Bula Magister

acessos
Clomazona
6208
FMC - Campinas

Composição

Clomazona 500 g/L Isoxazolidinona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
1,4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim arroz
(Echinochloa colona)
1 a 1,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/cova - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
2,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/cova - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/cova - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/cova - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Catirina
(Hyptis lophanta)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2,4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/cova - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência em relação as plantas infestantes e à cultura

Frasco de polietileno: 1 L
Lata de folha de flandres: 1 e 5 L
Bombonas de polietileno: 5,20,24,40 e 50 L
Embalagens plásticas e metálicas: 10 L
Baldes de chapa de aço: 20,24,40 e 50 L
Embalagens retornáveis plásticas e metálicas: 500, 945, 1000 L

NÚMERO, INTERVALO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Uma única aplicação é suficiente para controlar as plantas infestantes indicadas.

MODO DE APLICAÇÃO
•Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura, podendo ainda na cultura do arroz irrigado ser aplicado logo após o início da emergência do arroz.
• O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem.
• Magister pode ser aplicado na cultura de soja plantada tanto pelo sistema convencional como plantio direto. No plantio direto, observar a seguinte sequência: 1) dessecação de ervas (manejo químico), 2) plantio e 3) aplicação de Magister, sempre na dose de 2 litros/ha.
• No fumo, a aplicação de Magister pode ser feita em faixa no camalhão ou na entrelinha ou em área total, antes ou logo após o transplante das mudas.
• Magister para sua ativação precisa de uma quantidade mínima de umidade no solo. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10 mm) para sua ativação. Neste caso, se houver mato já germinado, o mesmo deve ser eliminado através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando-se o movimento intenso do solo para manter Magister na camada superficial.
• Uso em algodão: antes do plantio as sementes devem ser tratadas com o protetor de sementes Permit ou Permit Star. O Permit e Permit Star funcionam como “safener" (protetor), conferindo seletividade ao Magister para a cultura do algodão. Magister deverá ser aplicado imediatamente após a semeadura da cultura (plante e aplique).
• Uso em arroz e arroz-irrigado: antes do plantio as sementes devem ser tratadas com Permit ou Permit Star. O Permit e Permit Star funcionam como “safener" (protetor), conferindo seletividade ao Magister para a cultura do arroz. Magister deverá ser aplicado imediatamente após a semeadura da cultura (plante e aplique).
• A dose de Magister em algodão é recomendada em faixa em função do tipo de solo, ou seja, 1,6-1,8 L/ha para solos leves e 1,8-2,0 L/ha para solos médios e pesados.
• Em arroz, arroz irrigado, pimentão e mandioca, as doses menores são recomendadas para a utilização do produto em solos médios e as doses maiores para solos pesados. A recomendação da dose em faixa também ocorre em função do nível de infestação de plantas infestantes.

Preparo da calda:
Colocar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade,
após estar regulado com a correta vazão. Adicionar MAGISTER na dose previamente calculada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização.

Equipamentos de aplicação:
A aplicação de MAGISTER poderá ser efetuada através de pulverização terrestre (manual ou tratorizada) e aeronaves agrícolas (arroz irrigado).

?Equipamentos terrestres:
Bicos: bicos de jato plano (leque) com ângulo de jato de 1100 e dos tipos (LP, DG, TK, TF ou ADI).
Todos os bicos da barra de aplicação deverão se manter à mesma altura em relação ao topo das plantas.

Pressão: pulverizadores costais manuais e tratorizados: de 20 a 40 psi. .equipamentos com bicos de jato plano convencional: não ultrapassar a pressão de 40 psi .
. não utilizar bicos de jato plano uniforme (ex: 110.02 E) a não ser em aplicações exclusivamente na linha de plantio ou de uma única faixa.

Volume de calda: 150 a 300 L/ha

Diâmetro e densidade de gotas: DMV de 4spom e densidade mínima de 20 gotas/cm2.

Faixa de deposição: utilizar a recomendada para um bico ou barra completa que apresente maior uniformidade de distribuição de gotas sem falhas ou áreas com excesso.

