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Bula Exemplo

2,4-D
9119
Albaugh

Composição

2,4-D 806 g/L
Equivalente ácido de 2,4-D 670 g/L

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico

Arroz

Aeschynomene denticulata (Angiquinho)
Aeschynomene rudis (Angiquinho)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Portulaca oleracea (Beldroega)

Café

Amaranthus viridis (Caruru comum)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)

Cana-de-açúcar

Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus retroflexus (Caruru gigante)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)

Milho

Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Bidens pilosa (Picão preto)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Pastagens

Conyza bonariensis (Buva)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Soja

Bidens pilosa (Picão preto)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)

Tipo: Balde.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25 L.
Tipo: Bombona.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25 L.
Tipo: Container.
Material: Estrutura de maderite naval com bolha de polietileno.
Capacidade: 1.000 L.
Tipo: Frasco.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 0,1; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5 L.

MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

EXEMPLO deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Aplicar o produto de maneira uniforme proporcionando boa cobertura da parte aérea das plantas infestantes que se deseja o controle. A aplicação pode ser feita por equipamentos terrestres.
Aplicação Terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico vazio, visando a produção de gotas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta, conforme recomendação do fabricante e recomendações da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.


Recomendações gerais sobre deriva: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Estes fatores devem ser avaliados e considerados quando da decisão de aplicação. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Preparação da calda: Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar EXEMPLO, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.

INTERVALO DE SEGURANÇA: (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita)
Cultura Intervalo (dias)
Arroz ...................................... (1)
Café ...................................... 30 dias.
Cana-de-açúcar ...................................... (3)
Milho ...................................... (2)
Soja ...................................... (4)
Pastagem ...................................... (5)

(1) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
(2) O intervalo de segurança para a cultura do milho convencional é não determinado por ser de uso desde a fase pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm.
(3) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até 3 (três) meses após o plantio ou corte. (4) Uso permitido somente em pré-plantio. O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
(5) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO: Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O herbicida EXEMPLO é composto por 2,4-D, que apresenta mecanismo de ação mimetizador de auxina (auxina sintética) pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).