Bula Konazol 200 EC

acessos
Tebuconazole
11507
Nufarm

Composição

Tebuconazol 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
até 100 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 14 dias. 30 dias. Deve-se realizar a primeira aplicação a partir do desenvolvimento foliar e início da formação dos tubérculos, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário, realizando no máximo duas aplicações. 30 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sintomas. Não deve ser feita a aplicação durante o período de pleno florescimento do feijoeiro
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 20 dias. 30 dias. Em áreas com histórico de ocorrência da doença, deve-se realizar uma aplicação preventivano estágio R5.1 (início do enchimento dos grãos), e havendo elevada umidade relativa no ar ou precipitações frequentes, deve-se realizar uma segunda aplicação com 20 dias de intervalo
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 20 dias. 30 dias. Em áreas com histórico de ocorrência da doença, deve-se realizar uma aplicação preventivano estágio R5.1 (início do enchimento dos grãos), e havendo elevada umidade relativa no ar ou precipitações frequentes, deve-se realizar uma segunda aplicação com 20 dias de intervalo
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. A primeira aplicação deve ser realizada quando for constatada de 5 - 8% de área foliar infectada pela doença, podendo-se recorrer a uma segunda aplicação caso a infecção atinja este nível novamente
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lycopersici)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. A primeira aplicação deverá ser realizada somente após o florescimento, e logo que forem notados os primeiros sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário, realizando no máximo duas aplicações. 35 dias. A primeira aplicação deve ser realizada quando for constatado os primeiros sintomas da doença, a partir do elongamento

Frascos plásticos tipo COEX: 1, 5, 10 e 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
KONAZOL 200 EC é um fungicida sistêmico do grupo químico dos triazóis com ação preventiva, curativa e erradicativa indicado para o tratamento de doenças da parte aérea.

CULTURAS, DOENÇAS E DOSES UTILIZADAS:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

ÉPOCA, NÚMERO, E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
-Batata: A primeira aplicação visando o controle da pinta preta deve ser realizada somente a partir do final do desenvolvimento foliar e início da formação dos tubérculos, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença, podendo ser realizadas mais 3 aplicações, com intervalo de 14 dias entre cada uma, caso as condições climáticas sejam favoráveis ao desenvolvimento da doença.

-Café: recomenda-se iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir a mesma se necessário.

-Feijão: Para controle da ferrugem do feijoeiro deve-se fazer monitoramento da lavoura, e a aplicação deve ser realizada logo após o aparecimento dos primeiros sintomas. Não deve ser feita aplicação durante o período de pleno florescimento do feijoeiro, não havendo limitações quanto ao uso antes e/ou após este período.

-Soja: Oídio: A primeira aplicação deve ser realizada quando for constatada de 5-8% de área foliar infectada pela doença, podendo-se recorrer a uma segunda aplicação caso a infecção atinja este nível novamente. DFCs: Em áreas com histórico de ocorrência da doença, deve-se realizar uma aplicação preventiva no estágio R5.1 (início do enchimento dos grãos), e havendo elevada umidade relativa no ar ou precipitações freqüentes, deve-se realizar uma segunda aplicação com 20 dias de intervalo.

-Tomate: A primeira aplicação visando o controle de septoriose deverá ser realizada somente após o florescimento, e logo que forem notados os primeiros sintomas. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, poderão ser realizadas mais 3 aplicações, com intervalo de 14 dias entre cada uma.

-Trigo: Para o controle da helmintosporiose ou mancha marrom, a primeira aplicação deve ser realizada quando for constatado os primeiros sintomas da doença, a partir do elongamento. A lavoura deve ser monitorada continuamente e caso haja reincidência de sintomas da doença na cultura, deve-se realizar nova aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO:
KONAZOL 200 EC deve ser misturado em água e pulverizado através de equipamentos estacionários, costais manuais ou motorizados, pulverizadores tratorizados ou aeronaves agrícolas. Recomenda-se a aplicação com a temperatura abaixo de 30°C.

-Batata: o equipamento de pulverização poderá ser manual ou tratorizado com bicos D3/23, com 60 lbs/pol² de pressão e volume de calda de 600 L/ha.

-Café: O produto deve ser aplicado utilizando atomizadores costais ou tratorizados e volume de calda de 250 a 500 L/ha, dependendo da altura das plantas.

-Feijão: a aplicação poderá ser realizada com pulverizadores costal e tratorizado, bicos tipo D3/23, com 54 lb de pressão e volume de calda de 400 L/ha.

-Soja: Deve-se fazer a aplicação utilizando pulverizador tratorizado dotado de barra e munidos de bicos de jato plano (leque) duplo comum ou jato cônico vazio e volume de calda entre 150 e 250 L/ha, dependendo do estágio de desenvolvimento e do enfolhamento da cultura. Nas aplicações aéreas, usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos, altura de vôo de 2 a 4 m, vazão de 20 a 30 L/ha e largura de faixa de deposição de 15m. Deve-se fazer a aplicação com temperatura inferior a 30°C e umidade relativa maior 55%.

-Tomate: a aplicação poderá ser realizada com pulverizadores costal e tratorizado, bicos tipo D3/23, com 55 lb de pressão e volume de calda de 1000 L/ha.

-Trigo: para a aplicação do fungicida poderá ser utilizado pulverizadores costal e tratorizado, sendo utilizado o bico cone com ponta de orifício D3 e difusao 23, com pressão 55 lbs/pol2 e com vazão aferida de 200 L/ha.

