Bula Orius 250 EC

acessos
Tebuconazole
2599
Adama

Composição

Tebuconazole 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,4 L p.c./ha 15 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 5 dias. Quando as folhas das plantas estiverem em fase de fechamento das linhas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,8 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - - 30 dias. Quando as folhas das plantas estiverem em fase de fechamento das linhas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,8 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. A partir dos primeiros sintomas da doença
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Quando o nível de incidência de aparecimento das doenças atingir 5% da superfície foliar
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias. Quando o nível de incidência de aparecimento das doenças atingir 5% da superfície foliar
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. A partir do florescimento, quando começarem os primeiros sintomas da doença
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. A partir do florescimento, quando começarem os primeiros sintomas da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
30 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1200 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 20 dias. Efeturar aplicações durante o ciclo vegetativo
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Fazer aplicações preventivas
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Fazer aplicações preventivas
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Quando a doença atingeri 20% da área foliar
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
80 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. A partir do florescimento, quando começarem os primeiros sintomas da doença
Septoriose
(Septoria lycopersici)
80 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. A partir do florescimento, quando começarem os primeiros sintomas da doença
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 35 dias. Iniciar as pulverizações quando o nível de infecção atingir entre 10 a 15% na fase de perfilhamento
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 35 dias. Iniciar as pulverizações quando o nível de infecção atingir entre 10 a 15% na fase de perfilhamento
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 35 dias. Iniciar as pulverizações quando o nível de infecção atingir entre 10 a 15% na fase de perfilhamento
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 35 dias. Iniciar as pulverizações quando o nível de infecção atingir entre 10 a 15% na fase de perfilhamento

Frascos plásticos de 100, 150, 250 e 500 mL.
Frascos plásticos de 0,5 e 1,0 L. Frasco de alumínio de 1 L.
Bombona plástica de 5; 10; 20; 25; 30 e 50 L.
Bombona de alumínio de 5 L.
Bombona de aço de 10 L.
Bombona metálica de 5; 10; 20; 25 e 50 L.
Baldes plásticos de 5; 10; 20; 25; 30 e 50 L.
Baldes metálicos de 5; 10; 20; 25 e 50 L.
Tambores plásticos de 100 e 200 L.
Tambores metálicos de 100 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO: ORIUS 250 EC é um fungicida do grupo químico triazol que contém o ingrediente ativo TEBUCONAZOL, 250 g/L, na formulação concentrado emulsionável, tendo uma ação sistêmica.

CULTURAS: O fungicida ORIUS 250 EC é recomendado para o controle de doenças nas culturas da banana, batata, cebola, cevada, feijão, maçã, soja, tomate e trigo.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

BANANA: A quantidade de calda será de 15 L/ha e o produto deverá ser diluído com óleo mineral na seguinte proporção de 14,6 Litros de óleo + 0,4 Litros de ORIUS 250 EC, aplicado em ultra baixo volume através de atomizadores costais e tratorizados. Em aplicação aéra será utilizado pontas do tipo micronair ou bicos obedecendo ao limite de 15 L/ha. Intervalo: Aplicar preventivamente ao aparecimento dos sintomas visando principalmente a proteção das folhas mais novas (número 0, 1 e 2). O intervalo entre aplicações dependerá das condições favoráveis ou não ao patógeno. Em condições de alta pressão para Sigatoka-negra utilizar intervalos de 14 dias entre aplicações.

BATATA: as pulverizações devem ser realizadas quando as folhas das plantas estiverem em fase de fechamento das linhas. Realizar entre 3 a 4 pulverizações a partir do aparecimento dos primeiros sintomas da doença.

CEBOLA: iniciar as pulverizações a partir do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças. Realizar até 4 pulverizações, em intervalos quinzenais.

CEVADA: quando o nível de incidência do aparecimento das doenças atingirem 5% da superfície foliar.

FEIJÃO: iniciar as pulverizações a partir do início do florescimento, na ocorrência dos primeiros sintomas da doença. Realizar até 4 aplicações em intervalos quinzenais.