?Aeronaves agrícolas (arroz irrigado):

Na cultura do arroz irrigado a aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:

Bicos: bicos de jato plano da série 80.10 ou 80.15.

Diâmetro e densidade de gotas: DMV de 420 a 48pom e densidade mínima de 20 gotas/cm2.

Número de bicos:Aviões IPANEMA 40 a 42 bicos, fechando de 4 a 5 em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximo à fuselagem, mantendo em operação os oito bicos sob a fuselagem (barriga), e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
• Outros modelos de aeronaves agrícolas: utilizar a deposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas.

• Não realizar aplicações com bicos rotativos tipo MICRONAIR.

Altura de vôo: . Aviões IPANEMA: 4 a 5 metros em relação ao topo da cultura. • Outro modelos de aeronaves agrícolas: altura mínima de 3 a 4 metros do alvo.

Volume de aplicação: 30 a 40 L/ha

Faixa de deposição:. Aviões IPANEMA e similares: faixa máxima de 15 m. Aviões grandes: não deverá exceder 22 m.

Angulo da barra: entre 120 e 135° (UR > 70%).

Condições climáticas:

•Temperatura ambiente: máximo 28°C
•Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%
•Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas áreas tratadas antes deste período, usar os EPl's recomendados na bula para o uso durante a aplicação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas áreas tratadas antes deste período, usar os EPl's recomendados na bula para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Não se recomenda aplicar MAGISTER a menos de 800m da cultura de girassol e milho e das seguintes atividades: hortas, pomares, viveiros, casas de vegetação (estufas), jardins, videiras, arvoredos, vegetações ribeirinhas e outras nativas.

Culturas de inverno (trigo, aveia, centeio) subseqüentes à aplicação de MAGISTER poderão apresentar leve clorose em focais se houver erro de aplicação como doses duplicadas ou sobreposição de barra. Entretanto, estas plantas recuperam-se normalmente, não afetando a produção nestas condições.

Aguardar um período mínimo de 150 dias após a última aplicação do MAGISTER para a instalação de culturas subseqüentes.

O uso do MAGISTER na cultura de algodão somente poderá ser feito caso as sementes tenham sido previamente tratadas com Permit, ou com a aplicação do mesmo no solo (sulco de plantio).

Para aplicações em cana soca já brotada, poderá ocorrer clorose localizada pela ação do contato com MAGISTER, havendo recuperação total da planta. Deve-se evitar aplicação em cana soca com mais de 20cm de altura.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamentos de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima elas botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P3); óculos de proteção e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P3); óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: " PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
•Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família.
•Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
•Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
•Não reutilizar a embalagem vazia.
•No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR MAGISTER
INFORMAÇÕES TÉCNICAS

•Grupo químico: Izoxazolidinona
•Classe toxicológica: CLASSE II, ALTAMENTE TÓXICO
•Mecanismos de toxicidade: Pouco conhecido para a clomazona e o nonifenol etoxilado.
Vias de exposição: Oral, respiratória e cutânea. Há possibilidade de formação de vapores orgânicos de trimetil benzeno, CO2 e CO.
•Sintomas e sinais clínicos:A clomazona é moderadamente irritante para a pele e para olhos. A nafta leve (solvente aromático), o nonifel etoxilado(emulsionante) e o trimetil benzeno(solvente) podem causar:
Contato cutâneo-mucoso: vasodilatação, eritema, desidratação com rachaduras cutâneas e risco de sobreinfecção; dermatite de contato; fotossensibilização; Irritação ocular com eritema e edema.
Ingestão: Irritação do trato gastrointestinal, náuse, vômito, diarréia e dor abdominal, acompanhados de dor de cabeça, vertigens, incoordenação motora e fadiga.
Inalação: irritação das vias respiratórias podendo chegar a uma bronquite ou uma pneumonite química, dor de cabeça, vertigens, náusea, redução do nível de consciência e outros sintomas do sistema nervoso, tais como, irritabilidade, distúrbios visuais e depressão do sistema nervoso central, com dificuldade respiratória e convulsões. A inalação pode agravar um quadro de asma, uma inflamação ou um processo fibrótico pulmonar.
O nonifenol etoxilado tem um efeito estrogênico. O óxido de etileno é gerado durante sua síntese e é potencialmente cancerígeno e reconhecidamente mutagênica.
•Toxicocinética:
Clomazona é metabolizada no fígado e excretada pelas fezes e, sobretudo, pela urina.
Nonilfenol etoxilado é rapidamente metabolizado e excretado pela urina, mas principalmente pelas fezes. O fígado e os rins são os órgãos-alvo deste composto.
Trimetil benzeno- substância lipofílica, pode acumular-se em gorduras. Na corrente sanguínea, 85% do produto ligam-se aos glóbulos vermelhos. Metabolizando em álcoois e ácidos carboxílicos eliminados pela urina sob forma conjugada com ácido glucurônico, glicina e sulfatos. Produto não metabolizado eliminado pela via respiratória.
•Diagnóstico: Anamnese detalhada, com noções de exposição ao produto e sintomatologia clínica.
•Tratamento: Descontaminação a ser realizada por profissional protegido por avental impermeável, botas de borracha e luvas de nitrila. Lavagem gástrica, se o produto foi ingerido até 1h antes da chegada ao hospital.Tratamento sintomático e de manutenção das funções vitais.Controlar a função hepática e renal, o estado neurológico do paciente e o hemograma.
Não há antídoto para este produto.
•Contra-indicações: Não provoque vômito para evitar pneumonite química secundária à inalação dos solventes e do emulsionante.
•Efeito sinérgicos: Há sinergismo entre o solvente e o emulsificante, e ambos favorecem a absorção da clomazona. O trimetil benzeno e o nonilfenol etoxilado são ambos oxidantes e potencializam seus efeitos irritantes, principalmente nas vias respiratórias.
•ATENÇÃO:Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica. RENACIAT- ANVISA/MS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos e Notificação /SINAN/MS

Telefone de Emergência da empresa:
FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA: 0800-343545 e (34) 3319-3019

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
CLOMAZONA e seus metabólitos são rapidamente absorvidos e excretados. Estudos de metabolismo em ratos mostraram que a maior parte da dose administrada (63-79%) foi excretada na urina. A maioria dos metabólitos foi eliminada na urina e fezes dentro das primeiras 24 horas

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
DL50 oral para ratos: Superior a 2.000 mg/Kg
DL5o dérmica para ratos: Superior a 4.000 mg/Kg
CL50 inalatória em ratos: Superior a 5,62 mg/L.
Irritabilidade dérmica em coelhos:O produto foi considerado não irritante para a pele dos animais. Irritabilidade ocular em coelhos: O produto causou irritação ocular reversível em 7 dias, sem opacidade da córnea.

Sensibilização cutânea em porquinhos-da-índia: Não apresentou ser sensibilizante dérmico, quando aplicado na pele dos animais.

EFEITOS CRÔNICOS:
CLOMAZONA: Estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que a clomazona não apresenta potencial genotóxico. A análise dos estudos subcrônicos e crônicos, em três diferentes espécies animais, demonstrou que o fígado e alguns parâmetros bioquímicas (ex. aumento dos níveis de colesterol) foram os principais alvos de toxicidade do produto. No estudo de teratogênese em ratos e coelhos, não foram encontradas evidências de malformações, embora no estudo em ratos tenha sido observado atraso no desenvolvimento dos fetos. Também não foram observados efeitos sobre os parâmetros reprodutivos em ratos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

Este produto é:
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250(duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materias.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC QUÍMICA DO BRASIL L TDA. - telefone de Emergência: (OXX34) 3319-3019.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima .
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, USE EXTINTORES DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4.PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto .
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- È PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO OU A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

-PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
o transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas devidamente regístrados para a cultura, com diferentes mecanismos de ação. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.