Em qualquer cultura e modalidade de aplicação, verificar se todas as partes das plantas, inclusive o terço inferior, estão recebendo o produto de maneira uniforme, sem, entretanto, haver escorrimento da calda de pulverização.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
- Batata, Café e Soja: 30 dias
- Feijão: 14 dias
- Tomate: 07 dias
- Trigo: 35 dias

LIMITAÇÕES DE USO: - Obedecer rigorosamente às recomendações constantes na Bula e no Rótulo para uso e manuseio do produto;
- Utilizar água de boa qualidade (isenta de grande alcalinidade e dureza acentuada) e com pH na faixa de 5, a fim de se obter a máxima performance do produto.
- Não aplicar o produto na cultura de tomate antes do inicio do florescimento.
- Não aplicar o produto na cultura de feijão durante o pleno florescimento.
- Na cultura da batata, não aplicar o produto antes do final do desenvolvimento foliar, na fase que coincide com o fechamento das linhas e inicio do desenvolvimento dos tubérculos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados;
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas;
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados;
- Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, ração, animais e pessoas.
Precauções na preparação da calda
- Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado
Precauções durante a aplicação

- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
- Não aplique o produto na presença de vento e nas horas mais quentes do dia;
- Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo
do equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Precauções após a aplicação
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto;
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens vazias use equipamento de proteção individual - EPI: macacão dePRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR TEBUCONAZOLE e HIDROCARBONETOS AROMÁTICOS
Informações médicas
Grupo químico: Tebuconazole - Triazol; Hidrocarboneto aromático
Classe toxicológica: I EXTREMAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Oral, dérmica e inalatória
Toxicocinética: TEBUCONAZOLE : é absorvido pela via oral, dérmica e inalatória. A biotransformação ocorre por reações de oxidação e os principais metabólitos são o álcool e o ácido carboxílico. Após a administração do Tebuconazole em ratos, 70-80% da dose administrada foi excretada nas fezes e até 25% na urina. A concentração plasmática máxima foi atingida entre 0,5 e 2 horas após a administração oral. Após 2-3 dias da administração, menos de 1 % da dose administrada pode ser detectada nos tecidos, sendo o local de maior acúmulo o fígado.
HIDROCARBONETO AROMÁTICO: Estudos conduzidos com ratos mostraram que os produtos pertencentes ao grupo dos hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente, atingem o sistemanervoso central. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente
através das fezes.
Mecanismos de toxicidade:
TEBUCONAZOLE: fungicida triazol que inibe a biossíntese do ergosterol.
HIDROCARBONETO AROMÁTICO: Depressor do sistema nervoso central.
Sintomas e sinais clínicos:
TEBUCONAZOLE - A inalação de altas concentrações pode causar clínicos irritação nasal, de garganta e de trato respiratório. A ingestão de grandes volumes pode causar desconforto abdominal ou dor, náusea, vômito, tonturas e visão turva. Pode ocorrer irritação ocular servera após exposição ao triazol.
Baseado nos estudos de toxicidade animal do ingrediente ativo tebuconazole, observou-se efeitos tóxicos nos seguintes órgãos: baço, fígado, adrenal e cristalino dos olhos.
HIDROCARBONETO AROMÁTICO: A ingestão de substâncias da classe dos hidrocarbonetos aromáticos pode causar tosse, náusea, vômito, diarréia, dor/queimação abdominal, taquidisritmia cardíaca. A ingestão e a inalação podem causar depressão do sistema nervoso central, caracterizada por náuseas, dor de cabeça, tontura, perda da coordenação, inconsciência e coma.
Diagnóstico: Realizar o monitoramento clínico e laboratorial das funções hepática e renal. O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, devem ser implementadas I
concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontam inação. Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
Em caso de ingestão é necessário considerar o volume e a concentração da solução ingerida, assim como o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 4 h): fazer lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100g em adultos, de 25-50g em crianças de 1-12 anos e de 19/kg em menores de um ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30g para 240ml de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo, medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido.
Contra indicação: Não aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. Utilizar um equipamento intermediário ou aparelho de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. Evitar contato cutâneo e inalatório com o produto durante o processo.
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos sinérgicos: Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.
Atenção: Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefones de Emerqência da empresa: (085) 3215-1000

Dados relativos à proteção do Meio Ambiente
Precauções de uso e advertências quanto aos cuidados de proteção ao meio ambiente
Este produto é:
Muito Perigoso ao Meio Ambiente ( Classe II)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação de solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a sa��de das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal
Instruções em caso de acidentes:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa AGRIPEC QUíMICA E
FARMACÊUTICA S/A - telefone de emergência: (085) 215.1000.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'águas. Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado - Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso contate a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
- Solo - Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;
- Corpos d'água - Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, COz ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
PARA EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL
Lavagem da Embalagem
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
- Tríplice Lavagem ( Lavagem Manual)
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até1/4 do seu volume;

,.
~Ass.: ~r ! IBArviA!DiQUA!CGAs~'i
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê¬Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Armazenamento da embalagem vazia
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Devolução da embalagem vazia
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA - NÃO CONTAMINADA -
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
Armazenamento da embalagem vazia
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Devolução da embalagem vazia
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
Transporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Destinação final das embalagens vazias
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Produtos Impróprios para utilização ou em desuso:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
Transporte de agrotóxicos, componentes e afins
O transporte está sujeito às regras e procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MIO) quando disponíveis e apropriados.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
•Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
•Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
•Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
•Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade