Bula Front - Du Pont
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Bula Front

Diurom; Hexazinona; Sulfometurom-Metílico
10110
FMC

Composição

Diurom 603 g/kg
Hexazinona 170 g/kg
Sulfometurom-metílico 14,5 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico

Sacos Multifoliados: Aluminizados-0,5;1;2;2,5;3;4;5;10;15;20
Barricas: Papelão-10;15;20;25
Barricas: Fibra-10;15;20;25
Minibulk: Plástico-50;100;200;300;400;500;600;661
Caixas Papelão: 10;15;20;25
Caixas Fibra: 10;15;20;25

INSTRUÇÕES DE USO

Front® é um herbicida apresentado na forma granulado dispersível seletivo para cana-de-açúcar (cana soca) indicado para o controle de plantas infestantes em pré-emergência e aplicado em ambientes de baixo índice pluviométrico (semi-seca, seca e semi-úmida). É prontamente absorvido pelas raízes das plantas infestantes. O grau de controle e a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura, teor de matéria orgânica, textura do solo e nível de infestação.
Referência para classificação dos solos:
Arenoso (Leve): 0 - 15 % de argila
Médio: 16 - 35 % de argila
Argiloso (Pesado): > 36 % de argila

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Front® deve ser aplicado uma única vez por ciclo da cultura antes de sua emergência ou até no máximo, início da fase de esporão por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas.
As maiores doses devem ser utilizadas em solos pesados (argilosos), alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta infestação de plantas infestantes.
As menores doses devem ser utilizadas em solos leves (arenosos), de baixo teor de matéria orgânica e/ou argila e com baixa infestação de plantas infestantes.
Front® pode ser aplicado tanto em cana crua quanto em cana queimada.
Para ativação do Front®, é necessária uma quantidade mínima de umidade no solo. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (mínimo 10 mm) para sua ativação.
O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pelo cultivo.

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre
Aplicar o produto com pulverizador costal manual ou tratorizado.
A qualidade da aplicação (uniformidade da calda, boa cobertura, etc.), é fundamental para se obter um bom controle das plantas infestantes, volume de aplicação: 185 a 200 litros de calda/ha.
• Condições climáticas
Devem ser respeitadas condições de temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS.

Aplicação aérea
Antes da aplicação de Front® o equipamento de pulverização deve estar limpo, procedendo então à calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos de jatos cônicos cheio, da série D ou CP que produzam gotas de 200 a 400 micra, altura de voo de 2 a 4 m, densidade de gotas de 20 a 30 gotas/cm², volume de aplicação: 20 a 50 litros de calda/ha. Não sobrepor às faixas de aplicação.
• Condições climáticas
Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento de 3 a 15 km/hora, temperatura inferior que 30ºC e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.

PREPARO DA CALDA HERBICIDA

Antes do preparo da calda, realize a limpeza do tanque pulverizador para evitar possíveis contaminações entre produtos. Verifique no item Lavagem do equipamento de aplicação como proceder.
• Aplicação Costal manual / Tratorizada:
Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o conteúdo da(s) embalagem(ns) de Front®. Em seguida, adicionar mais água até ¾ (três quartos) da capacidade do tanque, e por último adicionar o espalhante adesivo, se necessário.
Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário re-agitar a calda antes de reutilizá-la.
• Aplicação Aérea:
No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose de Front® recomendada e adicionando nesta fase o espalhante adesivo (primeiramente o Front® e em seguida o espalhante adesivo).
Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave completando o volume com água.
Nota: Antes da aplicação de Front® o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então à calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

• Equipamento de aplicação terrestre:
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo que por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, pontas de pulverização e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e pontas de pulverização. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, pontas de pulverização e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione água sanitária (Hipoclorito de sódio) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e pontas de pulverização. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, pontas de pulverização e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe as pontas de pulverização, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo nº 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, pontas de pulverização e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

• Equipamento de aplicação aérea.
Após a aplicação do produto, ou em caso de utilização da aeronave para aplicação em outras culturas, deverá ser feita a descontaminação completa da aeronave, conforme legislação vigente. Para a descontaminação sempre utilize os equipamentos de proteção individual recomendado em PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO.
1. Lavar muito bem, com água limpa e sabão, interna e externamente o avião, circulando água pelas tubulações e bicos.
2. Encher o tanque do avião com água limpa adicionando uma solução de amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1 litro por 100 litros de água.
3. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule, então, pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. Esvazie o tanque em local adequado a este tipo de procedimento, conforme legislação vigente.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita os passos nº 2 e 3.
6. Para finalizar, enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barras, bicos e difusores com água limpa, no mínimo, duas vezes.
É recomendada a descontaminação da aeronave imediatamente após a aplicação para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente faz a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em contaminação cruzada com outros produtos e/ou danos a outras culturas.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA

Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O APLICADOR É RESPONSÁVEL POR CONSIDERAR TODOS ESTES FATORES QUANDO DA DECISÃO DE APLICAR.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado ou culturas sensíveis, condições climáticas, estágio de desenvolvimento da cultura, etc., devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
• Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Siga as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica presentes na bula.
• Tipo de bico:
Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
• Altura da barra ou lança:
Regule a altura da barra ou lança para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com o solo, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
• Ventos:
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
• Temperatura e umidade:
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
• Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Cana-de-açúcar: 150 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula.
• Utilizar a calda imediatamente após o preparo. Nunca utilizar calda preparada no dia anterior.
• A tolerância a novas variedades deve ser determinada antes de se adotar Front® como prática.
• Front® não é recomendado em áreas de cana planta.
• Não aplicar em condições de pós-emergência da cultura.
• Não aplicar em solos leves com menos de 1% de matéria orgânica.
• Independentemente da prática adotada, seja ela aplicação terrestre ou aérea, não ultrapassar os limites máximos de dose em kg/ha recomendados nas instruções de uso.
• Em aplicações sobre a palha, melhores resultados serão obtidos quando ocorrer chuva contínua de 20 mm. Isto é importante para que o produto possa ser lavado da palha e atinja o solo, iniciando o controle das plantas infestantes. Precipitações menores e espaçadas que totalizem 20 mm (ex. duas chuvas de 10 mm), não apresentarão o mesmo efeito.
• Nas aplicações em pré-emergência das plantas infestantes, o solo deve estar bem preparado e livre de torrões.
• Nunca abastecer o pulverizador em corpos d'água.
• Não contaminar corpos d'água tais como lagos, reservatórios, açudes, represas, rios, ribeirões, criações e áreas de preservação ambiental com sobra da aplicação ou embalagem do produto utilizado.
• Não aplicar Front® em áreas de lençol freático superficial.
• Não aplicar através de sistemas de irrigação.
• Não aplicar Front® em quaisquer corpos d'água tais como lagos, reservatórios, açudes, represas, rios, ribeirões, criações e áreas de preservação ambiental.
• Não aplicar o produto contra o vento, para evitar que o aplicador seja atingido pela névoa do produto.
• Não utilizar o equipamento de aplicação usado para aplicar Front® em outras culturas sem prévia realização de sua lavagem, conforme recomendação.
• É recomendado ter equipamentos específicos para aplicação de herbicidas em cana-de- açúcar.
• Durante a aplicação, não permitir que Front® atinja plantações vizinhas por deriva ou vento.
• Em situações onde pode ocorrer escorrimento superficial de água da área aplicada com Front® para áreas agricultáveis, pode haver danos ou em algumas situações a morte de culturas.
• Seletividade para CANA-DE-AÇÚCAR: quando utilizado de acordo com as recomendações da bula, Front® é seletivo. • Evitar a sobreposição de faixas de aplicação.
• Não execute aplicação aérea de Front® em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação, culturas vizinhas, de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Chuvas pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo controle das plantas infestantes
• O Front® poderá causar injurias em plantas não alvo (não indicadas nesta bula) caso sejam atingidas por deriva ou escorrimento superficial (enxurrada).
• Não aplicar, drenar, ou lavar equipamentos de pulverização sobre ou próximo a plantas não alvo.
• A cana-de-açúcar em que foi aplicado Front® não pode servir para alimentação animal.
• Para a rotação de cultura observar o período mínimo de 01 ano após a aplicação para o plantio de qualquer outra cultura.
• Não use palha, torta de filtro e bagaço diretamente ou ao redor de quaisquer plantas, exceto a própria cana-de-açúcar. Após o período de 12 meses do tratamento com Front® não há restrições para este uso.
• A vinhaça somente poderá ser utilizada para fertilização na cultura da cana de açúcar.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas, quando disponível.

Front® é um herbicida composto por Diurom, Hexazinona e Sulfometurom-Metílico. O Diurom é do grupo químico das ureias e age como inibidor da fotossíntese no fotossistema II (Grupo C2), a Hexazinona é do grupo químico das triazinonas e age como inibidor da fotossíntese no fotossistema II (Grupo C1) e o Sulfometuron-metílico é do grupo químico das Sulfoniluréias e age como inibidor da ALS (Acetolactato sintase) ou acetohidroxidoácido sintase (AHAS) (Grupo B), segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos B, C1 e C2 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas (ex. controle manual, roçadas, capinas, etc.).
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).