Bula Herbimix WG

acessos
Atrazina + Simazina
10607
Adama

Composição

Atrazina 450 g/kg Triazina
Simazina 450 g/kg Triazina

Classificação

Herbicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Maria preta
(Solanum americanum)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência
Trigo
(Triticum aestivum)
2 a 4 kg p.c./ha 170 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Uma única aplicação em pré ou pós-emergência

Saco extreno com ou sem saquinho interior hidrossolúvel, de material aluminizado, plástico ou de papel com revestimento interno plastificado ou aluminizado: 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500 e 5000 g. Caixa secundária de cartão ou plástico: 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500 e 5000 g. Caixa secundária de papelão ou plástico: 5, 10 e 20 kg. Frasco, pote, galão, balde ou bombona com ou sem saquinho interno hidrossolúvel de plástico ou metal: 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500 e 5000 gramas. Tambor com ou sem saquinho interno hidrossolúvel metálico ou plástico: 50, 100, 150 e 200 kg. Big-bag de plástico estruturado: 100, 200, 500 e 1000 kg. Container/Retornável metálico: 500, 1000, 5000 e 10000 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
O HERBIMIX WG é um herbicida seletivo para a cultura do milho, podendo ser aplicado antes ou após a emergência na cultura e das plantas infestantes.

PLANTAS INFESTANTES E DOSES:

Quando aplicar em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, as doses deverão estar de acordo com o tipo de solo, teor de matéria orgânica e tipo de cultivo, se no sistema convencional com preparo do solo ou se no sistema de plantio direto.
Para o bom funcionamento do HERBIMIX WG, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação.
No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho.
O HERBIMIX WG foi desenvolvido a campo, em diversas regiões, em vários tipos de solo e com grande diversidade de plantas infestantes. Os resultados mostraram que as doses indicadas de 2, a 4,0 kg/ha sempre oferecem controles eficientes e as diferentes doses estão em função do tipo de solo, se arenoso, areno-argiloso ou argiloso; do teor de matéria orgânica, se baixo em torno de 1,0% ou alto em torno de 3,0%; da densidade de plantas infestantes, se baixa, em torno de 15 plantas/m², média em torno de 50 plantas/m² ou alta, superiores a 50 plantas/m², fatores esses que contribuem para com o maior ou menor efeito residual do produto.
Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área.
Para as aplicações em pós-emergência é indispensável a adição de Óleo Vegetal a 1,0 L/ha.
Quando aplicar na pós-emergência, sempre observar o estádio recomendado das plantas infestantes na área, observando se as plantas não estão estressadas por estiagens prolongadas, realizando-se as aplicações nos períodos em que a temperatura do ar seja no máximo 29ºC, umidade relativa do ar mínima de 64% e velocidade dos ventos de no máximo 4,0 km/ha.
No entanto, para obtenção dos melhores resultados tanto em pré ou após a emergência há mais fatores a serem considerados, tais como: os tipos de espécies, onde algumas são extremamente sensíveis e outras são mais tolerantes, da profundidade de germinação, onde algumas germinam em camadas superficiais e outras em camadas mais profundas, das épocas mais apropriadas para a germinação de cada espécie, das condições climáticas e da densidade populacional das espécies.
E sempre é recomendável, a realização de um diagnóstico quanto aos itens citados, para melhor adaptar as doses e as melhores condições de aplicação.
Nos casos de mais informações, consultar a empresa registrante ou o Engenheiro Agrônomo responsável.

- Pré-emergência (plantio convencional e direto) – MILHO.
Para as plantas daninhas em solo arenoso a dose recomendada é de 2,0 kg/ha; para solo areno-argiloso 3,0 kg/ha e para solo argiloso 4,0 kg/ha.

Obs.:
- Solo arenoso: teor de matéria orgânica entre 1,4 a 1,6%.
- Solo areno-argiloso: teor de matéra orgânica entre 1,8 1,9%.
- Solo argiloso: teor de matéria orgânica entre 2,3 a 2,7%.
- Efetuar controle de “Ageratum conyzoides”, “Amaranthus hybridus”, “Bidens pilosa”, “Brachiaria plantaginea” e “Portulaca oleracea” somente no sistema de plantio convencional.

