Bula Helmoxone

acessos
Dicloreto de Paraquate
14908
Helm

Composição

Dicloreto de Paraquate 276 g/L Bipiridílio

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Não seletivo
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Planta infestante em estádio de pré-florescimento
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Planta infestante em estádio de pré-florescimento
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Planta ifestante em estádio inicial com 3 a 6 folhas alternadas lanceoladas típicas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Planta infestante em estádio de pré-florescimento
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Planta infestante em estádio inicial com 4 a 6 folhas alternadas lanceoladas romboidais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Planta infestante em estádio inicial com 4 a 6 folhas lanceoladas lineares
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Planta infestante em estádio inicial com 2 a 5 pares de folhas segmentadas sectas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Planta infestante em estádio de pré-florescimento
Algodão - dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecação
(Dessecação)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio reprodutivo, com mais de 70% dos capulhos abertos
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio de pré-florescimento
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré-florescimento
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré-florescimento
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio de pré-florescimento
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio de pré-florescimento
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio inicial com 4 a 6 folhas alternadas lanceoladas romboidais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio inicial com 4 a 6 folhas lanceoladas lineares
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio inicial com 2 a 5 pares de folhas segmentadas sectas
Arroz - dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecação
(Dessecação)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Quando os grãos de arroz estiverem em estádio de grão pastoso e massa firme
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Estádio inicial com 3 a 6 folhas Heterófilas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Desenvolvimento vegetativo com 20 e 30 cm de altura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Crescimento vegetativo com 30 a 40 cm de altura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Desenvolvimento vegetativo com 40 a 50 cm de altura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Crescimento vegetativo com 40 a 60 cm de altura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Desenvolvimento vegetativo com 20 a 30 cm de altura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Desenvolvimento vegetativo com caules de 15 a 25 cm de altura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Estádio inicial com 3 a 6 folhas alternadas lanceoladas-ovadas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Desenvolvimento vegetativo com 20 a 30 cm de altura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Desenvolvimento vegetativo com 40 a 50 cm de altura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Estádio de pré-florescimento
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Estádio inicial com 2 a 6 folhas alternadas oblongo-ovadas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Estádio inicial com 4 a 6 folhas canceoladas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Estádio com 2 a 5 folhas opostas cruzadas ovadas típicas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Estádio inicial com 2 a 5 pares de folhas segmentadas sectas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Estádio de pré-florescimento
Batata Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecação
(Dessecação)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio vegetativo, em pleno vigor sem apresentar folhas senescentes
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo com 20 a 30 cm de altura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio inicial com 4 a 6 folhas lanceoladas típicas
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio inicial com 4 a 6 folhas alternadas lanceoladas romboidais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio inicial com 2 a 6 pares de folhas compostas paripenadas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio inicial com 4 a 6 folhas lanceoladas lineares
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio inicial com 2 a 5 folhas opostas cruzadas ovadas típicas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio inicial com 2 a 5 pares de folhas segmentadas sectas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio inicial com 2 a 5 folhas alternadas lanceoladas-ovadas
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 40 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio de pré-florescimento
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 40 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio de pré florescimento
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 40 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo com 20 a 30 cm de altura
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 40 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio de pré florescimento
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 40 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio de pré-florescimento
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 40 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio inicial com 2 a 5 folhas opostas cruzadas ovadas típicas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 40 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio de pré-florescimento
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 40 L de calda/ha - Única. 7 dias. Estádio de pré florescimento
Cana-de-açúcar - Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecação
(Dessecação)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Após completado o ciclo vegetativo, caracterizado pela paralisação no crescimento das plantas concomitante a uma descoloração geral das folhas (verde-amarelada) e aoflorescimento das plantas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Desenvolvimento vegetativo com 20 a 30 cm de altura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Estádio inicial com 3 a 6 folhas alternadas lanceoladas típicas
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Estádio inicial com 4 a 6 folhas alternadas lanceoladas romboidais
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Estádio inicial com 2 a 6 folhas alternadas oblongo-ovadas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Estádio inicial com 4 a 6 folhas lanceoladas lineares
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Estádio inicial com 2 a 5 pares de folhas segmentadas sectas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Estádio de pré florescimento
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 1 dia. Estádio inicial com 2 a 5 folhas alternadas lanceoldas ovadas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Estádio de pré florescimento
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Estádio de pré florescimento
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Estádio inicial com 4 a 6 folhas alternadas lanceoladas romboidais
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Estádio inicial com 2 a 6 folhas alternadas oblongo-ovadas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Estádio inicial com 2 a 5 folhas opostas cruzadas ovadas típicas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Estádio inicial com 2 a 5 pares de folhas segmentadas sectas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. Não determinado. Estádio de pré florescimento
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Milho - dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecação
(Dessecação)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Quando os grãos de milho estiverem em estádio de grão pastoso e massa firme
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Soja Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecação
(Dessecação)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Única. 7 dias. Após completa maturação fisiológica, estádio reprodutivo R 7, caracterizado pelo início de maturação apresentando uma vagem amarronzada ou bronzeada na haste principal

Frasco plástico de 0,5 e 1,0 litro.
Bombonas plásticos 5; 10; 20; 25; e 50 litros
Baldes Plásticos 20; 25; e 50 litros

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Época da aplicação: vide tabelas de recomendação de uso.

