Bula Raptor 70 DG - Basf

Bula Raptor 70 DG

Imazamoxi
8296
Basf

Composição

Imazamoxi 700 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico, Seletivo

Canola

Dosagem Calda Terrestre
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus lividus (Caruru)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Bidens pilosa (Picão preto)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Hyptis suaveolens (Cheirosa)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Nicandra physaloides (Joá de capote)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum americanum (Maria preta)

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus lividus (Caruru)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Bidens pilosa (Picão preto)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Hyptis suaveolens (Cheirosa)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Nicandra physaloides (Joá de capote)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum americanum (Maria preta)

Girassol

Dosagem Calda Terrestre
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus lividus (Caruru)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Bidens pilosa (Picão preto)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Hyptis suaveolens (Cheirosa)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Nicandra physaloides (Joá de capote)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum americanum (Maria preta)

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus lividus (Caruru)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Bidens pilosa (Picão preto)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Hyptis suaveolens (Cheirosa)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Nicandra physaloides (Joá de capote)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum americanum (Maria preta)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Avena strigosa (Aveia preta)
Bowlesia incana (Erva-salsa)
Brassica rapa (Mostarda)
Lolium multiflorum (Azevém)
Polygonum convolvulus (Cipó de veado)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Stellaria media (Esparguta)

Saco plástico aluminizado: 70 g, 700 g (10 sacos hidrossolúveis 70g);
Frasco plástico: 0,35; 0,70 e 1,0 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

Raptor® 70 DG é um herbicida à base do ingrediente ativo imazamoxi (Grupo B – HRAC) seletivo para o controle de plantas infestantes de folhas largas nas culturas da soja, feijão, girassol Clearfield®, canola Clearfield® e trigo Clearfield®.
Pode ser aplicado a partir dos 25 dias após a emergência quando as plantas daninhas atingirem o estágio de 4 a 8 folhas. Melhores resultados se observam quando as aplicações são feitas sobre plantas daninhas de 2 ou 6 folhas (Estádio 23, conforme escala BBCH, 2001).

MODO DE AÇÃO

A ação herbicida de Raptor® 70 DG resulta da redução dos níveis de três aminoácidos alifáticos de cadeia ramificada, valina, leucina e isoleucina, através da inibição da síntese do ácido acetohidróxido (SAAH), que é uma enzima comum na via biossintética destes aminoácidos. Essa inibição interrompe a síntese proteica, que interfere a síntese de DNA e o crescimento celular. A síntese destes três aminoácidos não ocorre em animais, o que explica em parte, a baixa toxicidade de Raptor® 70 DG para mamíferos.
Raptor® 70 DG é prontamente absorvido através das folhas, sendo também absorvido via radicular em menor grau. Transloca-se pela planta, acumulando-se nas zonas de crescimento, levando as plantas a paralização do crescimento e à morte num período de 4 a 6 semanas.

SELETIVIDADE

A seletividade de Raptor® 70 DG em soja, feijão, girassol Clearfield®, canola Clearfield® e trigo Clearfield® é o resultado do rápido metabolismo e degradação do herbicida pela planta.

CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES

Raptor® 70 DG é um herbicida sistêmico do grupo das imidazolinonas, seletivo para as culturas da soja, feijão, girassol Clearfield®, canola Clearfield® e trigo Clearfield®, de absorção foliar, que aplicado em pós- emergência precoce ou pós-emergência normal controla as seguintes plantas daninhas:

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Raptor® 70 DG pode ser aplicado em plantio convencional, cultivo mínimo ou plantio direto nas culturas de soja e feijão e também para o plantio de Girassol Clearfield®, Canola Clearfield® e trigo Clearfield®. Aplicações em Pós-emergência (PÓS): aplique Raptor® 70 DG em Pós-emergência das plantas daninhas, seguindo o correto estádio das mesmas.

