Bula Danimen 300 EC

acessos
Fenpropathrin
1678591
Sumitomo

Composição

Fenpropatrina 300 g/L Piretróide

Classificação

Acaricida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Não se aplica. 14 dias. Fazer monitoramento da praga e iniciar o controle quando atingir o nível de 10% das folhas com sintoma de ataque por ácaros. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 300 a 400 mililitros (90 - 120 g i.a.) por hectare. Deve-se direcionar o jato, principalmente na página dorsal das folhas, local onde ficam os ácaros, gastando-se de 100 a 200 litros do volume de calda/ha
Bicudo
(Anthonomus grandis)
350 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Não se aplica. 14 dias. Iniciar o controle quando o nível de ataque atingir 2 lagartas/planta ou quando observar 25% de desfolha
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 a 150 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Não se aplica. 14 dias. Iniciar o controle quando o nível de ataque atingir 2 lagartas/planta ou quando observar 25% de desfolha
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
350 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Não se aplica. 14 dias. Fazer monitoramento e iniciar o controle quando constatar de 10% a 15% de plantas infestadas por lagartas pequenas. Aplicar DANIMEN 300 EC nas dosagens de 350 mililitros (90 - 105 g i.a.) por hectare, devendo-se gastar de 100 a 200 litros de calda/ha
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Não se aplica. 14 dias. Coletar 50 maçãs rijas da parte mais alta das plantas durante o caminhamento para monitoramento e iniciar o controle, quando encontrar 5% de maçãs com sintoma de ataque. Em caso de utilização de armadilhas com feromônio, deve-se iniciar o controle quando for capturado 10 adultos / armadilha. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 300 a 400 mililitros (90 - 120 g i.a.) por hectare, gastando de 100 a 200 litros de calda por hectare
Tripes
(Frankliniella schultzei)
100 a 200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Não se aplica. 14 dias. Iniciar o tratamento quando atingir o nível de 10% de plantas atacadas e um adulto por armadilha. Repetir as aplicações sempre que atingir 2 a 5% de ataque nos botões florais. Aplicar DANIMEN 300 EC nas doses de 350 a 400 mililitros (105 - 120 g i.a.) por hectare, dando boa cobertura em toda a parte aérea das plantas, gastando-se de 100 a 200 litros de volume de calda/ha
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
400 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Não se aplica. 14 dias. Fazer controle do ácaro logo após a colheita e no início da formação dos chumbinhos, nos talhões da lavoura onde os sintomas em folhas e frutos forem observados no ano anterior. Considerando que o maior número de ovos e ácaros é encontrado no terço inferior das plantas, tanto nas folhas, ramos e frutos, o equipamento a ser utilizado deve proporcionar um depósito maior dos produtos nas partes interiores do terço inferior das plantas. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 400 mililitros (120 g i.a.) por hectare, gastando-se de 400 a 500 litros de calda por hectare
Ácaro vermelho
(Oligonychus ilicis)
200 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Não se aplica. 14 dias. O período de seca, com estiagem prolongada são condições propícias ao desenvolvimento do ácaro vermelho, podendo o ataque ocorrer em reboleiras e, em casos graves, expandir para toda a lavoura. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 200 mililitros (60 g i.a.) por hectare, em reboleiras ou em toda a lavoura, gastando-se em média 400 a 500 litros de calda por hectare
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
250 a 400 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Não se aplica. 14 dias. O controle deve ser iniciado quando a infestação atingir o nível de controle (3% a 5%), pulverizando-se as partes mais atacadas da lavoura. Como o ataque não se distribui uniformemente, recomenda-se o controle apenas para os talhões em que a infestação da praga já tenha atingido 3 a 5%. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 250 a 400 mililitros (75 - 120 g i.a.) por hectare gastando de 400 a 500 litros de calda por hectare
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
200 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Não se aplica. 14 dias. Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos cafezais para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 200 mililitros (60 g i.a) por hectare, gastando-se de 400 a 500 litros de calda por hectare
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
150 mL p.c./ha 1000 L de calda/ha - Não se aplica. 7 dias. O controle deve ser iniciado, no estádio vegetativo, quando forem amostrados 15 tripes/planta, e após esta fase, quando forem amostrados 30 tripes/planta. Aplicar utilizando bico tipo leque com jatos dirigidos para as bainhas das folhas, locais onde os tripes preferem colonizar. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 150 mililitros (45 g i.a.) por hectare, com gasto de 1.000 litros de calda por hectare
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
50 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda / planta - Não se aplica 28 dias. Fazer monitoramento periodicamente do pomar a cada 7 ou 15 dias, em pelo menos 1% das plantas de cada talhão e iniciar o controle quando 5% a 10% dos frutos ou ramos examinados apresentarem um ou mais ácaros. Deve-se evitar o uso de um mesmo princípio ativo e classe química nas pulverizações no período de um ano, para que não haja seleção de ácaros resistentes ao acaricida empregado. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 50 mililitros (15 g i.a.) diluído em 100 litros de água, devendo-se aplicar de 5 a 10 litros de calda por planta, dependendo do tamanho das árvores, de tal modo que a pulverização seja feita para obter uma boa cobertura em toda a planta
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
50 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda / planta - Não se aplica. 28 dias. Fazer monitoramento com armadilhas de feromônio, e fazer a aplicação do DANIMEN 300 EC na dose de 50 mililitros (15 g i.a) diluído em 100 litros de água, quando forem capturados 6 adultos/armadilha/semana e com 10% de plantas com frutos atacados no talhão. Deve-se utilizar o volume de calda variando de 5 a 10 litros por planta, dependendo do tamanho das árvores
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
50 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda / planta - 20 dias. 28 dias. Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos pomares cítricos para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido. A ortézia, como outras espécies de cochonilhas, tem uma característica que dificulta o seu controle porque ela possui o ovissaco, câmara onde os ovos são depositados, que não é atingido pelos inseticidas e nem atacado pelo seu inimigo natural, preservando os ovos. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 50 mililitros (15 g i.a) diluído em 100 litros de água e aplicar de 5 a 10 litros de calda/planta, devendo-se cobrir toda a parte aérea da planta, inclusive os troncos e os ramos. Para um controle eficiente da ortézia, deve-se adotar medidas complementares à utilização de inseticidas, tais como: encontrar todos os focos de ortézia no talhão ou propriedade; controlar as plantas invasoras nos focos de ocorrência da praga num raio de pelo menos 20 m de distância. Reaplicar após 20 dias para eliminar as reinfestações, e caso a incidência seja muito grande, fazer uma terceira aplicação
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
40 mL p.c./100 L água + melaço 5 a 10 L de calda / planta - Não se aplica. 28 dias. Deve-se fazer monitoramento do pomar com armadilhas contendo atrativo, colocandoos do lado que nasce o sol na proporção de uma armadilha a cada 5 ha. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 40 mililitros (12 g i.a.) do produto comercial + 7,0 litros de melaço diluído em 100 litros de água, quando se observar captura média de 14 moscas/armadilha/semana, sendo feitas 2 avaliações semanais

