Bula Krost 970 WG

acessos
2,4-D sal de dimetilamina
2318
CropChem

Composição

Equivalente ácido de 2,4-D 800 g/kg Ácido ariloxialcanóico
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D) 970 g/kg Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico

(Usuários cadastrados podem consultar as 0 indicações de uso para 0 culturas registradas para este produto)

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
0,8 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Para cultivos em áreas inundadas ou várzeas: fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 10 folhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,8 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Para cultivos em áreas inundadas ou várzeas: fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 10 folhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Para cultivos em áreas inundadas ou várzeas: fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 10 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Para cultivos em áreas inundadas ou várzeas: fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 10 folhas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,8 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Para cultivos em áreas inundadas ou várzeas: fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 10 folhas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,8 a 3 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,8 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,8 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,8 a 3 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,8 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,8 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, na pósemergência das plantas infestantes, estando as mesmas com, no máximo, 10 folhas e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós-emergência da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,8 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, na pósemergência das plantas infestantes, estando as mesmas com, no máximo, 10 folhas e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós-emergência da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,8 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, na pósemergência das plantas infestantes, estando as mesmas com, no máximo, 10 folhas e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,8 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, na pósemergência das plantas infestantes, estando as mesmas com, no máximo, 10 folhas e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,8 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em época quente, na pósemergência das plantas infestantes, estando as mesmas com, no máximo, 10 folhas e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós-emergência da cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,4 a 1,7 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura - Aplicar 01 vez, em pósemergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no máximo, 10 folhas das plantas infestantes
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura - Aplicar 01 vez, em pósemergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no máximo, 10 folhas das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura - Aplicar 01 vez, em pósemergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no máximo, 10 folhas das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura - Aplicar 01 vez, em pósemergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no máximo, 10 folhas das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura - Aplicar 01 vez, em pósemergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no máximo, 10 folhas das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura - Aplicar 01 vez, em pósemergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no máximo, 10 folhas das plantas infestantes
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura - Aplicar 01 vez, em pósemergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no máximo, 10 folhas das plantas infestantes
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura - Aplicar 01 vez, em pósemergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no máximo, 10 folhas das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura - Aplicar 01 vez, em pósemergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no máximo, 10 folhas das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,25 a 1,7 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência da cultura - Aplicar 01 vez, em pósemergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no máximo, 10 folhas das plantas infestantes
Milho S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,4 a 1,7 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio Direto - Aplicar 1 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio Direto - Aplicar 1 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio Direto - Aplicar 1 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio Direto - Aplicar 1 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio Direto - Aplicar 1 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio Direto - Aplicar 1 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio Direto - Aplicar 1 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
0,4 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio Direto - Aplicar 1 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio Direto - Aplicar 1 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,25 a 1,7 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio Direto - Aplicar 1 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Buva
(Conyza bonariensis)
1 a 1,8 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar por cobertura total em pósemergência das plantas infestantes de folhas largas com altura de, no máximo, 50 cm
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,8 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar por cobertura total em pósemergência das plantas infestantes de folhas largas com altura de, no máximo, 50 cm
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,25 a 1,7 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, com altura de, no máximo, 10 cm
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,8 a 1,25 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, com altura de, no máximo, 10 cm

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Preparação da calda:
Se embalagens hidrossolúveis: devem ser adicionadas diretamente no tanque de pulverização,
obedecendo as doses recomendadas. Encher o tanque do pulverizador até um nível aproximadamente
de 20% do total. Adicionar as embalagens hidrossolúveis do produto. Permitir que os sacos
hidrossolúveis fiquem de molho durante 3 minutos, enquanto se adiciona água até metade da
capacidade do tanque. Ao atingir a metade do pulverizador, iniciar a agitação da calda. Então, completar
a capacidade do tanque, sob agitação constante, para a perfeita dissolução das embalagens
hidrossolúveis e do produto.
Aplicação:
Após a dissolução, o KROST 970 WG deve ser aplicado por pulverização em equipamento tratorizado. O
volume de calda pode variar em função da modalidade do tratamento, da área efetivamente tratada, do
porte e da densidade das invasoras. O produto deve ser aplicado exclusivamente com equipamento
tratorizado com barra, de modo a providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas.
Volume de calda: 200 a 400 L/ha.
Bicos: tipo leque da série 80 ou 110 cm2.
Pressão: 2,15 a 4,3 kg/cm2 (30 a 60 lb/pol2)
Tamanho de gotas: 200 a 300 micrômetros.
Densidade de gotas: mínimo de 30 gotas/cm2.
Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização
ou deriva.