- Soja e Feijão: Recomenda-se aplicar o produto: do 1º até o 3º trifólio. A aplicação após o 2º trifólio ocasionalmente poderá provocar uma redução de porte ou apresentar clorose passageira ou ainda ambos os sintomas com posterior recuperação sem alterar a altura de inserção da primeira vagem e a produtividade da cultura. Os sintomas desaparecem e não afetam a produtividade.

- Girassol Clearfield® - recomenda-se aplicar o produto com plantas infestantes com atividade de crescimento nos estádios de 2 a 4 folhas. Caso a cultura tenha um fechamento tardio, deve-se usar a dose maior do produto.

- Canola Clearfield® - recomenda-se aplicar o produto com plantas infestantes com atividade de crescimento nos estágios de 2 a 4 folhas.

- Trigo Clearfield® - recomenda-se aplicar o produto com plantas infestantes com atividade de crescimento nos estágios de 2 a 4 folhas.

Aplique Raptor® 70 DG conforme as recomendações de bula:

1. Aplicação para controle de plantas daninhas em pós-emergência na dose recomendada.
2. Efetuar o uso de adjuvante não iônico de 0,25 a 0,5% v/v.
RAPTOR 70 DG_bula_rev01_03.06.2019 5/15
3. Fazer a aplicação dentro do período ideal do estágio de desenvolvimento das plantas daninhas mono e dicotiledôneas evitando que haja rebrotas de algumas espécies.
4. Potencialize o controle com:
- uma boa cobertura das plantas;
- aplicação em plantas com pleno desenvolvimento vegetativo;
- presença de luz solar intensa que aumenta a velocidade de controle;
- condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 a 30°C.
5. Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30°C, e com baixa umidade relativa do ar. Umidade relativa abaixo de 70%, ou com ventos acima de 10 km/h, causam stress hídrico nas plantas e favorecem a deriva da pulverização.
6. Limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos.

MODO DE APLICAÇÃO

PREPARO DA CALDA

O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Granulos dispersíveis em água) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvidos em recipientes adequados. Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme dose recomendada no item CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.

APLICAÇÃO TERRESTRE

Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:

- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).

- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.

- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

- Aplicação com equipamento costal:
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.

APLICAÇÃO AÉREA

- Equipamento de aplicação:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação)
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha.

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.

- Altura de vôo e faixa de aplicação:
Altura de vôo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

Condições metereológicas
- Velocidade do vento
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.

- Temperatura e umidade
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
- Período de chuvas
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.


As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.

O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE

Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.

Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Feijão: 43 dias
Canola, girassol e canola: 70 dias
Trigo: 80 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Seletividade: o produto é seletivo dentro das recomendações de uso. Durante a aplicação, evite que a calda herbicida atinja as partes verdes das plantas úteis.
• Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
• Somente as culturas de inverno ou verão abaixo relacionadas poderão ser semeadas em sucessão ou rotação com a cultura do trigo.
Culturas de inverno (sucessão): trigo, ervilha, azevém, cevada, aveia, milho, feijão, amendoim e arroz. Culturas de verão (rotação): milho, algodão, soja, feijão, amendoim, arroz e sorgo.
• Algumas espécies de plantas daninhas são sensíveis em qualquer estádio; para outras devem ser observadas as recomendações desta bula para que sejam evitadas rebrotas.
• Durante a aplicação do produto evite a deriva para as culturas adjacentes e/ou limítrofes à área a ser tratada.
• Para maiores esclarecimentos consulte representante técnico da BASF S.A.
• Chuvas após 2 horas da aplicação não afetam a performance do produto.
• Para infestações de gramíneas, deve-se fazer o manejo com herbicidas graminicidas devidamente registrados.
• De preferência, aplicar o Raptor® 70 DG nas horas mais frescas do dia e com pouco vento, para evitar a deriva do produto. Após a ocorrência de chuva ou sereno da manhã, não iniciar a aplicação enquanto as plantas daninhas estiverem molhadas. Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO B HERBICIDA

O produto herbicida Raptor® 70 DG é composto por Imazamoxi, que apresenta mecanismo dos inibidores da ALS (Acetolactato sintase) (ou acetohidroxidoácido sintase AHAS), pertencente ao Grupo B, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).