INSTRUÇÕES DE USO
MODO DE APLICAÇÃO
Preparo da calda
Tratamento de sementes (pré-emergente)
Agitar vigorosamente o produto em sua embalagem original. O produto pode ser misturado com água, perfazendo um total máximo de 600 mL de calda para tratar 100kg de sementes.
Via sulco (de plantio)
Agitar vigorosamente o produto em sua embalagem original. O volume de calda a ser utilizado é de 100 L por hectare.
Via drench
Agitar vigorosamente o produto em sua embalagem original. O volume de calda a ser utilizado é de 100 L por hectare. Aplicar a calda em ambos os lados da planta, na projeção da copa.
Pulverização (Pré e pós emergente)
Agitar vigorosamente o produto em sua embalagem original. O volume de calda a ser utilizado é de 200 L por hectare.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO, ESTRATÉGIAS DE USO
O tratamento de sementes pode ser realizado em tratores de sementes na unidade de beneficiamento, bem como, em tambor giratório excêntrico. Recomenda-se realizar a semeadura em até 12 horas após o tratamento das sementes.
O tratamento via pulverização deve ser aplicado por pulverizador costal, ou motorizado em no máximo 12 horas após o preparo da calda.
INTERVALO DE REENTRADA
Não requerido para aplicação no tratamento de sementes.
Tratamento via pulverização (pré e pós emergente) e tratamento via sulco (de plantio): Não entrar na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso
necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos à cultura indicada.
Precauções quanto a saúde humana
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
Precauções quanto ao meio ambiente
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Manejo integrado
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
Manejo de resistência
Não há informações sobre o desenvolvimento de resistência de Bacillus amyloliquefaciens.
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido o desenvolvimento de resistência.
O comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR – recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
- Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI;
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural Biológico etc.) dentro do Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.