Bula Posmil

acessos
Atrazine
3697
Adama

Composição

Atrazina 400 g/L Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência, Ação Residual
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da s plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e das plantas infestantes
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Gervão branco
(Croton glandulosus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Macela
(Achyrocline satureioides)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Mastruço
(Lepidium virginicum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e das plantas infestantes
Mostarda
(Brassica rapa)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emrgência das plantas daninhas e das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Rubim
(Leonurus sibiricus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência das plantas daninhas e das plantas infestantes

Balde metálico de 5, 10, 20 L.
Bombona plástica com volume líquido de 5, 10, 20 e 50 L.

INSTRUÇÕES DE USO: POSMIL é um herbicida seletivo, com controle residual, para uso em pós-emergência inicial das plantas daninhas na cultura do milho.

PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS:
Vide "Indicações de Uso/Doses".

DOSE: 5,0; 6,0 e 7,0 L/ha.

QUANTIDADE DE INGREDIENTE ATIVO POR HECTARE EM RELAÇÃP A DOSE DO PRODUTO COMERCIAL INDICADO:

Dose do Produto Comercial: Dose do Ingrediente Ativo:
5,0 L/ha 2.000 g/ha
6,0 L/ha 2.400 g/ha
7,0 L/ha 2.800 g/ha

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O produto POSMIL deve ser aplicado na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. O estádio de aplicação está relacionado com a espécie a ser controlada, sendo recomendado: de 1 a 4 folhas para a Brachiaria plantagínea, de 1 a 2 folhas para Digitaria horizontalis, de 1 a 3 folhas para Eleusine indica e de 2 a 8 folhas para folhas largas em geral ,indicada na bula do produto.
A dose de 5,0 L/ha é indicada para baixa infestação ou infestações em estádio inicial.
Utilizar a dose de 7,0 l/ha, quando a infestação de gramíneas é predominante ou as espécies infestantes estiverem no máximo estádio recomendado.
É aconselhável realizar a aplicação seguindo algumas exigências já estabelecidas, para o melhor funcionamento de herbicidas na pós-emergência. Evitar aplicações em plantas em estado de stress (principalmente aquelas oriundas de longa estiagem), aplicar sempre com a umidade relativa do ar superior a 60%.
Evitar a aplicação nas horas mais quentes do dia.
O POSMIL além de sua ação de pós-emergência, oferece também um controle residual satisfatório, o que vai depender das condições a seguir: ausência ou excesso de chuva durante o ciclo da cultura, tipo de solo, teor de matéria orgânica, profundidade de germinação das espécies e densidade populacional dessas espécies.
Fazer uma aplicação durante o ciclo da cultura, quando a infestação for considerada normal. Podem ser feitas aplicações sequenciais com redução de dose, quando a infestação for considerada muito alta, ou a aplicação da dose normal com posterior complemento.

MODO DE APLICAÇÃO:
O tipo de formulação do POSMIL (Suspensão Concentrada), permite a mistura do produto diretamente no tanque do pulverizador, o qual deverá ter 1/3 de sua capacidade com água. Após a adição do produto no pulverizador, completar o volume do tanque, mantendo a calda em agitação constante. O produto POSMIL pode ser aplicado através de equipamento terrestre (PULVERIZADOR DE BARRA TRATORIZADO), com as seguintes especificações: utilizar bicos tipo leque 8002-8004 ou 11002-11004 ou equivalentes, com espaçamento de 50 cm e pressão de 30 a 60 lb/pol2, aplicando 200 a 400 litros de calda por ha, observando se está ocorrendo uma boa cobertura do produto ao alvo. Mantenha uma velocidade de aplicação de 5 km/h.
Observações locais deverão ser feitas, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou volatilização do produto.
No caso de usar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização no solo e/ou plantas infestantes.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Quanto maior a umidade relativa (acima de 60%), melhores serão os resultados. Períodos de longa estiagem antes e depois da aplicação podem reduzir a eficiência de controle. Evitar aplicações nas horas mais quentes do dia.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA AS CULTURAS INDICADAS:
Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:

FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS RECOMENDADAS:
O POSMIL, quando aplicado nas condições indicadas, em pós-emergência, é um herbicida seletivo para a cultura do milho. Aconselha-se evitar remontes nas aplicações em pós- emergência, principalmente nas dosagens maiores. Na pós-emergência, se utilizadas dosagens superiores àquelas recomendadas e/ou ainda em condições adversas de clima e estado fitossanitário da cultura (ataque de pragas de solo, vigor da semente e baixa fertilidade de solo), a cultura poderá sofrer sintomas de injúria (queima das pontas das folhas), com posterior recuperação, especialmente se auxiliada por boas condições climáticas.

OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS:
Não aplicar em solo seco.
Evitar a deriva para as áreas vizinhas à área de aplicação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM USADOS:
( De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS ).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide "Modo de Aplicação".

