Bula Hexaron WG

acessos
Diuron + Hexazinone
5202
Adama

Composição

Diurom 468 g/kg Uréia
Hexazinona 132 g/kg Triazinona

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,8 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 150 dias. Aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantasinfestantes

Sacos externos aluminizados, com ou sem saquinho interno hidrossolúvel, com capacidade de 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500, 5000 g. Sacos externos plásticos, com saquinho interno hidrossolúvel, com capacidade de 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500, 5000 g. Sacos externos de papel com revestimento interno plastificado ou aluminizado, com ou sem-saquinho interno hidrossolúvel, com capacidade de 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500, 5000 g. Caixa secundária de cartão ou de plástico com capacidade de 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500, 5000 g. Caixa secundária de papelão ou de plástico com capacidade de 5, 10 e 20 Kg. Frasco, pote, galão, balde ou bombona de plástico ou metal com capacidade de 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500, 5000 g. Tambor metálico ou de plástico com capacidade de 50, 100, 150, 200 Kg. Big-bag de plástico estruturado com capacidade de 100, 200, 500, 1000 Kg. Contêiner metálico com capacidade de 500 Kg. Contêiner retornável metálico com capacidade de 1000, 5000, 10000 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS E MODO DE AÇÃO DO PRODUTO: HEXARON WG é um herbicida de ação sistêmica, seletivo, pré-emergente e pós-emergente inicial a base dos ingredientes ativos Hexazinona + Diuron, na formulação Grânulos Dispersíveis em Água, recomendado para a cultura da Cana-de-açúcar.

RECOMENDAÇÕES DE USO, CULTURA, ÉPOCA DE APLICAÇÃO, DOSES E PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS: O HEXARON WG é um herbicida seletivo para a cultura da cana-de-açúcar, podendo ser aplicado antes e após a emergência da cultura e das plantas infestantes.

Quando aplicado em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, as doses deverão ser selecionadas de acordo com o tipo de solo, teor de matéria orgânica e tipo de cultivo, sistema cana planta ou cana soca.

Na pós-emergência da cana-de-açúcar e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada espécie presente na área.

Na modalidade em pré-emergência o herbicida HEXARON WG pode ser aplicado em cana planta e cana soca em solos de textura areno-argiloso e argiloso com teores de matéria orgânica desde 1,3% até no máximo 3,0%. Em solos arenosos e com teor de matéria orgânica superior a 1,3% aplicar somente em cana soca. Não é recomendável o uso do HEXARON WG em cana planta em solos arenosos devido à possibilidade da ocorrência de chuvas com alta intensidade, o que poderá promover acúmulo nos sulcos e provocar titotoxicidade à cana-de-açúcar, acima dos índices aceitáveis.

O herbicida HEXARON WG possui efeito residual prolongado, o que vai depender do tipo, textura e teor de matéria orgânica do solo, quantidade de chuvas durante o ano e o potencial do banco de sementes. Quando aplicar na pós-emergência sempre observar o estádio recomendado das plantas infestantes na área, observando se as mesmas não estão estressadas por estiagens prolongadas e fazer as aplicações nos períodos em que a temperatura esteja entre 20 a 30°C, umidade relativa do ar superior a 60% e ventos em no máximo 6,0 km/hora.

DOSES EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFECTANTES E DA CULTURA, DE ACORDO COM O TIPO DE SOLO E DO CULTIVO DA CANA-DE-AÇÚCAR:

SOLO ARENOSO: Teor de matéria orgânica: >1,3% a <3,0%. Cana planta: não usar. Cana soca: 1,8-2,0 Kg/ha.

SOLO ARENO-ARGILOSO: Teor de matéria orgânica: >1,3 a <3,0%. Cana planta e Cana soca: 2,0-2,5 Kg/ha.

SOLO ARGILOSO: Teor de matéria orgânica: >1,3 a <3,0%. Cana planta e Cana soca: 2,5-3,0 Kg/ha.

DOSES EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES E DA CULTURA, TIPO DE SOLO E DO CULTIVO DA CANA-DE-AÇÚCAR.

SOLO ARENOSO (1): Cana soca: 1,8-2,0 kg/ha.

SOLO ARENO-ARGILOSO: Cana Soca/Planta: 2,0-2,5 kg/ha.

SOLO ARGILOSO: Cana Soca/Planta: 2,5-3,2 kg/ha.

(1) Não utilizar em pré-emergência em cana planta cultivada em solo arenoso.
(2) A dose de 3,0 kg/ha é recomendada para solos argilosos e com maior pressão de plantas infestantes.

