Bula Instal 800 WG - AllierBrasil

Bula Instal 800 WG

acessos
Fipronil
31817
AllierBrasil

Composição

Fipronil 800 g/kg Fenilpirazol

Classificação

Formicida, Inseticida, Cupinicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
100 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias 30 dias Iniciar as aplicações com o produto quando forem encontradas 5% das estruturas de frutificação danificadas
Curuquerê
(Alabama argillacea)
30 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Aplicação única 30 dias Aplicar o produto quando forem encontradas em média 1 (uma) lagarta por planta quando a cultura não tiver “maçãs” abertas; ou quando forem encontradas em média 2 (duas) lagartas por planta e a cultura já possuir “maçãs” abertas
Tripes
(Frankliniella schultzei)
15 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Aplicação única 30 dias Aplicar o produto quando forem encontradas plantas com folhas deformadas e em média 6 tripes/planta, até a idade quando a praga provoca dano econômico (15 a 20 dias após a emergência da cultura)
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva alfinete
(Diabrotica speciosa (larva alfinete))
150 a 200 g p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura, na dose de 150 g de produto comercial/ha, e complementar no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), com a dose de 200 g produto comercial/ha
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da cana
(Migdolus fryanus)
500 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto na dose de 500 g de produto comercial/ha, em áreas de baixa incidência da praga no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura
Broca da cana
(Migdolus fryanus)
650 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura Não determinado por se tratar de tratamento de solo Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses pulverizando 400 g de produto comercial/ha na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, e complementando com a dose de 250 g de produto comercial/ha, aplicando-se no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
500 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto preventivamente no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura
Cupim
(Heterotermes tenuis)
200 a 250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto preventivamente no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque). Utilizar as doses mais baixas 200 g de produto comercial/ha para controle de cupins em área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. Aplicar a dose maior, 250 g de produto comercial/ha, para níveis de infestações médios a altos
Cupim
(Cornitermes cumulans)
200 a 250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto preventivamente no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque). Utilizar as doses mais baixas 200 g de produto comercial/ha para controle de cupins em área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. Aplicar a dose maior, 250 g de produto comercial/ha, para níveis de infestações médios a altos
Cupim
(Neocapritermes opacus)
200 a 250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto preventivamente no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque). Utilizar as doses mais baixas 200 g de produto comercial/ha para controle de cupins em área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. Aplicar a dose maior, 250 g de produto comercial/ha, para níveis de infestações médios a altos
Cupim
(Procornitermes triacifer)
200 a 250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto preventivamente no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque). Utilizar as doses mais baixas 200 g de produto comercial/ha para controle de cupins em área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. Aplicar a dose maior, 250 g de produto comercial/ha, para níveis de infestações médios a altos
Saúva parda
(Atta capiguara)
1 a 2 g.p.c./ha 50 mL de calda/olheiro - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto de forma dirigida através de pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do "olheiro" e mais parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metro), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde os mesmos estiverem circulando
Cana-de-açúcar (Soca) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Heterotermes tenuis)
250 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função, abrindo-se um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando-se sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplicar somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico
Cupim
(Cornitermes cumulans)
250 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função, abrindo-se um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando-se sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplicar somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico
Cupim
(Neocapritermes opacus)
250 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função, abrindo-se um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando-se sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplicar somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico
Cupim
(Procornitermes triacifer)
250 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função, abrindo-se um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando-se sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplicar somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico
Saúva parda
(Atta capiguara)
1 a 2 g.p.c./ha 50 mL de calda/olheiro - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto de forma dirigida através de pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do "olheiro" e mais parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metro), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde os mesmos estiverem circulando
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva alfinete
(Diabrotica speciosa (larva alfinete))
100 g.p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque), cobrindo-se o produto que foi pulverizado imediatamente com terra
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
100 g.p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar o produto no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma a se dar uma distribuição homogênea do produto
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tamanduá da soja
(Sternechus subsignatus)
40 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, até que a cultura atinja a idade entre 35 e 40 dias, que é quando a mesma deixa de ser alvo do ataque desta praga 60 dias Aplicar o produto assim que for constatada a presença de adultos do inseto na área

MODO DE APLICAÇÃO:

INSTAL 800 WG deve ser aplicado somente através de pulverização terrestre, diluído em água somente nas dosagens recomendadas.

