Bula Pooper

acessos
2,4-D
3309
Nortox

Composição

Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D) 806 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência

Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. 30 dias. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, com plantas infestantes até o estádio de 4 folhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. 30 dias. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, com plantas infestantes até o estádio de 4 folhas
Mamona
(Ricinus communis)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. 30 dias. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, com plantas infestantes até o estádio de 4 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. 30 dias. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, com plantas infestantes até o estádio de 4 folhas
Arroz sequeiro Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,6 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 3,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes quando as mesmas estiverem entre 5 e 10 cm, logo após a arruação ou esparramação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes quando as mesmas estiverem entre 5 e 10 cm, logo após a arruação ou esparramação
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes quando as mesmas estiverem entre 5 e 10 cm, logo após a arruação ou esparramação
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes quando as mesmas estiverem entre 5 e 10 cm, logo após a arruação ou esparramação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes quando as mesmas estiverem entre 5 e 10 cm, logo após a arruação ou esparramação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura com plantas infestantes até no máximo 4 folhas
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,6 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Cultura com 30 cm de altura até a formação do colmo e as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,6 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-plantio ou pós emergência da cultura até estádio de 4 folhas
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, em área total
Arrebenta cavalo
(Solanum palinacanthum)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, em área total
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, em área total
Buva
(Conyza bonariensis)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, em área total
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, em área total
Gervão branco
(Croton glandulosus)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, em área total
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, em área total
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, em área total
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, em área total
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, em área total
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, em área total
Melão de são caetano
(Momordica charantia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, em área total
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, em área total
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Permitido somente em pré-plantio. Aplicar no mínimo 7 dias antes da semeadura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Permitido somente em pré-plantio. Aplicar no mínimo 7 dias antes da semeadura
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Permitido somente em pré-plantio. Aplicar no mínimo 7 dias antes da semeadura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Permitido somente em pré-plantio. Aplicar no mínimo 7 dias antes da semeadura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Permitido somente em pré-plantio. Aplicar no mínimo 7 dias antes da semeadura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Permitido somente em pré-plantio. Aplicar no mínimo 7 dias antes da semeadura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Permitido somente em pré-plantio. Aplicar no mínimo 7 dias antes da semeadura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Permitido somente em pré-plantio. Aplicar no mínimo 7 dias antes da semeadura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Permitido somente em pré-plantio. Aplicar no mínimo 7 dias antes da semeadura
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, em área total

Bombona- Plástico: 5,0; 10; 20; 25 L.
Frasco- Plástico: 0,5; 1,0 L.
Contentor intermediário(IBC)- Plástico com estrutura metálica: 500; 1.000 L.
Tambor- Metálico/plástico: 100; 125; 200 L.
Tanque estacionário- Metálico/Plástico: 5.000; 10.000; 15.000; 20.000; 25.000; 30.000; 35.000; 40.000; 45.000; 50.000; 55.000; 60.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
Herbicida seletivo para aplicação no controle de plantas infestantes nas culturas de trigo, milho, soja, arroz(irrigado e de sequeiro), aveia, sorgo, cana-de-açúcar, café e pastagens de Braquiária.
PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS E DOSES RECOMENDADAS PARA AS SEGUINTES CULTURAS:
1- Milho, arroz de sequeiro e cana-de-açúcar:
Vide dosagens recomendadas na Bula constante na aba Documentos.
2- Soja:
Vide dosagens recomendadas na Bula constante na aba Documentos.
3- Trigo, aveia e sorgo:
Vide dosagens recomendadas na Bula constante na aba Documentos.
4- Pastagens de Braquiária:
Vide dosagens recomendadas na Bula constante na aba Documentos.
5- Café:
Vide dosagens recomendadas na Bula constante na aba Documentos.
6- Arroz irrigado:
Vide dosagens recomendadas na Bula constante na aba Documentos.
Observações sobre as dosagens recomendadas em geral:
1- Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas.
2- 1 litro de produto contém 806 g/Litro de Sal de Dimetilamina de Ácido diclorofenoxiacético (2,4-D) ou 670 g/Litro de equivalente de 2,4 -D.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
POOPER é aplicado em uma única aplicação durante a safra da cultura. Para cada uma das culturas abaixo seguir as seguintes observações:
Arroz e Arroz irrigado: Fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de até 4 folhas. No arroz irrigado o produto deve ser aplicado antes da entrada de água.
Café: Aplicar através de jato dirigido nas entrelinhas, evitando o contato do produto com a cultura, em pós-emergência das plantas daninhas e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, logo após a arruação ou esparramação.
Cana-de-açúcar: Aplicar quando a cana atingir 30 cm de altura até a formação do colmo e a planta daninha estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estresse hídrico.
Milho: Aplicar em área total em pós-emergência das plantas daninhas.
A aplicação deve ser feita em pré-plantio(dessecação) e/ou em pós-emergência, com o milho até o estádio de 4 folhas, quando a planta do milho atinge 25 cm de altura. Em ambos os casos realizar apenas uma aplicação do produto durante o ciclo da cultura desde que não ultrapasse a dose de 1,5 litro/ha.
Obs.: Para maiores informações sobre seletividade do produto aos diferentes milhos híbridos disponíveis no mercado, a empresa fornecedora do híbrido deverá ser contatada.
Soja: Aplicar no mínimo 7 dias antes da semeadura(plantio direto).
Obs.: Usar menores doses para plantas infestantes menos desenvolvidas e as maiores para as mais desenvolvidas.
Trigo, aveia e sorgo: Aplicar em área total em pós-emergência das plantas daninhas. No caso de trigo e aveia, a aplicação deve ser feita no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Já para a cultura do sorgo a aplicação deve ser feita em pós-emergência, com o sorgo até o estádio de 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido, sobre as plantas infestantes, evitando atingir o sorgo quando este estiver com mais de 4 folhas.
Pastagens: Aplicar em área total quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e antes do florescimento.

MODO DE AÇÃO DO PRODUTO EM RELAÇÃO AO ALVO BIOLÓGICO:
O presente produto, como todos os herbicidas a base de 2,4 D pertencem às auxinas sintéticas (mimetizadores de auxina), do grupo dos fenoxiácetico, apresentam rápida absorção foliar e possuem translocação apossimplástica, movendo-se livremente pelo xilema e floema. Após a aplicação há acúmulo de cálcio no citoplasma, estímulo à produção de etileno e acidificação da parede celular. O etileno promove a formação de celulase na parede celular e o baixo pH e a ação das celulases reduzem a estabilidade da parede celular, e graças ao turgor de água da célula, ocorre elongação celular. Quando se aplicam herbicidas mimetizadores de auxina o metabolismo fica desregulado e ocorre o crescimento desordenado dos tecidos devido às diferenças de suscetibilidade entre as células. Isso causa o fenômeno conhecido como epinastia, com encarquilhamento e a paralisação do crescimento das folhas terminais, a elongação atinge o meristema secundário, ocorrendo o rompimento dos tecidos de condução, interrompendo o fluxo de assimilados das folhas para as raízes. Sem fonte de energia há morte das raízes, desidratação e necrose dos tecidos. A morte da plantas ocorre pela ausência de fontes de energia e desidratação.

MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTOS MANUAL OU COSTAL.

É aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme e pulverizado por meio de equipamento tratorizado, observando os seguintes parâmetros:
- Trabalhar com gotas de classe média, grossa ou muito grossa(médias 217 µm - 354 µm, grossa 354 µm-464 µm e muito grossa > 465 µm)
- Densidade de gotas: 30 gotas/cm².
- Volume de aplicação: 200 L/ha.
Quando utilizar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas. O Engenheiro Agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinada na bula.

Recomendações gerais para aplicação do produto:
- Utilizar volume de água suficiente para uma distribuição uniforme de modo a providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas.
- Evitar aplicações em proximidade de culturas sensíveis. São sensíveis ao produto todas as culturas dicotiledôneas. hortaliças, bananeiras, quando a pulverização atinge diretamente a folhagem.
Herbicida é usado na pós-emergência das culturas indicadas, não deve ser adicionado adjuvante na calda.
- Limpeza do equipamento de aplicação: Caso utilizar o mesmo equipamento em culturas sensíveis, proceda lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substitui-la depois por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras da lavoura, em local onde não atinja culturas sensíveis ao 2,4 D. Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 24 D, tais como: pepino, tomate ou algodão antes de usar o equipamento para aplicações posteriores.

