Bula Ponteirobr

acessos
Sulfentrazone
2217
Ouro Fino

Composição

Sulfentrazone 500 g/L Triazolona

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico, Pré-emergência
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 60 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio (jato dirigido) da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,2 a 1,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 60 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio (jato dirigido) da cultura
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 60 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio (jato dirigido) da cultura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 130 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 130 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 130 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 130 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 130 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Tiririca
(Cyperus rotundus)
1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 130 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Cana-de-açúcar (maturação) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Tiririca
(Cyperus rotundus)
1,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,2 a 1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 200 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,2 a 1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 200 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,2 a 1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 200 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Grama seda
(Cynodon dactylon)
1,2 a 1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 200 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,2 a 1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 200 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,2 a 1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. 200 dias Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes (jato dirigido)
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura
Tiririca
(Cyperus rotundus)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Uma única aplicação. Uso não alimentar. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,4 a 1,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha dAplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha dAplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,4 a 1,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha dAplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,3 a 1,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar em pós-emergência total das plantas infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura da soja
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,2 a 0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha dAplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,4 a 1,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha dAplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,3 a 1,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha dAplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,4 a 1,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar em pós-emergência total das plantas infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura da soja
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,2 a 0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha dAplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura

Tipo: Balde
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 5,0; 10; 20 L

Tipo: Bombona
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 5,0; 10; 20 L

Tipo: Bulk
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 500; 1.000 L

Tipo: Frasco
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 1,0 L

Tipo: Tambor
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 20; 100; 200 L

INSTRUÇÕES DE USO:
PONTEIROBR é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, do grupo químico das triazolonas, usado em pré-emergência nas culturas (Abacaxi, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Fumo e Soja) para controle de plantas daninhas de folhas largas e estreitas. Após a absorção e a translocação do herbicida até o local de ação, a presença de luz é importante para ativação do produto. O mecanismo de ação do PonteiroBR (sulfentrazone) está relacionado com a inibição da enzima protoporfirinogênio (PPO ou PROTOX), que atua na oxidação da PPO à protoporfirina IX, as quais são precursores da clorofila. Com a inibição da enzima, ocorre o acúmulo de PPO, que se difunde para o citoplasma na forma de protoporfirina IX, ocorrendo interação com oxigênio na presença de luz, para levar o oxigênio ao estado singlet, o qual seria responsável, em última instância, pela peroxidação de lipídeos observada nas membranas celulares. Lipídeos e proteínas são oxidados, resultando assim em perda da clorofila e carotenoides, ocorrendo rompimento e destruição da membrana celular rapidamente. A seletividade ocorre basicamente pela metabolização da molécula do herbicida. Como sintomatologia, as plantas suscetíveis emergem do solo tratado com sulfentrazone, tornando-se necróticas morrendo em seguida quando em contato com a camada de solo tratada com o herbicida e quando expostas à luz.

CULTURAS, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:

ABACAXI : O produto deve ser aplicado em pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio (jato dirigido) da cultura.
* PonteiroBR é recomendado para controle de Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) somente em solo arenoso e areno-argiloso.

CAFÉ E CITROS: Aplicar o produto nas doses recomendadas, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo.

CANA-DE-AÇÚCAR: Aplicar o produto no pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e a cultura.

FUMO: Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura.
O produto é recomendado para a cultura do fumo somente em solos arenosos e areno-argilosos.
A aplicação pode ser feita de duas formas:
- Na linha de plantio, sobre camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas de fumo, em uma faixa de 50 cm. Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio, entretanto a recuperação da cultura acontece de 15 a 30 dias após a aplicação.
- Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria.
**Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de tiririca (Cyperus rotundus) e Leiteiro (Euphorbia heterophyla) utilizar a dose de 1 L p.c/há (0,5 Kg i.a/há).
As doses baixas devem ser utilizadas em solos arenosos e as doses maiores devem ser utilizadas para solos areno-argilosos.

SOJA: Aplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura.
A dose de 1,2 L/há (0,6 Kg i.a/há) deve ser utilizada somente para solos argilosos.
As doses de 0,3 L/há (0,15 Kg i.a/há) e 0,4 L/há (0,2 Kg i.a/há) deve ser utilizada somente para solos areno-argilosos.
*Para o alvo Commelina benghalensis a dose de 0,4 L/há (0,2 Kg i.a/há) deve ser utilizada somente para solos Arenosos.
A dose de 0,8 L/há (0,4 Kg i.a/há) deve ser utilizada somente para solos Areno-argilosos.

PonteiroBR pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas:
Capim-papuã (Brachiaria plantaginea), Capim-colchão (Digitaria horizontalis), Amendoim-bravo (Euphorbia heterophyla) e Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia), observando a seguinte sequência:
1) Dessecação de planta daninhas (manejo químico);
2) Plantio;
3) Aplicação do produto sempre na dose de 1,2 L/há (0,6 Kg i.a/há).

Para aplicação em pós-emergência total das plantas infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura, vide indicações de uso/dose e siga as recomendações abaixo:
Aplicar PonteiroBR pós-emergência total das plantas infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura da soja.
Para dessecação, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6-8 a folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente.

MODO APLICAÇÃO: Característica da aplicação: As aplicações deverão ser realizadas de acordo com as recomendações desta bula, com atenção aos tipos de solo a serem trabalhados. Levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo de solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o PonteiroBR necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas daninhas.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre: PonteiroBR pode ser aplicado via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados com barra. A ponta de aplicação indicada é a TTI (Turbo TeeJet Induction) 110025 ou com outra vazão que garanta que a velocidade de trabalho forneça o volume de calda recomendado. A pressão deve estar entre 3,0 e 4,0 bar ou 45 a 60 psi. Pode ser utilizada uma ponta similar.
Suspender a aplicação em condições adversas, tais como: temperatura superior a 30°C, umidade relativa do ar for inferior a 50%, velocidade do vento superior a 10 Km/h.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e altura da barra de 50 cm ao nível do solo.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 450 a 650

Aplicação aérea: as aplicações devem ser feitas apenas nas culturas de Cana-de-açúcar e Soja.
PonteiroBR deve ser aplicado com volume de calda de no mínimo 30 L/há considerando a classe de gota média ou maior de acordo com a norma ASAE S572.1, resguardando uma faixa de segurança de no mínimo 50m para culturas sensíveis.
A seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, altura de voo, largura da faixa e outros). Os ajustes da barra devem ser realizados para que se obtenha distribuição uniforme, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Aplicar com umidade relativa acima de 50%, temperatura do ar abaixo de 30°C e velocidade média do vento entre 3 a 10 Km/h, considerando as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Recomenda-se a aplicação com técnicas de redução de deriva (TRD) e a utilização de conceitos de boas práticas agrícolas na aplicação aérea, evitando-se excessos de pressão, altura de aplicação e outras, bem como o respeito à legislação quanto as faixas de segurança.

Modo de preparo da calda:
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até metade da sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar PonteiroBR na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.

Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1) Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis do produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com respectivo produto.
2) Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3) Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores.
Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
4) Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza.
5) Repita o passo 3.
6) Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação tinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 um). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas pode afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO SE PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Veja instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas gerais:
Volume: use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas, bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração. QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: use o bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea

Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação de bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bicos.
Comprimento da barra: o comprimento da barra não deve exceder 3/4 (75%) da barra ou do comprimento do rotor- barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

Ventos:
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 Km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior de 10 Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
O Engenheiro Agrônomo responsável pode alterar as condições de aplicação.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Quando aplicado em condições de clima quente (temperatura máxima de 28°C) e seco (umidade mínima de 60%), regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito de evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi: 60 dias
Café: 130 dias
Cana-de-açúcar: N.D. - Não determinado devido à modalidade de emprego.
Citros: 200 dias
Fumo: U.N.A - Uso não alimentar
Soja: N.D. - Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde humana - ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
Na aplicação em cana soca recém-germinada podem ocorrer "queimas" localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, porem com a recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade.
Na ocorrência de chuvas excessivas, após a aplicação em solos altamente arenosos, poderá ocorrer leve clorose nas folhas de soja, entretanto, estas se recuperam, não havendo prejuízos na produtividade.
Evitar sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos à cultua da soja.
A tolerância de novas variedades ao produto deverá ser estabelecida antes de ser usado em larga escala. Consulte o fornecedor de sementes de sua região ou representante técnico da Ourofino química e Ltda. da sua região.
A aplicação deverá ser feita sempre antes da emergência da cultura da soja. PonteiroBR aplicado no "cracking" da soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura.
Injúria na cultura da soja poderá ocorrer em solos poucos drenados, muito compactados ou em solos saturados por longo período de tempo.
Se houver falhas no plantio devido a condições climáticas, apenas a soja deverá ser replantada.
Não reaplicar PonteiroBR, pois poderá ocorrer injúria.
Um período mínimo de 18 meses após a aplicação do PonteiroBR é exigido para a rotação com a cultura do algodão.
O produto utilizado dentro das recomendações indicadas pelo fabricante não induz efeitos fitotóxicos às culturas indicadas.







ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca arabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, utilizar os sacos hidrossolúveis sem abri-los ou cortá-los.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calçadas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Evite entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calçadas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.


PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR SULFENTRAZONA
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Triazolona

Classe toxicológica: Conforme aprovada pela ANVISA.

Vias de exposição: Oral, inalatória e dérmica.

Toxicocinética: Um estudo de metabolismo da sulfentrazona em ratos mostrou que a absorção foi quase completa e independente da dose e do sexo dos animais testados. O metabolismo da sulfentrazona foi testado em ratos, cabras e galinhas, o metabólito primário foi o 3-hidroximetil-sulfentrazona (88 a 95%), excretado pela urina e fezes, tendo sido também encontrados os metabólitos 3-desmetil-sulfentrazona e 2,3-diidroximetil sulfentrazona. A sulfentrazona inalterada foi detectada em uma quantidade muito baixa nas fezes. Os herbicidas do grupo das triazolinonas, como a sulfentrazona, são rapidamente metabolizados e são quase totalmente excretados dentre 3 a 5 dias pela urina e fezes. A sulfentrazona e os seus metabólitos não são bioacumuláveis.

Mecanismos de toxicidade: A sulfentrazona é um herbicida inibidor da enzima protoporfirinogênio-oxidase (Protox), o que constitui seu modo de ação como herbicida. Em mamíferos, o alvo da sulfentrazona é o sistema hematopoiético, através da inibição da enzima protoporfirinogênio-oxidase mitocondrial, que interfere na biossíntese do grupo heme da cadeia da hemoglobina. Como resultado, há aumento nos níveis de porfirina sanguínea, em animais, após doses orais do ativo. Pelo fato deste herbicida ser efetivamente metabolizado e excretado, os níveis de porfirina regridem ao normal dentro de alguns dias. Em geral, para indivíduos saudáveis, os metabólitos não representam um perigo toxicológico relevante.

Sintomas e sinais clínicos: Não há descrição de intoxicação por sulfentrazona em literatura. O produto pode causar irritação ocular e cutânea. Se ingerido, pode causar irritação do trato gastrointestinal, manifestada por dor abdominal, náusea, vômito e diarreia. Por causar inibição da enzima protoporfirinogênio oxidase, pode levar à redução de eritrócitos e, em casos extremos, anemia.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento: Não há antídoto específico. Tratamento sintomático de suporte.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- A descontaminação gastrintestinal geralmente não é necessária.
- Não se sabe se o carvão ativado é útil no tratamento das ingestões. Avalie a necessidade de administração de carvão ativado.
- Monitore os sinais vitais e o estado mental após exposição significativa.
- Monitore a contagem de células sanguínea. Em pacientes com suspeita de porfiria devido à ingestão deste produto, monitore a contagem de células sanguíneas, enzimas hepáticas, painel metabólico básico, urinálise e níveis de porfirina séricas.
- Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido extracelular após vômito severo e diarreia.

Exposição inalatória: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário.

Exposição dérmica: Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistirem.

Exposição ocular: Lave os olhos com água em abundância ou soro fisiológico (0,9%) à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se persistir a irritação, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Contraindicações: A indução de vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.

Efeitos sinérgicos: Não são conhecidos.

Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica RENACIAT-MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0450

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Sulfentrazona é rapidamente absorvida, metabolizada e excretada, principalmente pela urina (98,9%) de 3 a 5 dias. Não é acumulativo no organismo. Não são conhecidos casos de intoxicação por sulfentrazona.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral (ratos): >2000 mg/Kg;
DL50 dérmica (ratos): > 4000 mg/Kg;
CL50 inalatória (ratos): > 1,70 mg/L/4h;
Irritação ocular (coelhos): levemente irritante;
Irritação dérmica (coelhos): Não irritante;
Sensibilização cutânea (cobaias): Não sensibilizante.

Efeitos crônicos:
Em estudo crônico em cães foi observada microcitose normocrômica, possivelmente decorrente da inibição da síntese da heme. Em camundongos, foi observado decréscimo de hemoglobina e hematócrito. Os efeitos descritos foram considerados relacionados ao tratamento com sulfentrazona.
A sulfentrazona é suspeita de toxicidade à reprodução e ao desenvolvimento. Em estudos pré-natal e sobre o desenvolvimento, em ratos, foram observadas malformações e variações esqueléticas. Toxicidade embriofetal foi observada em doses que não causaram toxicidade materna.
A sulfentrazona não tem demonstrado nenhum potencial neurotóxico, mutagênico ou carcinogênico.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Aviso ao usuário: PONTEIROBR deve ser utilizado apenas de acordo com as recomendações de bula/rótulo. A Ourofino Química não se responsabiliza por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.