Limpeza do equipamento de aplicação:

Proceda a lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24
horas. Substituí-la depois por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 ou 2
dias, lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água remanescente da lavagem por
pulverização nas bordaduras das lavouras, em local onde não atinja culturas sensíveis ao 2,4-D.
Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como: curcubitáceas,
tomate ou algodão; antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos.
Preferencialmente utilizá-lo unicamente para aplicação de 2,4-D ou formulações que o contenham.
As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo
ou técnico responsável.

INTERVALOS DE SEGURANÇA:

Arroz: Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Café: 30 dias.
Cana-de-açúcar: Não determinado por ser de uso em pós-emergência até 3 (três) meses após o plantio
ou corte.
Milho: Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de
25 cm.
Soja: Uso permitido somente em pré-plantio.
Pastagens: Não determinado.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

??PROIBIDA APLICAÇÃO COSTAL.

??Uso exclusivamente agrícola.
??Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, espécies de
plantas úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças, ornamentais, bananeiras.
??Todo equipamento usado para aplicar o KROST 970 WG deve ser descontaminado antes de outro uso. Recomenda-se, se possível, utilizá-lo exclusivamente para aplicações com formulações que contenham 2,4-D.
??O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do
perfilhamento ou após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período
recomendado.
??O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação.
??KROST 970 WG não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois
isso diminui a seletividade do produto.
??Aplicar apenas sobre plantas daninhas em estádio de crescimento ativo, não submetidas a qualquer
“stress” como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas.
??Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de sementes a existência de
cultivares sensíveis ao 2,4-D.
??Para uso na cultura do café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da cultura.
??Para a cultura de soja, seu uso é permitido somente em pré-plantio.
??Não aplicar em plantas daninhas com altura superior a 10 cm e número de folhas maior que 10.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha;
máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2);
óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide modo de aplicação

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -
IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃODAS EMBALAGENS VAZIAS

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -
IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -
IBAMA/MMA)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

??Produto para uso exclusivamente agrícola.
??Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
??Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
??Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
??Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
??Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
??Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
??Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

??Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
??Ao abrir a embalagem, faça-o com cuidado para não derramar..
??Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico
classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
??Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

??Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
??Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
??Não aplique o produto contra o vento, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa do produto.
??Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
??Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico
classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

??Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
??Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
??Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
??Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
??Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
??Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
??Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
??Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
??Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
??Não reutilizar a embalagem vazia.
??No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

