Bula Orbit

acessos
Paraquat
2010
Sinon

Composição

Paraquat 200 g/L Bipiridílio

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Não sistêmico
Alfafa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 3 a 6 folhas alternadas lanceolada típica
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 4 a 6 folhas alternadas lanceoladas romboidal
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 4 a 6 folhas alternadas lanceoladas romboidal
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 2 a 5 pares de folhas segmentada secta
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 4 a 6 folhas alternadas lanceoladas romboidal
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 4 a 6 folhas lanceolada linear
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 2 a 5 pares de folhas segmentada secta
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no estádio inicial com 3 a 6 folhas heterófilas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no desenvolvimento vegetativo com 20 a 30 cm de altura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no crescimento vegetativo com 30 a 40cm de altura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no desenvolvimento vegetativo com 40 a 50 cm de altura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no crescimento vegetativo com 40 a 60 cm de altura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no desenvolvimento vegetativo com 20 a 30 cm de altura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no desenvolvimento vegetativo com caules de 15 a 25 cm de altura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no estádio inicial com 3 a 6 folhas alternadas lanceoladas-ovadas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo com 20 a 30 cm de altura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo com 40 a 50 cm de altura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 2 a 6 folhas alternadas oblongo-ovadas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 4 a 6 folhas lanceolada linear
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 2 a 5 folhas opostas cruzadas ovadas típicas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 2 a 5 pares de folhas segmentada secta
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo com 20 a 30 cm de altura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 4 a 6 folhas lanceoladas típicas
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 4 a 6 folhas alternadas lanceoladas romboidal
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 2 a 6 pares de folhas compostas paripenadas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 4 a 6 folhas lanceolada linear
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 2 a 5 folhas opostas cruzadas ovadas típicas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 2 a 5 pares de folhas segmentada secta
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 2 a 5 folhas alternadas lanceoladas-ovadas
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 45 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 45 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 45 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo com 20 a 30 cm de altura
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 45 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 45 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 45 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio inicial com 2 a 5 folhas opostas cruzadas ovadas típicas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 45 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 45 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no desenvolvimento vegetativo com 20 a 30 cm de altura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no estádio inicial com 3 a 6 folhas alternadas lanceolada típica
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no estádio inicial com 4 a 6 folhas alternadas lanceoladas romboidal
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no estádio inicial com 2 a 6 folhas alternadas oblongo-ovadas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no estádio inicial com 4 a 6 folhas lanceolada linear
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no estádio inicial com 2 a 5 pares de folhas segmentada secta
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Aplicar no estádio inicial com 2 a 5 folhas alternadas lanceoladas ovadas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no estádio inicial com 4 a 6 folhas alternadas lanceoladas romboidal
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no estádio inicial com 2 a 6 folhas alternadas oblongo-ovadas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no estádio inicial com 2 a 5 folhas opostas cruzadas ovadas típicas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no estádio inicial com 2 a 5 pares de folhas segmentada secta
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar no estádio de pré-florescimento
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 1 dia. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar no desenvolvimento vegetativo em pré florescimento
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Fedegoso
(Cassia tora)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverizar as ervas nos primeiros estagios de crescimento (5-15 cm)

FrascosPET:
1,0 L.
Frasco PEAD:
10 L.
Bombonas PET:
5, 10, 15 L.
Baldes PEAD:
20 Litros

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS/PLANTAS INFESTANTES/DOSES:
O Orbit é um herbicida não seletivo, não sistêmico do grupo químico bipiridílio, com forma de aplicação terrestre.
Obs: Adicione espalhante adesivo na proporção de 0,1 % v/v.
As doses maiores são recomendaddas para o controle de plantas infestantes em adiantado estágio de desenvolvimento ou em condições de alta densidade das mesmas.

NUMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Época da aplicação:
- Batata e Cana-de-Açúcar: para uso em sistema de cultivo Plantio Direto, deve ser aplicado em pós-emergência das plantas infestantes, 30 dias antes do plantio da cultura.
- Demais culturas: de acordo com o estádio especificado para cada planta infestante nas recomendações de uso.
- Dessecação: de acordo com o estádio especificado para a cultura nas recomendações uso.

Número de Aplicações:
Orbit deve ser aplicado uma única vez durante o ciclo da cultura de acordo com as recomendações de uso.
Quando utilizado na dessecação de culturas, recomenda-se uma única aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO:
O herbicida Orbit pode ser utilizado:
-Em pulverização com jato dirigido às plantas infestantes, em culturas já estabelecidas (banana, fá, citros, feijão, algodão, arroz, milho, soja, videira, couve, maçã, seringueira e trigo), realizar aplicação de forma a evitar o contato do produto com as Folhas e tronco, usando a proteção.
-Em área total antes do Plantio Direto, para o controle de plantas infestantes nas culturas de algodão, arroz-de-sequeiro, batata, banana, café, cana-de-açúcar, citros, feijão, milho, soja e videira.
-Na dessecação nas culturas de algodão, arroz, batata e soja, utilizar equipamento tratorizado, bicos Teejet bico leque, de jato plano, espaçados de 050m, com pressão de 451b/po12.
Cana-de-açúcar e milho fazer a aplicação com equipamento atomizador costal motorizado, com faixa de aplicação de 40m, com vazão de 40 litros/ba.

