Bula Herburon 500 BR - Adama

Bula Herburon 500 BR

acessos
Diuron
368705
Adama

Composição

Diurom 500 g/L Uréia

Classificação

Herbicida
IV - Pouco tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Macela
(Achyrocline satureioides)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Mastruço
(Lepidium virginicum)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3,2 a 4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Macela
(Achyrocline satureioides)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Mastruço
(Lepidium virginicum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Macela
(Achyrocline satureioides)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Mastruço
(Lepidium virginicum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Macela
(Achyrocline satureioides)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Mastruço
(Lepidium virginicum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes

Galão plástico de 5 L, 10 L.
Balde plástico de 5, 10 e 20 L.
Bombona plástica de 10 e 20 Litros.
Tambor plástico de 100 e 200 L.
Tambor metálico com revestimento interno de 100 L e 200 Litros.
Container de 1000 L, com embalagem interna em bolha de polietileno e externamente revestido com madeirite com tratamento naval.

INSTRUÇÕES DE USO:
HERBURON 500 BR é um herbicida de pré e pós-emergência para uso nas culturas de: Algodão, Café, Cana-de-açúcar e Citros.

1- Efetuar o controle somente em PRÉ-EMERGÊNCIA das seguintes plantas infestantes Acanthospennum hispidum e Achyrocline satureioides.
2- Para as plantas infestantes Ageratum conyzoides, Commelina benghalensis e Ipomoea aristolochiaefolia, efetuar o controle em PRÉ-EMERGÊNCIA, somente na maior dose em solo argiloso e médio.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO:
O HERBURON 500 BR deve ser aplicado em uma única aplicação, em solo úmido, em
pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, logo após a semeadura ou em uma
única aplicação em pós-emergência entre linhas semi dirigido.

Não utilizar em solos arenosos em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura.

Para as aplicações em pós-emergência, a cultura deve estar com altura superior a 25 cm e a
aplicação deve ser feita entre linhas semi-dirigido, ou seja, o jato da calda herbicida poderá
atingir, no máximo, o terço inferior do algodoeiro, evitando o contato com as demais
folhas da cultura, e as plantas infestantes deverão estar no estádio máximo de 4 folhas para
as dicotiledôneas e 2 folhas para as gramíneas.

OBS.: O HERBURON 500 BR não pode ser aplicado em pós-emergência da cultura em
área total.

CAFÉ
Realizar apenas uma única aplicação por ciclo da cultura. Fazer uma aplicação logo após a
arruação ou uma aplicação logo após a esparramação.
O HERBURON 500 BR pode ser aplicado em pré-emergência ou após a emergência das
plantas infestantes, quando estas estiverem em pós-emergência no estádio máximo de 4 folhas para as dicotiledôneas e 2 folhas para as gramíneas.

OBS: Não utilizar em cultura de café com menos de 2 anos de idade.
Não atingir as folhas das culturas com a pulverização do produto.

CANA-DE-AÇÚCAR
O HERBURON 500 BR pode ser aplicado em pré-emergência das plantas infestantes e da
da cultura logo após o plantio ou após a emergência da cultura e das plantas infestantes.
Realizar apenas uma única aplicação por ano.
Em pós-emergência pode ser aplicado em área total da cultura e das plantas infestantes,
devendo as gramíneas estar no máximo com 2 folhas e as dicotiledôneas com até 4 folhas.

CITROS
O HERBURON 500 BR só é utilizado em uma única aplicação por ciclo de cultura, em
pré-emergência ou após a emergência das plantas infestantes, quando estas estiverem no
estádio máximo de 4 folhas para as dicotiledôneas e 2 folhas para as gramíneas.
O HERBURON 500 BR pode ser aplicado durante o ano todo, especialmente nas épocas
em que as plantas infestantes exercem maior poder de competição, de setembro a fevereiro,
realizando uma aplicação por ciclo. Pode ser aplicado em coroamento ao redor das plantas,
em faixas ao longo das linhas das plantas cítricas ou em área de cobertura total do solo, na
área extensiva do pomar, evitando o contato com as folhas da cultura.

OBS: Não aplicar em pomares com idade menor que 2 anos.
Não atingir as folhas das culturas com a pulverização do produto.

MODO DE APLICAÇAO:

Aplicacão Terrestre:
O HERBURON 500 BR deve ser aplicado com sol' ido, em pré-emergência e/ou pós-
emergência inicial das plantas infestantes, seguindo as recomendações técnicas para cada
cultura, conforme já citado anteriormente. Para aplicação pode ser usado apenas
equipamento tratorizado.
Preparo de calda: pode-se colocar a quantidade de HERBURON 500 BR no tanque do
pulverizador contendo 1/4 de sua capacidade com água mantendo o agitador em
funcionamento. Em seguida completar com água sempre limpa até a capacidade total do
tanque. Usar bicos tipo leque.

