Bula Desali

acessos
Azoxystrobin + Benzovindiflupyr
25716
Syngenta

Composição

Azoxystrobin 300 g/kg Estrobilurina
Benzovindiflupyr 150 g/kg Pirazol carboxamida

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
200 a 300 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias. Aplicar previamente ao aparecimento da doença aos 40 a 45 dias após a emergência da cultura ou nos primeiros sintomas da doença
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
200 a 300 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias. Aplicar previamente ao aparecimento da doença aos 25 dias após a emergência da cultura
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia arachidis)
200 a 300 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Aplicar previamente ao aparecimento da doença aos 30 a 45 dias após a emergência da cultura ou nos primeiros sintomas da doença
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
300 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Aplicar previamente ao aparecimento da doença aos 30 a 45 dias após a emergência da cultura ou nos primeiros sintomas da doença
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem alaranjada da cana
(Puccinia kuehnii)
100 a 200 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações com intervalo de 30 dias. 30 dias. Aplicar previamente ao aparecimento ou, no máximo, no surgimento dos primeiros sintomas da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
200 a 300 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 14 dias. 7. Aplicar previamente ao aparecimento antes do florescimento, aproximadamente 20 dias após a emergência
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
100 a 200 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 42 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
100 a 200 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar sempre que necessário com intervalos de 21 dias. 21 dias. Realizar primeira aplicação de forma preventiva até no máximo no estádio R2 (florescimento pleno) e reaplicar quando necessário
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
200 a 300 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar sempre que necessário com intervalos de 14 dias em condições climáticas muito favoráveis, 21 dias em condições favoráveis e 28 dias em pouco favoráveis. 21 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva no estádio R1 (início da floração) ou de 7 a 10 dias antes deste estádio, se as condições estiverem muito favoráveis ao aparecimento da doença
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
150 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar sempre que necessário com intervalos de 14 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva no estádio R1 (início da floração)
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
200 a 300 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar sempre que necessário com intervalos de 21 dias. 21 dias. Realizar primeira aplicação de forma preventiva e reaplicar quando necessário
Mancha parda
(Septoria glycines)
100 a 200 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. Aplicar nos estádios R1 (início da floração) e R5 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de granação)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
100 a 200 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. Aplicar nos estádios R1 (início da floração) e R5 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de granação)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
100 a 200 g p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. Aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas da doença na parte inferior das plantas

DESALI é um fungicida de contato e sistêmico, usado em pulverizações preventivas, para o controle do doenças da parte aérea das culturas do algodão, amendoim, cana-de-açúcar, feijão, milho e soja (ver detalhes em Indicações de Uso/Doses).

MODO DE APLICACAO:
DESALI deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.
E PROIBIDA A APLICACAO COM EQUIPAMENTOS MANUAIS OU COSTAIS.
Aplicação terrestre:
Volume de aplicação: para as culturas do algodão, amendoim, cana-de-açúcar, feijão, milho e soja utilizar 200 litros de água/ha.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27`C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no maximo 15 km/hora,
O equipamento de aplicação devera apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Aplicação aérea (culturas do algodão, amendoim, cana-de-açúcar, feijão, milho e soja)
Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco "core" inferior a 45.
Largura efetiva de 15 - 18 m, com diâmetro de gotas de 80 µ, e um mínimo de 60 gotas por cm².
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em n litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entro a última aplicação e a colheita):
ALGODÃO: 30 DIAS
AMENDOIM: 7 DIAS
CANA-DE-AÇÚCAR: 30 DIAS
FEIJÃO: 7 DIAS
MILHO: 42 DIAS
SOJA: 21 DIAS

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana — ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.
Outras restrições a serem observadas:
A azoxistrobina é extremamente fitotóxica para certas variedades de maçãs e por essa razão, não pulverizar o produto quando a deriva da pulverização possa alcançar macieiras. Não use equipamentos de pulverização que tenham sido usados previamente para aplicar DESALI, para pulverizar macieiras. Mesmo resíduos do produto que tenham permanecido nos equipamentos podem causar fitotoxicidade inaceitável para certas variedades de maçã,

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA, conforme Avaliação Toxicológica da ANVISA, para cada processo).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS Á PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS Á PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não transporte este produto juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, rações, animais e pessoas.
Não utilize equipamentos de proteção (EPI's) danificados.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA (MANUSEIO DO PRODUTO):
Use protetor ocular:
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use máscaras cobrindo o nariz e a boca: Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use luvas de borracha: Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO (APLICAÇÃO DO PRODUTO):
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca.
Não aplique o produto contra o vento.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, óculos ou viseira facial, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto em sua embalagem original, adequadamente fechada, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho, troque e lave suas roupas contaminadas separadas das demais roupas do restante da família ou de uso diário.

PRIMEIROS SOCORROS: INGESTÃO:
Não provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
OLHOS: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
PELE: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
INALAÇÃO: Procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


INTOXICAÇÕES POR DESALI - INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Benzovindiflupir- Pirazol Carboxamida
Azoxistrobina- Estrobilurina

Vias de exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória.

