Bula Lava

acessos
Tebutiurom
14208
Volcano

Composição

Tebuthiuron 500 g/L Uréia

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por safra. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Malva branca
(Sida cordifolia)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 250 a 350 L de calda/cova 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura). Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar

Garrafão plástico de polietileno de 5,0 e 20,0 litros; garrafão plástico de 10,0 litros e tambor metálico revestido de 200,0 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
"LAVA" é um herbicida seletivo, utilizado no controle de plantas daninhas (mono e dicotiledôneas) que se propagam por sementes, na cultura da cana-de-açúcar. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar.

CULTURA, PLANTAS DANINHAS, DOSES, VOLUME DE CALDA e N°. DE APLICAÇÕES:
Vide Indicações de Uso/Doses


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
"LAVA" pode ser aplicado em solo seco ou úmido, em somente uma aplicação por safra. Esta aplicação é suficiente para manter a cana-de-açúcar no limpo até o fechamento da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:

"LAVA" deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar. Pode ser aplicado em pós-emergência da cana-de-açúcar desde que haja perfeita distribuição do herbicida no solo. Quando aplicado em solo com boas condições de umidade o produto age imediatamente no controle das plantas daninhas que iniciarem a germinação. Quando aplicado em solo seco, devido a grande ação residual, o produto permanecerá na superfície do solo, e assim que ocorrerem as primeiras chuvas irá atuar no controle das plantas daninhas que iniciarem a germinação.
Pode ser aplicado por via aérea ou terrestre (manual ou tratorizada).

Aplicação terrestre:

Tratorizada
Utilizar barras com bicos espaçados de 50 a 60 cm, tipo Teejet 110.04 ou 11.06, à pressão de 30 a 45 Iibras/pol2. O volume de calda deve ser adequado ao espaçamento da cana-de-açúcar para evitar-se a superexposição da faixa de aplicação, principalmente na linha da cultura, com altura de aplicação da barra de 45 a 50 cm. Não aplicar o produto nas horas mais quentes do dia e com velocidade do vento superior a 8 km/h. Nas regiões onde ocorrem ventos acima de 8 km/h até 14 km/h devem ser utilizados bicos Raindrop. Nas aplicações em condições normais de vento, devem ser distribuídas gotas com 200 a 300 micra de diâmetro médio, de modo a cobrir toda a área pulverizada.

Costal
Utilizar preferencialmente equipamentos com pressão constante que permitam uma distribuição homogênea do herbicida. Utilizar bico (1 ou 2) leque Teejet 80.03 ou 80.04 ou bico Floodjet tipo TK-2 ou TK-3, com pressão entre 25 e 30 ib/pl2 com volume de calda de 250 a 350 L/ha. Não pulverizar quando a velocidade do vento for superior a 10 km/h.

Aplicação aérea:
Devem ser usadas barras fixas com 40 a 42 bicos Teejet 80.15 ou 80.20, sendo o volume de calda por hectare de 30 a 50 litros. A faixa de aplicação deve ser de no máximo 15 m, voando a altura de 4,0 a 5,0 metros acima do nível do solo ou do topo da cultura. A temperatura ambiente deve ser de no máximo 10 km / h e a umidade relativa do ar no mínimo 55%. O diâmetro médio de gotas deve ser de 200 a 250 micra e a densidade de gotas de 80 a 120 gotas / cm2.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA A CULTURA:
Intervalo de Segurança não determinado para a cultura da cana-de-açúcar devido à modalidade de emprego (pré-emergência da cultura).

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
Nas doses recomendadas, o produto não é fitotóxico para a cultura indicada.
Devido à característica de uso do produto (herbicida), devem ser seguidas as recomendações de uso constantes da bula, visando evitar danos nas demais culturas.
Não utilizar as áreas de cana-de-açúcar para o plantio de outras culturas num intervalo inferior a 2 anos depois da última aplicação do produto.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem macacão, botas, avental, máscara, óculos ,touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
- Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS
- Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Use luva de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação
- O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca.
- Não aplique o produto contra o vento e nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. AO LAVAR AS ROUPAS UTILIZADAS I CONTAMINADAS, UTILIZE LUVAS E AVENTAL IMPERMEÁVEL.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para comer ou beber

Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.

Pele: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância

Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado. Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para assistência médica mais próxima.

Antídoto: Não existe antídoto específico.

-INTOXICAÇÕES POR LAVA-

INFORMAÇÕES MÉDICAS

•Grupo Químico: Uréia
•Classe toxicológica: II- Altamente tóxico
•Vias de exposição: Oral, dermal, ocular e inalatória.
•Sintomas e sinais: Metahemoglobina pode se notada em grandes ingestões.Este sintoma pode estar associado à depressão do SNC, hipoxemia, náusea, vômito e diarréia.Alguns metabólitos podem causar irritação do trato urinário.Cianose não responsiva e terapia por oxigênio, dispnéia ou sinais de dificuldade respiratória.
No caso de exposição ocular: pode ocorrer irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistentes.
•Toxicocinética: Estudos de toxicocinética com tebutiron foram conduzidos com animais de laboratório e o produto foi rapidamente absorvido e extensivamente metabolizado. O totald e radiotividade recuperada após 96 horas da administração do produto foi de 74% a 107% da dose administrada. Na dose mais baixa, a radioatividade foi eliminada após 24 horas. Em ratos, coelhos e cães, a eliminação via urina totalizou 84% a 95% da dose (0,4 a 0,7% foi excretado como composto parental não modificado), e eliminação nas fezes totalizou 1 a 31%.
•Diagnóstico: Metahemoglobinas são encontradas em pacientes com quadro de cianose, dispnéia e outros sinais de dificuldade respiratória.
•Tratamento: O tratamento imediato deve ser sintomático e de suporte.
Exposição oral: Administrar carvão ativado como uma suspensão (30g de carvão em 240 mL de água).Dose usual para adultos e adolescentes: 25 a 100 g: crianças de 1 a 12 anos: 25 a 50g, infantes menores que 1 ano: 1g/kg de peso corpóreo.
Metahemoglobina: Administrar 1 a 2 mg/kg de azul de metileno, lentamente, por via intravenosa em pacientes sintomáticos.Doses adicionais podem ser requeridas.
Exposição inalatória: Monitorar o distresse respiratório.Se houver desenvolvimento de tosse ou dificuldade respiratória, avaliar a possibilidade de irritação do trato respiratório, bronquite e pneumonite.Administrar oxigênio e ventilação assistida se requerida.Tratar bronco espasmos com corticosteróides beta2 agonistas por via inalatória, oral ou parental.
•Atenção: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT-ANVISA/MS

Telefone de Emergência da empresa: 0800-141149
VOLCANO AGROCIÊNCIA Indústria e Comércio de Defensivos Agrícolas

TELEFONES PARA CASOS DE EMERGÊNCIA:
Centro de Controle de Intoxicações (CCI): (11) 5012-5311
VOLCANO AGROCIÊNCIA Indústria e Comércio de Defensivos Agrícolas Ltda.Tel: (11) 5523-4000

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
Em laboratório. a dose aguda letal para 50% dos animais testados foi:
DL50 oral aguda em ratos: 500 mg/kg
DL50 dérmica aguda em ratos: > 4.000 mg/kg
Concentração Letal Inalatória (CL 50 mg/L): > 1,824 mg/L de ar
Irritação dérmica: O produto não causou nenhuma irritação na pele de coelhos testados.

Irritação ocular: Medianamente irritante

Sensibilização cutânea: O produto não provocou sensibilidade cutânea em cobaias.

Efeitos crônicos:
Estudo crônico realizado em ratos, com exposições diárias de doses de Tebutiuron tão altas quanto 80 mg/kg por 2 anos foram bem toleradas com nenhuma indicação de toxicidade cumulativa ou efeito sério. Similarmente, nenhum efeito tóxico foi observado em camundongos expostos a doses tão altas quanto 200 mg/kg durante toda vida, ou em cães que receberam 25 mg/Kg por um ano.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

-Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernente às atividades aeroagricolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

-Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa VOLCANO AGROCIÊNCIA Indústria e
Comércio de Defensivos Agrícolas Ltda.- Telefone de Emergência: (11) 5523-4000.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente.O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
As orientações abaixo deverão ser mantidas para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;

Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através da incineração deste material.
O processo de incineração é realizado em plantas dotadas de forno primário rotativo ou estático, câmara de pós-combustão, sistema de tratamento de gases, estação de tratamento de efluentes e sistema de monitoramento e controle de emissões; podem usar como combustível os próprios resíduos, gás natural, óleo combustível ou outros. Os resíduos sólidos, líquidos ou pastosos são alimentados em misturas balanceadas tecnicamente, e incinerados no forno primário a temperaturas de 800 a 1.100 °C, com tempo de residência superior a 30 minutos. Os gases resultantes são incinerados em câmara de pós-¬combustão, a temperaturas de 1.000 a 1.250 °C, com tempo de residência superior a 2 segundos, e depois tratados em sistemas de resfriamento e lavagem, que removem material particulado, voláteis e gases. Os efluentes passam por estações de tratamento que removem seus contaminantes. Sistemas de controle de processo asseguram que as emissões atmosféricas e o descarte de efluentes estejam sempre dentro dos limites estabelecidos pelos órgãos de controle ambiental. Os resíduos resultantes do processo são coletados nos diversos sistemas das plantas, na forma de escórias, cinzas e lodos, e dispostos em aterros licenciados, e em conformidade com os requisitos estabelecidos pelos órgãos de controle ambiental.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.