PLANTAS INFESTANTES, ESTÁDIO, DOSES EM PÓS-EMERGÊNCIA DA CULTURA E DAS PLANTAS INFESTANTES, TIPO DE SOLO E TIPO DE CULTIVO DA CANA-DE-AÇÚCAR : Vide Sessão Indicações de Uso/Doses

SOLO ARENOSO/ ARENO-ARGILOSO / SOLO ARGILOSO: 2,5 kg/ha.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O HEXARON WG deve ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura da cana-de-açúcar, podendo ser realizada uma aplicação por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta e após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca.

MODO DE APLICAÇÃO:

APLICAÇÃO TERRESTRE: O HEXARON WG pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador tratorizado de barra, equipado com pontas do tipo jato em leque plano das séries 110.02 a 110,04 e volumes de 100 a 500 L/ha.

TIPOS DE PONTAS, COR DA PONTA, PRESSÃO (Lb/pol2) E VELOCIDADE DE TRABALHO (km/h), ESPAÇAMENTO ENTRE PONTAS, ALTURA DO ALVO E VOLUME DE CALDA (L/ha):

AIJET 110.02 / Amarelo / 40 / 5 -10 / 50 cm / 50 cm / 200- 100;
AIJET 110.03 / Azul / 40 / 5 -10 / 50 cm / 50 cm / 300- 150;
XR Tee-iet 110.02 / Verde / 40 / 5- 10 / 50 cm / 50 cm / 200- 110;
XRTeejet 110.03 / Amarelo / 40 / 5-10 / 50 cm / 50 cm / 300-150;
XRTeejet 110.04 / Azul / 40 / 5-10 / 50 cm / 50 cm / 400-200;
DGTeejet 110.02 / Amarelo / 40 / 5-10 / 50 cm / 50 cm / 200-100;
DGTee-iet 110.03 / Azul / 40 / 5-10 / 50 cm / 50 cm / 300-150;
DGTeejet 110.04 / Vermelho / 40 / 5-10 / 50 cm / 50 cm / 400-200;
Twinjet 110.02 / Amarelo / 40 / 5-10 / 50 cm / 50 cm / 200-100;
Twinjet 110.03 / Azul / 40 / 5-10 / 50cm / 50 cm / 300-150;
Twinjet 110.04 / Vermelho / 40 / 5-10 / 50 cm / 50 cm / 400-200;
Turbo Floodjet TF 02 / Vermelho / 40 / 5-10 / 75 cm / 75 cm / 300 -150;
Turbo Floodjet TF 02 / Vermelho / 40 / 5-10 / 100 cm / 100 cm / 250- 100;
Turbo Floodjet TF 03 / Marrom / 40 / 5-10 / 75 cm / 75 cm / 500 -200;
Turbo Floodjet TF 03 / Marrom/ 40 / 5-10 / 100 cm / 100 cm / 350 -150;
Turbo Tee:iet 110.02 / Amarelo / 40 / 5-10 / 50 cm / 50 cm / 200- 100;
Turbo Teejet 110.03 / Azul / 40 / 5 -10 / 50 cm / 50 cm / 300- 150;
TurboTeejet 110.04 / Vermelho / 40 / 5-10 / 50cm / 50 cm / 400-200;
XR Teejet 110.02 / Amarelo / 40 / 5 -10 / 50 cm / 50 cm / 200- 100;
XR Teejet 110.03 / Azul / 40 / 5 -10 / 50 cm / 50 cm / 300- 150;
XR Teejet 110.04 / Vermelho / 40 / 5 -10 / 50 cm / 50 cm / 400- 200;

APLICAÇÃO AÉREA: O HEXARON WG pode ser aplicado via área através de aeronaves do tipo Air Tractor AT 401 B, equipada com barra contendo 42 pontas do tipo Spraying Systems D 8, core 46, faixa de aplicação em 22,0 m pressão de 200 kilopascal, proporcionando um volume de 40 L/ha de calda, densidade de 40 gotas/cm2 e com diâmetro de gota superior a 400 micra.

PARÂMETROS BÁSICOS PARA A APLICAÇÃO AÉREA DO HERBICIDA HEXARON WG: Época de aplicação: Pré-emergência. Volume de calda: 40 L/ha. DMV (um): > 400. Cobertura (gotas/cm2): 40. Faixa de aplicação: 22,0 m.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Para o bom funcionamento do HEXARON WG, o solo deve estar úmido e bem preparado, evitando o excesso de torrões após o enterrio dos toletes de cana-de-açúcar por ocasião do plantio, No momento da aplicação o solo deve estar úmido suficiente para levar o herbicida até a profundidade onde se encontra as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. Aplicar com ventos inferiores a 6,0 Km/hora. Chuvas após a aplicação em pré-emergência favorecem a uma melhor eficiência do produto. Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa do ar inferior a 60%. Nas aplicações de pós-emergência da cultura recomenda-se aplicar com temperatura entre 20 a 30 ºC.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Cana-de-açúcar: 150 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E NAS ÁREAS TRATADAS: Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas até que a calda de pulverização se apresente totalmente seca (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação

FITOXIDADE: Fitotoxicidade para a cultura registrada: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.

