Bula Persist SC

acessos
Mancozeb
1168704
Dow AgroSciences

Composição

Mancozebe 445 g/L Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Acaricida, Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
8 L p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Início do florescimento. 32 dias. Início do aparecimento das panículas
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
4,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Condições climáticas favoráveis a infecção
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
4,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Condições climáticas favoráveis a infecção
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
5,4 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - 4 a 7 dias. 7 dias. 10 a 15 dias após a emergência da cultura
Requeima
(Phytophthora infestans)
5,4 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - 4 a 7 dias. 7 dias. 10 a 15 dias após a emergência da cultura
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
270 mL p.c./100L água 5 a 20 L de calda / planta - 10 dias. 14 dias. 2 % das folhas ou frutos estiverem com infestação
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
360 a 450 mL p.c./100L água 5 a 20 L de calda / planta - 10 dias. 14 dias. 2 % das folhas ou frutos estiverem com infestação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
3,6 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 14 dias. 25 dias após a emergência
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
360 mL p.c./100L água 0,5 a 2 L de calda / planta - 7 dias. 7 dias. Estádio fenológico C
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
360 mL/100 L de água 0,5 a 2 L de calda / planta - 7 dias. 7 dias. Estádio fenológico C
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
360 mL p.c./100L água 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. UNA. Aparecimento dos primeiros sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
5,4 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. 7 dias. Logo após o transplante
Requeima
(Phytophthora infestans)
5,4 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Logo após o transplante
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
4,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 32 dias. Início do espigamento
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
4,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 32 dias. A partir dos estágio de elongação
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
630 mL p.c./100L água 600 a 2000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Início das brotações
Podridão amarga
(Greeneria uvicola)
630 mL p.c./100L água 600 a 2000 L de calda/ha - 7 - 15 dias. 7 dias. Início das brotações

Frasco metálico de folha de flandres: 1 e 5 litros. Baldes metálicos de chapa 0,4 de aço carbono ou plástico: 20 litros. Bombona plástica: 1, 5, 10 e 20 litros. Tambor metálico de chapa 20 de aço carbono ou plástico: 50, 100 e 200 litros.

INICIO,NUMERO, EPOCA E INTERVALO DE APLlCAÇAo:

Arroz: Iniciar as aplicações no estágio de emborrachamento, repetindo n início do aparecimento das panículas e no início do florescimento. Realizar duas (2) a Iicações por safra.

Banana: Utilizar 4,5 Uha. Volume de calda: terrestre 400 - 1000 Uha; aérea 30 Uha. Iniciar quando as condições climáticas forem favoráveis à infecção. Realizar no máximo oito (8) aplicações por safra.

Batata: Iniciar as aplicações aos 10-15 dias após a emergência, ou antes em condições muito favoráveis para as doenças, repetindo a intervalos de 4-7 dias, utilizando o intervalo menor em condições altamente favoráveis para as doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas. Realizar no máximo sete (7) aplicações por ciclo da cultura.

Citros: Para controle do ácaro, realizar inspeções frequentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais, já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou mais ácaros. Para controle das doenças, realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias.

Feijão: Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência das plântulas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10-15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar a maior dose e menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença.

Maçã: Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes), repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo sete (7) aplicações por safra.

Roseira: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo-se semanalmente.

Tomate: Iniciar as aplicações após o transplante, repetindo a intervalos de 5-7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis para as doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas. Realizar no máximo dez (10) aplicações por ciclo da cultura.


Trigo: Para controle de helmintosporiose, iniciar as aplicações a partir do estádio de elongação. Repetir as aplicações sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada. As reaplicações deverão ser realizadas sempre que necessário para manter as doenças em baixos níveis de infecção. Para controle da brusone, realizar a primeira aplicação no início do espigamento, repetindo mais 2 aplicações com intervalos de 10 dias, totalizando três (3) aplicações por safra.

Uva: Iniciar as aplicações no início da brotação, repetindo a intervalos de 7-15 dias, utilizando intervalos menores e doses maiores em condições mais favoráveis para as doenças. O volume de aplicação varia em função do porte da planta e do sistema de condução. Realizar no máximo oito (8) aplicações por safra.

MODO DE APLICAÇÃO

PERSIST se é indicado para aplicações terrestres e aéreas. As aplicações terrestres podem ser através de equipamento costaI (motorizado ou manual) ou tratorizado equipado com barras, turbo-atomizadores, mangueiras e pistolas. O volume de calda varia de acordo com o porte da cultura e número de plantas por hectare, devendo ser em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa uniforme das plantas.

A) Aplicação terrestre – culturas anuais rasteiras

A.1 Pulverizadores de barra acoplados a tratores
Deve-se obeservar os seguintes parâmetros:

- Velocidade do trator:6-8 km/hora
- Volume de aplicação:200 - 400 L/ha
- Pressão do manâmetro:150 - 25- Ib/pol2
- Tipo de bico: D2,D4 - core 25-45
- Condições climáticas:Não aplicar o produto com ventos superiores a 6 Km/hora.

Obs.: A barra de pulverização deverá estar sempre aproximadamente a 20 em acima da planta. Usar equipamentos com barras de 9,5 a 17 metros, colocando-se os bicos com intervalos de 25 cm.

B)Aplicação terrestre – culturas arbóreas


B.1 – Pulverizadores com pistola
Deve-se observar os seguintes parâmetros:


- Velocidade do trator: 1,8 Km/hora 1.400
- RPM do trator:1.400
- Marcha do trator: 1a reduzida
- Vazão: 130 L/minuto
- Pressão:300 - 500 Ib/pol2
- Tipo de bico:Disco ou chapinha nºs 4 a 10
- Volume de aplicação:5-15 Litros/planta
- Condições climáticas:Não aplicar o produto com ventos superiores a 6 Km/hora.

B.2 – Atomizadores(turbo atomizadores)
Deve-se observar os seguintes parâmetros:


- Velocidade do trator: 2 - 3 Km/hora
- RPM na tomada de força: 540 RPM
- Pressão: 160 - 300 Ib/pol2
- Tipo de bico: Disco ou chapinha n° 3 a 6.
Considerando-se que todos estejam abertos, recomenda-se alternar bicos com difusor de 2 furos com bicos de difusor de 3 furos.
- Volume de aplicação: 5 - 15 Litros/planta
- Condições climáticas: Não aplicar o produto com ventos superiores
a 6 Km/hora.

C) Pulverizadores costais

Como os pulverizadores costais manuais não possuem regulador de pressão, o volume a ser aplicado depende muito do operário que executa a operação. A calibração deve ser feita individualmente, sendo considerada uma velocidade usual aquela ao redor de 1 m/segundo. A pressão de trabalho varia conforme o rítmo de movimento que o operador imprime à alavanca de acionamento da bomba, combinado com a vazão do bico.

Bicos de alta vazão geralmente são trabalhados a baixa pressão, uma vez que no rítmo normal de bombeamento não se consegue atingir altas pressões. Em oposição, bicos de baixa vazão são operados em pressão maiores, pois o operador consegue manter o circuíto pressurizado acionando poucas vezes a alavanca da bomba.

D) Aplicações aéreas
Deve-se observar os seguintes parâmteros:

- Tipo de bico:D8,D10,D12
- Volume de aplicação: 30-50L/ha
- Diâmetro das gotas: 150-250µ
- Densidade das gotas: 50-70 gotas/cm2
- Altura do vôo: 2-3metros
- Largura da faixa: 12-16 metros
- Pressão:30-45lb/pol2
- Condições climáticas: Não alicar o produto com ventos superiores a 6 Km/hora
- Umidade relativa do ar: Mínimos de 55%




Batata, maçã, tomate, uva e banana: 7 dias.
Citros e feijão: 14 dias
Arroz e trigo:32 dias
Roseira:UNA (Uso Não Alimentar)

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISAlMS)

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: PERSIST SC não é fitotóxico às culturas quando utilizado de acordo com as instruções de uso recomendadas.
Compatibilidade:PERSIST SC é incompatível com formulações alcalinas, tais como calda bordalesa e calda sulfocálcica.
O produto não pode ser utilizado em mistura de tanque com qualquer outro agrotóxico.

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -IBAMA/MMA

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex: controle cultura, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno,no ciclo da cultura. da cultura. Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência. Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Incompatível com formulações altamente alcalinas.