Número de Aplicações: HELMOXONE deve ser aplicado uma única vez durante o ciclo da cultura de acordo com as recomendações de uso.

Quando utilizado na dessecação de culturas, recomenda-se uma única aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO:

O herbicida HELMOXONE pode ser utilizado em pulverização em área total antes do Plantio Direto, para o controle de plantas infestantes, nas culturas de algodão, arroz, batata, banana,
café, cana-de-açúcar, citros, feijão, milho e soja. Pode ser utilizado em dessecação nas culturas de algodão, arroz, batata, cana-de-açúcar, milho e soja.

Aplicação terrestre em área total plantio direto:
Utilizar pulverizador tratorizado de cabine fechada de barras, bicos jato plano (leque) da série 80 ou 110. Manter pressão constante entre 30 a 40 libras/pol2.

Aplicação terrestre na dessecação do algodão, arroz, batata, milho e soja:

Utilizar pulverizador tratorizado de cabine fechada de barras, bicos jato plano (leque) da série 80 ou 110. Manter pressão constante entre 30 a 40 libras/pol2.
A aplicação deve ser sempre conduzida de modo a se obter cobertura uniforme do alvo, nas horas em que a temperatura é mais amena (primeiras horas da manhã ou fim do dia), velocidade do vento ente 2 a 10 km/h. Para obter melhores orientações, consultar um engenheiro agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA: Cultura Modalidade de aplicação Intervalo de segurança
Algodão Pós-emergência/dessecação 7 dias
Arroz Pós-emergência/dessecação 7 dias
Banana Pós-emergência 1 dia
Batata Pós emergência/dessecação (1)/7 dias
Café Pós-emergência 7 dias
Cana-de-açúcar Pós emergência/dessecação 7 dias
Citros Pós-emergência 1 dia
Feijão Pós-emergência (1)
Milho Pós-emergência/dessecação 7 dias
Soja Pós-emergência/dessecação 7 dias

(1) – Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Recomenda-se um intervalo de 48 horas para a reentrada na área tratada sem o uso de EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual). Antes deste período, caso seja necessário reentrar na área tratada, utilizar macacão de mangas compridas, touca árabe, luvas e botas de borracha.

LIMITAÇÕES DE USO

- O produto deve ser utilizado única e exclusivamente conforme as recomendações de uso. Devido ser altamente fitotóxico, ao atingir plantas que não se deseja controlar pode provocar danos irreversíveis.
- Não aplicar o produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva.
- Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos acima de 10 km/h, pois pode ocorrer desvio do produto em relação ao alvo (deriva).

- A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma preparada de um dia para o outro reduz a eficiência do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Vide Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana.

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana – ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide modo de aplicação.

INFORMAÇÕES SOBRE A DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente – IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente – IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente – IBAMA/MMA).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTíDOTO E TRATAMENTO:
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser colocados na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA Produto extremamente írrítante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.

Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).

Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24 h).

Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto muito bem fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.

Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Ele deve ser trocado quando o cheiro do agente odorante se fizer sentir com a máscara posta ou quando o usuário começar a ter dificuldades para encher os pulmões usando a máscara.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha

PRIMEIROS SOCORROS:

Em caso de ingestão:TRANSFERIR RAPIDAMENTE A PESSOA PARA O SERViÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA, levando a embalagem, rótulo ou bula do produto. Esta formulação contém um agente emético, portanto não controle vômito em pessoas recém¬intoxicadas por ingestão até que o líquido vomitado se torne claro e transparente, mas EVITE QUE O ACIDENTADO RESPIRE O PRODUTO VOMITADO, DEITANDO-O DE LADO, COM A BOCA ABERTA. O corante e odorizante devem evitar que haja ingestão acidental do produto.

Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente durante 15 minutos, no minimo, com água corrente, evitando que o líquido de lavagem atinja o outro olho e dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.

Em caso de inalação ou aspiração, procure local ventilado e dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.

