Bula Glyweed

acessos
Glyphosate
1812
Sabero

Composição

Glifosato 480 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico

Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 4 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 150 a 250 L de água/ha - - Não determinado. Pós-emergência

Frascos plásticos (PEAD) de 100 e 200 mL e 1, 5, 10, 20 25 e 200 litros. Baldes metálicos com liner de 20 litros. Embalagens retornáveis (bombona plástica em polietileno de alta densidade envolvida por uma proteção metálica) de 100, 200, 250 litros. Container plástico de alta densidade com base metálica retornável ao fabricante: 1000 litros. Tanques fixos de polietileno de alta densidade de 5000 e 10000 litros. Tanques de aço inoxidável com 20000 litros. Tambores metálicos e plásticos de polietileno de alta densidade para 50, 100 e 200 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
GLYWEED deve ser recomendado nas seguintes situações:
- Aplicação em área total em pré-plantio (operação de manejo - pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas) para o plantio direto de MILHO, SOJA e CANA-DE-AÇÚCAR;
- Pós-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, de forma localizada (dirigindo a aplicação somente sobre as plantas daninhas, protegendo a cultura contra contato com a calda herbicida): CAFÉ;
- Eliminação da soqueira de CANA-DE-AÇÚCAR em operação de manejo - pré-plantio da cultura;
- Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas (preparo de área para posterior plantio ou implantação da cultura): todas as culturas.

CULTURAS, ALVOS CONTROLADOS E DOSES DE APLICAÇÃO:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

As doses variam conforme a espécie da planta daninha e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas infestantes no estágio inicial da atividade vegetativa, e as máximas para as plantas daninhas perenizadas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Plantas infestantes N° de aplicações de GLYWEED
Todas as indicações 1 aplicação

A aplicação de Glyweed deve ser feita observando-se as plantas infestantes alvo:
- Plantas infestantes perenes: preferencialmente no início da floração;
- Plantas infestantes anuais: preferencialmente na fase de desenvolvimento vegetativo, antes da formação de flores/sementes.

Em ambos os casos as plantas infestantes não devem estar sob efeito de stress hídrico, seja por seca ou excesso de água, pois haverá menor absorção do produto e conseqüentemente menor eficiência de controle.

MODO DE APLICAÇÃO:
GLYWEED deve ser pulverizado em jato dirigido, quando as plantas daninhas estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e antes que ocorra o período inicial de florescimento. É aplicado em volume variável de 150 a 250 litros de água por hectare, de acordo com as condições de desenvolvimento das plantas daninhas. Tratando-se de plantas infestantes com grande densidade vegetativa recomenda-se o volume maior.

- Informações sobre os equipamentos de aplicação:
GLYWEED deve ser aplicado em pós-emergência das plantas daninhas através de equipamentos costais manuais ou tracionados e acionados por tratores. Recomenda-se o uso de bicos de jato em leque de 80 a 110 graus, ou defletor do tipo TK. A pressão de trabalho deve variar entre 20 a 60 libras por polegada quadrada obtendo-se tamanho de gotas com VMD entre 360 a 650 micron, sendo que gotas menores são indicadas para plantas infestantes de maior densidade vegetativa e para locais onde não haja risco de atingir plantas econômicas por deriva.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Observar o período de carência de 15 dias para a cultura do café. Para as culturas da cana-de-açúcar, milho e soja o intervalo de segurança não é determinado devido a modalidade de emprego.

LIMITAÇÕES DE USO:
Deve-se pulverizar GLYWEED em jato dirigido para não atingir as folhas das culturas econômicas. Feito isso e seguindo as recomendações de uso do produto, não ocorre sinais de fitotoxicidade nas culturas de interesse. Na armazenagem e aplicação da solução, utilizar somente tanque de aço inoxidável, alumínio, fibra de vidro e plástico. Não usar tanques galvanizados ou de aço sem revestimento interno. Não pulverizar o produto após a prática da roçada. Repetir a aplicação caso ocorram chuvas até 6 horas após o tratamento. Utilizar água limpa, isenta de argilas em suspensão.

MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
•Produto extremamente irritante para os olhos.
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
•Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
•Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retiradas na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
•Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
•Faça a manutenção e a lavagem dos.equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
•Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
•Não reutilizar a embalagem vazia.
•No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO (Glyphosate)
INFORMAÇÕES MÉDICAS Bula — GLYWEED
Grupo Químico: Glicina substituída
Classe toxicológica: I — EXTREMAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinética:
Em mamíferos, o Glifosato é pobremente absorvido pela via oral, não é metabolizado e é excretado principalmente inalterado. Aproximadamente 70 a 80% da dose administrada é eliminada nas fezes e 20 a 30% na urina, nas primeiras 72 horas. O único metabólito excretado, encontrado em pequenas quantidades, foi o ácido aminometílico fosfônico (AMPA). Menos de 1% da dose absorvida permaneceu principalmente no fígado, intestino delgado e nos ossos. Doses repetidas não alteraram o metabolismo, a distribuição ou a excreção. Experiências em humanos sugerem que a meia vida do Glifosato é de (2-horas. Absorção dérmica foi baixa em modelo experimental in vitro para pe...) humana. Apenas 2,3% da dose aplicada foram recuperados no líquido receptor plasmático. Esta baixa absorção foi confirmada também em estudos em macacos. Não tem potencial de acumulação. Não foi detectável no leite de vaca ou nos ovos de galinhas.
Mecanismos de toxicidade:
Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. Tem sido proposto o desacoplamento da fosforilação oxidativa que é uma via metabólica que utiliza energia libertada pela oxidação de nutrientes de forma a produzir trifosfato de adenosina (ATP). Nas plantas age interferindo na síntese dos aminoácidos fenilalanina, tirosina e triptofano.

Sintomas e sinais clínicos:
As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao produto.
•Obs: outro componente como o solvente presente na formulação pode ser responsável por muitos dos efeitos observados na intoxicação, especialmente se inalado em grande quantidade. Surfactantes podem causar falha circulatória, insuficiência respiratória, convulsões, edema generalizado e erosão gástrica. A relativa contribuição do solvente, surfactante ou outros e do glifosato é controversa.
Toxicidade aguda: o Glifosato é primariamente inflamatório, causando irritação de pele, mucosas e olhos. Não foi sensibilizante dérmico.
Irritação da boca e faringe, náuseas, vômitos e epigastralgia podem ocorrer após ingestão; conjuntivite, após contato ocular.
Nos casos graves: choque, arritmias, parada cardíaca, insuficiência respiratória,edema pulmonar, pneumonia aspirativa, acidose metabólica, leucocitose,elevação de enzimas hepáticas, alteração da consciência, nistagmo, hemorragia gastrointestinal, íleo paralitico, diarréia prolongada e necrose de mucosas. Fatores de mal prognóstico: edema pulmonar, insuficiência respiratória, insuficiência renal, acidose grave e hipercalemia.
Toxicidade crônica: Não é carcinogênico, mas suspeito de ser desregulador endócrino.
Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
•Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

Tratamento
Antídoto: não há antídoto específico
Tratamento: as medidas gerais são orientadas à remoção da fonte de exposição, descontaminação do paciente , proteção das vias respiratórias, prevenção de aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Evitar o contato com os olhos, pele e roupas contaminadas. Exposição Oral:
•Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância.
1.Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto potencialmente perigosa à vida (até 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2.Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de produtos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); risco de hemorragia/perfuração gastrointestinal e ingestão de quantidade não significativa.
•Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora)
1.Dose: suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ano;
2.Não atua com metais ou ácidos e bases fortes, nem com substâncias irritantes, quando pode dificultar a endoscopia.
•Não provocar vômito. Caso este ocorra espontaneamente, não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
•Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5-10 mg; crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrência das convulsões em > 5 anos.
•Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
•Reação alérgica 1.Leve / moderada: anti-histamínicos com ou sem agonistas beta, via inalatória, corticosteróides ou epinefrina.
2.Grave: oxigênio, suporte respiratório vigoroso, anti-histamínicos, epinefrina (Adulto: 0,3 a 0,5 ml de uma solução 1:1000 via SC; Crianças: 0,01 ml/kg; 0,5 ml no máximo; pode-se repetir em 20 a 30 minutos), corticosteróides, monitoramento do ECG e fluidos intravenosos.
•Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis, se necessário, através de intubação oro-traqueal, aspirar secreções e administrar oxigênio. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário; uso de PEEP pode ser requerido. Manter temperatura corporal. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, uréia, creatinina, ECG e radiografia de tórax. Tratar pneumonite e coma.
•O suporte cardiovascular é essencial, pois um choque intratável tem sido a primeira causa de morte em intoxicações por Glifosato. Hipotensão: infundir 10 a 20 mUkg de líquido isotônico. Se a hipotensão persistir, administrar Dopamina (5-20 pg/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,5-1 pg/min; crianças: começar com 0,1 pg/kg/min). Tratar acidose metabólica grave com Bicarbonato de sódio e incrementar a ventilação minuto em pacientes intubados.
•Hemodiálise é indicada na insuficiência renal.
•Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Exposição Inalatória- Descontaminação: Remova o paciente para um local
arejado. Se ocorrer tosse ou dispnéia, avalie quanto a irritações, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com (32-agonistas por via inalatória e corticosteróides por via oral ou parenteral.
Exposição Ocular- Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades
copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição Dérmica- Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave
a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
•EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto, us... equipamento de reanimação manual (Ambú).
•Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.

Contra- indicações
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos
Os solventes podem potencializar a toxicidade.

ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450 (24 horas) —
(31) 2191-9646 (empresa) Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos Agudos (Resultantes de ensaios com animais — Produto Formulado):
•DL50 oral em ratos: > 2000 mg/Kg
•DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/Kg
•DL50 Inalatória: > 2,827 mg/L de ar em 4 horas de exposição.

•Irritação dérmica: nos estudos realizados, o produto mostrou-se levemente irritante à pele de coelhos, causando leve vermelhidão e leve edema. Todas as alterações foram reversíveis em 24 horas.

•Irritação ocular: nos estudos realizados em coelhos, o produto mostrou-se extremamente irritante aos olhos, causando opacidade de córnea, hiperemia da conjuntiva e irite em todos os animais testados. Aos 7 e 14 dias após a exposição, todos os animais apresentaram neovascularização da córnea e, aos 21 dias após a exposição, os animais ainda apresentavam leve eritema, descarga ocular e elasticidade das pálpebras reduzida.
Sensibilização Dérmica: o produto mostrou-se sensibilizante à pele de cobaias. Efeitos Crônicos (Resultantes de ensaios com animais — Produto Técnico):

•Estudos em ratos, camundongos e cães demonstraram uma baixa toxicidade do produto quando da ingestão por tempo prolongado. A aplicação repetida do produto na pele pode produzir inchaço, vermelhidão e leves lesões devido ao poder corrosivo.

•Efeitos sobre reprodução e prole em três gerações sucessivas: em um estudo de reprodução, dietas de glifosato até 30 mg/kg/dia não produziram efeitos tóxicos em ratos machos e fêmeas mesmo até a terceira geração.

•Metabolismo e vias de excreção: estudos em mamíferos têm demonstrado que apenas 30% de glifosato é absorvido pelo trato gastrointestinal e é totalmente excretado inalterado pelos rins. O glifosato é rapidamente excretado na urina através dos rins. Ele atinge níveis não detectáveis na urina em torno do segundo ou terceiro dia.

•Possíveis efeitos teratogênicos: estudos com ratos, coelhos, ovos de galinha e pata não detectaram potencial embriofetotóxico, nem efeitos sobre a reprodução nos níveis normalmente utilizados do produto.

•Efeitos mutagênicos: estudos realizados com o produto não detectaram potencial mutagênico do glifosato; em testes realizados pela Biomesos (Teste de Ames) o produto formulado mostrou-se não mutagênico para Salmonella typhimurium; em teste de
micronúcleo em células eucarióticas o glifosato não foi considerado mutagênico.

•Efeitos neurotóxicos: estudos em animais não produziram nenhum efeito.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SABERO ORGANICS AMÉRICA LTDA. - telefone de Emergência: (0XX31) 2191-9646.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
.Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
.Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA DE CO2 ou Pó QUIMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

4. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Oarmazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis (6) meses após o término do prazo de validade.
Ousuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA - (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Vide Aplicação/Uso