- Pós-emergência (plantio direto e convencional) – MILHO
1) Para as plantas daninhas “Brachiaria plantaginea” (Capim-marmelada); “Digitaria horizontalis” (Capim-colchão) e “Eleusine indica” (Capim-pé-de-galinha) até o estádio de 2 folhas a dose é de 3,0 a 4,0 kg/ha. No estádio de até 3 folhas a dose é de 3,0 a 4,0 kg/ha.
2) Para a planta daninha “Triticum aestivum” (trigo) até o estádio de 3 folhas a dose é de 2,0 a 4,0 kg/ha. No estádio de até 5 folhas a dose é de 3,0 a 4,0 kg/ha.
3) Para as plantas daninhas “Acanthospermum hispidum” (Carrapicho-de-carneiro); “Acanthospermum australe” (Carrapicho-rasteiro); “Amaranthus hybridus” (Caruru-roxo); “Alternanthera tenella” (Apaga-fogo); “Ageratum conyzoides” (Mentrasto); “Bidens pilosa” (Picão-preto); “Commelina benghalensis” (Trapoeraba); “Emilia sonchifolia” (Falsa-serralha); “Euphorbia heterophylla” (Amendoim-bravo); “Galinsoga parviflora” (Picão-branco); “Ipomea grandifolia” (Corda-de-viola); “Leonurus sibiricus” (Rubim); “Portulaca oleracea” (beldroega); “Raphanus raphanistrum” (Nabo-bravo); “Richardia brasiliensis” (poaia-branca); “Sida rhombifolia” (Guanxuma) e “Solanum americanum” (Erva-moura) até o estádio de 2 folhas a dose é de 2,0 a 4,0 kg/ha e até 4 folhas 3,0 a 4,0 kg/ha.

IMPORTANTE: Para as aplicações em pós-emergência é indispensável a adição de 1,0 L/ha de Óleo Vegetal.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O HERBIMIX WG deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura do milho, podendo ser realizada uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura no sistema de plantio convencional com preparo do solo ou no sistema de plantio direto após a dessecação da vegetação existente.

MODO DE APLICAÇÃO:
APLICAÇÃO TERRESTRE
O HERBIMIX WG pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador tratorizado de barras, equipados com pontas do tipo jato em leque plano das séries 110.02 a 110.04, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura de plantas:
- Pressão de trabalho: 30 - 45 Ib/pol2
- Tamanho de gotas: 200 - 400 micra
- Densidade de gotas: 40 gotas/cm2
- Volume de calda: 170 - 200 L/ha
- Velocidade do trator: 6 - 10 Km/hora
Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas médias e grandes a fim de reduzir a deriva.

APLICAÇÃO AÉREA
O HERBIMIX WG pode ser aplicado via aérea através de aeronaves do tipo Air Tractor AT 401 B, equipada com barra contendo 42 pontas do tipo Spraying Systems D 8, core 46, faixa de aplicação em 22,0 m, pressão de 200 kilopascal, proporcionando um volume de 30-40 L/ha de calda, densidade de 40 gotas/cm2 e com diâmetro superior a 400 micra.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura do vôo situa-se entre 2 a 5 metros acima da vegetação a controlar.
Parâmetros básicos para a aplicação aérea do herbicida HERBIMIX WG:
- Época de aplicação: Pré-emergência;
- Volume de calda: 30-40 L/ha
- Diâmetro Médio Volumétrico: > 400 µm
- Cobertura: 40 gotas/cm²
- Faixa de aplicação: 22,0 metros

IMPORTANTE: Em aplicação aérea o produto HERBIMIX WG pode ser aplicado somente para controle de “Brachiaria plantaginea”, “Bidens pilosa”, “Acanthospermun hispidum” e “Ipomea grandifolia”, em pré-emergência (somente no plantio convencional) ou em pós-emergência (no plantio direto e convencional).

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Tanto para aplicações terrestres como aplicações aéreas, observar as seguintes condições climáticas:
Temperatura ambiente: máxima 28ºC.
Umidade relativa do ar (UR): mínima 65%.
Velocidade do vento:3 a 8 Km/hora.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Milho: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

NTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E NAS ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
-Uso exclusivo para a cultura do milho.
-Fitotoxicidade para a cultura registrada: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
-Não aplicar em pós-emergência se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse por longo período de estiagem.
-Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 64%.
-Não aplicar com ventos superiores a 4,0 km/hora para não promover deriva para regiões vizinhas.
-Verificar no momento da aplicação em pré ou pós-emergência a velocidade dos ventos e a presença de cultivos sensíveis que não sejam o milho.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:DOS RELATIVOS Á PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola;
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
-Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
-Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos;
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
-Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS;
-Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS;
-Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS;
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira;
-Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; touca árabe e viseira facial;
-Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO.
-Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia;
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
-Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; touca árabe e viseira facial.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO.
-Não reutilize a embalagem vazia;
-Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24h);
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
-Tome banho imediatamente após aplicação do produto;
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo e bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: em caso de ingestão não provoque vômito.
Olhos: em caso de contato lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.
Pele: em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.
Inalação: em caso de inalação, transporte o intoxicado para local arejado.
Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para assistência médica mais próxima.