1.6. Intervalo de Segurança:
Arroz, Aveia, Sorgo e Trigo (1)
Milho (2)
Cana-de-açúcar (3)
Soja (4)
Pastagens (5)
Café 30 dias
(1) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
(2) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm.
(3) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pôs-emergência até 3 meses após o plantio ou corte.
(4) Uso permitido somente em pré-plantio.
(5) Intervalo de segurança não determinado.

1.7. Intervalo de Reentrada de Pessoas nas culturas e áreas tratadas:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)
1.8. Limitações de Uso:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO,
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
. Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro
combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de
segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Se utilizar trator, aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico
contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar
as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de
algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de
borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente,
deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado'), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR 2,4 - D

INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Ácido ariloxialcanóico
Classe toxicológica I- Extremamente tóxico
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D
é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do 2,4-D
administrado, a excreção é facilitada e acelerada quando a urina está
alcalina) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a
11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D foi encontrado nos
tecidos e carcaça (0,4 a 3,O%) após 48 horas.
Mecanismos de Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
toxicidade
Sintomas e sinais Exposição aguda:
clínicos A maior parte dos casos fatais envolvem falência renal, acidose
metabólica, desequilíbrio hidroeletrolitico, resultando em uma falência
múltipla de órgãos.
Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.
Ingestão:
Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia,
bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular,
insuficiência respiratória, edema pulmonar e rabdomiólise.
Patofisiologia
Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso
de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do
sistema nervoso central.
Cardiovascular
Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia, anormalidades no
eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.
Respiratório
Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência
respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar. Um odor peculiar é
sentido no ar expelido pelo paciente.
Neurológico
A) Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do composto
envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
B) Exposição a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do
composto envolvido, contrações musculares, espasmos, fraqueza
profunda, polineurite e perda de consciência.
C) Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas.
Gastrintestinal
Foram relatados náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa
gastrintestinal.
Hepático
Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e
ALAT.
Genitourinário
Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida à
rabdomiólise também é possível.
Hidro-eletrolítico
A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e
hipofosfatemia.
Hematológico
A trombocitopenia é o efeito hematológico primário. A leucopenia.
também já foi relatada.
Dermatológico
0 contato direto pode causar irritação na pele.
Musculoesquelético
Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez muscular, elevação da
creatina quinase e rabdomiólise.
Endócrino
Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-D.
Estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis de T3 e T4 mas
esse efeitonão foi relatado em humanos.

Diagnóstico Anamnese detalhada com noção de exposição ao produto e
sintomatologia clinica compatível.
Tratamento Descontaminação a ser realizada por profissional protegido por avental
impermeavel, botas de borracha e luvas de nitrila. Se o produto foi
ingerido ate 1h antes da chegada ao hospital, proceder a uma lavagem
gástrica. Tratamento sintomático e de manutenção das funções vitais.
Controlar a função hepática e renal, o estado neurológico do paciente,
eletrólitos e hemograma.
Não há antídoto para este produto.
Contra-indicações O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos sinérgicos Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos
e/ou potencializadores relacionados ao produto.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informaçoes especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicotógica
RENACIAT - ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (43) 3274.8585
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do 2,4-D administrado, a excreção é facilitada e acelerada quando a urina esta alcalina) e a eliminação fecal como via secundaria de excreçao (2 a 11 %). Apenas uma pequena fração de 2,4-D foi encontrado nos tecidos e carcaça (0,4 a 3%) após 48 horas.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos
DL50 oral: a toxicidade oral aguda do POOPER foi avaliada em ratos Wistar Hannover, o qual foi administrado puro pela via oral a 3 ratas fêmeas por etapa, em doses únicas de 2000 mg/kg peso corporal e 300 mg/kg peso corporal. Os animais sobreviventes foram observados durante 14 dias para avaliar a ocorrência de mortes e alterações clínicas ou
comportamentais. Ao final do período de observação, todos os animais sobreviventes foram
eutanasiados e avaliados quanto a observações macroscópicas. Na dose de 2000 mg/kg peso
corporal causou mortes em todos os animais tratados e sinais clínicos como cromodacriorreia,
piloereção e prostação. A administração do produto não resultou em mortes, alterações clínicas ou comportamentais na dose de 300 mg/kg peso corporal (etapas 2 e 3). Todos os animais sobreviventes ganharam o peso corporal esperado durante o período de observação. Na necropsia, não foram observadas alterações macroscópicas relacionadas ao tratamento com a substância-teste. Sob as condições deste estudo, POOPER foi classificado como categoria 4 (> 300 - 2000).
DL50 dérmica: a toxicidade cutânea aguda do 2,4 D Nortox 806 SL foi avaliada em ratos Wistar
Hannover. O produto (não diluído) foi aplicado na pele depilada de 5 machos e 5 fêmeas na dose de 4000 mg/kg peso corporal por aproximadamente 24 horas. Os animais foram observados durante 14 dias para avaliar a ocorrência de mortes e alterações clinicas ou comportamentais. Ao final do período de observação todos os animais foram eutanasiados e avaliados quanto a observações macroscópicas. O produto aplicado na pele de ratos não resultou em mortes, alterações clínicas ou comportamentais. Todos os animais ganharam o peso corporal esperado, exceto duas fêmeas na primeira ou na segunda semana do período de observação. Não foram observadas alterações macroscópicas na necropsia. Sob as
condições deste estudo, o valor da DL 50 cutânea do POOPER para ratos machos e fêmas foi estimado como sendo maior que 4000 mg/kg peso corporal. .

