Bula Escudo - Adama
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Bula Escudo

Clomazona
4608
Adama

Composição

Clomazona 500 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo

Frascos plásticos/metálicos:0,25; 0,5; 0,6; 0,8; 1,0; 1,2; 1,5; 1,6;1,8; 2,0 e 2,2 litros.
Bombona/Balde plástico e metálico: 2,0; 2,2; 2,4; 2,5; 3,0; 4,0;5,0; 10; 15;20; 25; 30; 40 e 50 litros.
Tambores metálicos/plásticos:20;25;30;50; 100; 150;200;250; 400 e 500 litros.
Container interno-polietileno, externo maderite: 1000 litros.
Tanque portáti metálico: 500; 1000; 1500;2000;2500;3000;4000; 5000; 10.000; 15.000 e 20.000
litros.
Sacos hidrossolúveis/plásticos:0,25; 0,5; 1,0; 1,5 e 2 litros.

INSTRUÇÕES DE USO

ESCUDO é um herbicida seletivo pré-emergente indicado para o controle de plantas infestantes nas culturas de Arroz irrigado e Cana-de-açúcar. Podendo ser aplicado logo após a emergência da cultura no sistema de cultivo de arroz irrigado.

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação do herbicida ESCUDO poderá ser efetuada através de pulverização terrestre (manual ou tratorizada) e aeronaves agrícolas.

APLICAÇÃO TERRESTRE

O herbicida pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador tratorizado de barra, equipados com pontas do tipo leque jato plano, nas séries 8002 a 8004 ou 11002 a 11004, em volumes de calda de 150 a 400L/ha ou conforme tabela a seguir:

Tipo de ponta/Cor da ponta/Distância entre pontas(cm)/Altura do alvo(cm)/Pressão (Lb/poL2)/Velocidade de Aplicação (Km/h)/ Volume de Calda(L/ha):
AIJET 110.02 Amarelo 50 cm 50 cm 40 5 - 10 200 - 100
AIJET 110.03 Azul 50 cm 50 cm 40 5 - 10 300 - 150
XR Teejet 110.02 Verde 50 cm 50 cm 40 5 - 10 200 - 110
XR Teejet 110.03 Amarelo 50 cm 50 cm 40 5 - 10 300 - 150
XR Teejet 110.04 Azul 50 cm 50 cm 40 5 - 10 400 - 200
DG Teejet 110.02 Amarelo 50 cm 50 cm 40 5 - 10 200 - 100
DG Teejet 110.03 Azul 50 cm 50 cm 40 5 - 10 300 - 150
DG Teejet 110.04 Vermelho 50 cm 50 cm 40 5 - 10 400 - 200
Twinjet 110.02 Amarelo 50 cm 50 cm 40 5 - 10 200 - 100
Twinjet 110.03 Azul 50 cm 50 cm 40 5 - 10 300 - 150
Twinjet 110.04 Vermelho 50 cm 50 cm 40 5 - 10 400 - 200
Turbo Floodjet TF 02 Vermelho 75 cm 75 cm 40 5 - 10 300 - 150
Turbo Floodjet TF 02 Vermelho 100 cm 100 cm 40 5 - 10 250 - 100
Turbo Floodjet TF 03 Marron 75 cm 75 cm 40 5 - 10 500 - 200
Turbo Floodjet TF 03 Marron 100 cm 100 cm 40 5 - 10 350 - 150
Turbo Teejet 110.02 Amarelo 50 cm 50 cm 40 5 - 10 200 - 100
Turbo Teejet 110.03 Azul 50 cm 50 cm 40 5 - 10 300 - 150
Turbo Teejet 110.04 Vermelho 50 cm 50 cm 40 5 - 10 400 - 200
XR Teejet 110.02 Amarelo 50 cm 50 cm 40 5 - 10 200 - 100
XR Teejet 110.02 Azul 50 cm 50 cm 40 5 - 10 300 - 150
XR Teejet 110.02 Vermelho 50 cm 50 cm 40 5 - 10 400 - 200

APLICAÇÃO ÁEREA

ESCUDO pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas, equipadas com barra contendo pontas do tipo Spraying Systems D 8, core 46, pressão de 200 kilopascal, proporcionando um volume de 30
a 40 L/ha de calda, densidade de 40 gotas/cm² e com tamanho de gotas médias a grossas, preferencialmente.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

PREPARO DA CALDA

Colocar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade. Adicionar ESCUDO na dose previamente calculada. Manter a calda com constante agitação durante a pulverização.
*Obs1: A regulagem da vazão e a distância das pontas de pulverização devem ser realizadas apenas com água limpa no pulverizador, portanto, colocar o produto somente após a regulagem da vazão e limpeza dos bicos.
*Obs2: O solo deve estar bem preparado, livre de torrões e com umidade para uma melhor eficácia do produto.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Arroz e cana-de-açúcar: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

O intervalo de reentrada recomendado é de 24 horas. Caso necessite entrar nas áreas tratadas antes do término de reentrada, utilize os EPI's indicados no item "Precaução Durante a Aplicação" na bula do MS.

LIMITAÇÕES DE USO

- Não se recomenda aplicar ESCUDO a menos de 800m da cultura de girassol e milho e das seguintes atividades: hortas, pomares, viveiros, casas de vegetação (estufas), jardins, videiras, arboredos, vegetações ribeirinhas e outras nativas.
- Culturas de inverno (trigo, aveia, centeio) subsequentes à aplicação de ESCUDO poderão apresentar leve clorose em locais se houver sobreposição de barra. Entretanto, estas plantas recuperam-se normalmente, não afetando a produção nestas condições.
- Aguardar um período mínimo de 150 dias após a última aplicação do ESCUDO para a instalação de culturas subsequentes.
- Para aplicações em cana soca já brotada, poderá ocorrer clorose localizada pela ação do contato com o ESCUDO, havendo recuperação total da planta. Deve-se evitar aplicação em área total em cana soca com mais de 20 cm de altura, caso necessário, realizar a pulverização com jato dirigido.
- Uso em arroz irrigado: O produto ESCUDO pode causar um branqueamento temporário em níveis baixos nas folhas do arroz. Estes sintomas não interferem no desenvolvimento das plantas e desaparecem totalmente de 20 a 40 dias após a aplicação do produto. Segundo dados de pesquisa, os sintomas de branqueamento não causam interferência no rendimento da cultura.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prático de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomendo-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo F3 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).