Bula Proline - Bayer

Bula Proline

acessos
Protioconazol
8708
Bayer

Composição

Protioconazol 250 g/L Triazolintiona

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 12 dias. 30 dias. Preventiva, final da fase vegetativa ou aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. 35 a 40 dias após a emergência da cultura
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. 35 a 40 dias após a emergência da cultura
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. 35 a 40 dias após a emergência da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Preventivas, fase reprodutiva da cultura
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Preventivas, fase reprodutiva da cultura
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Preventivas, fase reprodutiva da cultura
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Infecção atingir no máximo 20 % da área foliar

Frascos de polietileno de Alta Densidade (PEAD): 250; 500ml; 1 Litro
Bombonas de polietileno de Alta Densidade (PEAD): 5; 10 e 20 Litros
Tambores de polietileno de Alta Densidade (PEAD): 50; 100 e 200 Litros
Contentores intermediários para granéis (IBC) de polietileno de Alta Densidade (PEAD): 500 e 1000 Litros

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Na cultura do algodão, iniciar o controle de forma preventiva no final da fase vegetativa da cultura ou na ocorrência dos primeiros sintomas de ramulose. Repetir a aplicação a cada 12 - 15 dias, utilizando o menor intervalo em condições climáticas e de infecção muito favoráveis ao fungo. Realizar no máximo 3 aplicações.

Na cultura do feijão, para o controle de antracnose, mancha-angular e ferrugem, fazer 3 aplicações, iniciando preventivamente (antes do aparecimento dos primeiros sintomas): a primeira aplicação deve ser feita a partir da fase de botões florais com 35 - 40 dias após a emergência da cultura, e a partir daí, com intervalos de 15 dias, devese repetir a segunda e terceira aplicações. Em caso de variedades de feijão com ciclo mais longo ou da necessidade de aplicações na fase vegetativa ou no final da fase reprodutiva da cultura, não utilizar Proline e aplicar fungicidas não pertencentes à classe dos triazóis. Realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura.

Na cultura da soja, para o controle em conjunto da ferrugem-asiática, crestamentofoliar e septoriose, realizar 2 aplicações preventivas, ambas na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2/R3 (com a presença de flores e pequenas vagens "canivetinho" nas plantas) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos). Para o controle de oídio, fazer única aplicação quando o nível de infecção atingir, no máximo, 20% da área foliar da planta. Realizar no máximo 2 aplicações na cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:

A dose recomendada deve ser diluida em água e aplicada na forma de pulverização terrestre com pulverizadores tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser dotados com bicos de jato cônico vazio da série "O" ou similar, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra, e densidade acima de 200 gotas / cm2. Em algodão, feijão e soja recomenda-se o volume de calda de 200 - 300 L/ha. Para pulverização com aeronaves agrícolas nas culturas do algodão, feijão e soja, utilizar barras equipadas com bicos de jato cônico vazio da série "O" ou similar, com a combinação adequada de difusor (core), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 80 gotas / cm2.
Recomenda-se o volume de 30 - 40 L/ha de calda, altura de vôo de 2-3 m do alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 m.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Algodão e Soja ........................................30 dias.
Feijão... .............................. ...................... .14 dias.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:

LIMITAÇÕES DE USO:

O produto não é fitotóxico para as culturas as culturas de algodão, feijão e soja nas doses e condições recomendadas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique o produto de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicaç��o.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR PROTIOCONAZOL

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico: Triazolintione

Classe toxicológica: I – EXTREMAMENTE TÒXICO

Vias de Exposição: Oral, ocular e dérmica.

Toxicocinética:
Em estudo realizado em animais (ratos) de laboratório que receberam 2 e 150 mg/kg p.c. (dose única) e 2 mg/kg p.c.ldia (doses repetidas) foi observada rápida absorção do material radiomarcado, sendo que após a administração da menor dose foi observada absorção de 90% do total administrado.
O material radiomarcado apresentou circulação enteroepática, demonstrada pela variação da concentração do pico plasmático. Após 1 hora da administração, o material radiomarcado foi detectado, principalmente nos órgãos responsáveis pela absorção, degradação e excreção, como o estômago, o intestino delgado, o fígado, os rins e a bexiga urinária.
Apenas 0,06% da quantidade administrada foi encontrada no ar exalado nas primeiras 48h (grupo 8), Em quase todos os grupos de animais, cerca de 90% a 100% do material radiomarcado foi excretado através da urina, das fezes ou da bile durante as primeiras 48h, sendo 78% a 96% através das fezes e apenas 4% a 16% através da urina em machos Em fêmeas, a excreção renal foi de 10% a 16% do total administrado, A excreção em dois grupos de animais (machos) foi de 85%.

