Bula Eleve

acessos
Mancozeb
10909
Ouro Fino

Composição

Mancozebe 800 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Acaricida, Fungicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
4,5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 32 dias. Aplicar quando a cultura estiver no estádio de emborrachamento, repetindo se necessário no início do aparecimento das panículas ou no início do florescimento
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
2 a 4,5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 32 dias. Aplicar quando a cultura estiver no estádio de emborrachamento, repetindo se necessário no início do aparecimento das panículas ou no início do florescimento
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 10 a 15 dias após a emergência, ou antes em condições muito favoráveis às doenças
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 10 a 15 dias após a emergência, ou antes em condições muito favoráveis às doenças
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
4 a 5 kg p.c./ha 400 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, caso necessário, reaplicar com intervalo de 30 dias. 21 dias. Aplicar para controle preventivo em cafeeiro adulto entre novembro e março
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
150 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, caso necessário, reaplicar com intervalo de 10 dias. 14 dias. Para o controle do ácaro, aplicar quando houver infestação de um ou mais ácaros em 2% das folhas e/ou frutos
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 a 250 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, caso necessário, reaplicar com intervalo de 10 dias. 14 dias. Realizar a primeira aplicação no início do florescimento
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
200 a 250 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, caso necessário, reaplicar com intervalo de 10 dias. 14 dias. Realizar a primeira aplicação no início do florescimento
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, caso necessário, reaplicar com intervalo de 5 - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações após o transplante, caso necessário, reaplicar o produto
Requeima
(Phytophthora infestans)
até 3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, caso necessário, reaplicar com intervalo de 5 - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações após o transplante, caso necessário, reaplicar o produto

Saco externo com ou sem saquinho interno hidrossolúvel (aluminizado, plástico e papel com revestimento interno plastificado ou aluminizado):
0,1; 0,5; 1,0; 5,0; 10 e 25 kg de peso líquido.

Caixa secundária (cartão ou plástico):
0,1; 0,5; 1,0; 5,0; 10; 20 e 25 kg de peso líquido.

INSTRUÇÕES DE USO:
ELEVE é um fungicida e acaricida de contato, do grupo químico alquilenobis (ditiocarbamato), usado em pulverização para controle das doenças da parte aérea das culturas de arroz, batata, café, citros e tomate.

ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO

ARROZ:
Efetuar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
Aplicar quando a cultura estiver no estádio de emborrachamento, repetindo se necessário no início do aparecimento das panículas ou no início do florescimento.
O intervalo entre as aplicações deve ser igual ou superior a 14 dias.

BATATA:
Efetuar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura..
Iniciar as aplicações aos 10 a 15 dias após a emergência, ou antes em condições muito favoráveis às doenças. Repetir se necessário a intervalos de 7 dias.
O intervalo entre as aplicações deve ser igual ou superior a 7 dias.

CAFÉ:
Efetuar no máximo 3 aplicações por safra da cultura..
Aplicar para controle preventivo em cafeeiro adulto entre novembro e março. Se necessário repetir com intervalo de 30 dias.
O intervalo entre as aplicações deve ser igual ou superior a 30 dias.

CITROS:
Efetuar no máximo 4 aplicações por safra da cultura..
Para o controle do ácaro, aplicar quando houver infestação de um ou mais ácaros em 2% das folhas e/ou frutos.
Para o controle das doenças, aplicar a primeira no início do florescimento repetindo, se necessário, a intervalos de 10 dias.
O intervalo entre as aplicações deve ser igual ou superior a 10 dias.

TOMATE:
Efetuar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura..
Iniciar as aplicações após o transplante, repetindo se necessário a intervalo de 5 a 7 dias. Utilizar o menor intervalo em condições altamente favoráveis às doenças.
O intervalo entre as aplicações deve ser igual ou superior a 5 dias.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Aplicação Terrestre
Usar pulverizadores de barra ou costal, pulverizadores acoplados a tratores, atomizadores costais motorizados com bomba centrífuga.
Tipo de bico:cone, como XH4 ou D 2-13.
Altura da barra: deve permitir uma boa cobertura de toda a parte aérea da planta.
Volume de aplicação: conforme as instruções de uso.
Tamanho e densidade de gotas: 90 a 100 micra, e no mínimo 60 gotas/cm².

Alicação Aérea
Equipamentos: barra com bicos ou atomizador rotativo (micronair).
Bicos: Teejet cone vazio, pontas D6 a D12. Para micronair usar 4 atomizadores na barra.
Volume de aplicação: 20 a 30 litros para barras com bicos, e 10 a 20 litros para micronair.
Altura de vôo: 2 a 5 metros sobre a cultura.
Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 20 cm.
Tamanho e densidade de gotas: 60 a 80 micra, no mínimo 80 gotas/cm².
Condições climáticas: devem ser respeitadas as condições de vento de 10 a 15 Km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.

