Bula Daytona - Koppert

Bula Daytona

acessos
Trichoderma harzianum (Rifai, 1969), cepa ESALQ-1306
19318
Koppert

Composição

Trichoderma harzianum (Rifai, 1969), cepa ESALQ-1306 48 g/L Fungicida microbiológico

Classificação

Fungicida microbiológico
III - Medianamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
800 a 1000 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Sem restrições. Pulverização no sulco de plantio junto com a semeadura do cereal
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
1 L p.c./ha 20 L de calda/ha - Realizar no máximo sete aplicações com intervalo de 20 - 50 dias a partir do transplantio. Sem restrições. Via aplicação foliar com auxílio de um regador ou pulverizador manual ou motorizado
Nematóide
(Pratylenchus zeae)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Sem restrições. Aplicação no sulco de plantio no momento da instalação da cultura
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 L de calda/ha - Realizar duas aplicações nos estágios V3 e V5. Sem restrições. Via aplicação foliar com auxílio de pulverizadores tratorizados ou tradicionais. Utilizar 2 aplicações nos estágios V3 e V5
Podridão radicular seca
(Fusarium solani f. sp. phaseoli)
800 a 1000 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Sem restrições. Pulverização no sulco de plantio junto com a semeadura do cereal
Podridão-abacaxi
(Thielaviopsis paradoxa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Sem restrições. Pulverização no sulco de plantio

MODO DE APLICAÇÃO:

Daytona deve ser aplicado na forma líquida, através de pulverizadores de barra ou costal, com jato dirigido ao sulco de plantio e através da utilização de pivôs.

PULVERIZAÇÃO:

Primeiro passo - Limpeza do equipamento
- Limpar muito bem o tanque/bicos do pulverizador para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou fungicidas químicos.

Atenção:

a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado onde os resíduos tenham o destino estabelecido em legislação.
- O ideal é encher o tanque do pulverizador com água e adicionar 1 litro de solupan ou 1 kg de sabão em pó para cada 400 litros de água. Deixar esta mistura em repouso por 12 horas. Em seguida, agitar a mistura e aspergir todo o volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente, enxaguar com água limpa usando como escoamento sempre os bicos. Nessa operação, aproveita-se para testar a regulagem da vazão. No caso de polvilhadeira, após a lavagem deixar o equipamento secar completamente antes do uso.
Segundo passo - Preparação da calda
- Encher com água 2/3 do reservatório do pulverizador. Paralelamente, dissolver cada embalagem (1 L) do produto em 20 litros de água, usando um balde limpo como recipiente. Agitar com intensidade até formar calda homogênea. Derramar a calda no reservatório com água e iniciar a operação de pulverização. Tanque reservatório ou de pulverização em constante agitação. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia.


Volume de calda recomendado: Equipamento Diluição Daytona: litros de água
Pulverizador de barra 1 litro: 80 litros
Pivô 1 litro: 1000 litros no injetor
Pulverizador costal 0,25 litros: 20 litros
Aplicado via sulco 1 litro: 200 litros


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área tratada em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI's recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO: COD.

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite, em dias nublados ou com garoa bem fina. Nessas condições, a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol (fator de inviabilização do fungo) é menor.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
(Vide Modo e Equipamentos de Aplicação).

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANS-PORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRO-DUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o
limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico,
rotação de inseticidas, acaricidas etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fitopatógenos a cepa ESALQ-1306.