Mecanismos de toxidade: Os mecanismos de toxidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais slínicos::
Piloereção, andar descoordenado, aumento na salivação, diminuição na mobilidade e na mobilidade e na respiração.

Tratamento:
Não há antídoto especifico. Tratamento sintomático, em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar a sua eliminação.

Contra-inidicações:
A indução do vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)

Telefone de Emergência da empresa: 0800-7010450

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de laboratório:

Em estudo realizado em animais (ratos) de laboratório o protioconazol mostrou uma alta absorção, uma rápida distribuição no organismo e quase completa excreção durante o período do teste, principalmente pelas fezes.

Efeitos Agudos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos DL 50 oral :>2000 mg/kg
DL 50 dérmica:>4000 mg/kg
CL 50 inalatória: >5003 mg/m3
Irritação dérmíca: irritação leve Irritação ocular opacidade da córnea acima de 7 dias e irritação na íris acima de 7 dias.
Senslbilização cutânea: sensibilizante
Estudos realizados com animais de laboratório foram observados bradipinéia, diarréia, andar descoordenado, diminuição na mobilidade e nos reflexos, dispineia, respiração pesada, corrimento nasal, encrustrações vermelhas no focinho, mancar, piloereção, pelo desarrumado, estridor, flacidez de perna posterior, sons ao respirar, hipotermia e redução de peso corporal.

Efeitos crônicos para animais de laboratório

Estudos com animais de laboratório (ratos e camundongos) demonstraram que a administração do ingrediente ativo via oral por gavagem oral nas doses de até 500mg/kg/dia por 106 semanas (ratos) e 750mg/kg/dia por 53 semanas (camundongos) não indicaram qualquer potencial oncogênico. Fígado e rins foram os órgãos-alvo. Ratos machos tratados a 50mg/kg/dia apresentaram aumento do volume de urina excretado, aumento da concentração plasmática de cálcio, aumento na incidência de mudanças na superfície renal e aumento na contagem de plaquetas. Na histopatologia observou-se hipertrofia hepatocelular centrolobular e mudanças citoplasmáticas. As fêmeas apresentaram aumento nas concentrações séricas de fosfatase alcalina em todos os momentos mensurados.
Protioconazole-destio é um metabólito mais tóxico que o protioconazole. Estudos com animais de laboratório (ratos e camundongos) não indicaram qualquer potencial oncogênico. Fígado e rins foram os órgãos-alvo. Na necropsia de ratos tratados por 24 meses com doses de 8mg/kg/dia foi observada vacuolização hepatocelular. Em estudos de teratogenicidade em ratos demonstraram o aumento de incidência de aparecimento de 13as costelas na ausência de toxicidade materna. Em um Estudo de Neurotoxicidade de Desenvolvimento houve um progressivo desenvolvimento de mal-oclusão e o desvio do focinho (aspecto dorsal) com achados associados (Lacrimejamento, lágrimas coloridas) a 160ppm (01 macho e 02 fêmeas) e 500ppm (3 machos e 7 fêmeas). As mudanças tornaram-se evidentes por volta do 32° dia de vida com mais animais desenvolvendo as anomalias progressivamente. Aumento do tempo de latência e erros foram observados no teste do labirinto no 60° dia de vida, em machos tratados com 160 e 500ppm (83-67% aumento de erros) e fêmeas a 500ppm (54% no aumento de erros). Limitações nos dados apresentados e a alta variação fazem com que os dados do labirinto não sejam claros. Um aumento nas lesões dos nervos periféricos foi também, observado a 500ppm, mais pronunciada em fêmeas que machos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.

. PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE ( CLASSE III )

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BA VER CROPSCIENCE L TOA - telefone de Emergência: 0800 243334.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).


- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE C02, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

o transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se:
- realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura; utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados na bula;
- incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados - consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de resistência.