Bula Meothrin 300 - Sumitomo
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Bula Meothrin 300

Fenpropatrina
1248591
Sumitomo

Composição

Fenpropatrina 300 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida, Acaricida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Alabama argillacea (Curuquerê)
Anthonomus grandis (Bicudo)
Frankliniella schultzei (Tripes)
Heliothis virescens (Lagarta da maçã)
Pectinophora gossypiella (Lagarta rosada)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose)
Leucoptera coffeella (Bicho mineiro)
Oligonychus ilicis (Ácaro vermelho)
Orthezia praelonga (Cochonilha)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose)
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo)
Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão)
Orthezia praelonga (Cochonilha)
Toxoptera aurantii (Pulgão)

Crisântemo

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca)
Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Grapholita molesta (Mariposa oriental)
Panonychus ulmi (Ácaro da macieira )

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Repolho

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)

Rosa

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro)
Tuta absoluta (Traça do tomateiro)

Frasco plástico de 250 m/L;

Embalagem plástico COEX de 200, 500 e 1.000 mL

Bombona plástica de 5; 6; 10; 20; 25; 50 e 100L.

INSTRUÇÕES DE USO

NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação. Para controle de ácaros, deve-se intercalar sempre com outros tipos de acaricidas em um programa de manejo para obter melhores resultados, evitando com isso problemas de resistência.

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação é feita em pulverizações terrestres, utilizando-se pulverizadores costais manuais ou motorizados ou de barra tratorizada com bicos cônicos de densidade de 30-40 gotas/cm² e tamanhos de gotículas de 250 µs, gastando-se um volume de calda de 150-300 L de calda/ha em culturas extensivas. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas, pulverizando de modo a atingir a praga. Procurar fazer as aplicações nas horas mais frescas do dia.

Obs.: Em caso de qualquer dúvida, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALOS DE SEGURANÇA

Algodão, café, feijão: 14 dias
Cebola, milho: 7 dias
Citros, maçã: 28 dias
Crisântemo, rosa: Uso não alimentar
Berinjela, Jiló, Mamão, Melancia, Melão, Morango, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Repolho e Tomate: 3 dias
Soja: 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPl's recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: Não há para as culturas indicadas e nas doses recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida MEOTHRIN 300 pertence ao Grupo 3A (moduladores de canais de sódio - Piretróides e Piretrinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do MEOTHRIN 300 como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar MEOTHRIN 300 ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de MEOTHRIN 300 podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do MEOTHRIN 300, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do Grupo 3A não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do MEOTHRIN 300 ou outros produtos do Grupo 3A quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Produto inflamável (INFLAMÁVEL 1B).