Se houver contato com a pele, lave-a imediatamente com água e sabão neutro em abundância e dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.
INFORMAÇÕES MÉDICAS :
Grupo químico: Bipiridilo
Classe toxicológica: Classe I- Extremamente tóxico.
Vias de absorção: Pele e mucosas respiratória, ocular e digestiva.
Toxicocinética: O paraquat é absorvido é distribuido, via corrente sanguínea a praticamente todos os orgãos e tecidos do corpo, concentrado-se nos rins, figado , cérebro e , em particular, nos pulmões. O pico plasmático ocorre de alguns minutos a 2 h após a ingestão.
O produto é rapidamente excretado pelos rins. De 80 a 90 % é excretado nas primeiras seis horas e, quase 100%, dentro de 24 horas, na ausência de doença renal induzida por paraquat. No entanto, paraquat pode causar necrose tubular, a qual pode prolongar a excreção de 10 a 20 dias. Em caso de ingestão, a eliminação será feita pelas fezes, em até 7 dias.
Mecanismo de toxicidade:O catabolismo do paraquat pelo citocromo P450 provoca a formação de superóxidos que reagem com os lipidios celulares (peroxidação lipídica). Nos pulmões, que constituem o órgão-alvo do paraquat, a ação dos superóxidos resulta em modificações da permeabilidade da membrana celular e morte das células parenquimatosas e endoteliais.
Elas são acompanhadas de alterações oxidativas acumulativas em moléculas de colágeno e do desenvolvimento de fibrose pulmonar irreversível. A reconstituição do paraquat por um processo enzimático cíclico, faz com que a fibrose progrida, numa ação espontânea e independente do aporte de novas moléculas de paraquat. Tudo isto tem por conseqüência a asfixia progressiva do intoxicado, que se agrava quando se fornece oxigênio ao paciente.
Sintomas e sinais clinicos: Efeitos clínicos dependem da dose e da via de absorção.
Ingestão
Pode causar sensação de queimação na boca e na região retroesternal, náusea, vômito, dor abdominal e diarréia. Se o produto contiver um agente emético, o vômito pode ser severo e repetido, e causar distúrbios hidroeletrolíticos.
Em algumas horas, aparecem inflamação e ulceração na boca, garganta e trato gastrointestinal. Pode ocorrer disfunção renal e hepática. Uma dispnéia se desenvolve em alguns dias, assim como uma fibrose pulmonar progressiva e massiva que causa a morte em 2-4 semanas.
Em altas doses, a toxicidade é muita mais severa e morte pode acontecer em 24-48 horas por falência múltipla de órgãos: perfuração esofágica, insuficiência renal aguda, arritmias cardíacas, convulsões e coma. Os sintomas gastrointestinais iniciais são parecidos, mas mais intensos, com considerável perda de fluido. A morte ocorre rapidamente, por asfixia, sem perda de lucidez.
Inalação
O paraquat não é volátil, mas a maioria das formulações líquidas contém um agente de odor desagradável que pode, ocasionalmente, causar náuseas e dor de cabeça. Em aparelhos de aplicação agrícola, as gotas costumam ser muito grandes para serem levadas pelo ar inspirado até os pulmões. A inalação do paraquat pode resultar em úlcera no nariz e na garganta, e sangramento nasal. Alguns casos de toxicidade sistêmica severa já foram reportados.
Via Ocular
Respingos concentrados podem causar irritação ocular importante e perda extensiva do epitélio da córnea e da conjuntiva. Áreas de ulceração apresentam um risco de infecção secundária. O edema da córnea pode persistir 3 a 4 semanas, com visão temporariamente nublada.
Pele
O produto concentrado é irritante para a pele e, se o contato for prolongado, causa lesões dérmicas. A absorção pela pele alterada, pode levar a um envenenamento sistêmico e resultar em toxicidade grave.
A morte se dá por asfixia.
Diagnóstico: O diagnóstico se baseia essencialmente na anamnese e se confirma pelos sinais clínicos. O paraquat pode ser dosado no sangue e na urina e o nível sérico tem uma correlação estrita com o quadro clínico.
Tratamento:Instituição rápida para uma boa eficácia.
Lavar copiosamente pele e mucosa, se estas foram expostas.
Se houve ingestão, empregar Terra de Füller ou, se não houver, carvão ativado, em suspensão aquosa a 15% (15g/100ml), na dose de 1 a 2g/kg de peso corporal. Em ausência desses quelantes e se o paciente ainda não reagiu ao emetizante, provocar vômito, evitando imperiosamente a aspiração do conteúdo gástrico que aceleraria o processo de fibrose pulmonar. Manter hidratação e fluxo renal adequados. Hemodiálise e hemoperfusão podem aumentar a eliminação. Reduzir a reação inflamatória pulmonar com corticosteróides. A utilização de compostos que previnam a formação de radicais livres, como vitamina C e a vitamina E, pode ser útil.
Não existe antídoto.
Contra indicação: O aporte de oxigênio pode potencializar os efeitos do paraquat- só deve ser realizado nos casos em que a hipoxemia é limitante para a vida.
Atenção:As intoxicações por agrotóxicos devem ser notificadas. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos telefones de emergência. PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa: (11) 5181.4099
Emergências Toxicológicas: 08007010450 (24 horas)

Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE ( CLASSE II).
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA. - Telefone de emergência: (11) 5181-4099.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUIMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Para embalagem RíGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• TRlpLlCE LAVAGEM (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador mantendo-o
na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;
• LAVAGEM SOB PRESSÃO:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Para embalagem SECUNDÁRIA: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A Reutilização E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA ou FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
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Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como, determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas, com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.