Bula Dipel WP

acessos
Bacillus Thuringiensis var. Kurstaki, linhagem HD
858901
Sumitomo

Composição

Bacillus thuringiensis 32 g/kg Inseticida microbiológico

Classificação

Inseticida biológico
II - Altamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Ingestão
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fruto
(Strymon basalides)
600 g p.c./ha 200 L/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Alfafa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
250 a 500 g p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Lagarta da alfafa
(Colias lesbia pyrrhothea)
100 a 250 g p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
250 a 500 g p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
250 a 500 g p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Helicoverpa sp.
(Helicoverpa sp.)
700 g p.c./ha 50 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
500 g p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
250 a 500 g p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
250 a 500 g p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
400 a 600 g p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
400 a 600 g p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não deteminado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
60 g p.c./100 L de água 400 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
60 g p.c./100 L de água 400 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
60 g p.c./100 L de água 400 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta dos cafezais
(Eacles imperialis magnifica)
250 a 500 g p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1000 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Aplicar no início da infestação (máximo de 4% de ocorrência de lagartas)
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
400 a 600 g p.c./ha 300 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Aplicar no início da infestação (máximo de 4% de ocorrência de lagartas)
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
400 a 600 g p.c./ha 300 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Aplicar no início da infestação (máximo de 4% de ocorrência de lagartas)
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
50 g p.c./100 L de água 1500 a 2500 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das palmeiras
(Brassolis sophorae)
100 g p.c./100 L de água 400 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Lagarta das palmeiras
(Brassolis astyra astyra)
100 g p.c./100 L de água 400 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
60 g p.c./100 L de água 400 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
60 g p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
60 g p.c./100 L de água 400 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
60 g p.c./100 L de água 400 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
60 g p.c./100 L de água 400 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
60 g p.c./100 L de água 400 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová do fumo
(Manduca sexta paphus)
250 a 500 g p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Uso não alimentar. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová
(Erinnyis ello)
250 a 500 g p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
400 a 600 g p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
400 a 600 g.p.c./ha 200 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
60 g p.c./100 L de água 400 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
60 g p.c./100 L de água 400 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
60 g p.c./100 L de água 400 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa sp.
(Helicoverpa sp.)
500 g p.c./ha 50 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
250 a 500 g p.c./ha 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
250 a 500 g p.c./ha 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
80 g p.c./100 L de água 600 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
80 g p.c./100 L de água 600 a 800 L de calda/ha - As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo

Fibrolata: 0,5; 1; 2 e 5 Kg.
Baldes de plástico: 5;10; 20 e 50 Kg.
Envelope de alumínio:100; 200; 250; 300; 400 e 500g.
Saco aluminizado: 500g e 1 e 2 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

DIPEL WP é aplicado nas culturas atacadas, sob a forma de pulverização, mediante o emprego de equipamento convencional de aplicação aérea ou terrestre, utilizando-se um volume de água adequado para assegurar uma boa cobertura.

O êxito de DIPEL WP no controle de insetos está relacionado com a cobertura das folhas durante a aplicação. A aplicação deve proporcionar uma distribuição uniforme do produto sobre todas as partes das folhas onde as lagartas irão alimentar-se.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para uma maior eficiência no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de DIPEL WP com o momento dos estágios larvais iniciais, o qual se determina com uma contagem ou avaliação de pragas, a fim de se detectar a tempo as primeiras infestações no cultivo.
As aplicações de DIPEL WP devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, das chuvas e postura de ovos.
CANA-DE-AÇÚCAR:
Aplicar 1 Kg/ha de DiPel WP utilizando-se 300 L/ha de calda. Aplicar no início da infestação (máximo de 4% de ocorrência de lagartas). Repetir o tratamento sempre que houver reinfestação.
DENDÊ:
Aplicar DiPel WP no início da infestação. Repetir o tratamento sempre que houver reinfestação.
SOJA:
Recomenda-se fazer aplicação quando a praga atingir o nível de dano econômico (10 lagartas menores que 1,5 cm por batida de pano), com adição de espalhante adesivo na dose de 0,2% v/v, gastando-se em torno de 200 litros de calda/ha.

MODO DE APLICAÇÃO:
DIPEL WP deve ser aplicado em pulverização via terrestre utilizando-se pulverizador costal manual, ou pulverizador tratorizado, munido de bicos adequados, mantendo sempre o sistema de agitação do pulverizador em funcionamento durante a aplicação. Em caso de aplicação com pulverizadores tratorizados dotado com barra/bicos, recomenda-se o uso de bicos cônicos tipo D ou séries X2, X3, e pressão de 80 a 150 lbs/pol2 dependendo o tipo do equipamento utilizado. Deve-se regular o pulverizador de tal forma que a altura da barra fique de 30 a 50 cm acima do topo das plantas, e a distância entre bicos de 30 a 50 cm entre si.

Preparo da Calda:
• Encher pela metade o tanque auxiliar;
• Fazer funcionar lentamente o agitador ou mexer manualmente, ir jogando aos poucos a quantidade desejada de DIPEL WP;
• Completar o volume do tanque, adicionando água lentamente e sempre com uma moderada agitação;
• Durante a pulverização, deve-se procurar manter uma agitação mínima.

OBS.: Agentes espalhante-adesivos poderão ser adicionados para melhorar a ação do produto.
Neste caso, estes deverão ser adicionados a água somente após a adição de DIPEL WP.

Em caso do produto estar empelotado, devido à umidade em armazenamento, é desejável que se faça uma pré-diluição com um pequeno volume de água, para quebrar os empelotamentos e, em seguida, agir conforme exposto acima.

Aplicação:
DIPEL WP atua destruindo a parede estomacal das lagartas, ou seja, começa agir após a ingestão. Desta forma, deve-se observar que ocorra uma total cobertura das folhas, no tratamento.

Regulagem do equipamento de aplicação terrestre:
Para alto volume, utilizar um mínimo de 200 litros por hectare.
Atentar para que sempre seja aplicada a dose em g/ha do produto comercial.

Barra: Bicos = X2, X3, D5, D7, cerâmica
Gotas = 100 a 400 micra
Volume de calda = 50 a 200 l/ha

Canhão: Gotas = 100 a 200 micra
Volume de calda = 40 a 60 l/ha

CITROS:
. Aplicação com Pistola:
- Pressão = 100 a 300 lb/pol2
- Vazão = 1500 a 2000 l de calda/ha ou seja,
- 7 a 8 litros de calda/planta, de acordo com a idade e tamanho da copa.
- Aplicação com Turbo Atomizador:
- Pressão = 300 lb/pol2
- Vazão = 2500 l de calda/ha ou seja,
- 5 a 10 litros de calda/planta, de acordo com a idade e tamanho da copa.
Os volumes de aplicação deverão ser considerados até o ponto de escorrimento.

DENDÊ:
Recomenda-se o uso de equipamento pulverizador tipo Turbo Atomizador, devendo-se calibrar o equipamento para gastar o volume de calda suficiente para dar cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas até o ponto de escorrimento da calda.
Usando-se outros tipos de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas.

Regulagem de Equipamentos de aplicação aérea:
Barra: Bicos = D2, D10, Flat fan nozzies-802 e 8006
Pressão = 30 a 60 psi
Volume de calda = 20 a 50 l/ha
Altura do vôo = 1 a 3 metros
Faixa de deposição= aproximadamente 20 metros
Tamanho das gotas= 100 a 200 micra
Micronair:
Ângulo da pá RPM Faixa Tamanho da gota
35° 7600 12 a 20 m 100 micra
45° 5500 12 a 20 m 125 micra
55° 3500 12 a 20 m 175 micra

Observe as condições climáticas para a aplicação aérea:
• evitar aplicações em dias de muito calor e umidade muito baixa;
• aplicações devem ser feitas pela manhã ou ao entardecer;
• o vento deverá ter velocidade menor que 8 km/hora.