Aplicação aérea (aviões e helicópteros):
Bicos: usar sistema de pontas "Reglo-jet" (laranja/marrom) ou pontas de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) de número 46, ermtindo a geração e a deposição de um mínimo de 40 gotas/cm2 com um DMV (VMD) de 280 350 micrometros.
Nunca efetuar uma aplicação de Orbit com aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativos do tipo MICRONAIR ou similares.

Número de pontas na barra de pulverização:
Para aviões do tipo IPANEMA qualquer que seja o modelo, utilizar sempre a quantidade de pontas na barra, fixados até 65% do comprimento da mesma. Fechar adequadamente ou retirar os bicos, nas extremidades, próximos às pontas das asas.
Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a 'barriga' (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo das pontas das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, dispor as pontas de maneira a s obter uma deposição de gotas com a maior homogeneidade e uniformidade de distribuição na faixa de deposição. Utilizar somente as pontas que estiverem no máximo de 65% do comprimento das barras de pulverização.
Retirar ou fechar convenientemente os bicos inativos, não permitindo pingamentos ou vazamentos.
NOTA: o fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas, ao contrario, evita o arraste do produto pelos vórtices de ponta das asas e sua dispersão inadequada.
Angulo das barras de pulverização:
Iniciar a aplicação com, as barras de pulverização e as pontas em condições de umidade do ar acima de 75%, com angulo de 135° em relação a linha de veio da aero pulverizando na direção oposta a linha de vôo da aeronave (o bico pulverizando na direção oposta à linha de vôo, estará posicionado a 180°). Variar o barra a medida que a umidade relativa do ar descrença, observada pelo equipamento medidor e visualmente pelas gotas que demoram mais tempo para sua deposição. Os bicos "Reglo-Jet" devem operar na posição vertical.
Altura de vôo: com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas na faixa de deposição é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura.
Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
A altura de vôo recomendada deverá ser mantida durante todo o processo de produto, independentemente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo das pontas, para manter o padrão de deposição e gotas recomendas.
Não aplicar o produto com alturas de vôo inferiores a 3m.
Volume de aplicação:
Utilizar sempre vazões de 30 a 40 litros/hectare e pressão hidráulica entre 18 e 25 psi.
Faixa de deposição:
Para aviões tipo IPANEMA ou similares utilizar a faixa de deposição máxima de 15 metros.
Condições climáticas:
Temperatura ambiente: abaixo de 32°C
Umidade relativa do ar: mínima de 60%
Velocidade do vento: acima de 2 km/h ate o maximo de 10 km/h.
NOTA: as recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto, avaliando periodicamente a indicação da umidade relativa do ar, sendo este fator o responsável direto pela continuidade ou interrupção do pulverização.
Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km/h, devido a possibilidade de ocorrência do fenômeno de inversões térmicas.

Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito altas, pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes (correntes de convecção).
Nota: monitorar durante todo o processo de aplicação dos produtos. as condições dando sempre maior importância a umidade relativa do ar.
Obs.: recomendações diferentes das acima são de responsabilidade do Técnico Responsável pela aeronave.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão, arroz, batata, café, cana-de-açúcar, milho e soja - 7 dias
Banana, Citros, uva e maçã - 1 dia
Couve, Feijão e Trigo - (1)
Seringueira - UNA (Uso não Alimentar)

(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

LIMITAÇÕES DE USO:
O produto deve ser utilizado unlca e exclusivamente conforme as recomendações de uso. Devido ser altamente fitotóxico, ao atingir plantas que não se deseja controlar pode provocar danos irreversíveis.
Não aplicar o produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva.
Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos, pois pode ocorrer desvio do produto em relação ao alvo (deriva).
A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma preparada de um dia para o outro reduz a eficiência do produto.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados;
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual(EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos/pele.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Ao abrir a embalagem faça-a de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: 'PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA' e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais. ,
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após aplicação do produto.
- Troque e lave as roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deverá proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR PARAQUATE

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Bipiridílio

Classe toxicológica:
I - Extremamente tóxico

Vias de exposição:
Oral, ocular, dérmica e inalatória.