PRECAUÇÕES GERAIS:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa de produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPl: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada. utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPl), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da tàmília. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especiticações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPl: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem. rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente. deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local abelto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável por exemplo.

Grupo químico:
Triazina

Medianamente Tóxico:
III - Classe toxicológica

Vias de absorção:
Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética
Atrazina: A atrazina é metabolizada a seus derivados mono e dialquilados em humanos e animais. Ela é excretada como derivados alquilados e derivados de ácido mercaptlirico primariamente na urina, sendo as fezes uma via menor de excreção.
Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos foram expostos a uma dose simples tópica de 0.1667 mg (dose baixa) e 1,9751 mg (dose alta) de atrazina marcada com C*14 A maioria (91.1 - 95.5%) da dose não absorvida foi detectada em amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas após a administração da dose. Após 168 horas, apenas 5,6% da dose foi absorvida e excretada na urina e fezes do grupo da dose baixa e apenas 1,2% no grupo da dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação urinária ocon'eu em 24 - 48 horas e o pico de eliminação fecal ocorreu em 48-72 horas.

Mecanismos de toxicidade:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais clínicos:
Atrazina: A toxicidade sistêmica aguda costuma não ocorrer até que grandes quantidades tenham sido ingeridas. Não há dados publicados de toxicidade sistêmica aguda em humanos e, apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicidade (incoordenação motora, paralisia dos membros, alterações respiratórias).

Exposição Aguda
Foi relatada elevação de temperatura em estudos com animais.
Cardiovascular
Ocorreu colapso circulatório após a ingestão de um herbicida contendo atrazina.

Respiratório
Pode ocorrer irritação do trato aéreo superior e alterações respiratórias.
Neurológico
Tremores musculares, tetania e ataxia foram relatados em animais após a ingestão de herbicidas triazínicos.
Gastrintestinal
Em estudos com animais, observou-se anorexia e salivação. Pode ocorrer náusea, vômito. diarréia, dor abdominal e sensação de queimação na boca.

Hepático
Foi relatada necrose hepática.
Dermatológico
Irritação da pele é o sintomas mais freqiientemente observado.
Endócrino
Foram observados, em estudos co animais, hipel1ireoidismo e elevação dos níveis de T3 com níveis de Tiroxina e TSH normais. A atrazina parece intelferir no controle hipotalâmico da função do eixo pituitário-ovariano em ratas ovariectomiizadas.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
Não há antídoto conhecido. Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico.

Exposição Oral
Em caso de ingestão, administrar por via oral suspensão aquosa de carvâo ativado juntamente com catártico.
Lavagem gástrica pode ser conduzida nos casos de ingestão de grande quantidade, devendo ser realizada até 1 hora após a ingestão.

Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via inalatória e corticosteróídes via oral ou parenteral.

Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço. lacrimejamento ou foto fobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com quantidade copiosa de água. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Contra-indicação:
A indução do vômito é contra-índicada em razão do risco potencial de aspíração e de neumonite química.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT -ANVISNMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de noticação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa: 0800 400 7505

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Atrazina é rapidamente absorvida pelo trato gastrointestmal. Quando uma dose única de 0,53 mg de atrazina foi administrada a ratos por gavagem, 20% dessa dose foi excretada pelas fezes, em 72 horas. O restante, 80% da dose administrada, foi absorvida pela corrente sanguínea. Depois de 72 horas, 65% foi eliminado pela urina e 15% ficou retido no tecido corporal, principalmente no fígado, rins e pulmões.

Efeitos agudos para animais de laboratório:

Efeitos agudo:
DL50 oral = 3967,85 mg/kg de peso vivo DLSO dérmica > 5000 mg/kg de peso vivo Irritação dérmica: levemente irritante
lrritação ocular: irritação reversível em 48 horas Sensibilização cutânea: não sensibilizante

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é MUITO PERIGOSO - CLASSE II - ao meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamentono solo, podendo atingir principalmente, águas subterrâneas.

Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula.
Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejdicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843, da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinaliza a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGRO CIÊNCIAS S/A. - telefone de emergência: 0800 400 7505 e o CCI - Centro de Controle de Intoxicações: (0xx43) 3371 2244.
Utilize o EPI ( macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada.
Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais, siga as instruções:
Piso pavimentado: Absorver o produto derramado com terra ou serragem. Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água;
Solo: Retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;
Corpos d'água: Interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, C02 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena¬da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apos o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada¬mente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens deverão ser enxaguadas três vezes e a calda resultante acrescentada a preparação para ser pulverizada (tríplice lavagem). Não reutilize embalagens vazias. Observar legislação Estadual e Municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas inadequadas, consulte o órgão estadual de meio ambiente.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicadas herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.