SOJA:
Recomenda-se o uso de pulverizador manual ou equipamento tratorizado ou aéreo.
Aplicação terrestre: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio da série D com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micras e densidade de 200 gotas/cm2, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Tamanho das gotas indicado é de 100 a 200 µ. Pressão de 80 a 100 lb/pol2 e volume de calda de 200 L/ha.
Aplicação aérea: Avião agrícola, equipado com barra de bicos cônicos ou micronair, altura de vôo de 2 a 4 metros, pressão de 30 a 50 lb/pol2, volume de calda de 40 L/ha, velocidade do vento menor que 8 km/hora e UR do ar maior que 70%.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: DIPEL WP não é fitotóxico às culturas, nas doses recomendadas.
Incompatibilidade: DIPEL WP não deve ser misturado com substâncias extremamente alcalinas ou ácidas, como Cal, Calda Bordalesa, nutrientes foliares ou fertilizantes líquidos, ou em mistura com herbicidas ou fungicidas.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Verificar se o produto tem intervalo de segurança.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:

procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS:

GRUPO QUÍMICO: Inseticida biológico.
CLASSE TOXICOLÓGICA: Altamente tóxico.
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
TOXICOCINÉTICA: Testes realizados em animais de laboratório mostram que o Bacillus thuringiensis é absorvido e os esporos são rapidamente eliminados da corrente sanguínea dentro de um período máximo de 10 semanas. O produto não se acumula nos órgãos e nos tecidos.
MECANISMOS DE TOXICIDADE: Bacillus thuringiensis: não são conhecidos os mecanismos de toxicidade do Bacillus thuringiensis em seres humanos e nem em animais de laboratório. Não há produção de metabólitos tóxicos conhecidos.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Os animais que receberam doses letais ou próximas , apresentaram redução de atividade espontânea, respiração irregular e diarréia.
DIAGNÓSTICO: Noções de exposição ao produto e anomalias das funções hepáticas e renais. Vômitos em caso de ingestão.
TRATAMENTO: Descontaminação a ser realizada por profissional protegido por avental impermeável, botas de borracha e luvas de nitrila. Pele: Lavar abundantemente com água corrente e sabão neutro. Olho: Lavar por, pelo menos, 15 minutos como soro fisiológico, mantendo as pálpebras abertas e evitando a contaminação do outro olho ( posição lateral da cabeça ). Ingestão: Se o produto foi ingerido até 1 hora antes da chegada ao hospital, praticar lavagem gástrica com a proteção das vias respiratórias; aporte de carvão ativado. Inalação: Verificar necessidade de oxigenação. Tratamento sintomático e de manutenç~~ao das funções vitais.
Não há antídoto específico recomendado.
CONTRA-INIDICAÇÕES: A indução de vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
EFEITOS SINÉRGICOS: Não há ocorrência de efeitos sinérgicos e/ou potencializadores relacionados aos diferentes inertes.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter,
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 141 149

Efeitos Agudos e crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos

DL 50 oral, ratos: > 5000 mg/kg.
DL 50 dermal, coelhos: > 2000 mg/kg.
CL50(4h) inalatória: > 5,26 mg/L.
Irritação primária da pele, coelhos: Produto ouco irritante.
Irritação primária dos olhos, coelhos: Produto irritante aos olhos de coelho.
Sensibilzação dérmica: Não sensitizante.

Efeitos crônicos:

Não são conhecidos sintomas de alarme, sendo recomendada a suspensão do uso do produto se surgirem quaisquer sintomas durante a sua manipulação.

. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: Pouco perigoso ao meio ambiente - CLASSE IV

- Evite a contaminação ambiental. Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes:
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos de água. Evite a contaminação ambienta!.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual ou municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SUMITOMO CHEMICAL DO BRASIL REPRESENTAÇÕES LTDA - Telefone de Emergência: 0800-111 767
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

- LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem, o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs ¬Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto .
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual)
- Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 14 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; I.
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo

Lavagem sob Pressao:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcionar o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferi da para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL:

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em Caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio
local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara para lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão estadual responsável,

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem corno determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Inseticida - IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticida, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
- Consultar sempre um engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas.
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Não misturar com subst. extrem. alcalinas ou ácidas.