LIMITAÇÕES DE USO: Uso exclusivo para a cultura da cana-de-açúcar. Não aplicar no sistema de cultivo cana planta em solos arenosos. Não aplicar em pós-emergência se as plantas daninhas estiverem em condições de estresse por longo período de estiagem ou outros fatores. Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%. Não aplicar com ventos superiores a 6,0km/hora para não promover deriva para regiões vizinhas. Verificar no momento da aplicação em pré ou pós-emergência a velocidade dos ventos e a presença de cultivos sensíveis que não sejam a cana-de-açúcar. Nas aplicações de pós-emergência da cultura recomenda-se aplicar com temperatura entre 20 a 30 ºC.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
2.1 - PRECAUÇÕES GERAIS.
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamento com vazamento ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
2.2 - PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA.
-Produto extremamente irritante para os olhos.
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas, eas pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local ventilado
2.3 - PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe, luvas de nitrila.
2.4 - PRECAUÇÕES APÓS O USO.
- Sinalizar a área tratada com os seguintes dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção, separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: no caso de contato com o produto, procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos:Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água da lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA E ANTIDOTO

Grupo químico
Diuron:Fenil uréia Hexazinona: Triazinona

Classe toxicológica: Classe I - Extremamente Tóxico

Mecanismos de toxicidade: Diuron
Produto geralmente com baixo risco de intoxicação aguda, seus metabólitos hidroxilados, próximos da anilina (sobretudo a 3,4-dicloroanilina), têm grande atividade oxidante sobre a hemoglobina. Eles podem ser responsáveis pela formação de metemoglobina (18 a 80%) e causar hemólise intravascular. Hexazinona: O mecanismo de toxicidade é pouco entendido em mamíferos.

Vias de absorção: Diuron: Principalmente digestiva e dérrnica.
Hexazinona: Principalmente digestiva e ocular. A via dérmica é importante no caso de exposição crônica.

Sintomas e sinais clínicos: Diuron: Na exposição aguda pode-se ver irritação dos olhos, pele e mucosas. Em caso de ingestão, aparecem náusea, vômito, diarréia, dor de cabeça, perda de eletrólitos e confusão. A inalação provoca tosse e dispnéia e, nos casos de intoxicação grave, aumento do volume do fígado e do baço, distúrbios da tireóide, destruição de
glóbulos vermelhos, redução do transporte sangüíneo de oxigênio, fadiga, dispnéia e cianose.
O contato com a pele causa edema e eritema discretos. A absorção por essa via parece ser muito limitada, mas a fenil uréia pode atuar como um sensibilizante ou causar alergia cutânea.
Distúrbios do metabolismo das proteínas, enfisema moderado e perda de peso podem ser vistos na exposição crônica. A evidência para efeito carcinogênico é limitada.
Hexazinona: É irritante ocular extremamente severo e pouco tóxico pela via oral. Doses extremamente altas podem causar lacrimejamento, salivação, vômitos, tremores/ataxia, diarréia e dispnéia. Em casos de intoxicação crônica o principal sintoma é a perda de peso. Não existem evidencias de efeitos carcinigênicos relacionados ao produto.

Toxicocinética: Diuron: Não há estudos sobre a toxicocinética do diuron. O produto absorvido é transformado por hidroxilação e a desmetilação e eliminado nas fezes e na urina, gerando 3,4 docloroanilina e 3,4 dicloroacetanilida. O principal metabólito urinário é o N-(3,4-diclorofenil-uréia.
Hexazinona: O produto absorvido é transformado por hidroxilação, demetilação e oxidação. Estas etapas tornam os metabólitos mais solúveis em água e aumentam a taxa de excreção pelos rins. Os metabólitos possuem o mesmo grau de toxicidade da hexazinona. O produto é rapidamente absorvido pela via oral, e rapidamente excretado principalmente pela urina.

Diagnóstico: O diagnóstico se faz pela anamnese e a sintomatologia clínica, essencialmente.

Tratamento: Diuron: Retirar as roupas contaminadas, lavar abundantemente o paciente com água corrente e sabão neutro. Se houve aspersão da córnea e da conjuntiva, fazer lavagem dos olhos com soro fisiológico durante 15 minutos, mantendo a cabeça em posição inclinada lateralmente para evitar que o líquido de lavagem atinja o olho oposto. O operador deve estar protegido com luvas e avental impermeáveis. Nos casos de intoxicação leve, até a remissão espontânea da cianose, tratar o paciente com medidas de suporte, repouso e oxigenoterapia. Nos casos mais graves aportar lmg/kg de peso corporal de azul de metileno. A vitamina B12 (cianocobalamina) pode acelerar a recomposição da hemoglobina — aplicar 1 mg por via intramuscular. Reidratação e transfusão sangüínea podem ser necessárias. Hexazinona: Retirar as roupas contaminadas, lavar abundantemente o paciente com água corrente e sabão neutro. Se houve aspersão da córnea e da conjuntiva, fazer lavagem dos olhos com soro fisiológico durante 15 minutos, mantendo a cabeça em posição inclinada lateralmente para evitar que o líquido de lavagem atinja o olho oposto. O operador deve estar protegido com luvas e avental impermeáveis.

