Bula Meothrin 300

acessos
Fenpropathrin
1248591
Sumitomo

Composição

Fenpropathrin 300 g/L Éster piretroide.

Classificação

Acaricida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não Classificado
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
300 a 400 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Bicudo
(Anthonomus grandis)
350 a 400 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 a 150 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
300 a 350 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
300 a 400 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Tripes
(Frankliniella schultzei)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
400 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Ácaro vermelho
(Oligonychus ilicis)
200 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
250 a 400 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
200 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
150 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
50 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 20 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantii)
50 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 20 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
50 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 20 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
40 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 20 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
20 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 20 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
30 mL p.c./100L água 500 a 700 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
200 a 300 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da macieira
(Panonychus ulmi)
50 mL p.c./100L água 2 a 5 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 20 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
40 mL p.c./100L água 2 a 5 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 20 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
50 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 3 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
75 a 150 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
65 mL p.c./100L água 1500 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 3 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
15 a 30 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 3 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
25 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
150 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
150 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 3 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
150 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 3 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação

Frasco plástico de 250 m/L;

Embalagem plástico COEX de 200, 500 e 1.000 mL

Bombona plástica de 5; 6; 10; 20; 25; 50 e 100L.

NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação. Para controle de ácaros, deve-se intercalar sempre com outros tipos de acaricidas em um programa de manejo para obter melhores resultados, evitando com isso problemas de resistência.

MODO DE APLICAÇÃO: A aplicação é feita em pulverizações terrestres, utilizando-se pulverizadores costais manuais ou motorizados ou de barra tratorizada com bicos cônicos de densidade de 30-40 gotas/cm2 e tamanhos de gotículas de 250 µs, gastando-se um volume de calda de 150-300 l de calda/ha em culturas extensivas. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas, pulverizando de modo a atingir a praga. Procurar fazer as aplicações nas horas mais frescas do dia. Obs.: Em caso de qualquer dúvida, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALOS DE SEGURANÇA: Citros (laranja) e maçã: 28 dias. Algodão, café e feijão: 14 dias. Roseira e Crisântemo: não há, por se tratarem de ornamentais. Cebola e milho: 7 dias. Morango e tomate, mamão e repolho: 3 dias. Soja: 30 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:FITOTOXICIDADE: Não há para as culturas indicadas e nas doses recomendadas.

Precauções Gerais:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Ao abrir a embalagem, faça de maneira a evitar derrames.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
- Quando for descartar as embalagens, use luvas e botas de borracha.

Precauções no Manuseio:
- Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
- Use óculos protetores, macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, touca árabe, máscara com filtro de carvão ativado.

Precauções durante a Aplicação:
- Evite o máximo possível o contato com a área de tratamento.
- Use óculos protetores, macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, touca árabe, máscara com filtro de carvão ativado.

Precauções após a Aplicação:
- Mantenha o restante do produto em sua embalagem original, adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho, troque e lave as suas roupas, separado das roupas domésticas.
- Ao lavar as roupas de proteção individual utilizar luvas e avental impermeável.
- Não reutilize as embalagens vazias
- Após cada aplicação lave e faça a manutenção em todos os equipamentos de proteção individual.

PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão: Não dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. NÃO PROVOQUE VÔMITO e procure logo um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receita agronômica do produto.
Olhos: lave com água em abundância e se houver sinal de irritação procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receita agronômica do produto.
Pele: Lave com água e sabão em abundância e se houver sinal de irritação procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receita agronômica do produto.
Inalação: Procure lugar arejado e se houver sinal de intoxicação, procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receita agronômica do produto.

Antídotos e Tratamento (Informações para Médicos):
Não há antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico.

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para o Ser Humano:
Testes realizados em animais de laboratório mostram a Fenpropatrina age nos receptores dos canais de sódio das membranas das células nervosas, o que resulta na despolarização da membrana e provoca a hiperexcitabilidade nervosa em mamíferos. É rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, distribuído e metabolizado no fígado. As principais reações de biotransformação são a oxidação do grupo methyl, a oxidação da quarta posição álcool, clivagem da ligação éster e a conjugação com ácido sulfúrico e ácido glucurônico
A excreção é pela via urinaria (40-80%) e fezes (20-60%) , sendo eliminado até 7 dias após a absorção.

Efeito Agudos e Crônicos:
Efeitos agudos: Os sintomas descritos são todos de dados de experimentos com animais, quando administrado em altas doses em ratos de laboratório foram observados ataxia, prostação, postura curvada, olhos estrábicos e lacrimejantes.

Efeitos crônicos: Em estudos toxicológicos de longa duração, nos quais os animais são observados durante toda ou boa parte de suas vidas, expostos a Fenpropatrina, em diferentes concentrações, os animais apresentaram tremores, anorexia, redução no ganho de peso.

Efeitos Adversos :
A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização de testes com esses produtos no ser humano. Não há como caracterizar os efeitos colaterais do produto, por não ter finalidade terapêutica.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Centro de Informações Toxicológicas: 0800-170450 ou (0XX11) 5012-5311
Telefone da Empresa: 0800-141149

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SUMITOMO CHEMICAL DO BRASIL REPRESENTAÇÕES LTDA. - telefone de Emergência: 0800-111767.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).

- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
· LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
· Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
· É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
· EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita, principalmente, por incineração em fornos apropriados a uma temperatura de 800 a 850°C, por um tempo de 2 segundo até a sua completa combustão.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO OU DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL

O produto encontra-se temporariamente restrito no Paraná para as seguintes culturas e alvos biológicos: Feijão (Bemisia tabaci e Tetranychus urticae), Maça (Grapholita molesta), Algodão (Heliothis virescens), Café (Orthezia praelonga), Citrus (Gymnandrosoma aurantii, Ceratitis capitata e Toxoptera citricidus), Tomate (Scrobipalpuloides absoluta e Neoleucinodes elegantalis) Mamão (Tetranichus urticae), Repolho (Ascia monuste orseis), Soja (Anticarsia gemmatalis), Milho (Spodoptera frugiperda).

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Inseticidas - IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticida, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.- Usar somente doses recomendadas na bula/rótulo- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre Manejo de Resistência a Inseticidas.