MAÇÃ: efetuar pulverizações durante o ciclo vegetativo - somente, a partir do início da brotação. Pulverizar a cada semana ou 10 dias, dependendo da incidência da ocorrência da doença.

SOJA: Oídio – iniciar as aplicações quando a severidade da doença atingir em torno de 20% da área foliar infectada e repetir quando este índice for atingido novamente.
Doenças de final de ciclo – fazer aplicações preventivas a partir do estádio R4 (quando a maioria das vagens do terço superior estiverem com 2-4 cm).
Ferrugem – aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas, repetir caso necessário se houver reincidência da doença.
Realizar até 2 aplicações.

TOMATE: iniciar as pulverizações a partir do florescimento, na ocorrência dos primeiros sintomas da doença. Realizar até 4 pulverizações em intervalos quinzenais.

TRIGO: iniciar as pulverizações quando o nível de infecção atingir entre 10 a 15% na fase de perfilhamento e quando doenças como Helminthosporiose e ferrugens manifestarem os primeiros sintomas nas folhas e/ou colmos. Realizar até 2 aplicações em intervalos quinzenais.

Atenção: O número e intervalo de aplicações depende das condições climáticas que podem favorecer ou retardar o aparecimento das doenças nas culturas. Recomenda-se fazer vistoria constante nas lavouras pois, quando se trata de doenças foliares, recomenda-se fazer o tratamento somente após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Neste sentido, o número de aplicações torna-se bastante variável.





INTERVALO DE SEGURANÇA (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita): tomate: 07 dias, cebola e feijão: 14 dias, maçã: 20 dias, batata: 30 dias, cevada e trigo: 35 dias, soja: 30 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Mantenha pessoas longe da área tratada por um período mínimo de 48 horas e/ou até a secagem completa da calda de aplicação; fora deste período, utilize protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara apropriada, luvas e botas de borracha, macacão com mangas compridas e chapéu de aba larga.

LIMITAÇÕES DE USO: Uso exclusivamente agrícola. Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações. Aplicar somente as doses recomendadas. Não aplicar sobre frutos na cultura da maçã.. Não aplicar sobre frutos na cultura da maçã. Não aplicar o produto em dias nublados ou na probabilidade de ocorrência de chuvas e ventos fortes.Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir a aplicação do fungicida.Evitar aplicações sob condições de orvalho na cultura. Aplicar somente após seu desaparecimento.




MODO DE APLICAÇÃO: ORIUS 250 EC deve ser diluído em água, e aplicado na forma de pulverização. Banana, Cevada, Feijão, Soja e Trigo: aplicar na forma de pulverizações terrestres ou aéreas. Batata, Cebola, Maçã e Tomate: aplicar na forma de pulverizações terrestres que permitam uma melhor cobertura da área foliar da planta. O produto deve ser aplicado com equipamentos que proporcionem uma contínua agitação da calda, sejam equipamentos terrestres como pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados com barra, ou através de aeronaves (dependendo da cultura).

. Banana: O produto é indicado para ser aplicado em mistura com óleo mineral.
Aplicação terrestre: Para aplicação terrestre tratorizada o equipamento adequado é um atomizador com lança de 4 a 6 metros de altura, asim como também poderá ser utilizado um atomizador costal, obedecendo as mesmas condições de aplicação indicadas para aplicação aérea.
Aplicação aérea: Volume de calda: 15 L/ha. Tipo de bicos: micronair.

. Batata, Cebola, Maçã e Tomate:
Aplicação terrestre.
. Tipo de bico: cônico (série D ou X)
. Pressão para pulverizadores motorizados: 200 lb/pol2.
. Tamanho de gotas: 100 a 200 micra. Densidade de gotas: 70 a 100 gotas/cm2.
: 70 a 100 gotas/cm2.

Cevada, Feijão e Trigo:
Aplicação terrestre:
. Tipo de bicos: XR teejet - XR 11003 VS Malha 50
. Distância entrew bicos: 0,5 metro
. Pressão: 60 a 100 Ib/pol2
. Tamanho das gotas: 100 a 200 micra.
. Densidade de gotas: maior que 70 gotas/cm2.

