Bula Mesotriona CCAB 480 SC

acessos
Mesotriona
23917
CCAB Agro

Composição

Mesotrione 480 g/L Tricetona

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
200 a 300 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Em pós-emergência da cultura (após o rebrote para cana soca) e das
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
200 a 300 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Em pós-emergência da cultura (após o rebrote para cana soca) e das
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
200 a 300 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Em pós-emergência da cultura (após o rebrote para cana soca) e das
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas infestantes

MODO DE APLICAÇÃO:

MESOTRIONA CCAB 480 SC é aplicado em área total, na forma de
pulverização, diluído em água, através de equipamentos terrestres ou aéreos.

NÚMERO APLICAÇÃO:

Se o produto for utilizado de acordo com a recomendação, normalmente 1 aplicação é
suficiente para controlar as plantas infestantes.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO

CANA-DE-AÇÚCAR: Em pós-emergência da cultura (após o rebrote para cana soca) e das
plantas infestantes. Considerar até 8 folhas para a cultura.

MILHO: Em pós-emergência da cultura (2 a 3 semanas após a germinação) e das plantas
infestantes.

PULVERIZAÇÃO FOLIAR

Preparo da calda:
1. Agitar vigorosamente o produto em sua embalagem original.
2. Colocar ¾ da água necessária no tanque do pulverizador.
3. Acionar o sistema de agitação.
4. Adicionar o produto na calda.
5. Completar o tanque com o restante de água necessária.
6. Adicionar o óleo mineral a 0,5% v/v e aguardar a completa homogeneização do óleo na
calda.
Condições climáticas recomendadas durante a pulverização:
? Umidade relativa do ar acima de 55%
? Temperatura abaixo de 30°C
? Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h

TERRESTRE
MESOTRIONA CCAB 480 SC pode ser aplicado através de equipamento costal ou tratorizado
com barras. Utilizar pontas que proporcionem uma boa cobertura sobre a cultura, de acordo
com as recomendações do fabricante. Volume de calda de 100 a 300 L/ha.
AÉREA (CANA-DE-AÇÚCAR)

MESOTRIONA CCAB 480 SC pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas, com um
volume de calda de 30 a 50 L/ha. As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação.
Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas da pulverização
por influência dos vórtices.

Evitar aplicações com velocidades de vento inferiores a 3 km/h porque ocorrerá o fenômeno de
inversões térmicas, causando maior permanência das gotas no ar, contaminando o avião,
bandeirinhas e o meio ambiente e prejudicando consideravelmente a deposição das gotas.
Aplicações efetuadas nas horas mais quentes do dia também deverão ser evitadas, pois
causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes. O fator
climático mais importante a considerar deverá ser sempre a umidade relativa do ar, a qual
determinará uma maior ou menor deriva das gotas pelo vento.
Fazer estudo do local e demarcar as áreas para aplicação, deixando entre as faixas efetivas de
aplicação, uma faixa de aproximadamente 2 m, como margem de segurança, pois a deriva
cobrirá esta área.
OBS: assegurar que a pulverização ou a sua deriva não atinjam culturas vizinhas, áreas
habitadas, leitos de rios e fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir
rigorosamente as instruções da legislação pertinente e vigente.
Gerenciamento de deriva
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão
de aplicar.
Diâmetro da gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro
de gotas possíveis para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis
nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e
a cobertura das plantas. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva,
mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições
ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, umidade
relativa do ar e inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas:
? Volume - Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível,
considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas
maiores.
? Pressão - Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o
diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quanto maiores volumes
forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
? Tipo de bico - Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na
maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o
uso de bicos de baixa deriva.
Controlando o diâmetro de gotas em aplicação aérea:
? Número de bicos - Use o menor número de bicos com maior vazão possível que
proporcione uma cobertura uniforme.
? Orientação dos bicos - Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para
trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações.
? Tipo de bico - Bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que
outros tipos de bico.
? Comprimento da barra - O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa ou do
comprimento do motor. Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
? Altura da barra - Regule a altura da barra para a menor possível para cobertura
uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos.
? Ventos - O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 2 km/h
(devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores,
incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em
condições sem vento.
OBS: As condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e Umidade: Aplicando em condições de clima quente e seco, regule o
equipamento para produzir gotas maiores e reduzir o efeito da evaporação.
Inversão Térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões
térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas
suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são
caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites
com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formada ao pôr-do-sol e
frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina
no nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo
movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. Formação de uma nuvem de fumaça em
camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica, enquanto que
se a fumaça for rapidamente dispersada com movimento ascendente, há indicação de um bom
movimento vertical do ar.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem
conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o
equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar
difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais
difícil.

1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça
circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o
enchimento do tanque.
3. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o
equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
4. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Cana-de-açúcar 30
Milho 60


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana –
ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade – Pode causar sintomas de branqueamento nas folhas e leve retenção inicial de
crescimento, na cultura do milho, mas há recuperação das plantas ao seu desenvolvimento
normal, não havendo efeitos na produtividade. O milho é mais sensível no estádio de 2 a 3
folhas, tornando-se tolerante após esta fase. O produto é seguro para ser utilizado em pósemergência
total, mas antes verificar se é permitido o uso de Mesotriona para o híbrido ou
variedade em questão.


Outras restrições
? Não aplicar o produto em condições de solo seco ou estiagem prolongada;
? Após a aplicação, é necessário um período de pelo menos 2 horas sem chuva ou
irrigação;
? O uso de inseticidas fosforados ou carbamatos pode intensificar os sintomas de
fitotoxicidade no milho, portanto utilizar estes inseticidas 7 dias antes ou após a aplicação
de Mesotriona CCAB 480 SC;
? Não utilizar o produto sobre variedade ou híbrido destinados como milho pipoca e milho
doce;
? Após a aplicação do produto na cultura do milho, não utilizar a área por um período de 4
meses, para outras culturas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
- Não utilize equipamento de proteção individual (EPI) danificado.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
GRUPO F2 Herbicida

- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique o produto de modo a evitar que o aplicador entre na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
( X ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
? Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
? Evite a contaminação ambiental – Preserve a natureza.
? Não utilize equipamento com vazamento.
? Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
? Aplique somente as doses recomendadas.
? Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d´água. Evite a contaminação da água.
? A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
? Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
? Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
? Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
? O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
? A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
? O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
? Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
? Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
? Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
? Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
? Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
? Isole e sinalize a área contaminada.
? Contate as autoridades locais competentes e a empresa CCAB AGRO S.A. – Telefone de
emergência: (11) 3889-5600 / Suatrans Cotec – Acidentes – Vazamentos – 0800-707-7022.
? Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
? Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d´agua. Siga as instruções abaixo:
? Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
? Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
? Corpos d´agua: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
? Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó
químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual, recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
? Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendoa
na posição vertical durante 30 segundos;
? Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
? Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
? Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
? Faça esta operação três vezes;
? Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
? Encaixe a embalagem vazia no local apropriado ao funil instalado no pulverizador;
? Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
? Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos;
? A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
? Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
? Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização em posição vertical durante 30
segundos;
? Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as partes internas da embalagem, por
30 segundos;
? Toda água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
? Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sobre pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto, ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.


• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

5- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

6- RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo F2 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto herbicida MESOTRIONA CCAB 480 SC é composto por mesotriona, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da biossíntese de caroteno (inibidores da enzima hidroxifenil-piruvato-dioxigenase), pertencente ao Grupo F2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).