Toxicocinética:
O paraquate absorvido é distribuído, via corrente sangulnea a praticamente todos os órgãos e tecidos do corpo, concentrando-se nos rins, fígado, cérebro e, em particular, nos pulmões. O pico plasmático ocorre de alguns minutos a 2 h após a ingestão.
O produto é rapidamente excretado pelos rins. De 80 a 90% é excretado nas primeiras seis horas e, quase 100%, dentro de 24 horas, na ausência de doença renal induzida por paraquate. No entanto, paraquate pode causar necrose tubular, a qual pode prolongar a excreção de 10 a 20 dias. Em caso de ingestão, a elimina ão será feita elas fezes, em até 7 dias.

Mecanismos de toxicidade:
O catabolismo do paraquate pelo citocromo P450 provoca a formação de superóxidos que reagem com os lipídios celulares (peroxidação Iipídica). Nos pulmões, que constituem o órgão-alvo do paraquate, a ação dos superóxidos resulta em modificações da permeabilidade da membrana celular e morte das células parenquimatosas e endoteliais.
Elas são acompanhadas de alterações oxidativas acumulativas em moléculas de colágeno e do desenvolvimento de fibrose pulmona irreversível.
A reconstituição do paraquate por um processo enzimático cíclico, faz com que a fibrose progrida, numa ação espontânea e independente do aporte de novas moléculas de paraquate. Tudo isto tem por conseqüência a asfixia progressiva do intoxicado, que se agrava quando se fornece oxiqênio ao paciente.

Sintomas e sinais clínicos:
Efeitos clínicos dependem da dose e da via de absorção.

Ingestão
Pode causar sensação de queimação na boca e na região; retroesternal, náusea, vômito, dor abdominal e diarréia. Se o produto! contiver um agente emético, o vômito pode ser severo e repetido, ei causar distúrbios hidroeletrolíticos. I Em algumas horas, aparecem inflamação e ulceração na boca,' garganta e trato gastrointestinal. Pode ocorrer disfunção renal ei hepática. Uma dispnéia se desenvolve em alguns dias, assim comol uma fibrose pulmonar progressiva e massiva que causa a morte em 2-41 semanas. I Em altas doses, a toxicidade é muita mais severa e morte pode! acontecer em 24-48 horas por falência múltipla de órgãos: perfuração esofágica, insuficiência renal aguda, arritmias cardíacas, convulsões e coma. Os sintomas gastrointestinais iniciais são parecidos, mas mais! intensos, com considerável perda de fluido. A morte ocorre: rapidamente, por asfixia, sem perda de lucidez.

Inalação
O paraquate não é volátil, mas a maioria das formulações líquidas contém um agente de odor desagradável que pode, ocasionalmente,! causar náuseas e dor de cabeça. Em aparelhos de aplicação agrícola, as gotas costumam ser muito grandes para serem levadas pelo ar inspirado até os pulmões. A inalação do paraquate pode resultar em! úlcera no nariz e na garganta, e sangramento nasal. Alguns casos de! toxicidade sistêmica severa já foram reportados.

Via Ocular
Respingos concentrados podem causar irritação ocular importante ei perda extensiva do epitélio da córnea e da conjuntiva. Áreas de! ulceração apresentam um risco de infecção secundária. O edema da! córnea pode persistir 3 a 4 semanas, com visão temporariamente nublada.

Pele
O produto concentrado é irritante para a pele e, se o contato for prolongado, causa lesões dérmicas. A absorção pela pele alterada,i pode levar a um envenenamento sistêmico e resultar em toxicidadel grave.
A morte se dá por asfixia.

Diagnóstico:
O diagnóstico se baseia essencialmente na anamnese e se confirma' pelos sinais clínicos. :
O paraquate pode ser dosado no sangue e na urina e o nível sérico ! tem uma correlação estrita com o quadro clínico.

Tratamento:
NÃO EXISTE ANTIDOTO PARA O PARAQUATE. O tratamento baseia-se essencialmente em três pontos: prevenção da absorção rápida excreção do paraquate absorvido e modificação dos efeitos teciduais do paraquate absorvido e não excretado.

1) Prevenção da absorção:
a) A indução de emese não é recomendada.

c) A lavagem gástrica pode ser benéfica quando realizada na primeira hora após a ingestão do produto, embora alguns autores defendam a lavagem até 24 horas após a ingestão. O risco de sangramento, perfuração ou ferimento deve ser analisado em função do potencial benefício da remoção do paraquate. Recomenda-se a utilização de carvão ativado ou Terra Fuller na operação de lavagem. Administrar carvão ativado na proporção de 25-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 19/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Pose ser utilizado ainda, em combinação, a N acetil¬cisteína e a desferoxamina como agentes antioxidantes. Proteger as vias respiratórias, colocando o paciente em posição de decúbito lateral ou por intubação endotraqueal.