OBS: no caso de se utilizar outros equipamentos, estes devem sempre proporcionar boa cobertura de pulverização das plantas.

O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Arroz: 32 dias
Batata: 07 dias
Café: 21 dias
Citros: 14 dias
Tomate: 07 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO lNDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em prtlnelros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança, com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

Evite o máximo possível contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança, com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls) lave as luvas ainda vestidas para evitar a contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:

Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou a receita agronômica do produto.

Ingestão: Se engolir o produto NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deita a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS - ELEVE (MANCOZEBE)

Grupo químico:Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classe toxicológica: II - Altamente tóxico.

Mecanismos de toxicidade: As formulações contendo mancozebe têm ação irritante para pele, trato respiratório e olhos.

Vias de absorção: É absorvido por vias repiratórias, oral e dérmica.

Sintomas e sinais clínicos:
Exposição dérmica pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo e eczema.
Exposição respiratória pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite laringite e traqueobronquite), fadiga, cefaléia, visão borrada e náuseas
Exposiçao ocular pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras.

Exposição oral pode causar irritação da mucosa do trato gastro-intestinal, cefaléia, dores abdominais, diarréia, náuseas e vômitos. Exposições elevadas por períodos demasiadamente longos podem causar convulções e coma.

Metabolismo e toxicocinética:
Após absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireóide, mas não são acumulados devido à rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização. A etilenotiouréia (ETU) é o principal metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. São quase que totalmente excretado em 96 horas, principalmente através das fezes (71 %) e urina (16%).

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico: compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos. Podem ser realizados dosagem de eletrólitos, exames de urina tipo I e função renal.

Tratamento:
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada, oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2. Se houver exposição ocular,irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de !llgestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração,' Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e Ig/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas' permeáveis, se necessário através de entubação oro-traqueal, aspirar! secreções e oxigenar. Adotar medidas de assistência ventilatória, sei necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG,; amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem., Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos: sintomas, Administração do EDTA cálcio-sódio acelera a climinação do manganês.

Contra-indicação:
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencia de aspiração.

Atenção:
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emer ência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de emergência da empresa: 0800-0111767

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:

Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para o ingrediente ativo. O mancozeb é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal, distribuído pelos orgãos e excretado quase por completo após 96 horas. O seu metabolismo é extenso e complexo, podendo apresentar variações de acordo com a dose absorvida. O principal metabólito é a etilenotiouréia. Distribui-se por todo o organismo e em maior quantidade na tireóide. Sua eliminação se dá tanto pelas fezes quanto pela urina, e pela bile, em menor quantidade.

Efeitos Agudos e Crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos:

DL50 oral (ratos): > 1600 mg/kg (fêmeas)
DL50 dérmica (ratos) > 1600 mgikg (machos e fêmeas)
CL50 inalatória (ratos) (4h) > 2,20 mg/L
Irritação dérmica (coelhos): o produto causou irritação leve na pele de coelhos.
Irritação ocular (coelhos): a substância-teste aplicada no olho dos coelhos causou alterações nas conjuntivas.com reversão após 7 dias
Sensibilização dérmica: o produto é considerado não sensibilizante.

Efeitos crônicos:

Estudo um estudo de longa duraçãorealizado em camundongos foram observadas pequenas alterações honnonais da tireóide e não foram relatadas alterações de peso e avaliação microscópica do órgão.
Em um estudo dc três gerações em ratos não foram relatados efeitos embrio-fetotóxicos e teratogênicos. Porém em outro estudo conduzido em ratas prenhes foram observadas anormalidades no desenvolvimento corporal do sistema nervoso central, olhos, orelha e sistema músculo-esquelético. Quando o ma ozebe foi administrado pela via inalatória em ratas prenhes não foram observados efeitos teratogênicos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

FRASES DE ADVERTÊNCIA INERENTES AO PRODUTO
- Produto ALTAMENTE MÓVEL no meio ambiente.
- Produto ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos e Algas)
- Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250. (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OURO FINO QUÍMICA LTDA. - telefone de Emergência: 08000111767.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser utilizado. Neste caso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de PÓ QUÍMICO SECO (PQS), CO2 OU NEBLINA DE ÁGUA, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁ VEL -LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um imo após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caIxa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, anImaIS e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente ( embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devedamente indentificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.

A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.