Efeitos sinérgicos: Diuron: Monóxido de carbono.
Hexazinona: Não existem informações disponíveis na literatura sobre a interação da hexazinona com outros componentes. Mas a Hexazinona pode ser metabolizada pelo citocromo P450 e sistemas de enzimas que são comumente encontradas na oxidação de muitos xenobióticos.

Contra-indicações: O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

Atenção: PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS

Telefone de Emergência da empresa: (43) 3371-9000

2.6 -MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Experimentalmente em ratos, constatou-se que a HEXAZINONA (radiomarcada) fornecida via oral, foi rapidamente metabolizada por hidroxilação do anel ciclohexil e monodemetilação do grupo metilamino e eliminada entre o 3.° e o 6.° dia dos períodos de teste; Aproximadamente, 61% a 77% da molécula radiomarcada foi eliminada via urina e 20% a 32% via fezes. Praticamente toda a radioatividade foi recuperada nas primeira 24 horas depois do tratamento. Níveis muito baixos de radioatividade (cerca de 0,2% da dose administrada) foram detectadas no trato gastrintestinal, pele, órgãos (coração, pulmões, fígado, baço, rins, cérebro, testículo ou ovários), músculos, gordura e sangue. Os maiores metabólitos na urina e fezes foram o 3-(4- hidroxiciclohexi1-6-(dimethylam ino)-1-metil-1,3,5-triadine-(2,4(1H,3H)-dione)) e 3-(4-hidroxiciclohexi1-6- (metilamino)-1-metil-1,3,5-triadine-(2,4(1H,3H)-dione)). Experimentalmente em ratos, constatou-se que o DIURON é bem absorvido pelo trato gastrintestinal e vias respiratórias. Estudos, sugerem que é perfeitamente metabolizado no fígado por n-dealquilação e hidroxilação, sendo o principal produto de sua metabolização o N-(3,4-diclorofenil) uréia. É excretado em aproximadamente 72 horas, principalmente através das fezes (25%) e urina (75%), metabolizado ou de forma inalterada após uma breve permanência nos tecidos.

2.7-EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos realizados com animais de laboratório mostraram que o HEXARON WG é extremamente irritante aos olhos e pouco irritante para a pele; a DL50 oral aguda observada em estudo com animais de laboratório foi superior a 2000mg/kg e a DL50 dérmica foi maior que 2000 mg/kg.
A aplicação do produto por contato não produziu sensibilização dérmica em cobaias.
2.8-EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Experimentalmente em ratos, constatou-se que a HEXAZINONA ocasionou diminuição do consumo de alimento e do ganho de peso, alterações nos peso dos órgãos, alterações hematológicas e bioquímicas, bem como, hepatotoxicidade, todos diretamente relacionados à dose. Não foi observado potencial oncogênico. Experimentalmente em ratos, o DIURON produziu uma leve anemia, aumento do tamanho do baço e elevação da atividade eritrogênica na medula óssea. Em cães, ocorreu perda de peso, eritropenia, atividade eritrogênica na medula óssea, aumento no peso relativo do fígado, e deposição de pigmentos nas células hepáticas.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe II). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxico em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de águas para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas -ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: MILENIA AGRO CIÊNCIAS S/A - Telefone da empresa: 0800400 7505 e o CCI -Centro de Controle de Intoxicações: (Oxx43) 3371 2244. Utilize o equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso Pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇAO DE EMBALAGENS V AZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGENS RÍGIDAS LAVÁVEIS

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS FLEXÍVEIS

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração com sistema de combustão composto de um forno rotativo à temperatura de 800- 1.000°C com tempo de residência de 60 minutos; uma câmara de pôs-combustão com temperaturas entre 1.050 -1.250°C com um tempo de residência de 2 segundos. Os gases resultantes passam pelo sistema de resfriamento e lavagem, composto de pré-resfriador, dois ciclones, um pós-resfriador (primeiro lavador), um lavador de disco rotativo (segundo lavador) e um hidrociclone e um lavador venturi. Os efluentes líquidos gerados são direcionados para a estação de tratamento de despejo industrial. A eficiência desta destruição térmica é superior a 99,99%.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestante a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores informações consulte um Engenheiro Agrônomo.