Bula Field

acessos
2,4-D ALTA 806 SL
5614
Alta

Composição

2,4-D-dimetilamina 806 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
0,3 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
0,3 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,3 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Tiririca
(Cyperus rotundus)
1 % (v/v) 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo. Adicionar 0,3 % de espalhante adesivo
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e da cultura até no máximo 4 folhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e da cultura até no máximo 4 folhas
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e da cultura até no máximo 4 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e da cultura até no máximo 4 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e da cultura até no máximo 4 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e da cultura até no máximo 4 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e da cultura até no máximo 4 folhas
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Após início do perfilhamento e antes do emborrachamento da cultura e em pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Após início do perfilhamento e antes do emborrachamento da cultura e em pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Após início do perfilhamento e antes do emborrachamento da cultura e em pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Após início do perfilhamento e antes do emborrachamento da cultura e em pós-emergência das plantas infestantes

Saco - Plásticos - 0,10; 0,20; 0,25; 0,50; 1,0; 2,0; 2,5; 5,0; 10; 15; 20, 25 e 50 L
Frasco - Plásticos - 0,10; 0,20; 0,25; 0,50; 1,0; 2,0; 5,0; 10 e 20 L
Tambor - Metálico ou de plástico - 20; 25; 50; 100; 150; 200 e 250 L
Container/Retornável - Metálico - 500; 1.000, 5.000; 10.000; 17.000; 18.000 e 20.000 L
Baldes /bombonas - Plástico - 2,5, 5,0; 10. 15; 20 e 25 L
Caixa secundária - Papelão - 5,0; 10; 15; 20; 25 e 50 Kg

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Field é aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme e pulverizado por meio de equipamento costal (manual ou motorizado) ou tratorizado.
Na aplicação com pulverizadores tratorizados de barra, observar os seguintes parâmetros:
- Tipos de bicos: anti-deriva
- Tamanho de gotas: DMV acima de 200 um
- Densidade de Gotas: 30 gotas/cm2
- Volume de aplicação: 150 a 300 L/ha
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:
Temperatura: <30°C
Velocidade do vento: < 15 km/h
Umidade relativa: superior a 60%
Caso haja a presença de orvalho, não há restrições nas aplicações aeras, porém, deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres quando há presença de orvalho na cultura.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança (Dias)
Arroz 1
Cana-de-açúcar 3
Milho 2
Pastagens 5
Soja 4
Trigo 1
(1) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
(2) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso desde a fase pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm.
(3) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós emergência até 3 meses após o plantio ou corte.
(4) Uso permitido somente em pré-plantio.
(6) Intervalo de segurança não determinado
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade:
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas dentro das doses e usos recomendados. Outras restrições:
- São sensíveis ao produto todas as culturas dicotiledôneas, hortaliças, bananeiras, quando a pulverização atinge diretamente a folhagem.
- Também são sensíveis cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após o emborrachamento e milho plantado em solo arenoso ou quando a aplicação não é feita no período recomendado.
- Pequenas quantidades ou mesmo a névoa da pulverização do 2,4-D ALTA 806 SL podem causar sérios danos em
espécies susceptíveis. Dessa forma, não aplique quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, estas espécies.
- Uma aplicação excessiva de 2,4-D ALTA 806 SL pode atingir temporariamente a germinação das sementes. - Não misture 2,4-D ALTA 806 SL em óleo.
- Devido à dificuldade em limpar o equipamento utilizado na aplicação deste herbicida, recomenda-se não usá-lo na pulverização de outros produtos em plantas susceptíveis.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vvzamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com °produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
É proibida a aplicação com equipamentos manuais ou costais.
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico Contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do inter lo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção irdividual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutecção e lavagem dos equipamentos de próteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrla e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão:Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para comer ou beber.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato,tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usardo luvas e avental impermeáveis, por exemplo
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico - Acido ariloxialcanóico
Vias de exposição - Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética - 2,4-D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do 2,4-D administrado) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D foi encontrado nos tecidos e na carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos
Sintomas e sinais clínicos: A exposição ocular pode causar irritação severa com injúria da córnea.
2,4-D:
Exposição Aguda
Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.
Ingestão
Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficência
respiratória, edema pulmonar e rabdomiólise.
Patofisiologia
Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema neverso central. Cardiovascuiar
Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia,
anormalidades no eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.
Respiratório
Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar.
Neurológico
Exposição a baixas doses: podem ocorrer dependendo do composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
Exposições a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, contrações musculares, espamos, fraqueza profunda, polineurite e perda da consciência. Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas. Gastrointestinal
Foram relatados náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa gastrointestinal.
Hepático
Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e ALAT.
Genitourinário
Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida à rabdomiólise também é possível.
Hidro-eletrolítico
A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.
Hematológico
A trombocitopenia é o efeito hematológico primário. A leucopenia também já foi relatada.
Dermatológico
O contato direto pode causar irritação na pele. Musculoesquelético
Podem ocorrer aspamos musculates, rigidez muscular, elevação da creatina quinase e rabdomiólise.
Endócrino
Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-D. Estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos.
Diagnóstico: Não existe método diagnóstico
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção Para Animais de Laboratório:
Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94%) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%).. Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrada foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.
Efeitos Agudos:
DL50 oral (ratas): > 300 mg/kg;
DL50 dérmica: > 4000 mg/kg;
CL50 inalatória: maior do que 2,497 mg/L.
Irritação dérmica: POuco irritante
Irritação ocular: Extremamente irritante aos olhos dos coelhos testados.
Sensibilização cutânea: Não houve sensibilização dérmica nas cobaias tratadas.
Efeitos CRÔNICOS para Animais de Laboratório
Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia. Em doses de 45
mg/kg/dia, Os rins de animais testados neste estudo, tiveram aumento de peso. Os resultados de alguns estudos epidemiológicos sugeriram uma associação entre a exposição aos fenoxi herbicidas, aumento na incidência de tumores malignos e aumento da mortalidade, porém esta associação ainda não está confirmada.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( )Pouco perigoso ao meio ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potenci-árdg-TeSTOEá-mento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d 'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALTA — AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA - telefone de Emergência: (0xx41) 3071-9100
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água, Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do ----telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS UTILIZAÇAO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 14 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local aberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local, onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia com tampa pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o té do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efeTúrcra em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, ue inc ui e acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.