2) Excreção do Paraquate absorvido: Para aumentar a eliminação do herbicida, medidas como a diurese forçada, hemodiálise" hemoperfusão e plasmaférese podem ser adotadas. No entanto,! dentro das primeiras 5 horas após a ingestão, a hemoperfusão de cartuchos de carvão ativado tem sido considerada mais eficiente do ; que a hemodiálise, na diminuição da distribuição do paraquate nos tecidos.

3) Modificação dos efeitos teciduais do paraquate:

a) Realizar tratamento sintomático e de suporte. NÃO: administrar oxigênio suplementar, o que pode acelerar a patologia i pulmonar, pela produção de radicais superóxidos.

b) Nesse sentido, tem-se enfatizado a utilização de várias substâncias, entre elas as com ação antioxidante, como N- acetilcisteína, vitamina C, vitamina E, Superoxido Desmutase (SOD) . veiculada em Iipossomas, melatonina, metalotioneína e quelantes do ferro, como a desferroxamina e a hidroxipiridina-4-ona.

c) Além das substâncias com ação antioxidante, outras têm sido estudadas nos casos de intoxicação: betabloqueadores, por sua i suposta capacidade de competir com os receptores pulmonares do ! paraquate; ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oléico, pois . o aumento de ácidos graxos monoinsaturados ou a diminuição dos' insaturados nos lipídios das membranas diminui sua suscetibilidade ! aos ataques oxidativos; anticorpos antiparaquat capazes de inibir a I captação do herbicida pelos pneumócitos do tipo I e 11;' corticosteróides, como metilprednisolona, em altas doses, a fim de ! interferir no metabolismo lipídico para bloquear as fosfolipases da I membrana celular, prevenindo, assim, a lipoperoxidação e reduzindo a i reação inflamatória.

d) Outras medidas gerais de suporte incluem a administração de fluidos e eletrólitos e o controle da dor.

Contra-indicação:
O vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração.
O aporte de oxigênio pode potencializar os efeitos do paraquate - só deve ser realizado nos casos em que a hipoxemia é Iimitante para vida

Efeitos sinérgicos:
Com os adjuvantes presente nas formulações, por vezes mais tóxicos que o glifosato.

Atenção:
Ligue para disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e abtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)

Telefone de Emergência da emrpesa: (51) 3342-5575

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Após administração oral (intubação gástrica) em dose simples de dicloreto ou dimetossulfeto de paraquate em ratos (macho e fêmea), a maioria da quantidade administrada (69-96%) foi excretada nas fezes como paraquate inalterado. Após injeções subcutâneas dessas substâncias, paraquate inalterado apareceu principalmente na urina (73-96% do produto marcado).

O paraquate foi pouco absorvido após administração oral em ratos, cães e camundongos. Quando absorvido, o paraquate foi rapidamente distribuído nos principais tecidos, mas principalmente nos pulmões e nos rins.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - produto formulado):
DL50 oral aguda (ratas fêmeas): > 300 mg/kg
CL50 inalatório em 4h (ratos): 0,02 mg/L
DL50 dérmica (ratos): > 4.000 mg/kg

Irritação cutânea em coelhos: A substância-teste causou leves alterações relacionadas ao tratamento (eritema) em todos os coelhos testados, com todas as reações sendo completamente reversíveis dentre 14 dias. Não foram observados edemas. A aplicação da substância-teste causou descamação nas áreas da pele testada de todos os animais, a qual também foi observada nos exames macroscópicos. As avaliações microscópicas revelaram a presença de leve hiperqueratose nos três coelhos testados.

Irritação ocular em coelhos: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos causou mínimas alterações relacionadas ao tratamento nas conjuntivas (hiperemia ou vermelhidão e secreção) nos três coelhos testados. Todas as reações retomaram ao normal na leitura de 14 dias em todos os animais. Nos três coelhos foi observada a presença de alopecia periocular (falta de pele em volta do olho tratado). Dois animais apresentaram durante o teste leve perda de peso corpóreo.

Sensibilização dérmica em cobaias: O produto foi considerado não sensibilizante.

Efeitos crônicos:

Em estudos de longa duração realizados em cães macho e fêmea, a administração de médias e altas doses de paraquate proporcionou maior severidade e extensão de pneumonite crônica , quanto maior a dose administrada. Outro estudo define o paraquate como possível carcinógenico humano, em função da produção de carcinomas de células escamosas, um tumor incomum na região da cabeça, em ambos os sexos de ratos Fischer.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental
– Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser seco, ventilado e coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observar as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SINON DO BRASIL LTDA. – Telefone de emergência TOXICLIN 0800 0141 149
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’agua. Sigas as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até que atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.


• Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. D

ESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.


É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.


EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DOS PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento de ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes.

O uso contínuo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.

Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.