Bula Hanami

acessos
Ciazofamida
6511
ISK

Composição

Ciazofamida 400 g/L Imidazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Bremia lactucae)
25 a 30 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação preventivamente
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
0,2 a 0,25 L p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação preventivamente
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Hérnia das crucíferas
(Plasmodiophora brassicae)
1 a 2 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Fazer três aplicações, 7, 21 e 45 dias após o trasnplante. 28 dias. Iniciar a aplicação preventivamente
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação preventivamente
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Hérnia das crucíferas
(Plasmodiophora brassicae)
1 a 2 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Fazer três aplicações, 7, 21 e 45 dias após o trasnplante. 28 dias. Iniciar a aplicação preventivamente
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Hérnia das crucíferas
(Plasmodiophora brassicae)
1 a 2 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Fazer três aplicações, 7, 21 e 45 dias após o trasnplante. 28 dias. Iniciar a aplicação preventivamente
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação preventivamente
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Hérnia das crucíferas
(Plasmodiophora brassicae)
1 a 2 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Fazer três aplicações, 7, 21 e 45 dias após o trasnplante. 28 dias. Iniciar a aplicação preventivamente
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora sparsa)
20 a 30 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Uso não alimentar. Iniciar a aplicação preventivamente
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
0,2 a 0,25 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 1dia. Iniciar a aplicação preventivamente
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
25 a 30 mL p.c./100L água 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação preventivamente

Frasco Plástico/PET/COEX/PEAD: 0,05; 0,10; 0,20; 0,25; 0,50; 1,0; 1,5; 2,0; 5,0; 6,0; 10 e 20 Litros.
Galão Plástico/Metálico/PET/COEX/PEAD: 1L; 2L; 3,785 (1,0 galão americano); 5L; 5,6775 (1,5 galão americano); 6L; 10L; 15,14L (4,0 galões americanos); 18,925L (5,0 galões americanos); 20 e 50 Litros.
Bombona Plástica/PET/COEX/PEAD: 3L; 3,785 (1,0 galão americano); 5L; 5,6775 (1,5 galão americano); 6L; 10L; 15,14L (4,0 galões americanos); 18,925L (5,0 galões americanos); 20 e 50 Litros.
Tambor Plástico/Metálico: 10, 20, 50, 100, 200, 300, 400, 500 e 1000 Litros.
Bulk Plástico/Metálico: 100, 150, 200, 250, 300, 400, 450, 500, 1000 e 2000 Litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
HANAMI é um fungicida de contato, apresentando excelente ação protetora, atuando na inibição da germinação dos zoósporos e esporângios, assim como no desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos.
O modo de ação do HANAMI é através da inibição da respiração celular nas mitocôndrias, interferindo no transporte de elétrons no complexo bc1, inibindo a formação de ATP, essencial nos processos metabólicos dos fungos.

CULTURAS, DOENÇAS CONTROLADAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ALFACE:
Para o controle do Míldio(Bremia lactucae) recomenda-se a utilização da dose de 25 a 30 mL/100 L de água( equivalente a 10 a 12 g i.a./100 L de água), e volume de calda de 800 a 1000 L/ha. Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, e repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de 7 dias.
BATATA:
Para o controle da Requeima(Phytophthora infestans) recomenda-se a utilização da dose de 0,2 a 0,25 L/ha.(equivalente a 80 a 100 g i.a./ha.), e o volume de calda de 500 a 800 L/ha. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos primeiros sintomas da requeima, repetindo as aplicações em intervalos de 7 a 10 dias, dependendo das condições climáticas e da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar o produto em no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar pulverizadores costais, estacionários, montados ou tracionados por trator. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm², com diâmetro entre 100 a 200 micra. Realizar aplicações com intervalos de 7 a 10 dias.
BRÓCOLIS, COUVE-CHINESA, COUVE-FLOR E REPOLHO:
Para o controle da Hérnia-das-crucíferas(Plasmodiophora brassicae) recomenda-se a utilização da dose de 1,0 a 2,0 L/ha.(equivalente a 400 a 800 g i.a./ha.), e volume de calda de
400 a 1000 L/ha. Iniciar a aplicação preventivamente, realizando uma pulverização sobre a bandeja de mudas um dia antes do transplante. Após o transplante das mudas no campo definitivo, realizar mais 2 a 3 pulverizações, aos 7, 21 e 45 dias após o transplante. Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato leque. Realizar as aplicações promovendo uma boa cobertura da planta e solo. Usar volume de calda de 500 mL por bandeja de 288 células(250 mL de calda e em seguida aplicar 250 mL de água com a finalidade de limpar as folhas e facilitar que o produto chegue até as raízes sobre as plantas da bandeja).
CEBOLA:
Para o controle do Míldio(Peronospora destructor) recomenda-se a utilização da dose de
0,25 a 0,3 L/ha., e volume de calda de 800 a 1000 L/ha. Iniciar a aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, e repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrando toda a planta.
MELÃO:
Para o controle do Míldio(Pseudoperonospora cubensis) recomenda-se a utilização da dose de 0,25 a 0,30 L/ha.(equivalente a 100 a 120 g i.a./ha), e volume de calda de 800 a 1000 L/ha.
Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, e repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total cobrindo toda a planta.
ROSA:
Para o controle do Míldio(Peronospora sparsa) recomenda-se a utilização da dose de 20 a 30 mL/100 L de água(equivalente a 8 a 12 g i.a./100 L de água), e volume de calda de 800 a 1000 L/ha. Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, e repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta.
TOMATE:
Para o controle da Requeima(Phytophthora infestans) recomenda-se a utilização da dose de 0,2 a 0,25 L/ha(equivalente a 80 a 100 g i.a./ha), e volume de calda de 500 a 1000 L/ha. Iniciar as aplicações preventivamente antes do aparecimento dos primeiros sintomas da requeima, repetindo as aplicações em intervalos de 7 a 10 dias, dependendo das condições climáticas e da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar o produto em no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar pulverizadores costais, estacionários, montados ou tracionados por trator. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm², com diâmetro entre 100 a 200 micra. Realizar as aplicações com intervalos de 7 a 10 dias.
UVA:
Para o controle do Míldio(Plasmopora vitícola) recomenda-se a utilização da dose de 25 a 30 mL/100 L de água(equivalente a 10 a 12 g i.a./100 L de água), e volume de calda de 600 a 1000 L/ha. Iniciar a aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, e repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta.
Obs.: HANAMI deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura. O sistema de agitação, do produto no tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Alface: Batata, Cebola, Melão e Uva:... 7 dias
Rosa: ...................................................UNA (Uso Não Alimentar)
Tomate:............................................... 1 dia
Couve- chinesa, Couve- flor, Brocólis e Repolho: 28 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado(filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção-lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado(respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR CIAZOFAMIDA(CYAZOFAMID)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico: Ciazofamida (Cyazofamid) ....... Imidazol
Vias de Exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinética: Os estudos farmacocinética e metabolismo em ratos após a administração
de uma única dose baixa (0,5 mg/kg) ou alta (1000 mg/kg), mostrou uma
absorção relativamente rápida (independentemente da dose tcmax=0,25-
0,5 hs). A eliminação quando da administração da dose baixa foi rápida
(t1/2=4,4 a 5,8 horas), porém quando da administração da dose alta a
absorção foi saturada e houve eliminação prolongada(t1/2=7,6 a 11,6 hs).
A extensão da absorção (expressa como percentagem da dose
administrada) foi altamente dependente da dose, sendo cerca de 75% na
dose baixa e apenas cerca de 5% na dose elevada. A urina e as fezes
foram as principais vias de excreção na dose baixa, o principal metabólito
excretado via urinária foi o CCBA(4-(4-chloro-2-cyanoimidazol-5-yl)benzoic
acid. A excreção biliar mostrou eliminação altamente variável quando da
administração da dose baixa(12-39% da dose administrada) e insignificante
(<2%) nos grupos tratados com a maior dose. A principal via de excreção nos
ratos tratados com a dose de 1000 mg/kg foi a fecal. Independentemente do
regime de dosagem a maior parte da radioatividade recuperada nas fezes
foi composto original inalterado. Não houve evidências de bioacumulação.
Mecanismos de O mecanismo de toxicidade em humanos não é conhecido.
toxicidade Age no fungo através da inibição da respiração celular nas mitocôndrias,
interferindo no transporte de elétrons no complexo bc1, inibindo a formação
de ATP, essencial nos processos metabólicos do mesmo. Trata-se de um