CL50 inalatória: O teste de toxidade inalatória aguda em ratos (Rattus norvegicus) foi conduzido para avaliar os possíveis efeitos adversos observados após exposição após inalação ao POOPER. Um grupo de ratos (cinco/ sexo) foi exposto por 4 horas, em tubos nose-only, ao produto aerossolizado não diluído, usando um fluxo total de ar 8L/min. A concentração efetiva média testada foi 9,015 mg/L. Nem óbito nem alteração macroscópica na necropsia foram observados nesse estudo. Os sinais clínicos relacionados à substância - teste, registrado durante os 14 dias de observação foram: apatia, secreção nasal, serosa bilateral e dispnéia. Essas foram alterações neurológicas e respiratórias agudas. A alteração neurológica começou e se reverteu dentro do primeiro dia do período de observação, enquanto as alterações respiratórias começaram dentro do primeiro ao segundo dia do período de observação de 14 dias. O peso corporal médio aumentou para ambos os sexos, exceto no primeiro dia pós-exposição. Todos os animais ultrapassaram seu peso inicial á conclusão da fase experimental (dia 14). Portanto, a concentração letal mediana combinada (machos e fêmeas) em um período de exposição nose-only de 4 horas (4-h CL 50) ao 2,4D NTX 1400 inalados por ratos Wistar—Hannover foi maior do que 9,015 mg/L, a máxima concentração atingível na atmosfera da câmara.
Irritação dérmica: o potencial de irritação/corrosão cutânea aguda do POOPER foi avaliado em três coelhos albinos Nova Zelândia. O teste foi inicialmente conduzido com um único coelho. Como nenhuma reação cutânea severa foi observada no teste inicial, dois animais adicionais foram testados para confirmar a resposta. Uma gaze contendo 0,5 mL da substância-teste não diluída foi aplicada sobre a pele de cada animal. Após o período de exposição de 4 horas, as gazes foram removidas e os animais foram examinados em aproximadamente 1, 24, 48 e 72 horas para verificar a formação de eritema, escaras e edema, e alterações comportamentais e clínicas. As áreas depiladas e não tratadas adjacentes foram utilizadas como um controle negativo. O produto aplicado na pele dos coelhos produziu eritema em 3/3 dos animais, e edema em 1/3 dos animais. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 48 horas após o tratamento para 1/3 dos animais, e na leitura em 72 horas após o tratamento para 2/3 dos animais. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada durante o período de observação.
Irritação ocular: O potencial de irritação/corrosão ocular aguda do POOPER foi avaliado em dois coelhos albinos Nova Zelândia. O teste foi inicialmente conduzido com um único coelho. Como algumas reações oculares severas foram observadas no teste inicial, somente um animal adicional foi testado para confirmar a resposta. Cada animal recebeu uma dose de 0,1 ml da substância - teste não diluída no saco conjuntival do olho esquerdo. Após a aplicação. 1/2 dos animais foi examinado em aproximadamente 1, 24, 48, 72 horas, e 7 dias para verificar a presença de lesões na córnea, íris e conjuntivas palpebrais e bulbares, e alterações comportamentais e clínicas. O olho direito não tratado foi utilizado como um controle negativo. A substância - teste aplicada nos olhos dos coelhos produziu as seguintes alterações: opacidade corneana, irite (hiperemia pericorneana e congestão da iris), hiperemia, edema e secreção conjuntivais em 2/2 dos olhos testados. O período de observações foi finalizado após a leitura de 7 dias para 1/2 dos animais, devido a severidade das alterações oculares. Opacidade da córnea, irite e alterações conjuntivais ainda foram observadas no final do período de observações em 2/2 dos olhos testados. O corante de fluoresceina sódica detectou alterações na superfície da córnea relacionadas ao tratamento em 2/2 dos olhos testados. 1/2 dos animais apresentou vocalização durante a aplicação da substância - teste. Achados oculares adicionais observados incluíram: blefarite, entrópio na pálpebra inferior e secreção amarela entre a córnea e a íris. Avaliações macro e microscópicas foram realizadas em 2/2 dos olhos testados.
Sensibilização cutânea: o teste de sensibilização dérmica com POOPER foi conduzido em cobaias (Cavia porcellus) para avaliar seu potencial de sensibilização dérmica. As doses de indução e desafio escolhidas foram 0,5 ml de substância - teste (equivalente a 1 rnL de solução - teste a 50% v/v). Uma solução para cada aplicação foi feita usando água deionizada como veículo a fim de aumentar a superfície de contato e permitir a absorção trans - dérmica. Após cada aplicação as gazes de algodão foram mantidas em contato com a pele por um período aproximado de 6 horas. Animais foram tratados foram expostos ao produto nas aplicações de indução e desafio. Animais controle foram expostos ao veículo nas induções e a substância-teste no desafio. As reações dérmicas foram avaliadas aproximadamente 30 e 54 horas após cada aplicação por exame clínico (induções) e de acordo com a escala de graduação de Magnusson & Kligman (estudo piloto e desafio). Os sinais clínicos relacionados à substância -teste observados nas induções foram relacionas à irritação dérmica mais do que à sensibilização dérmica tardia. Portando, a aplicação epidérmica de POOPER usando água deionizada como veículo não causou sensibilização dérmica em cobaias, conforme o Método de Buehler.
Efeitos crônicos:
Os órgãos-alvo em ratos após exposição crônica a 2,4-D nos níveis de dose de saturação ou
acima do limiar de saturação da eliminação renal foram os rins (aumento de peso, degeneração dos túbulos proximais), tireóide (aumento de peso, decréscimo de T4, hiperplasia, hipertrofia), testículos (decréscimo de peso, atrofia), ovários (decréscimo de peso), e olhos (opacidade, catarata, degeneração da retina). Em cães, foram observados decréscimo do peso de cérebro (fêmeas), incidência aumentada de lesões nos rins, e aspermatogenesis e degeneração nos testículos.
Evidência de neurotoxicidade foi observada após exposição aguda e repetida a 2,4-D em
níveis de dose acima do limiar de saturação da eliminação renal. Após exposição aguda,
houve incidência aumentada de descoordenação, anormalidades no andar e decréscimo na
atividade motora. Houve evidência de neuropatologia (incidência aumentada de degeneração
retinal bilateral) após dosagens repetidas e aumento na força de pegada dos membros
anteriores e posteriores.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE
Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou, nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicados em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite contaminação cia água.

A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

3.2. INSTRUÇOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertêncía com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3.3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades tocais competentes e a Empresa NORTOX S/A - telefone de
Emergência (043) 3274-8585
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado
no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 , PÓ
QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI 's
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie cõmpletarnente.o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

. Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento indedendente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA {NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em locai coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

4. RESTRICÕES ESTABELECIDAS POR ÔRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL.
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.