Frasco plástico - 0,20; 0,25; 0,5 e 1,0 L

Bombona plástico - 5, 6, 10, 20, 25, 50 e 100 L

NUMERO, EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO:
ALGODAO:
Curuquerê (Alabama argillacea): Fazer a contagem do número de lagartas pequenas e grandes e estimar a porcentagem de desfolha. Iniciar o controle quando o nível de ataque atingir 2 lagartas/planta ou quando observar 25% de desfolha. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 100 a 150 mi. (30 - 45 g i.a.) por hectare, gastando-se de 100 a 200 litros de volume de calda/ha.
Ácaro-rajado (refranychus urticae): Fazer o monitoramento da praga e iniciar a controle quando atingir o nível de 10% das folhas com sintoma de ataque par acaros. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 300 a 400 mL (90 - 120 g i.a.) por hectare. Deve-se direcionar a jato, principalmente na pagina dorsal das folhas, local onde ficam os ácaros, gastando-se de 100 a 200 litros de volume de calda/ha.
Tripes (Frankliniella schultzei): O tripes deve ser combatido quando encontrar 6 indivíduos por planta atacada. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 100 a 200 mL (30 - 60 g La.) par hectare, gastando-se de 100 a 200 litros de volume de calda/ha.
Bicudo (Anthonomus grandis): Iniciar a tratamento quando atingir a nível de 10% de plantas atacadas e um adulto par armadilha. Repetir as aplicações sempre que atingir 2 a 5% de ataque nos botões florais. Aplicar DANIMEN 300 EC nas doses de 350 a 400 mL (105 - 120 g.i.a.) por hectare, dando boa cobertura em toda a parte aérea das plantas, gastando-se de 100 a 200 litros de volume de calda/ha.
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella): Coletar 50 maçãs rijas da parte mais alta das plantas durante o caminhamento para monitoramento. Iniciar o controle quando encontrar 5% de mares com sintomas de ataque. Em caso de utilização de armadilhas com feromônio, deve¬-se iniciar o controle quando forem capturados 10 adultos/armadilha. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 300 a 400 mL (90 - 120 g La) por hectare, gastando de 100 a 200 litros de calda por hectare.
I.
Lagarta-da-maçã (Heliothis wrescens): Fazer monitoramento e iniciar a controle quando
constatar de 10% a 15% de plantas infestadas por lagartas pequenas, Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 350 rnL (105 g i.e.) por hectare, devendo-se gastar de 100 a 200 litros de calda/ha.

CAFÉ:
Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis): Período de seca com estiagem prolongada são condições propícias ao desenvolvimento do ácaro vermelho, podendo o ataque ocorrer em reboleiras e, em casos graves, expandir para toda a lavoura, Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 200 mL (60 g i.a.) por hectare, em reboleiras ou em toda a lavoura, gastando-se em média 400 a 500 litros de calda por hectare.
Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenlcis): Fazer o controle do ácaro logo após a colheita e no início da formação dos chumbinhos, nos talhões da lavoura onde os sintomas em folhas e frutos foram observados no ano anterior. Considerando que o maior número de ovos e ácaros é encontrado no terço inferior das plantas, tanto nas folhas, ramos e frutos, o equipamento a ser utilizado deve proporcionar um depósito maior dos produtos nas partes interiores do terço inferior das plantas. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 400 mL (120 g i.a.) por hectare, gastando-se de 400 a 500 litros de calda por hectare.
Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella): O controle deve ser iniciado quando a infestação atingir o nível de controle (3% a 5%), pulverizando-se as partes mais atacadas da lavoura. Como o ataque não se distribui uniformemente, recomenda-se o controle apenas para os talhões em que a infestação da praga já tenha atingido 3 a 5%. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 250 a 400 mL (75 - 120 g.i.a.) por hectare, gastando de 400 a 500 litros de calda por hectare.
Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga): Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos cafezais para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 200 mL (60 g i.a.) por hectare, gastando-se de 400 a 500 litros de calda por hectare.
CEBOLA:
Tripes (Thrips tabaci): O controle deve ser iniciado no estádio vegetativo, quando forem amostrados 15 tripes/planta e, após esta fase, quando forem amostrados 30 tripes/pianta.
Aplicar o produto utilizando bico tipo leque com jatos dirigidos para as bainhas das folhas, locais onde os tripes preferem colonizar. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 150 mL (45 g i.a.) por hectare, com gasto de 1.000 litros de calda por hectare.
CITROS (laranja):
Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis): Fazer o monitoramento periodicamente do pomar a cada 7 ou 15 dias, em pelo menos 1% das plantas de cada talhão. Iniciar o controle quando 5% a 10% dos frutos ou ramos examinados apresentarem um ou mais ácaros. Deve-se evitar o uso de um mesmo princípio ativo e classe química nas pulverizações no período de um ano, para que não haja seleção de ácaros resistentes ao acaricida empregado. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 50 mL (15 g i.a.), diluído em 100 litros de água, devendo-se aplicar de 5 a 10 litros de calda por planta, dependendo do tamanho das árvores, de tal modo que a pulverização seja feita para obter uma boa cobertura em toda a planta.
Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga): Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos pomares cítricos para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido. A ortézia, como outras espécies de cochonilhas, tem uma característica que dificulta o seu controle, porque possui o ovissaco, câmara onde os ovos são depositados, que não é atingido pelos inseticidas e nem atacado pelo seu inimigo natural, preservando os ovos, Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 50 mL (15 g i.a.), diluído em 100 litros de água e aplicar de 5 a 10 litros de calda por planta, devendo-se cobrir toda a parte aérea da planta, inclusive os troncos e os ramos.
Para urn controle eficiente da ortezia, adotar medidas complementares a utilizacao de inseticidas, tais coma: encontrar todos os locos de ortezia no talhão ou propriedade; controlar as plantas invasoras nos focos de ocorrência da praga num raio de pelo menos 20 m de distância. Reaplicar após 20 dias para eliminar as reinfestações, e caso a incidência seja muito grande, fazer uma terceira aplicação.
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana): Fazer o monitoramento com armadilhas de feromônio e realizar a aplicação do DANIMEN 300 EC na dose de 50 mL (15 g i.a.) diluído em 100 litros de agua, quando forem capturados 6 adultos/armadilha/semana a com 10% de plantas com frutos atacados no talhão. Deve-se utilizar a volume de calda variando de 5 a 10 litros por plantar dependendo do tamanho das arvores.
Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata): Deve-se fazer monitoramento do pomar corn armadilhas contendo atrativo, colocando-os do lado que nasce o sol na proporção de uma armadilha a cada 5 ha.
Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 40 mL (12 g i.a.) do produto comercial + 7,0 litros de melaço diluído em 100 litros de água, quando se observar captura media de 14 moscas/armadilha/semana, sendo feitas 2 avaliações semanais.
Pulgão-preto (Toxoptera citricida): O controle químico deve ser usado em casos extremos, quando o ataque ~ intenso, e generalizado e quando o número de inimigos naturais a reduzido. A pulverização deve ser efetuada quando os adultos estao presentes nas brotações. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 20 mL (6 g i.a.) diluído em 100 litros de água, gastando de 5 a 10 litros de calda/planta, dependendo do tamanho das arvores.
CRISANTEMO:
Acaro-rajado (Tetranychus urticae): Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 30 mL (9 g.i.a.) diluídos em 100 litros de água ao aparecimento das primeiras formas moveis, devendo-se gastar volume de calda de 500 a 700 litros/ha.
FEIJAO:
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri): Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 100 a 200 mL (30- 60 g i.a) por hectare, quando o nível de ataque atingir 40 ninfas por batida de pano ou em 2m de linha. Deve-se utilizar de 100 a 300 litros de calda por hectare.
Mosca-branca (Bemisia tabaci): Devido a importância da mosca-branca coma transmissora do virus-do-mosaico dourado do feijoeiro (VMDF), o seu manejo deve ser realizado de acordo com a época de plantio. Em áreas com histórico de alta incidência do mosaico-dourado e no plantio do feijão da "seca" (Janeiro a abril), desde que a mosca-branca esteja presente na área amostrada, seu controle deve ser feito do plantio ate o estagio de florescimento em pulverizações semanais. Após o florescimento do feijoeiro, não ha necessidade de se fazer o controle da mosca-branca, pais os danos causados pelo VMDF são pouco significativos, nao justificando o controle do vetor.
No plantio das "águas" (agosto a dezembro) e de "inverno" (maio a agosto), a incidência da mosca branca e do VMDF e menos intensa.
Para a controle da mosca branca, aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 100 a 200 mL (30 - 60 g La) par hectare. Deve-se utilizar de 100 a 300 litros de calda por hectare.
Acaro-rajado (Tetranychus urticae): Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 200 a 300 mL (60 - 90 g La) por hectare, quando o a infestação atingir o nível de controle, ou seja; quando encontrar seis plantas com sintoma de ataque ou presença dos ácaros em 2 m de linha, gastando-se o volume de 100 a 300 litros de volume de calda por hectare.
MAÇÃ:
Ácaro-vermelho (Panonychus ulmsl: Fazer monitoramento periódico do pomar através da amostragem seqüencial no mínimo em 10 plantas por talhão de 5 ha, retirando-se 5 folhas por planta e anotando-se o número de folhas com presença do ácaro. Aplicar do DANIMEN 300 EC na dose de 50 mL (15 g.i.a.) diluído em 100 litros de água quando 50% das folhas acusarem a presença da praga no início da temporada, e no período que antecede a colheita, quando mais de 70% das folhas apresentarem ácaros. Aplicar de 2 a 5 litros de calda por planta, dependendo da idade das plantas, espaçamento de plantio, variedades, observando sempre o ponto de escorrimento.
Mariposa-oriental (Grapholita molesta): Deve-se fazer monitoramento do pomar com armadilhas Delta utilizando como atrativo o feromônio sexual sintético, colocando-se uma armadilha para 5 ha. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose 40 mL do produto comercial (12 g i.a.) diluído em 100 litros de água, quando se observar captura média de 30 machos/armadilha/semana.
Aplicar volume de calda variando de 2 a 5 litros de calda por planta, dependendo da idade das plantas, espaçamento de plantio, variedade, observando sempre o ponto de escorrimento.
MAMÃO:
Ácaro-rajado (Tetranychus urficae): Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 50 mL (15 g i.a) do produto comercial diluído em 100 litros de água, logo no início do aparecimento das formas móveis, repetindo em caso de necessidade. Deve-se utilizar de 600 a 1.000 litros de calda/ha. Não realizar mais do que 2 aplicações consecutivas. Não fazer mais de 2 aplicações por ano e se possível alternar com inseticidas de outro grupo químico, para evitar resistências.
MELANCIA E MELAO:
Brocas-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis e Diaphania hyalinata): Deve-se fazer a amostragem em 20 pontos em ziguezague, em uma área de até 2,5 hectares da área de plantio. Cada ponto corresponde a uma planta, O controle deve ser iniciado quando forem encontradas, em média, 3 (três) lagartas por planta. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 200 a 300 mL/ha dependendo do crescimento das plantas e intensidade de infestação da praga. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com DANIMEN 300 EC durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda/ha de 200 L e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras.
Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis, Lyriomyza sativae e Lyrlomyza trifolli): Fazer a amostragem da infestação em folhas mais desenvolvidas do ramo em 20 pontos, em uma área de 2.5 hectares de plantio. Iniciar a aplicação do DANIMEN 300 EC na dose de 200 a 300 mL/ha, quando forem encontradas, em média, 5 (cinco) larvas vivas nos 20 pontos amostrados. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com DANIMEN 300 EC durante o cicio da cultura. Utilizar um volume de calda de 200 L/ha e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Como medida de controle complementar, recomenda-se a destruição dos restos culturais; não implantar do cultivo de melancia próximo de espécies hospedeiras da mosca-minadora, tais como feijão, ervilha, fava, batatinha, tomateiro, berinjela, pimentão, entre outras.
MILHO:
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): Deve-se fazer mgnitoramento da cultura e aplicar o DANIMEN 300 EC na dose de 70 a 100 mL (21 —30 g i.a por hectare quando atingir
o nível de dano econômico da praga, ou seja, quando o ataque atingir 20% de plantas com o sintoma de "folhas raspadas", onde as lagartas deverão estar com 7 a 8 mm de comprimento. Independente do estádio de crescimento da planta, a pulverização deve ser feita com jato dirigido para o cartucho do milho devendo-se utilizar bico leque, preferencialmente com Angulo de 80 graus, o volume de água a ser utilizado pode variar de 80 litros (plantas mais jovens) a 300 litros/ha.
MORANGO:
Acaro-rajado (Tetranychus urticae): Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 65 mL (19,5 g.i.a.) diluídos em 100 litros de água, assim que forem notados os primeiros sintomas de seu ataque, ou for constatada a presença de ácaros vivos nas plantas, devendo-se gastar volume de calda em torno de 1.500 litros/ha para dar boa cobertura em toda a parte aérea das plantas.
Quando a infestação ocorrer no período de frutificação, observar a carência do produto. Procurar realizar o controle de forma localizada, nos focos de infestação, tratando toda a lavoura somente se necessário. Procurar rotacionar os acaricidas com diferentes modos de ação.
REPOLHO:
Curuquere-da-couve (Ascia monuste orseis): O curuquerê-da-couve é uma praga altamente prejudicial a cultura do repolho. As lagartas, logo ap6s a eclosão iniciam o ataque as folhas, devorando durante a fase larval, quase toda a folhagem, destruindo as plantações. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 15 a 30 mL(4,5 - 9,0 g La) diluídos em 100 litros de água devendo gastar 500 litros de calda por hectare. Realizar ate 2 aplicações por ciclo com um intervalo de 10 dias.
ROSA:
Acaro-rajado (Tetranychus urticae): Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 25 mL (7,5 g.i.a.) diluído em 100 litros de água, logo no inicio do aparecimento das primeiras formas moveis, devendo-se utilizar em torno de 600 a 800 litros de volume de calda por hectare para que a calda inseticida atinja toda a parte aérea das plantas. O número de pulverizações dependera da intensidade e condições favoráveis ao ataque da praga.
SOJA:
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): 0 controle da lagarta-da-soja deve ser feito com base nos princípios do "Manejo de Pragas" que consistem em tomadas de decisão de controle com base no nível de ataque, no numero, tamanho dos insetos-pragas e no estádio de desenvolvimento da soja, informações essas obtidas através de inspeções regulares na lavoura. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 150 mL (45 g i.a) por hectare, quando forem encontradas, em media, 40 lagartas grandes (> 1,5 cm) por pano-de-batida, ou se a desfolha atingir 30% antes da fase do florescimento, ou 15%, tão logo apareça as primeiras vagens com gasto de 200 litros de calda par hectare.
TOMATE:
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta): Fazer monitoramento da praga durante todo o ciclo da cultura, devendo-se observar principalmente a presença de larva da traça nas folhas apicais e nos ponteiros.
Iniciar o controle, quando encontrar 20% dos ponteiros ou folhas atacados e/ou quando houver, em média, 0,67 minas com larvas vivas por folha. A amostragem nos frutos deve ser feita
observando-se de 50 a 100 frutos por ponto de amostragem, e o nível de controle é a presença de 5% de frutos danificados pela traça.