Para pulverizador tratorizado de barra:

TIPO DE PRESSÃO VELOCIDADE ESPAÇ. VOL. ÁGUA
BICO Lib/pol² ENTRE (L/ha)
BICOS (m)

8004 40 5 0,5 360
11004 40 5 0,5 360

OBS.: No caso de usar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de
pulverização no solo e/ou nas plantas infestantes a serem controladas.

Condições climáticas:
- Evitar as aplicações nas horas mais quentes do dia.
- A umidade relativa do ar acima de 60% favorece o melhor funcionamento do produto,
principalmente em pós- emergência.
- Ocorrência de chuvas consideradas nonnais, após a aplicação em pré-emergência,
favorecem melhores resultados de eficiência.
- Ocorrência de chuvas denominadas torrenciais, podem provocar aumento na lixiviação e
redução da eficiência.
- Evitar aplicação quando da ocorrência de ventos acima de 6 Km/h.

Aplicacão Aérea:
A viões agrícolas poderão ser usados na aplicação de HERBURON 500 BR na cultura de
cana-de-açúcar e algodão. A altura de vôo não pode ser maior que 4 metros em relação ao
alvo. A largura da faixa deve ser ajustada de acordo com as características de cada
aeronave, podendo variar de 12 a 16 metros. O equipamento de pulverização aérea deverá
estar calibrado para o volume de 40 litros de calda por hectare, utilizando-se bicos D-8 ou
equivalentes com core 46, montados na barra com ângulo de 90° em relação a direção de
vôo.

Para a cultura de algodão, a aplicação aérea só poderá ser feita na pré-emergência da
cultura.
Preparo da calda: Para aplicação aérea na cultura da cana-de-açúcar e algodão, HERBURON 500 BR deve ser misturado diretamente no tanque da aeronave agrícola, o qual deverá ter 1/3 de sua capacidade com água. Após adição do produto, completar o volume do tanque, mantendo a calda em agitação constante.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 120 dias
Café: 30 dias
Cana-de-açúcar: 150 dias
Citros: 60 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana
-ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
- Na cultura do algodão, em solos arenosos e solo com teor de matéria orgânica menor que
2,5%, não aplicar em pré-emergência logo após a semeadura.
- Seguir com exatidão as indicações do produto, respeitando sempre os prazos
estabelecidos para início, número e épocas de aplicação e períodos de carência
estabelecidos para cada cultura.

MEDIDAS GERAIS E PRIMEIROS SOCORROS: Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, avental impermeável, chapéu impermeável de aba larga, botas, máscara protetora especial provida de filtro adequado a cada tipo de produto. Leia e siga as instruções do rótulo. Mantenha o produto afastado de crianças e animais domésticos. Evite comer, beber ou fumar durante o manuseio ou aplicação do produto. Mantenha o produto afastado de alimentos ou de ração animal. Não contamine lagos, fontes, rios e demais coleções de água, lavando as embalagens ou aparelhagem aplicadora, bem como, lançando-lhes seus restos. Mantenha a embalagem original sempre fechada e em lugar seco e ventilado. Inutilize e enterre profundamente as embalagens do produto. Mantenha afastadas das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 7 dias após a aplicação do produto. Não utilize equipamento com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações, etc., com a boca. Uso exclusivamente agrícola. Após a utilização do produto, remova as roupas protetoras e tome banho. Não dê nada por via oral à uma pessoa inconsciente. Distribua o produto da própria embalagem, sem contato manual. Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso de suspeita de intoxicação. Aplique somente as doses recomendadas. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas, use luvas impermeáveis. Mantenha a embalagem longe do fogo. Não aplique o produto na presença de ventos. Em caso de ingestão acidental provoque vômito e procure imediatamente o médico, levando a embalagem ou o rótulo do produto. Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça, procure local arejado e se houver sinais de intoxicação, chame o médico. Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave as partes atingidas com água e sabão em abundância, e se persistir a irritação, procure um médico levando a embalagem ou o rótulo do produto. Produto irritante para os olhos. Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos, e se persistir a irritação, procure um médico levando a embalagem ou o rótulo do produto.

SINTOMAS DE ALARME: Não conhecidos.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS (Informações para uso médico): Não possui antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este Produto é:
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental -Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGRO CIÊNCIAS S/A. -telefone de Emergência: 0800-400-7505 e o CCI - Centro de Controle de Intoxicações: (0xx43) 3371-2244.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
.Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
.Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
.Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco (PQS), CO2 e neblina de água, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador,
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o
aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados
herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o
uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos
consulte um Engenheiro Agrônomo.