Toxicocinética:
Benzovindiflupir: após administração oral em rato, usando, uma dose baixa e outra dose alta, o produto foi rapidamente absorvido (60-80%) e amplamente distribuído nos tecidos. A eliminação, tanto do Bezovindiflupir como de seus metabólitos, se deu principalmente através da bile e das fezes (90%, em 48
horas). As maiores concentrações plasmáticas foram atingidas 2-4 horas e 6-24 horas após administração, para as doses baixa e alta, respectivamente. A meia vida no plasma foi de 2,5 dias. Não há evidências de bioacumulação. Os resíduos no sangue e tecidos foram baixos após sete dias de administração. Foram identificados nove metabólitos, sendo que SYN546041 e SYN546360 constituíram a maior proporção da dose administrada.
Azoxistrobina: em estudos com ratos, a absorção se deu principalmente pela via oral (74-81%), sendo as demais vias secundárias. A azoxistrobina foi extensamente metabolizada, resultando na formação de no mínimo 15 metabólitos. As duas principais rotas metabólicas foram: hidrólise e conjugação com ácido glucorônico. Os metabólitos polares resultantes foram excretados rapidamente. Após 7 dias, menos de 0,8% da dose administrada estava presente nos tecidos (principalmente no rim e no fígado) e carcaças, em ambos os sexos.
Em 48 horas, 82-96% da dose administrado oralmente foi eliminada, principalmente pelas fezes (73-89%) e, em menor proporção, pela urina (9 18%). Em um estudo, com dose única de 100 mg/kg, administrada por gavagem, 57-74% da dose foi recobrada na bile após 48h a administração. Não houve eliminação pelo ar exalado.

Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são bem conhecidos para o Benzovindiflupir e para a Azoxistrobina. Estudos sugerem que o Benzovindiflupir induz um incremento da atividade enzimática lepática da uridina difosfato glucoroniltransferase (UDPGT). A Azoxystrobina inibe o transporte de elétrons
entre citocromos b e c1 nas mitocôndrias, assim impedindo a formação de ATP.

Sintomas e sinais clínico:
Benzovindiflupir:
Toxicidade acuda: não há dados de intoxicação em humanos.
Nos estudas realizados com animais, observou-se que o Benzovindiflupir foi tóxico por ingestão ou inalação. Não é sensibilizante dérmico.
Toxicidade crônica: não há dados em seres humanos.
Azoxistrobina:
Toxicidade aguda: os dados em humanos são muito limitados; em estudos com animais foi observada baixa toxicidade, apresentando leve irritação dérmica e inalatória e moderada irritação ocular. Não é sensibilizante dérmico.
Toxicidade crônica: não há dados em seres humanos. Em animais, o principal órgão-alvo foi o fígado.
Desali: em animais de laboratório, expostos pela via oral, foram observados sintomas sistêmicos como dispnéia, convulsões, incremento da freqüência respiratória, descoordenação e diminuição da temperatura corpórea. Pela via inalatória, diminuição da frequência respiratória, diminuição da atividade locomotora, fraqueza, ataxia e prostração foram os principais sintomas
observados. O Desali é muito irritante para os olhos e é um sensibilizante dérmico.

Outros componentes: O diluente utilizado na sua formulação é irritante dérmico moderado, pode provocar lesões graves nos olhos e pode causar também irritação respiratória. Se ingerido em grandes quantidades pode causar hipercalcemia, cefaleia,
confusão, sonolência, hipertensão arterial, náuseas, vômitos e alterações
eletrocardiográficas.

DIAGNOSTICO:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

TRATAMENTO:
Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: tratamento sintomático e de suporte; remoção da fonte de exposição; descontaminação
do paciente e proteção das vias respiratórias.
Exposição Oral: em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
1. Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária.
Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias
aéreas durante o procedimento.
2. Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica
deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora).
Suspensão: 30 g,de carvão/240 ml de água. Dose: 25 a 100 g em adultos: 25 a 50 g em crianças de
1 a 12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano;
3.Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar, se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida, se requerido. Fluídos intravenosos e
monitorização de oxigenação (oximetria/gasometria), eletrólitos, ECG, etc.
4. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

CONTRA-INDICAÇÕES: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e desenvolvimento de pneumonite química.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações
especializadas sobre o diagnostico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica — RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)..
Telefone de emergência da empresa: 0800-704-4304


Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de LaboratOrio: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos: (Produto Formulado)
DL50 oral em ratos: > 550 mg/kg
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/Kg
CL50 inalatória em ratos (4 horas): > 5,01 mg/L
Irritação ocular em coelhos: Irritante severo, causando opacidade de córnea, quemose e vermelhidão da conjuntiva.
Irritação dérmica em coelhos: Não irritante
Sensibilização dérmica(cobaias): o produto é sensibilizante.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.



TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.



RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O use de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

DESALI é um fungicida composto por um pirazol carboxamicia, o benzovindiflupir e Uma estrobilurina, a azoxistrobina. Esta combinação de diferentes ativos faz parte de uma estratégia de manejo de resistência.
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida Útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sabre as recomendações locais para o manejo de resistência.