Bula Regio

CI
Metomil
1021
Albaugh

Composição

Metomil 215 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
2 - Produto Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico, Contato

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Alabama argillacea (Curuquerê) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Anthonomus grandis (Bicudo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Caliothrips brasiliensis (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Frankliniella schultzei (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heliothis virescens (Lagarta da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Macrosiphum euphorbiae (Pulgão das solanáceas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Epinotia aporema (Broca das axilas ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Frankliniella schultzei (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Macrosiphum euphorbiae (Pulgão das solanáceas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Pseudaletia adultera (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhopalosiphum graminum (Pulgão verde dos cereais) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Frasco
Material: Plástico/Metálico
Capacidade: 0,1 a 2,5 L

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 5 - 50 L

Tipo: Bombona
Material: Metálico
Capacidade: 2 - 25 L

Tipo: Balde
Material: Plástico
Capacidade: 5 - 50 L

Tipo: Balde
Material: Metálico
Capacidade: 5 - 25 L

Tipo: Tambor
Material: Plástico/Metálico
Capacidade: 20 - 500 L

Tipo: Container
Material: Plástico com estrutura metálica externa
Capacidade: 1000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

REGIO é um inseticida sistêmico e de contato, do grupo químico metilcarbamato de oxima, indicado para o controle de pragas através de aplicação foliar nas culturas de algodão, batata, brócolis, couve, milho, repolho, soja, tomate e trigo.

MODO DE APLICAÇÃO

REGIO deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Aplicar o produto de maneira uniforme dando uma boa cobertura da parte aérea das plantas infestantes que se deseja o controle. A aplicação pode ser feita por equipamentos aéreos (para a cultura da soja) ou terrestres (algodão, batata, brócolis, couve, milho, repolho, soja, tomate e trigo).

APLICAÇÃO TERRESTRE

Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico, visando a produção de gotas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta, conforme recomendação do fabricante e recomendações da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

APLICAÇÃO AÉREA

A aplicação deve ser realizada somente por prestador de serviço especializado em aviação agrícola, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo, atendendo as determinações que regulamentam a atividade. As mesmas recomendações gerais para aplicação “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas. Recomendações gerais sobre deriva: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Estes fatores devem ser avaliados e considerados quando da decisão de aplicação. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Condições Climáticas

Temperatura máxima: 28°C;
Umidade relativa (mínimo): 55%;
Velocidade do vento (máximo): 10 km/h (3 m/s).

PREPARAÇÃO DA CALDA

Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar REGIO, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.

INFORMAÇÕES GERAIS

Para controle adequado dos insetos, é essencial observar a época de aplicação e assegurar boa cobertura das plantas. Os melhores resultados serão obtidos quando o programa de pulverização for feito no início de vida dos insetos. No geral, aplicar as doses menores, quando o intervalo de aplicação for curto ou houver baixa infestação da praga, e as doses maiores quando as aplicações forem mais espaçadas ou houver alta infestação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO/FITOTOXICIDADE

Não aplicar ou permitir a deriva do produto sobre corpos d’água.

Fitotoxicidade

Dentro das doses e nas condições indicadas para aplicação REGIO é seguro e seletivo para as culturas recomendadas. Não aplicar REGIO através de sistemas de irrigação. Não aplicar ou permitir a deriva do produto sobre áreas onde haja atividade de abelhas. Não utilizar equipamentos do tipo nebulização (fog). REGIO é incompatível com produtos de reação alcalina, tais como calda bordalesa e calda sulfocálcica e não deve ser utilizado em mistura de tanque com outro agrotóxico.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. O inseticida REGIO é composto por metomil, que apresenta mecanismo de ação Inibidores de acetilcolinesterase, pertence ao Grupo 1A e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações de insetos resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do REGIO como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo de resistência de pragas a inseticidas, tais como:
- Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos do Grupo 1A para o controle do mesmo alvo, quando apropriado;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Corrosivo ao alumínio, cobre, ferro e latão.




Usamos cookies para armazenar informações sobre como você usa o site para tornar sua experiência personalizada. Leia os nossos Termos de Uso e a Privacidade.