batata, feijão, girassol, maçã, soja e tomate; no tratamento de solo em pulverização no sulco de plantio na cultura da batata; e no tratamento dos toletes, por imersão ou em aplicação sobre os toletes no sulco de plantio, na cultura de cana-de-açúcar.
BATATA:
Para o controle da Requeima(Phytophthora infestans) recomenda-se a utilização da dose de 0,4 a 0,6 L do produto comercial/ha, e para a Pinta-preta(Alternaria solani) a dose de 1 L do produto comercial/ha. Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, e repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações do produto durante o ciclo da cultura.
Para o controle da Rizoctoniose/Crosta-preta(Rhizoctonia solani) recomenda-se a utilização da dose de 3 L do produto comercial/ha em aplicação única no sulco durante o plantio, ou aplicar dose parcelada usando 2 L/ha no plantio, mais 1 L/ha redirecionando ao colo da planta antes da operação de amontoa.
Para o controle do Mofo-branco/Podridão-de-sclerotinia(Sclerotinia sclerotiorum) recomenda-se a utilização da dose de 1 a 1,5 L do produto comercial/ha. Realizar a 1ª aplicação dos 30 aos 40 dias após a germinação e repetir uma ou duas aplicações a cada 7 a 10 dias. Utilizar o produto em no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.
CANA-DE-AÇÚCAR:
Para o controle da Podridão-negra/Podridão-mole(Ceratocystis paradoxa) recomenda-se a utilização da dose de 1,25 a 2,5 L do produto comercial/ha, ou 250 mL do produto comercial/100 L de calda. Aplicar sobre os toletes no interior do sulco de plantio. Utilizar a maior dose em períodos desfavoráveis a emergência da cana-de-açúcar ou utilizar a dose de 250 mL/100 L de calda para tratamento de toletes em instalação de viveiro de mudas. Imergir os toletes de cana-de-açúcar em calda contendo Fluazinam Nufarm 500 SC na dose de 250 mL/100 L, por aproximadamente 2 segundos antes do plantio.
FEIJÃO:
Para o controle da Podridão-de-esclerotínia/Mofo-branco(Sclerotinia sclerotiorum) recomenda-se a utilização da dose de 1 a 1,5 L do produto comercial/ha. Aplicar logo no início do florescimento. Fazer mais uma ou duas aplicações a cada 7 a 10 dias. No caso de fungigação, utilizar a velocidade do pivô a 100%. Realizar no máximo 3 aplicações do produto durante o ciclo da cultura.
GIRASSOL:
Para o controle da Podridão-de-esclerotinia/Podridão-branca(Sclerotinia sclerotiorum) recomenda-se a utilização da dose de 1 a 1,5 do produto comercial/ha. Iniciar as aplicações no início do florescimento. Realizar mais duas aplicações com intervalo de 10 dias. Realizar no máximo 3 aplicações do produto durante o ciclo da cultura.
MAÇÃ:
Para o controle da Sarna(Venturia inaequalis) recomenda-se a utilização da dose de 100 mL do produto comercial/100 L de água. Iniciar no estádio C(pontas verdes) e repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações do produto durante a safra.
SOJA:
Para o controle da Podridão-de-esclerotinia/Mofo-branco(Sclerotinia sclerotiorum) recomenda-se a utilização da dose de 0,75 a 1 L do produto comercial/ha. Iniciar as aplicações no início do florescimento (estádio R1). Realizar mais uma ou duas aplicações em intervalos de 10 a 14 dias, de acordo com o índice de infecção. Em áreas de maior infecção realizar 3 aplicações de 1 L/ha em intervalo de 10 dias. Utilizar o produto em no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
TOMATE:
Para o controle da Requeima(Phytophthora infestans) e da Pinta-preta/Mancha-de-alternaria(Alternaria solani) recomenda-se a utilização da dose de 100 mL do produto comercial/100 L de água, ou 1 L do produto comercial/ha. Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, e repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações do produto durante o ciclo da cultura.
Para o controle da Podridão-de-esclerotinia/Mofo-branco(Sclerotinia sclerotiorum) recomenda0-se a utilização da dose de 0,8 a 1 L do produto comercial/ha. Iniciar as aplicações no início do aparecimento da doença, e repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações do produto durante o ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO

Batata - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de sete dias.
- Pulverizador tratorizado ou costal manual: Usar bicos de pulverização de jato cônico e volume de calda.de 500 a 1000 litros por hectare.
Quando for realizar a aplicação no sulco de plantio, deve-se aplicar o produto com equipamentos apropriados acoplados a plantadeira, visando obter um volume de calda suficiente para uma boa cobertura dos tubérculos e também de parte do sulco. No caso de plantio manual, este tipo de aplicação poderá ser realizada desde que seja feita após os tubérculos serem colocados no sulco de plantio e antes do enterrio. A aplicação dirigida ao colo da planta deverá ser realizada com pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos laterais direcionados para esta região.

Cana-de-açúcar - Utilizar pulverizador tratorizado. Realizar a aplicação sobre os toletes, no interior do sulco de plantio, cobrindo as partes cortadas do tolete. Usar volume de calda de 75 a 150 litros por hectare. O tratamento dos toletes também poderá ser realizado através da imersão em calda contendo 250 ml de Fluazinam Nufarm 500 SC para cada 100 litros de água (0,25%), antes do plantio.