- INTOXICAÇÕES POR KROST 970 WG (2,4-D) -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico ácido ariloxialcanóico
Classe toxicológica Classe I – Extremamente Tóxico
Vias de exposição Oral, ocular, dérmica e inalatória.
Toxicocinética Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D
é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do 2,4-D
administrado, a excreção é facilitada e acelerada quando a urina
está alcalina) e a eliminação fecal como via secundária de excreção
(2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D foi encontrada nos
tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.
2,4-D é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal com pico
plasmático entre 10 minutos a 24 horas, dependendo da dose e da
formulação. A taxa de absorção é relacionada à dose, com absorção
mais rápida a baixas doses. Absorção de ésteres de 2,4-D é mais
lenta que a das formas ácidas ou sais, entretanto, as taxas de
excreção são similares. A taxa de absorção inalatória também é
rápida. A absorção dérmica foi de 10% e após administração
intravenosa, a absorção foi de 100%. É amplamente distribuído e não
bioacumula. Estudos em humanos mostraram que a taxa de
depuração plasmática de 2,4-D administrada oralmente segue a
cinética de primeira ordem com excreção urinária de (10,2 – 28,4)
horas. A farmacocinética seguindo absorção dérmica é diferente do
que na exposição oral. Níveis plasmáticos alcançam um platô e
declinam mais rapidamente seguindo a rota oral. A depuração
plasmática de 2,4-D segue uma cinética bifásica, começando 8 horas
após a administração da dose com meia-vida para vários tecidos de
(0,6 – 2,3) horas da primeira fase e (25,7 – 29 horas) da segunda
fase. Após absorvido, o 2,4-D sofre hidrolização enzimática,
formando conjugados ácidos de 2,4-D, entre (0-27%) da dose
administrada. O 2,4-D não é metabolizado a intermediários reativos.
A excreção do 2,4-D é predominantemente pela via urinária, sendo
secretada ativamente pelos túbulos proximais. A taxa de excreção
urinária é inversamente proporcional à dose. Após administração oral
de 5 mg de 2,4-D em humanos, 77% da dose foi excretado em 96
horas e (87-100)%, eliminado na urina em 6 dias. A excreção urinária
incrementa mais lentamente seguindo exposição dérmica que a oral.
Outra importante rota de excreção em trabalhadores expostos é a
perspiração. Após exposição de 2 horas, 2,4-D foi detectado na
perspiração por 2 semanas e na urina por 5 dias.
Mecanismos de
toxicidade
2,4-D é primariamente irritante, mas foi relatado um caso de
alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do
sistema nervoso central. Com muito poucas exceções, a toxicidade
relativa dos sais e formas éster de 2,4-D são bastante similares às
da forma ácida . 2,4-D usa sistemas de transporte ativo para entrar
nos tecidos e cruzar a barreira hematoencefálica. Apesar de penetrar
pouco no sistema nervoso, o 2,4-D atinge níveis tóxicos. A altas
doses, o sistema de transporte responsável pelo efluxo de 2,4-D do
cérebro é inibido. Além disso, dano vascular tem sido reportado em
ratos expostos a altas doses de 2,4-D, o qual pode facilitar o influxo
devido ao comprometimento da barreira hematoencefálica.
Saturação da união á proteína plasmática também pode contribuir.
Sintomas e sinais
clínicos
Exposição Aguda
A maior parte dos casos fatais envolvem falência renal, acidose
metabólica, desequilibro hidroeletrolítico, resultando em uma
falência múltipla dos órgãos.
Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após o contato
direto.
Ingestão
Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito,
taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma,
rigidez muscular, insuficiência respiratória, edema pulmonar e
rabdomiólise.
Patofisiologia
Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um
caso de alterações degenerativas das células cerebrais e
toxicidade do sistema nervoso central.
Cardiovascular
Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia, anormalidades no
eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.
Respiratório
Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia,
insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar. Um
odor peculiar é sentido no ar expelido pelo paciente.
Neurológico
A) Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do
composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal estar e
parestesias.
B) Exposição a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do
composto envolvido, contrações musculares, espasmos,
fraqueza profunda, pileurite e perda de consciência.
C) Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas.
Gastritestinal
Foram relatados náusea, vômito, diarreia e necrose da mucosa
gastrintestinal.
Hepático
Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase,
ASAT e ALAT.
Genitourinário
Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida à
rabdomiólise também é possível.
Hidro-eletrolítico
A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e
hipofosfatemia.
Hematológico
A trombocitopenia é o efeito hematalógico primário. A leucopenia
também já foi relatada.
Dermatológico
O contato direto pode causar irritação na pele.
Musculoesquelético
Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez muscular, elevação
da creatina quinase e rabdomiólise.
Endócrino
Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-
D. estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis de T3 e
T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos.
Diagnóstico
Anamnese detalhada, com noção de exposição ao produto e
sintomatologia clínica compatível.
Tratamento Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento
sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto
com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição oral:
Em caso de ingesta de grandes quantidades do produto:
??Lavagem gástrica: maioria dos casos não é necessário.
Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do
produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de
Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação
endotraqueal.
Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias
respiratórias ou alteração de consciência em pacientes nãointubados;
corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou
perfuração gastrointestinal.
??Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode
diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a
ingestão (1 h). Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de
carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de
(1-12)anos e 1 g/kg em menores de um ano.
??Não provocar vômito.
??Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos
= 5-10 mg; crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15
minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1
mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrência de
convulsões em > 5 anos.
??Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias
aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e
intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória
repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se
requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria),
eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por, no mínimo, 24 horas
após o desaparecimento dos sintomas.
??Alcalinização da urina: pode ajudar a estimular a eliminação do
produto e deve ser considerado em intoxicações graves.
??Arritmias cardíacas: instituir monitoramento cardíaco, ECG e
administrar oxigênio. Avaliar hipoxia, acidose e distúrbios
eletrolíticos. Lidocaína e amiodarona são geralmente os agentes
de primeira linha no tratamento de arritmias. Amiodarona deve
ser dado como precaução se substâncias que prolongam o
intervalo QT e/ou causam taquicardia ventricular do tipo torsades
de pointes estão envolvidas na intoxicação. Ritmo instável requer
imediata cardioversão.
Manter observação por, no mínimo, 24 horas após o
desaparecimento dos sintomas.
Contra-indicações O vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração.
Efeitos sinérgicos Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos,
sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.
ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o
caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
O 2,4 D é absorvido pelas vias oral, dermal e inalatória. Distribui-se por todo corpo, não havendo
evidências de efeitos cumulativos.
Estudo de laboratório com ratos utilizando o 2,4–Diclorofenoxiacetato 2–Butoxietil Ester (2,4–D BEE)
radiomarcado mostrou uma rápida absorção, metabolização e excreção na forma de 2–butoxyethanol e
seus conjugados, o 2,4–D, o ácido 2–butoxiacético e o etileno glicol. Após 48 horas de exposição, a
média de recuperação da radioatividade foi de 78,15% da dose administrada. A via urinaria foi maior rota
de eliminação (58,32% da dose administrada). O 14CO2 expirado e as fezes representaram
respectivamente 17,13 e 2,39% da dose administrada. A eliminação foi rápida, como indicou a
porcentagem de recuperação de 48,9% na urina após 12 horas pós exposição. A meia vida de
eliminação da radioatividade na urina foi de 4,6 horas. No estudo in vivo, o composto teste primário não
foi detectado na urina. O metabólito principal na urina foi o ácido 2–butoxiacético. A hidrólise in vitro e in
vivo de 2,4–D BEE pareceu ser rápida e completa. A meia vida hidrolítica do 2,4–D BEE incubado com
soro ou com o homogenato do estômago, duodeno e fígado, variou de 0,6 minutos a 2,3 minutos.


Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos Agudos:

??DL50 oral em ratos: entre 300 e 2.000 mg/kg pc (>300-2.000)
??DL50 dérmica em ratos > 2.000 mg/kg
??CL50 Inalatória: > 2, 418 mg/L
??Irritação Dérmica: Levemente irritante.
??Irritação Ocular: Irritante.
??Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
Efeitos crônicos:
Exposições prolongadas podem levar a problemas no fígado e rins, além de edema pulmonar. Casos de
intoxicação severa podem levar a coma e morte.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:

• Este produto é
X - Perigoso ao Meio Ambiente ( CLASSE III)
??Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas.
??Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
??Não utilize equipamentos com vazamentos.
??Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
??Aplique somente as doses recomendadas.
??Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
??A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

??Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
??O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
??A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
??O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
??Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
??Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
??Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
??Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
??Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

??Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
??O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
??A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
??O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
??Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
??Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
??Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
??Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
??Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

??Isole e sinalize a área contaminada.
??Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. - telefone de
Emergência: (0XX51)3342-1300.
??Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC,
óculos protetor e máscara com filtros).
??Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
??Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso,
consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
??Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
??Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
??Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
??Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
??Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA.
Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para
controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas
daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar
a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados
adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso
de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a
proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.