Bula Ecotrich WP

acessos
Trichoderma harzianum
4213
Ballagro

Composição

Trichoderma harzianum 300 g/kg Biológico

Classificação

Fungicida microbiológico
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
0,15 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - Único. Não determinado. Logo após o transplantio das mudas ou no início do aparecimento vegetativo
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
0,2 a 0,25 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - Único. Não determinado. Logo após o transplantio das mudas ou no início do aparecimento vegetativo

Sacos aluminizados: 25;50;100;200;500 e 1000g.
Caixa de papelão: 1 ; 1,25; 2; 6; 7,5; 12; 15 e 20 kg.
Caixa de isopor: 1; 1,25; 2; 6 ;7,5; 12; 15 e 20 kg.

1.3. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Alface: O produto deve ser aplicado imediatamente após o transplantio das
aplicação foliar única direcionada ao solo. mudas no campo, em
Soja: O produto deve ser aplicado via foliar, quando a cultura da soja estiver no estádio fenológico. Deve ser realizada apenas uma aplicação.
MODO DE APLICAÇÃO
Alface: Para a aplicação deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra calibrado
volume de calda equivalente a 500 litros por hectare a uma pressão constante de 30lb/pol2 para utilizar um recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde.Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27°C ou na presença de ventos fortes
(velocidade acima de 10 Km/hora), bem como com umidade relativa dop resenç ar abaixo de 7 de 7%.
Soja: Efetuar as aplicações de forma que possibilitem uma boa cobertura
plantas, sem causar escorrimento. Para a aplicação deve-se utilizar pulverizador barra calibrado para utilizar um volume de calda equivalente a 500 litros por hectare costa ou de
a uma pressão constante de 40 lb/pol2.
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do aplicação em condição de temperatura acima (velocidade acima de 10 Km/hora), bem como com 1.5. INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de segurança não determinado devido à característica microbiológica do ingrediente ativo.
1.6. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da TRATADAS:
(24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendaçoes para o uso durante a aplicação.
1.7. LIMITAÇÕES DE USO:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Não aplicar sob vento forte. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.
Para beneficiar a atuação do produto ECOTRICH WP, protegendo o inóculo dos fatores climáticos e melhorando as condições microclimáticas, recomendam-se as seguintes práticas:
- Usar a calda no mesmo dia do seu preparo. Aplicar logo após a irrigação ou com solo úmido. Não aplicar em período de chuvas intensas;
- Para melhorar as condições microclimáticas após a aplicação do microorganismo, pode-se realizar leve irrigação sobre a área;
- Aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite, em dias nublados. Nessas condições, a exposição dos esporos do fungo à radiação UV do sol (o que inviabiliza o fungo) é menor.
- Após a aplicação, evitar a limpeza mecânica ou química do piquete, pois essas práticas podem diminuir a quantidade de inóculo;
- Conservar o produto em geladeira ou lugar fresco e arejado. Nunca deixar o produto exposto ao sol;
- Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos;
1.8. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
1.9. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS Vide Modo de Aplicação.
1.10. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
1.11 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
1.12. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
1.13. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA
Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o organismo alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Recomendam-se as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos produtos:
•Qualquer produto para controle de praga da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
•Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo Integrado de Pragas (MIP).
•Incluir outros métodos de controle (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de MIP, quando disponível e apropriado.
1.14. MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS / MANEJO ECOLÓGICO DE PRAGAS Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — 1BAMA/MMA)
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
São Paulo, 30 de abril de 2013.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — 1BAMA/MMA)

1.14. MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS / MANEJO ECOLÓGICO DE PRAGAS Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

1.13. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA
Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o organismo alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Recomendam-se as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos produtos:
•Qualquer produto para controle de praga da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
•Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo Integrado de Pragas (MIP).
•Incluir outros métodos de controle (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de MIP, quando disponível e apropriado.