fungicida de contato, atuando na inibição da germinação dos zoósporos e
esporângios, assim como no desenvolvimento e penetração dos tubos
germinativos.
Sintomas e Toxicidade aguda: possui toxicidade baixa a moderada quando administrado
sinais clínicos por via oral, dérmica e inalatória, é medianamente irritante para olhos e pele
e é um sensibilizante dérmico, embora fraco.
Toxicidade crônica: Não há dados disponíveis sobre toxicidade crônica em
humanos. Não possui efeitos mutagênicos nem genotóxicos. Não é
considerado carcinogênico para humanos.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
clínico compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda,
trate o paciente imediatamente.
Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das
vias respiratórias, de aspiração, tratamento sintomático e de suporte.
Exposição oral:
. Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1- Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto(até
1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito
lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2- Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e
hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
- Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão(1 h).
1. Dose: suspensão(240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em
adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1a; adultos, 25 a
50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1a:
Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado;
deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou
esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
. Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial. Manter internação por
no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Exposição inalatória: Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto a irritação,
bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate
broncoespasmos com ß2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou
parenteral.
Exposição ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água
ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os
sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a
irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS:
- Evitar aplicar respiração boca-a-boca em caso de ingestão do produto; usar
equipamento de reanimação manual(Ambú).
- Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e
inalatório com o produto.
Contra- A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de
indicações: pneumonite química.
Efeitos
sinérgicos: Não relatados em humanos.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica-RENACIAT-
ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7010450
(19) 3788-7555 e 3289-2138.
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Sintomas e sinais clínicos no quadro acima.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos(PF):
Estudos do HANAMI em animais de laboratório demonstraram que quando administrado oralmente, o produto resultou na dose letal que mata 50% dos animais (DL50 aguda oral), estabelecida como sendo maior que 5000 mg/kg para machos e fêmeas. A DL 50 aguda dermal foi determinada como sendo maior que 2000 mg/kg para ratos machos e fêmeas. O produto apresentou-se levemente irritante para os olhos e para a pele de coelhos e não apresentou potencial sensibilizante cutâneo em cobaias.
Efeitos crônicos(PT): Em estudos com administração repetida na dieta por 13 semanas em ratos, o rim foi o órgão-alvo em machos com a observação do aumento de lesões microscópicas nos rins (aumento do número de túbulos basófilos) e aumento da excreção urinária de proteína. As fêmeas do mesmo estudo foram menos sensíveis. Nos estudos crônicos foram observadas lesões da pele nos machos, causadas provavelmente por alergia sistêmica. Na maior dose testada de 1000 mg/kg/dia, os ratos machos sofreram perda de pelos, aumento da incidência de feridas no corpo(cabeça, pescoço, tronco, dos membros e cauda), sendo correlacionado histologicamente com aumento da incidência de acantose (hiperplasia), dermatite crônica ativa, ulceração e morte prematura. Em cães não se verificaram efeitos toxicológicos graves, até a dose de 1000 mg/kg/dia. O único efeito observado foi aumentado de cistos nas glândulas paratireoides em animais de ambos os sexos e na glândula pituitária de fêmeas observadas nos grupos tratados com a maior dose. Não houve evidência de carcinogenicidade. Toxicidade de Desenvolvimento e Reprodutivos: Não houve evidência de achados de teratogenicidade, porém houve evidência de aumento da suscetibilidade após exposição in útero para ratos pelo aumento da incidência de costelas dobradas nos fetos de fêmeas tratadas com altas doses. Mutagenicidade: ciazofamida não parece ter o potencial de mutagenicidade, com base em vários estudos in vivo e in vitro.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa ISK BIOSCIENCES DO BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. - tel. (19) 3875-7450, ou as empresas ARYSTA LIFESCIENCE DO BRASIL LTDA- tel.: (15) 3292-1161, e/ou FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - tel.: 90xx (34) 3319-3000 e/ou IHARABRÁS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS - tel.: (15) 3235-7700.
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante como indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- lnutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de doenças(ex.: Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID), quando disponível e apropriados.

HANAMI, é um novo fungicida, eficiente sobre patógenos resistentes, que não tenham manifestado resistência cruzada a imidazol, constituindo-se em uma excelente opção para o manejo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo poderemos prolongar a vida útil do produto utilizado.
- Qualquer produto para o controle de doenças da mesma classe ou mecanismo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas. Utilizar rotação de fungicidas com mecanismo de ação distintos.
- Utilizar os fungicidas somente na época na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo ou bula. No caso da recomendação do HANAMI para o controle de doenças, aplicar o produto sempre de forma preventiva.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência;