Bula Front

acessos
Diuron
10110
Du Pont

Composição

Diurom 603 g/kg Uréia
Hexazinona 170 g/kg Triazinona
Sulfometurom-metílico 14.5 g/kg Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Burra leiteira
(Chamaesyce hyssopifolia)
1,3 a 2,3 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Pré-emergência
Café bravo
(Croton lobatus)
1,3 a 2,3 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Pré-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,3 a 2,3 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Pré-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,3 a 2,3 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Pré-emergência
Capim colchão
(Digitaria nuda)
1,3 a 2,3 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Pré-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,3 a 2,3 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Pré-emergência
Capim mão de sapo
(Dactyloctenium aegyptium)
1,3 a 2,3 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Pré-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1,3 a 2,3 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Pré-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,3 a 2,3 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Pré-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,3 a 2,3 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Pré-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,3 a 2,3 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Pré-emergência

Sacos Multifoliados: Aluminizados-0,5;1;2;2,5;3;4;5;10;15;20
Barricas: Papelão-10;15;20;25
Barricas: Fibra-10;15;20;25
Minibulk: Plástico-50;100;200;300;400;500;600;661
Caixas Papelão: 10;15;20;25
Caixas Fibra: 10;15;20;25

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
FRONT® deve ser aplicado uma única vez por ciclo da cultura antes de sua emergência ou até no máximo, início da fase de esporão por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas.
As maiores doses devem ser utilizadas em solos pesados (argilosos), alto teor de matéria orgânica elou argila e alta infestação de plantas infestantes.
As menores doses devem ser utilizadas em solos leves (arenosos), de baixo teor de matéria orgânica e/ou argila e com baixa infestação de plantas infestantes.
FRONT® pode ser aplicado tanto em cana crua quanto em cana queimada.
Para ativação do FRONT®, é necessária uma quantidade mínima de umidade no solo. Na ausência
desta, deve-se aguardar uma chuva leve (mínimo 10 mm) para sua ativação.
O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pelo cultivo.
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre
Aplicar o produto com pulverizador costal manual ou tratorizado.
A qualidade da aplicação (uniformidade da calda, boa cobertura, etc.), é fundamental se obter um bom controle das plantas infestantes, volume de aplicação: 185 a 200 litros de calda/há.
Condições climáticas
Devem ser respeitadas condições de temperatura inferior a 30°C e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS
Aplicação aérea:
Antes da aplicação de FRONT® o equipamento de pulverização deve estar limpo, procedendo então à calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos de jatos crônicos cheio, da série D ou CP que produzam gotas de 200 a 400 micra, altura de voo de 2 a 4m, densidade de gotas de 20 a 30 gotas/cm², volume de aplicação, 20 a 50 litros de calda/ha. Não sobrepor as faixas de aplicação.
• Condições climáticas
Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento de 3 a 15 km/hora, temperatura inferior que 30°C e umidade relativa superior a 55 %. visando reduzir ao máxima as perdas por deriva e evaporação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
PREPARO DA CALDA HERBICIDA:
Antes do preparo da calda, realize a limpeza do tanque pulverizador para evitar possíveis contaminações entre produtos. Verifique no item Lavagem do equipamento de aplicação como proceder.
• Aplicação Costal manual / Tratorizada:
Iniciar colocando água no tanque do pulverizador ate a ½ (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o contendo da(s) embalagem(ns) de FRONT® adicionar mais água ate ¾ (três quartos) da capacidade do tanque, e por ultimo adicionar espalhante adesivo, se necessário
Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo e aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, a necessário re-agitar a reutilize-la.
• Aplicação Aérea:
No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose recomendada e adicionando nesta fase o espalhante adesivo (primeiramente o FRONT® e em seguida o espalhante adesivo).
Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave completando o volume com água.
Nota: Antes da aplicação de FRONT® o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICACAO:
o Equipamento de aplicação terrestre
Imediatamente após a aplicação, proceda a urna completa limpeza de todo o equipamento reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo que por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador água limpa pelas mangueiras, barras, pontas de pulverização e difusores fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros, pontas de pulverização. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, pontas de pulverização e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione água sanitária (Hipoclorito proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros pontas de pulverização. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, pontas de pulverização e difusores. Esvazie o tanque evitando que este liquido atinja c nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe as pontas de pulverização, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, pontas de pulverização com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
• Equipamento de aplicação aérea.
Após a aplicação do produto, ou em caso de utilização da aeronave para aplicação em outras culturas, deverá ser feita a descontaminação completa da aeronave, conforme legislação vigente.
Para a descontaminação sempre utilize os equipamentos de proteção individual recomendado em PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO.
Lavar muito bem, com água limpa e sabão, interna e externamente o avião, circulando água pelas tubulações e bicos.
2. Encher o tanque do avião com água limpa adicionando uma solução de amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1 litro por 100 litros de água.
3. Circule esta solução pelas mangueiras. barras filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra, bicos e difusores. Esvazie o tanque em local adequado a este tipo de procedimento, conforme legislação vigente.
4. Remova e limpe os bicos. filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza
5. Repita o passo N°2 e 3.
6. Para finalizar. enxágue completamente o pulverizador mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes
E recomendada a descontaminação da aeronave imediatamente após a aplicação para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente faz a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em contaminação cruzada com outros produtos e/ou danos a outras culturas.
:
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não lilmpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O APLICADOR E RESPONSAVEL POR CONSIDERAR TODOS ESTES FATORES QUANDO DA DECISAO DE APLICAR.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado ou culturas sensíveis, condições climáticas, estagio de desenvolvimento da cultura, etc.. devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICACAO E RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
• Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura.

APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Siga as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica presentes na bula.
• Tipo de bico:
Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
• Altura da barra ou lança:
Regule a altura da barra ou lança para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com o solo, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
• Ventos:

O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
• Temperatura e umidade:
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
• Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação á altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento, Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de uni bom movimento vertical do ar.


INTERVALO DE SEGURANCA:
cana-de-açúcar 150 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo Órgão responsável pela ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO
• Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rotulo e bula.
• Utilizar a calda imediatamente após o preparo. Nunca utilizar calda preparada no dia anterior.
• A tolerância a novas variedades deve ser determinada antes de se adotar FRONT® como prática.
• FRONT® não é recomendado em áreas de cana planta.
• Não aplicar em condições de pós-emergência da cultura.
• Não aplicar em solos leves com menos de 1% de matéria orgânica.
• Independentemente da pratica adotada, seja ela aplicação terrestre ou aérea, não ultrapassar os limites máximos de dose em kg/ha recomendados nas instruções de uso.
• Em aplicações sobre a palha, melhores resultados serão obtidos quando ocorrer chuva continua de 20 mm. Isto é importante para que o produto possa ser lavado da palha e atinja o solo, iniciando o controle das plantas infestantes. Precipitações menores e espaçadas que totalizem 20mm (ex. duas chuvas de 10 mm), não apresentarão o mesmo efeito.
• Nas aplicações em pré-emergência das plantas infestantes, o solo deve estar bem preparado e livre de torrões.
• Nunca abastecer o pulverizador em corpos d'agua.
• Não contaminar corpos d'agua tais como lagos, reservatórios, açudes, represas, rios, ribeirões, criações e áreas de preservação ambiental com sobra da aplicação ou embalagem do produto utilizado.
• Não aplicar FRONT® em áreas de lençol freático superficial.
• Não aplicar através de sistemas de irrigação.
• Não aplicar FRONT® em quaisquer corpos d'agua tais como lagos, reservatórios, açudes, represas, rios, ribeirões, criações e áreas de preservação ambiental.
• Não aplicar o produto contra o vento, para evitar que o aplicador seja atingido pela névoa do
produto.
• Não utilizar o equipamento de aplicação usado para aplicar FRONT® em outras culturas sem prévia realização de sua lavagem, conforme recomendação.
• É recomendado ter equipamentos específicos para aplicação de herbicidas em cana de-açúcar,
• Durante a aplicação, não permitir que FRONT® atinja plantações vizinhas por deriva ou vento.
• Em situações onde pode ocorrer escorrimento superficial de água da área aplicada com FRONT® para áreas agricultáveis, pode haver danos ou em algumas situações a morte de culturas.
• Seletividade para CANA-DE-AÇÚCAR: quando utilizado de acordo com as recomendações da bula, FRONT® é seletivo
• Evitar a sobreposição de faixas de aplicação.
• Não execute aplicação aérea de FRONT® em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação, culturas vizinhas, de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Chuvas pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo controle das plantas infestantes
• O FRONT® poderá causar injurias em plantas não alvo (não indicadas nesta bula) caso sejam atingidas por deriva ou escorrimento superficial (enxurrada).
• Não aplicar, drenar, ou lavar equipamentos de pulverização sobre ou próximo a plantas não alvo.
• A cana-de-açúcar em que foi aplicado FRONT® não pode servir para alimentação animal
• Para a rotação de cultura observar o período mínimo de 01 ano após a aplicação para o plantio de qualquer outra cultura.
• Não use palha, torta de filtro e bagaço diretamente ou ao redor de quaisquer plantas, exceto a própria cana-de-açúcar. Após o período de 12 meses do tratamento com FRONT® não há restrições para este uso.
• A vinhaça somente poderá ser utilizada para fertilização na cultura da cana de açúcar.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa pontas de pulverização, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto contra o vento.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança 10 de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadamente das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado'), leve a pessoa para um local A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e ave t I impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