ANTÍDOTO:
Nenhum antídoto específico é conhecido.

INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Triazina
Classe toxicológica: IV – POUCO TÓXICO
Vias de absorção: Oral, dérmica e por inalação.
Sintomas e sinais clínicos: A toxicidade sistêmica aguda costuma não ocorrer até que grandes quantidades tenham sido ingeridas. Não há dados publicados de toxicidade sistêmica aguda em humanos e, apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicidade (incoordenação motora, paralisia dos membros, hipotermia...) e sintomas respiratórios.
Ingestão: náusea, vômito, diarréia, dor abdominal e sensação de queimação na boca. A aspiração de produtos contendo solventes orgânicos pode causar ataxia, anorexia, dispnéia e espasmos musculares; sintomas estes relatados em estudos com animais.
Inalação: Pode ocorrer irritação pela inalação de pós finos e algumas formulações podem conter solventes orgânicos.
Pele: Embora os herbicidas triazínicos pareçam não ser irritantes, há alguns relatos de dermatites de contato na literatura.
Olhos: Os herbicidas triazínicos podem causar irritações oculares.
Mecanismos de toxicidade:O aminotriazol tem mostrado ser bociogênico em várias espécies animais. O aminotriazol reduz a captação tireoideana de iodo e inibe a atividade da peroxidase tiroidiana. A redução dos hormônios tireoideanos induz a um estímulo hipotalâmico da hipófise mediado pelo TSH. Esta estimulação prolongada parece ser responsável pela indução de câncer tireoideano em animais tratados com altas doses de aminotriazol.
Toxicocinética: Em animais, os principais metabólitos urinários da atrazina e simazina foram: 2-cloro-4-amino-6 (etilamino)-S-triazina, 2-cloro-4-amino-6-(isopropilamino)-S-triazina e 2-cloro-4,6-diamino-S-triazina.
A atrazina é metabolizada a seus derivados mono-dealquilados e a atrazina di-dealquilados em humanos e animais. Ela é excretada como derivados dealquilada e derivados de ácido mercaptúrico primariamente na urina, sendo as fezes uma via menor de excreção.
Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos foram expostos a uma dose simples tópica de 0,1667 mg (dose baixa) e 1,9751 mg (dose alta) de atrazina marcada com C14. A maioria (91,1 – 95,5%) da dose não absorvida foi detectada em amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas após a administração da dose. Após 168 horas, apenas 5,6% da dose foi absorvida e excretada na urina e fezes do grupo da dose baixa e apenas 1,2% no grupo da dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação urinária ocorreu em 24-48 horas e o pico de eliminação fecal ocorreu em 48-72 horas.
Diagnóstico: Histórico de exposição a herbicidas triazínicos e irritação gastrintestinal são suficientes para o diagnóstico.
Tratamento: Se o agrotóxico tiver sido inferido em grande quantidade, lavagem gástrica deve ser realizada (exceto quando o paciente estiver vomitando) seguida de administração de 50 g de carvão ativo. Em crianças: 1g/kg de carvão ativado. Caso haja contato com a pele, esta deve ser lavada com água e sabão neutro. Se o composto entrou em contato com os olhos, estes devem ser lavados com água e sabão neutro. Se o composto entrou em contato com os olhos, estes devem ser lavados com água corrente em abundância. Em caso de colapso, respiração artificial deve ser introduzida.
Tratamento sintomático e de suporte:
Inalação: Remova o intoxicado para um local arejado. Administre oxigênio se necessário.
Pele: Lave com quantidade copiosa de água.
Olhos: Lave com água corrente ou salina durante 15 a 20 minutos.
Contra-indicações: Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos sinérgicos: Em testes de toxicidade aguda (96h) usando C. tentans, a atrazina produziu toxicidade sinérgica em uma mistura binária com parationa metílica. Resultados de testes de toxicidade com atrazina em combinação binária com outros organofosforados indicam mais do que uma toxicidade aditiva para todos os compostos, exceto mevinfós.
Atenção: As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência pra INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: 0800 400 7505