Aplicação aérea:
. Volume da calda: 10 a 40 litros/ha
. Tipo de bicos: cone vazio D6 ou D12
. Pressão: 20 a 40 Ib/pol2.
. Densidade de gotas: maior que 70 gotas/cm2
. Altura do vôo: 2 a 4 metros
. Largura da faixa de deposição efetiva: 20 metros (aeronave Ipanema)

. Soja:
Aplicação terrestre.
. Tipo de bico: XR 110 03VS (malha 50) – XR Teejet.
. Pressão: 60 – 100 lb/pol2.
. Tamanho de gotas: 100 a 200 micra. Densidade de gotas: maior que 70 gotas/cm2.
A temperatura deve estar em torno de 27o C e a velocidade do vento em torno de 3,0 – 5,0 Km/h. O volume de calda/ha deve ser de 200 L/ha.
OBS.: No caso de usar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
Aplicação aérea.
.Bicos: série D com difusor 25 a 45.
.Pressão: 20 a 30 lb/pol2.
.Densidade de gotas: maior que 20 gotas/cm2.
.Altura de vôo: 3 a 4 metros.
.Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m (aeronave Ipanema).

Condições climáticas: A temperatura deve estar em tornode 27 C, a velocidade do vento em torno de 3,0 - 5,0 Km/h e a U,R.> 50 %.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Banana: 5 dias, Tomate: 07 dias, cebola e feijão: 14 dias, maçã: 20 dias, batata: 30 dias, cevada e trigo: 35 dias, soja: 30 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana- ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO: Uso exclusivamente agrícola. Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações. Aplicar somente as doses recomendadas. Não aplicar sobre frutos na cultura da maçã.. Não aplicar sobre frutos na cultura da maçã. Não aplicar o produto em dias nublados ou na probabilidade de ocorrência de chuvas e ventos fortes.Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir a aplicação do fungicida.Evitar aplicações sob condições de orvalho na cultura. Aplicar somente após seu desaparecimento.

PRECAUÇÕES GERAIS. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Produto perigoso se ingerido, inalado ou aspirado. Não utilize equipamentos de proteção individual e de aplicação danificados e/ou defeituosos. Não desentupa bicos, orifícios, tubulações e válvulas com a boca. Não manipule e/ou carregue embalagens danificadas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Use protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara apropriada, luvas e botas de borracha e macacão com mangas compridas. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Não entre em contato direto com o produto, distribua-o da embalagem original do fabricante e evite sobras. Evite derrames ou a contaminação do equipamento durante o seu abastecimento. Ao esgotar a embalagem proceda a tríplice lavagem. Mantenha as eventuais sobras do produto em suas embalagens originais. Mantenha pessoas, principalmente crianças e animais domésticos longe do local de trabalho.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO: Use protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara apropriada, botas de borracha, macacão com mangas compridas e chapéu de aba larga na aplicação tratorizada; além destes, use luvas de borracha e avental impermeável na aplicação costal (manual ou motorizada). Não aplique o produto nas horas mais quentes do dia, contra ou na presença de ventos fortes e evite sua deriva. Aplique somente as doses recomendadas pelo fabricante. Caso sinta qualquer sintoma de intoxicação, interrompa imediatamente o trabalho, afaste-se da área de aplicação, retire as roupas contaminadas e siga as instruções dos mecanismos de ação, absorção e excreção para o ser humano e efeitos agudos. Mantenha pessoas, principalmente crianças e animais domésticos longe da área de aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS O USO: Não reutilize embalagens vazias. Após o uso e esgotamento, certifique-se de que as embalagens foram lavadas três vezes (tríplice lavagem); inutilize-as e dê destino adequado às mesmas. Mantenha as embalagens com sobras de produtos adequadamente fechado, em local de armazenamento próprio e trancado, longe do alcance de crianças e animais. Recolha, limpe e guarde os equipamentos de proteção individual utilizado. Tome banho, troque de roupa e lave as roupas contaminadas. Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. Não permita que crianças e animais domésticos entrem ou se aproximem da área tratada. Mantenha pessoas longe da área tratada até a secagem completa da calda de aplicação; fora deste período, utilize protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara apropriada, luvas e botas de borracha, macacão com mangas compridas e chapéu de aba larga.

MECANISMO DE AÇÃO PARA O SER HUMANO: Não foi perfeitamente caracterizado pelas informações disponíveis na literatura consultada.

MECANISMOS DE ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Experimentalmente, constatou-se que o destino do Tebuconazole em roedores é caracterizado por uma completa absorção seguida de uma rápida eliminação, cujas vias principais são as fezes e a urina. A concentração de 14C no corpo foi baixa. A meia vida variou de 31,9 a 52,5 horas. Os resíduos no fígado foram de 30 g/Kg, nos rins de 5 a 13 g/Kg, nos músculos de 1 a 3 g/Kg e em outros tecidos foi menor que 5 g/Kg de equivalente em ingrediente ativo. Os principais metabólitos foram o Álcool tert-butílico derivado do Tebuconazole, que representou de 17 a 30% do total de 14 C no excreta, e o Butirato derivado do Tebuconazole, que representou de 15 a 38%, enquanto que os demais, representaram menos de 10% no excreta.

EFEITOS AGUDOS (Sintomas de intoxicação): Não são conhecidos sintomas específicos, a ocorrência de irritações na pele, olhos e mucosas, associadas a confirmação de exposição ao produto, sugerem intoxicação. Também podem ocorrer distúrbios no comportamento, respiração e motilidade.

EFEITOS CRÔNICOS PARA O SER HUMANO: Não foram perfeitamente caracterizados pelas informações disponíveis, na literatura consultada.

EFEITOS COLATERAIS PARA O SER HUMANO: Não são esperados pois o produto não possui ação terapêutica.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: não provoque vômito, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: lave-os com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: lave-a com sabão e água em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: procure local arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: O tratamento é sintomático e deve ser instituído a critério médico; em caso de ingestão, envolve lavagem gástrica, até 1 hora após a exposição e/ou o aparecimento dos sintomas de intoxicação, após este período, proceder como descrito no item Antídoto; e em caso de exposição por contato, envolve a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial as regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). Avaliações especializadas do trato respiratório, oftalmoscópicas e dermatologias podem ser requeridas.

ANTÍDOTO: A critério médico, utilizar antídotos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como o Carvão Ativado (adsorção digestiva) e Purgativos Salinos (catarse); não se conhece antídoto específico.

PRECAUÇÕES GERAIS: Este produto é PERIGOSO ao Meio Ambiente (CLASSE III). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Descarte corretamente as embalagens e restos dos produtos.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Suga as instruções: Piso pavimentado: coloque material absorvente (p.ex. serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolha com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o Centro de Emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio: use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens devem ser enxaguadas três vezes (tríplice lavagem) e a calda resultante acrescentada à preparação para pulverização. Não reutilize embalagens vazias. Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido o enterrio de embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO: Incineração em forno rotativo com temperatura de 800 - 1000 ºC com tempo de residência de 30-60 minutos. Os gases são queimados a uma temperatura de 1050-1250ºC na câmara de pós-combustão. O tempo de residência é de 3 segundos.. Para desativação do produto contate a Empresa.
ORIUS 250 CE.

Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando a proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, à dose, ao modo de aplicação e à tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e sociologicamente favoráveis.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas) - Qualquer produto utilizado no controle de doenças,utilizado de forma inadequada, pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando com isso prolongar a vida útil dos fungicidas e também manter sua performance:
?Fungicidas específicos com o mesmo modo de ação, da mesma classe e com alto risco de resistência em alvos específicos, não devem ser utilizados em aplicações consecutivas no mesmo ciclo da cultura.
?Fazer a alternância e a rotação entre produtos de contato e produtos com modo de ação específicos
( sistêmicos).
?Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.