Equipamentos de aplicação:

O produto pode ser aplicado através de equipamentos tratorizados adaptados, com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido; ou pulverizador costal manual. Procurar sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada. Utilizar pulverizador costal para o controle de formigas.
Bico: jato em cone da Série X ou D coma, por exemplo, JA-2, D2 ou similares ou em jato leque Twinjet 8003 VB, dependendo do alvo a ser atingido.
Pressão: 20 a 80 lb/pol2
Tamanho de gotas: 110 a 250 micras de diâmetro
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm²
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 27°C; umidade relativa deverá ser superior a 55%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar INSTAL 800 WG mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias):

Algodão: 30; Batata: não determinado por se tratar de tratamento de solo; Cana-de-açúcar (aplicação no sulco de plantio): não determinado por se tratar de tratamento de solo; Cana-de-açúcar (aplicação foliar): 30; Milho: não determinado por se tratar de tratamento de solo; Soja: 60.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

De acordo com o aprovado pela ANVISA/MS.

LIMITAÇÕES DE USO:

Somente utilizar as doses recomendadas.
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as plantas tratadas.
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula.
O produto é incompatível com produtos de reação altamente alcalina como a calda bordaleza e calda sulfocálcica. Não e recomendada a sua mistura com produtos de reação fortemente alcalina, como com qualquer outro agrotóxico.
Este produto é tóxico para abelhas. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Vide Modo de Aplicação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais.
- Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

- - Produto extremamente irritante para os olhos. Manuseio o produto em local aberto e ventilado.
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a formação de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2, cobrindo nariz e a boca; óculos de proteção;
- Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança;
- Evite o máximo possível contato com a área de aplicação;
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente; com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2, cobrindo nariz e a boca; óculos de proteção.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Não reutilize a embalagem vazia;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e lave as roupas de proteção separado das roupas domésticas.
- Ao lavar as roupas utilizadas/contaminadas, utilize luvas e avental impermeável.
- No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas)
- Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada estabelecido para o produto.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou a receita agronômica do produto.
Ingestão: Se engolir o produto NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entro no olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar dever proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS – INSTAL® 800 WG (fipronil)
Grupo químico
Pirazol Classe toxicológica
CLASSE I – EXTREMAMENTE TÓXICO Vias de exposição
Dérmica, inalatória, oral e ocular. Toxicocinética
O fipronil é rapidamente distribuído e metabolizado. A principal via de excreção foi a fecal. Apresenta potencial de bioacumulação. Mecanismos de toxicidade
Excitação do sistema nervoso central. Sintomas e sinais clínicos
A ingestão de grandes quantidades pode causar efeitos neurológicos, caracterizados por hiperexcitabilidade, irritabilidade, tremores, letargia e convulsões.
Diagnóstico
O diagnóstico e estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clinico compatível. Tratamento
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clinico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto especifico. Em caso de ingestão de grandes quantidades, monitorar a função hepática. Apos exposição significativa, monitorar a função neurológica.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Em caso de contato com os olhos, lavá-los abundantemente com soro fisiológico.
Se o produto foi ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Contraindicações
A indução do vomito e contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química Efeitos sinérgicos
Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto. ATENÇÃO
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: AllierBrasil Agro Ltda.: (11) 31514360
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:

O fipronil age por bloqueio não-competitivo dos canais de cloreto dos receptores específicos GABA. Uma vez absorvido, o fipronil e rapidamente distribuído e metabolizado. Os resíduos teciduais foram detectados na carcaça, trato gastrintestinal, fígado, adrenais e gordura abdominal. A eliminação e lenta, demonstrando um potencial de bioacumulação. É eliminado principalmente através das fezes.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - produto formulado):
DL50 oral em ratas fêmeas: entre 50 mg/kg e 300 mg/kg (> 50-300 mg/kg)
DL50 dérmica em ratos machos e fêmeas > 2.000 mg/kg
CL50 inalatória (4 hrs) em ratos machos e fêmeas > 1,746 mg/L
Irritação dérmica: medianamente irritante.
Irritação ocular: irritante.
Sensibilização dérmica: não causou sensibilização dérmica
Efeitos crônicos:
Estudos laboratoriais conduzidos para avaliar a toxicidade crônica em cães e ratos, indicaram que os principais efeitos relacionado com o tratamento com o fipronil foram relacionados ao sistema nervoso central, como convulsão, ataxia, tremores, híper e/ou hipoatividade, enquanto que em camundongos e ratos o fígado também foi um órgão alvo de ação.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:

( X ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE ao meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa AllierBrasil Agro Ltda. – telefone de Emergência: 11-31514360.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante por meio do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, C02 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
? Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
? Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle (ex. controle cultural, biológico, etc.)

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. Utilizando-se as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI), pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.