Efeitos Agudos e Crônicos para animais de laboratório
Efeitos agudos resultantes de ensaios com animais (Produto formulado)
DL50 oral para ratos: >1000 < 2000 (1800 +/- 308,54 mg/kg)
DL50 dérmica para ratos: >2000 mg/Kg
Irritabilidade dérmica: o produto foi considerado não irritante para a pele de coelhos
Irritabilidade ocular: o produto causou irritação reversível em 24 horas, sendo, portanto, considerado como não irritante para olhos de coelhos.
Sensibilização cutânea: o produto não causou sensibilização na pele de cobaias.

Efeitos crônicos da atrazina: 40% dos ratos que receberam 20 mg de atrazina/kg p.c./dia via oral, durante 6 meses, morreram com sinais de sofrimento respiratório e paralisia dos membros do corpo. Alterações estruturais e químicas foram observadas no cérebro, coração, fígado, pulmões, rins, ovários e órgãos endócrinos. Ratos alimentados com 5 ou 25 mg de atrazina/kg p.c./dia, por 6 meses, apresentou retardo no crescimento. Em um estudo de cães, por 2 anos com 7,5 mg de atrazina/kg p.c./dia, causou diminuição da ingestão de alimentos e aumento no peso do coração e fígado. Com a administração de 75 mg de atrazina/kg p.c./dia, observou-se diminuição na ingestão de alimentos e no ganho de peso, aumento do peso adrenal, diminuição na contagem de células sanguíneas e tremores ocasionais.

Efeitos crônicos da simazina: por meio do estudo de 90 dias em ratos observou-se que a substância produziu toxidade para os rins na dose de 150mg de simazina/kg p.c./dia. No estudo de 2 anos com ratos alimentados com 15mg de simazina/kg p.c./dia verificou-se que as células do fígado degeneraram, durante os 3 primeiros dias, mas essa condição foi reversível, pois o fígado adaptou-se e metabolizou a substância administrada. Outros efeitos observados incluíram tremores, dano aos testículos, rins, fígado e tiróide, distúrbios na produção de espermatozóides e mutação gênica. Simazina parece não provocar efeitos reprodutivos em humanos; parece não ser teratogênica; é considerada não mutagênica ou fracamente mutagênica. Quanto aos efeitos carcinogênicos, a simazina não foi tumorogênica para camundongos que receberam a dose máxima tolerável de 215 mg/kg/dia pelo período de 18 meses; em outros estudos, doses baixas de simazina – 5mg/kg/dia, produziram excesso de tumores (tiróide e mamário) em ratas; por causa da inconsistência dos dados, não é possível determinar o potencial carcinogênico da simazina.

MECANISMO DE ABSORÇÃO, AÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Atrazina: rapidamente absorvida pelo trato gastrointestinal. Quando uma dose única de 0,53mg de atrazina foi administrada a ratos por gavagem, 20% dessa dose foi excretada pelas fezes em 72 horas. O restante, 80% da dose administrada, foi absorvida pela corrente sanguínea. Depois de 72 horas, 65% foi eliminado pela urina e 15% ficou retido no tecido corporal, principalmente no fígado, rins e pulmões.
Simazina: estudos com ratos, cabras e carneiros revelaram que 60 a 70% da dose ingerida pode ser absorvida pelo trato gastrointestinal, com aproximadamente 5 a 10% de distribuição sistemática pelos tecidos. O restante é eliminado via urina com 24 horas. Distribuição foi liderada pelos níveis de detecção em hemácias, fígado, rins, gordura, esqueleto e plasma. Quando vacas foram alimentadas com 5 ppm por 3 dias, simazina não foi encontrada no leite desses animais durante os 3 dias que se seguiram. Relatou-se que resíduos de simazina estão presente na urina de carneiros, 12 dias após a administração de dose oral única. A concentração máxima na urina ocorreu de 2 a 6 dias após a administração.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
3. DADOS RELATIVOS ÀPROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1 - PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2 - INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3 – EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: MILENIA AGROCIÊNCIAS S/A - Telefone de emergência: 0800 111 767 ou 0800 7071 767.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

. Piso Pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação

. Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4 - PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGENS RÍGIDAS LAVÁVEIS

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

•Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

•Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS FLEXÍVEIS

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde sãoguardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas, com o mesmo mecanismo de ação, pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a eles resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.