Fazer aplicações semanais do DANIMEN 300 EC na dose de 150 mL (45 g I.a) do produto comercial diluído em 100 litros de água gastando-se o volume de calda de 600 a 1.000 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas.
Deve-se aplicar de forma que a calda atinja toda a parte aérea do tomateiro em um programa de alternância de inseticidas de outros grupos químicos para evitar resistências.
Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) : Fazer monitoramento da broca¬pequena-do-tomateiro, iniciando a partir do florescimento da cultura, inspecionando-se as pencas com frutos de até 2 cm de diâmetro, para detecção de ovos. Observar principalmente a superfície mediano-inferior dos frutos e realizar pulverizações quando o nível atingir 5% de frutos com sinais de ataque.
Aplicar o DANIMEN 300 EC na dose de 150 mL (45 g i.a) do produto comercial por hectare, gastando-se o volume de calda de 600 a 1.000 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas.
MODO DE APLICAÇÃO:
- Aplicar em pulverizações terrestre, utilizando-se pulverizadores costais manuais ou motorizados ou em pulverizações terrestres tratorizados, cobrindo uniformemente todas as partes aéreas das culturas.
- O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Condições climáticas: Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 8 km/hora, temperatura superior a 27°C e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva e evaporação.
Em caso de qualquer dúvida, consultar um Engenheiro Agrônomo. Via terrestre:
ALGODÃO, SOJA, FEIJÃO, MILHO: Em caso de aplicação com pulverizadores tratorizados dotado com barra/bicos, recomenda-se o uso de bicos cônicos tipo D2, D3 ou séries X2, X3, e pressão de 80 a 150 lb/pol2 dependendo o tipo do equipamento utilizado. Deve-se regular o pulverizador de tal forma que a altura da barra fique de 30 a 50 cm acima do topo das plantas, e a distancia entre bicos de 30 a 50 cm entre si aplicando-se densidade de 30-40 gotas/cm2 e tamanhos de gotículas de 250 ps, gastando-se um volume de calda conforme indicado acima para cada cultura.
MELANCIA, MELÃO, MORANGO, REPOLHO, TOMATE: Utilizar pulverizadores costais manuais ou motorizados ou pulverizadores tratorizados, cobrindo uniformemente todas as partes aéreas das culturas.
Em caso de aplicação com pulverizadores costais manuais utilizar bicos cônicos da série D ou X. Em caso de aplicação com pulverizadores costais motorizado utilizar bico tipo turbo atomizador apropriado para este tipo de equipamento.
Em caso de aplicação com pulverizadores tratorizados dotado com barra/bicos, recomenda-se o use de bicos cônicos tipo D2, D3 ou series X2, X3, e pressão de 80 a 150 lb/pol² dependendo o tipo do equipamento utilizado. Deve-se regular o pulverizador de tal forma que a altura da barra Pique de 30 a 50 cm acima do topo das plantas, e a distancia entre bicos do 30 a 50 cm entre si aplicando-se densidade de 30-40 gotas/cm2 e tamanhos de gotículas de 250 Ns, gastando-se um volume do calda conforme indicado acima para cada cultura.
CEBOLA: Utilizar pulverizadores costais manuais ou motorizados ou pulverizadores tratorizados de barra, com bicos de jato leque dirigidos para as bainhas das folhas, Recomenda-se aplicar com a pressão regulada para 45 a 60 lb/pol2 devendo-se gastar o volume de calda de 1.000 L/ha. Para bicos da serie 80, a altura da barra devera estar a 50 cm acima do topo das plantas e para bicos da serie 110, a 30 cm de altura.
MAÇÃ, CITROS, MAMAO E CAFÉ: Utilizar equipamento pulverizador tipo turbo-atomizador, ou pistola, equipado com bicos apropriados, devendo-se calibrar o equipamento para gastar o volume de calda suficiente para dar cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas ate o ponto de escorrimento da calda. O volume de calda pode variar dependendo do tamanho das arvores, densidade de plantio, variedades e idade das plantas.
ROSA E CRISANTEMO: Utilizar pulverizadores costais manuais ou motorizados ou outros tipos de equipamentos, cobrindo uniformemente todas as partes aéreas das culturas aplicando-se densidade de 30-40 gotas/cm2 e tamanhos de gotículas de 250 ps, gastando-se um volume de calda conforme o indicado acima para cada cultura.
INTERVALO DE SEGURANCA:
Algodão 14 dias
Café 14 dias
Cebola 7 dias
Citros 28 dias
Crisântemo U.N.A.
Feijão 14 dias
Maçã 28 dias
Mamão 3 dias
Melancia 28 dias
Mello 28 dias
Milho 7 dias
Morango. 3 dias
Repolho 3 dias
Rosa U.N.A.
Soja 30 dias
Tomate 3 dias
U.N.A. = Uso Nao Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo Órgão responsável pela Saúde Humana ANVISA/MS)
LIMITACOES DE USO:
- Fitotoxicidade: Não há para as culturas indicadas e nas doses recomendadas,
- Incompatibilidade: DANIMEN 300 EC não deve ser misturado com substancias extremamente alcalinas ou acidas como Cal, Calda Bordalesa, etc.

PRECAUCOES GERAIS:
* Nao coma, nao beba e nao fume durante o manuseio do produto.
* Nao utilizar equipamentos com vazamento.
* Nao desentupa bicos, orificios e valvulas corn a boca.
* Nao distribua o produto corn as maos desprotegidas.

PRECAUCOES NO MANUSEIO:
* Use protetor ocular:
0 produto e irritante para os olhos. Se houver contato do produto corn os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
* Use mascara cobrindo o nariz e a boca:
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
*Use luvas de borracha:
0 produto é irritante a pele. Ao contato do produto corn a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
*Ao abrir a embalagem faca de modo a evitar respingos:
Use macacao corn mangas compridas, chapel,' de aba larga, mascara apropriada, oculos ou viseira facial, luvas, botas e avental impermeaveis.

PRECAUCOES DURANTE A APLICACAO:
*Evite o maximo possivel o contato corn a area de aplicacao.
* Nao aplique o produto contra o vento.
*Use macacao corn mangas compridas, chapel de aba larga, mascara cobrindo o nariz e a boca, protetor ocular, luvas e botas impermeaveis.

PRECAUCOES APOS A APLICACAO:
* Nao reutilize a embalagem vazia.
*Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de criancas e animais.
* Tome banho, troque e lave as suas roupas.
* Para reentrada nas areas tratadas usar macacao corn mangas compridas, luvas e botas.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo o medico levando a embalagem, rotulo, hula ou receituario agronomico do produto.
* INGESTÃO: Nao provoque vomito e procure logo o medico.
*OLHOS: Lave corn agua em abundancia e procure logo o medico.
*PELE : Lave corn agua e sabao em abundancia e procure logo o medico.
*INALACÃO : Procure lugar arejado.

*SINTOMAS DE ALARME:
Como nao se conhecem casos relatos de intoxicacao humana com o produto, sao desconhecidos os sintomas de alarme, a nao ser os efeitos agudos apresentados nos estudos corn animais de laboratorio.

** ANTIDOTO / TRATAMENTO MEDICO: Nao ha antidoto especifico. 0 tratamento deve ser sintornatico em funcao do quadro clinico. itihistarnInico nos casos de reaceles alergicas de pele.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
O produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente (CLASSE II).
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SUMITOMO CHEMICAL DO BRASIL REPRESENTAÇÕES LTDA. - telefone de Emergência: 0800-111767.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁ VEL LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s ¬Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até l;4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
o armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação fmal.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado

-Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência Inseticida - IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a Inseticida. visando prolongar a vida útil dos Inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
Usar somente as doses recomendadas na bula/rotulo.
- Consultar sempre um engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência
Inseticidas.
- lncluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do
programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.