Feijão - Utilizar pulverizador tratorizado, pulverizador costal manual ou sistema de irrigação - Pivõ central. Aplicar o produto em área total, cobrindo toda a planta. Realizar duas ou três aplicações do produto iniciando no florescimento, com intervalos de sete a dez dias.
- Pulverizador tratorizado ou costal manual: Usar bicos do pulverização de jato cônico, e volume de calha de 1000 a 1500 litros por hectare.
- Fungigação (via pivô central): A aplicação através do sistema de irrigação deve ser realizada calibrando-se o equipamento injetor que poderá ser por injeção por uma bomba diafragma; por sucção da água: ou através de um injetor na coluna central do pivô. Devem-se tomar todas as medidas de segurança, utilizartio-se válvulas de registro, para que o produto não possa retornar ao manancial aquático, em caso de uma prrada do equipamento de irrigação. A velocidade do pivô central deverá ser de 100 %.

Girassol - Utilizar pulverizador tratorizado ou aeronaves agrícolas. Aplicar o produto em área total, corindo toda a planta. Realizar três aplicações do produto iniciando no florescimento, com intervalos de dez dias' - Pulverizador tratorizado: Usar bicos de pulverização de jato cônico e volume de calda de 300 a 600 litrOs por hectare.
- Aeronaves agrícolas: Usar bicos apropriados para este tipo de aplicação, como exemplo DG a 012 e disco Core" inferior a 45, com volume de calda de 30 a 50 litros por hectare. Não usar este tipo de aplicaçãQ com vento superior a 10 km/h, temperatura superior a 27°C e umidade relativa inferior a 60%.

Maçã - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal motorizado com bicos de pulverização de jato cônico. Sarna: Aplicar a cada sete dias, usando volume de calda de 1000 a 2000 litros por hectare.

Soja - Utilizar pulverizador tratorizado ou aeronaves agrícolas. Aplicar o produto em área total, cobrindo toda a planta com intervalos de dez a quatorze dias.
- Pulverizador tratorizado: Usar bicos de pulverização de jato cônico e volume de calda de 200 a 500 litros por hectare.
Aeronaves agrícolas: Usar bicos apropriados para este tipo de aplicação, como exemplo D6 a D12 e disco Core' inferior a 45, com volume de calda de 30 a 50 litros por hectare. Não usar este tipo de aplicação com vento superior a 10 km/h, temperatura superior a 27°C e umidade relativa inferior a 60%.

Tomate - Utilizar pulverizador tratorizado ou costa[ manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalos de sete dias. Usar volume de calda dê 500 a 1000 litros por hectare.
* O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento dirante toda a aplicação.
* Quando a aplicação for realizada por aeronaves agrícolas, evitar que na área a ser tratada, haja a circulação de trabalhadores ou outras pessoas que não estiverem envolvidas com o manuse do equipamento agrícola. Após aplicação, caso haja necessidade de reentrar nas áreas tratadas, observar o intervalo de reentrada e os equipamentos de proteção indicados.

EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Equipamentos terrestres: Pulverizador tratorizado,
Bicos : para aplicação com barras de pulverização, utilizar bicos de jato cônico (bico cônico) ou de jato plano (bico leque) simples ou duplo.
Todos os bicos de uma barra deverão se manter à mesma altura em relação ao topo da planta.
Pressão: 50-100 psi (equipamentos tratorizados).
Diâmetro e densidade de gotas: 110 a 500 psi com um mínimo de 40 gotas/cm².
Faixa de deposição: Utilizar distància entre os bicos na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou excesso.
Aeronaves agrícolas: Usar bicos apropriados para este tipo de aplicação, como exemplo 06 a 012 e disco "Core" inferior a 45 com volume de calda de 30 a 50 litros por hectare. Não usar este tipo de aplicação com vento superior a 10 km!h, temperatura superior a 27°C e umidade relativa infeior a 60%.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de segurança (dias)
Batata 14
Cana-de-açúcar (1)
Feijão 28
Girassol 21
Maçã 14
Soja 28
Tomate 3

LIMITAÇÕES DE USO:
Não existem limitações desde que sejam seguidas criteriosamente as instruções de uso do produto.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

-Este produto é Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes);
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e- Contate as autoridades locais competentes e a NUFARM INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S/A - Telefone de emergência: (085) 4011-1000 ou SAC Nufarm Serviço de Atendimento ao Cliente: 0800-725-4011.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABN T), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

7. PICTOGRAMAS:
Incluir, à direita da faixa de pictogramas, aqueles relativos ao meio ambiente.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de doenças ou de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o alvo desenvolver algum mecanismo de resistência.
Implementando as seguintes estratégias de manejo poderemos prolongar a vida útil do produto utilizado:
· Qualquer produto para o controle das doenças ou das pragas, da mesma classe ou mecanismo de ação, não deve ser utilizado em aplicações consecutivas. Utilizar rotação de produtos com mecanismos de ação distintos;
· Utilizar os produtos somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo ou bula. No caso da recomendação do Fluazlnam Nufarm 500 SC para o controle de doenças, aplicar o produto sempre de forma preventiva;
· Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência;
· Incluir outros métodos de controle (ex.: Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentto do programa de Manejo Integrado, quando disponivel e apropriado.