INTOXICAÇÕES POR DIUROM (Diuron), HEXAZINONA (Hexazinone) e SULFOMETUROM - METÍLICO (Sulfometuron-methyl)

Grupo químico: Diurom - Uréia
Hexazinona - Triazinona
Sulfometurom-metilico - Sulfoniluréia

Classe toxicológica: I - EXTREMAMENTE TÓXICO

Vias de expoxição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética:
Diurom: o diurom é absorvido tanto pela via gastrintestinal quanto pelo trato respiratório.
Contudo, não se sabe se o diurom também é absorvido pela pele. A maior parte dos metabólitos do diurom (1-(3,4-diclorofenil)-3,3-i, 3-amino-1,2,4-triazol, 1-(3,4-diclorofenil)-i 3-metil uréia, e 1-(3,4-diclorofenil)uréia), que são excretados na urina, mantêm ai configuração da uréia e resultam de hidroxilação e dealquilação do diurom. É rapidamentel excretado pelo nm, na forma onglnal ou metabohtos apos breve armazenamento nos tecidos corporais.
Hexazinona: a hexazinona é prontamente absorvida após a exposição oral, e rapidamente metabolizada e excretada na urina e nas fezes. A taxa de absorção dérmica parece ser: muito menor do que a absorção via exposição oral. As transformações metabólicas sãol limitadas à hidroxilação, desmetilação e oxidação, que são processos relativamentel simples e comuns no metabolismo de muitos agrotóxicos e no de outros compostos quel ocorrem naturalmente no organismo. Todos esses passos tendem a tornar os metabólitosl; mais solúveis em água e aumentar a taxa de excreção pelos rins.
Tanto a excreção urinária quanto a fecal são rápidas: a excreção urinária é completa em. 48 horas e a excreção fecal em 72 horas. Menos do que 1% da hexazinona original foil detectada na urina e fezes; sendo encontrados quase que somente metabólitos. Não! parece haver qualquer acumulação tecidual significante. Exposições por periodos longos não diminui o rápido metabolismo e eliminação.
Sulfometurom-metilico: Sulfometurom foi rapidamente absorvido, metabolizado el excretado por bovinos. 94-99% foi excretado na urina e nas fezes. Menos de 1 % no leite.1 Os metabólitos mais importantes excretados foram: sulfometuron metílico e (hidroxi)-: pirimidina sulfometuron methyl (HM-SM). Estudos de metabolismo com Sulfometuron-i methyl em animais demonstraram que o produto é amplamente absorvido com rápida: distribuição sistêmica pelos tecidos. O produto foi extensamente metabolizado e hidroxilado, o que facilitou a sua rápida eliminação, sendo excretado principalmentel através da urina e fezes pelo organismo em 28 - 40 horas após a administração, e quase! a totalidade da dose administrada (mais de 90 %), foi eliminada dentro de 96 horas. O Sulfometurom-metilico não a resenta otencial ara bioacumulação.

Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais clínicos:
Diurom: Exposição aguda: este agente parece ter baixa toxicidade aguda. A severidade dai intoxicação deve ser baseada nos achados clínicos. Entretanto, a intoxicação maciça pode levar a óbito.
Caso sejam evidentes sintomas severos outros além da hemoglobinemia, deve-se, suspeitar de ação alternativa ou adicional de algum outro tóxico.
Os órgãos alvo são: figado, sistema sanguíneo e imunológico.
Após exposição oral podem ocorrer náusea, vômito e diarréia; metemoglobinemia após ingestões de grandes quantidades, caracterizada por: depressão do SNC e hipoxemia, cianose não responsiva à terapia de oxigênio em pacientes com metemoglobinemial devido à absorção de quantidades excessivas desses agentes. Pode causar irritação da mucosa respiratória após contato prolongado, irritação ocular, da pele e do trato urinário.
Exposição crônica: podem ocorrer alterações do metabolismo proteico, moderado enfisema e perda de peso. Existem dados conflitantes sobre mutagenicidade. Foi observado incremento dei carcinomas na bexiga urinária, rins e glándulas mamárias, em estudos em ratos. Sem evidências de efeitos endócrinos.
Hexazinona: A hexazinona é pouco tóxica para mamíferos por via oral, inalatória e dérmica. Não causal irritação significante na pele ou sensibilização, mas pode causar sérios danos oculares. I
Exposição aguda: pode causar vômitos. E altamente irritante para os olhos.
Formulações liquidas de hexazinona ocasionam efeitos corrosivos quando em contato direto com os olhos, podendo resultar em dano irreversível. Irritante também para nariz e faringe. A exposição inalatória pode causar: irritação no nariz e garganta, assim como náuseas e vômitos.
A hexazinona nao parece causar efeitos no sistema Imunologlco.
Em estudos com animais, empregando-se doses muito elevadas, são freqüentementei observados: lacrimejamento, salivação, vômito, tremores, ataxia, fraqueza, diarréia e freqüência respiratória elevada e/ou dificuldade respiratória. Não há indicadores de neurotoxicidade. Esses efeitos podem ser secundários a outros mecanismos de toxicidade. Em intoxicações menos severas, o sintoma mais comumente induzido pela hexazinona foi perda de peso. Embora a hexazinona pareça ser absorvida muito mais lentamente através de exposições dérmicas (se comparado à exposições orais), os estudos agudos e crônicos disponíveis de exposição dérmica indicam que a hexazinona pode ser absorvida pela pele em! quantidades suficientes para causar sinais de toxicidade, particularmente perda de peso. enicidade, teratogenicidade, neurotoxicidade nem de efeitos endócrinos.
Sulfometurom metílico:
Tem baixa toxicidade sistêmica. Pode ocorrer metemoglobinemia em ingestões de grande quantidade. Caso sejam evidentes sintomas severos outros além da hemoglobinemia, deve-se suspeitar da ação alternativa ou adicional de algum outro tóxico. Exposição aguda: a exposição dos olhos pode resultar em irritação ocular. Pode-sei observar irritação da mucosa respiratória após contato prolongado. A depressão do SNC e hipoxemia podem ser abservadas caso haja metemoglobinemia. Após ingestão, podem ocorrer náusea, vômito, diarréia e dor abdominal. Alguns metabólitos podem causar! irritação do trato urinário. A metemoglobinemia pode resultar de efeitos dos metabólitosi de alguns herbicidas do grupo da sulfoniluréia. Pode ser observada cianose nãol responsiva à terapia de oxigênio em pacientes com metemoglobinemia devida à absorção: de quantidades excessivas desses agentes.
Exposicão crônica: não há evidências de que seja carcinogênico.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clinico compatível.
Dosagem de metemoglobina deve ser feito em todos os pacientes com cianose.
Dosagem de hexazinona pode ser feita em amostras de sangue e urina, mas são de pouca relevância para o tratamento de emergência.

Tratamento:
Antídoto: Não há antídoto específico.
Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de suporte.
Diurom, Hexazinona e Sulfometurom metífico:
Exposicão Oral I
Carvão ativado: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 mil de água / 30 9 de carvão). Dose usual: 25 a 100 9 em adultos / adolescentes, 25 a 50 9 em crianças (1 a 12 anos) e 1g/ kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico;
Lavagem gástrica: em caso de ingestão recente (até uma hora), proceder a lavagem gástrica. Atentar para nivel de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes.
Metemoglobinemia (toxicidade pelo Diurom): Administre 1 a 2 mg/kg de uma solução de Azul de Metileno a 1 % lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias.
Fluidos intravenosos e monitorização de eletrólítos.
Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias, se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a Irritaçoes no trato respiratório bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate
broncoespasmos com beta-2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposicão Dérmica: Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água ei sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico se a irritação ou dor persistir.

Contra-indicações:A induçaõ do vômito é cotra-indicada em razão do risco de aspiração pulmonar.

Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assitência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0109

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:

Diurom:o diurom é absorvido tanto pela via gastrintestinal quanto pelo trato respiratório. Contudo, não se sabe se o diurom também é absorvido pela pele. A maior parte dos metabólitos do diurom (1-(3,4-diclorofenil)-3,3-i, 3-amino¬1,2,4-triazol, 1-(3,4-diclorofenil)-3-metil uréia, e 1-(3,4-diclorofenil)uréia), que são excretados na urina, mantêm a configuração da uréia e resultam de hidroxilação e dealquilação do diurom. É rapidamente excretado pelo rim, na forma original ou metabólitos após breve armazenamento nos tecidos corporais.
Hexazinona: a hexazinona é prontamente absorvida após a exposição oral, e rapidamente metabolizada e excretada na urina e nas fezes. A taxa de absorção dérmica parece ser muito menor do que a absorção via exposição oral. As transformações metabólicas são limitadas à hidroxilação, desmetilação e oxidação. Tanto a excreção urinária quanto a fecal são rápidas: a excreção urinária é completa em 48 horas e a excreção fecal em 72 horas. Menos do que 1 % da hexazinona original foi detectada na urina e fezes; sendo encontrados quase que somente metabólitos. Não parece haver qualquer acumulação tecidual significante. Exposições por periodos longos não diminui o rápido metabolismo e eliminação.
Sulfometurom-metílico: Sulfometurom foi rapidamente absorvido, metabolizado e excretado por bovinos. 94-99% foi excretado na urina e nas fezes. Menos de 1 % no leite. Os metabólitos mais importantes excretados foram: sulfometuron metílico e (hidroxi)-pirimidina sulfometuron methyl (HM-SM). Estudos de metabolismo com Sulfometuron-methyl em animais demonstraram que o produto é amplamente absorvido com rápida distribuição sistêmica pelos tecidos. O produto foi extensamente metabolizado e hidroxilado, o que facilitou a sua rápida eliminação, sendo excretado principalmente através da urina e fezes pelo organismo em 28 - 40 horas após a administração, e quase a totalidade da dose administrada (mais de 90 %), foi eliminada dentro de 96 horas. O Sulfometurom-metílico não apresenta potencial para bioacumulação.

Efeitos Agudos para Animais de Laboratório (produto formulado):
• A DL50 oral em ratos foi maior do que 2000 mg/kg p.c.
• A DL50 dérmica em ratos foi maior do que 2000 mg/kg p.c.
• Quando aplicado à pele de coelhos não causou irritação ou alteração comportamental e clínica nos animais testados.
• Quando aplicado aos olhos de coelhos, produziu opacidade na córnea (grau 1 a 2, com área afetada variando de 1 a 4, nas leituras entre 1 e 72 h), irite grau 1 (de hiperemia pericorneana a congestão da íris) nas leituras entre 1 e 72 h, hiperemia conjuntival variando de grau 1 nas leituras entre 1 e 72 h, edema e secreção conjuntival variando de grau 1 a 2 nas leituras entre 1 e 8 . O corante de fiuoresceína sódica detectou alterações na superfície da córnea relacionadas ao tratamento em 3/3 dos olhos testados nas leituras entre 24 h e 72 h. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 7 dias após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. Não foi observada alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento durante o período de observação.
• Não houve sensibilização cutânea em camundongos.
• Após exposição inalatória, a CL5D em ratos foi> 2,46 mg/L.

Diurom
Podem ocorrer alterações do metabolismo proteico, moderado enfisema e perda de peso. Existem dados conflitantes sobre mutagenicidade. Foi observado incremento de carcinomas na bexiga urinária, rins e glándulas mamárias, em estudos em ratos. Sem evidências de efeitos endócrinos.

Hexazinona:
Pode produzir diminuição do ganho de peso; alterações hematológicas, bioquímicas e nos níveis enzimáticos sanguíneos; aumento do peso do fígado e alterações hepáticas. Não há evidências de carcinogenicidade, teratogenicidade, neurotoxicidade nem de efeitos endócrinos.

S ulfometu rom-metílico:
Com base nos testes em animais de laboratório, a ingestão repetida de Sulfometuron-methyl poderá produzir redução no ganho de peso corpóreo, alterações hepáticas e anemia hemolítica. Não produz genotoxicidade, mutagenicidade, carcinogenicidade. Produz diminuição do ganho de peso em ratoa e coelhas prenhas, mas não teve efeitos sobre o desenvolvimento dos fetos. Em ratos e cães machos, produz diminuição do tamanho e atrofia testicular.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

• Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa du Pont do Brasil S.A. - telefone de emergência: 0800.701-0109.
Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado — recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
- Solo — retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d'água — interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO-LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
[EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatório a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em sacos plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita em incineradores destinados para este tipo de operação, aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:

Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas, quando disponível.

• O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
• Como prática de manejo e resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
• Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.