Bula Curyom 550 EC - Syngenta

Bula Curyom 550 EC

CI
Profenofós; Lufenuron
8100
Syngenta

Composição

Profenofós 500 g/L
Lufenurom 50 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

- Frasco plástico de 0,1L; 0,25Litros 0,5Litros; 0,6 litros; 0,8 litros; 1 litro e 2 litros,
- Bombona plástica de 5 litros; 10 litros; 20 litros; 25 litros e 50 litros,
- Tambor plástico de 100 litros; 180 litros; 200 litros e 250 litros,
- Frasco metal de 1 litro e 5 litros,
- Isotanque de aço de 21000; 22000; 24000; 25000; 26000; 28000 litros,
- Bombona metal de 10 litros, 20 litros e 50 litros,
- Tambor metal de 180 litros; 200 litros e 250 litros,
- Tanque metálico/plástico de 500; 1000; 2000; 5000 litros; 10000; 20000; 21000; 22000; 24000; 25000; 26000; 28000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Café: A aplicação do produto deverá ser feita sob a forma de pulverização com equipamento costal manual, atomizador costal ou tratorizado com turbo atomizador. Aplicar volume de calda em torno de 400 Litros/ha para se obter uma boa cobertura das plantas.

Girassol e Canola: O produto deve ser diluído em água e aplicado na forma de pulverização com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, motorizado ou tratorizado). Os equipamentos devem ser dotados com bico de jato cônico vazio da série "D" ou leque. Aplicar volume de calda em torno de 150 Litros/ha.

Mandioca: O produto deve ser diluído em água e aplicado na forma de pulverização, com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, motorizado ou tratorizado). Os equipamentos devem ser dotados com bico de jato cônico vazio da série "D" ou leque. Aplicar volume de calda de 200 Litros/ha, cuidando para se obter uma boa cobertura das plantas.

Soja:

Pulverização terrestre:
Utilizar pulverizadores tratorizados ou autopropelidos, equipados com barra e bicos hidráulicos, obedecendo os seguintes parâmetros:

1. Volume de aplicação: 150 a 250 L/ha.
2. Diâmetro de gotas de tamanho médio (DMV): 200 a 400 µm.
3. Cobertura foliar: 20 a 30 gotas/cm².
4. Tipo de bicos recomendados: Bicos de jato plano – Teejet XR; Teejet DG; Twinjet; Turbo Teejet TT ou similares de diferentes fabricantes.
5. Espaçamento entre os bicos: 50 cm.
6. Pressão do líquido no bico: 40 a 80 psi.

Pulverização aérea:
Utilizar aviões ou helicópteros, utilizando os seguintes parâmetros:

Volume de aplicação: 10 a 30 L/ha.
1. Largura da faixa de aplicação: 20 m.
2. Diâmetro mediano de gotas (DMV): 200 a 400 µm.
3. Cobertura foliar: 20 a 30 gotas/cm².
4. Equipamento de pulverização: barra com bicos cônico vazio da série D com difusor 5 ou atomizadores rotativos “Micronair” com ângulo das pás ajustados em 65º.
5. Pressão mínima de 15 psi e máxima de 40 psi.
6. Altura de voo deverá ser ajustada de acordo com a velocidade do vento no momento da aplicação: 2 a 4 m.
7. No momento da aplicação obedecer as seguintes condições meteorológicas:
- Umidade Relativa do ar: mínima de 55%.
- Temperatura atmosférica: máxima de 30ºC.
- Velocidade do vento (cruzado): mínimo de 3 e máximo de 15 km/h.
- Evitar momentos com inversão térmica, fortes turbulências ou com formação de correntes convectivas.

Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto, deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.

Observação geral: Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas de acordo com a legislação vigente.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

GRUPO 1B INSETICIDA
GRUPO 15 INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida CURYOM 550 EC pertence aos grupos 1B (Inibidores da acetilcolinesterase (AChE) - Organofosfatos) e 15 (Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0 - Benzoilureias) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do CURYOM 550 EC como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 1B e 15. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar CURYOM 550 EC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de CURYOM 550 EC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do CURYOM 550 EC, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas dos grupos químicos dos Piretroides e Piretrinas e Diamidas não devem exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do CURYOM 550 EC ou outros produtos dos Grupos 1B e 15 quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

PT - Lufenuron Técnico BR registro nº 5604, Profenofós Técnico QGD registro nº 05811