Bula Rimon 100 EC

acessos
Novaluron
3900
Adama

Composição

Novalurom 100 g/L Éter difenílico

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Fisiológico
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
30 a 50 mL p.c. / 100 L de calda 800 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. O produto deve ser aplicado quando for constatada a presença da mariposa na lavoura, procurando atingir toda a parte aérea
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - 7 dias. 93 dias. Pode ser aplicado quando for constatado 2 lagartas por planta ou 25% de desfolha do ponteiro
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 a 250 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - 7 dias. 93 dias. Quando houver de 10 a 12% de botões florais atacados por lagartas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
200 a 300 L p.c./ha 600 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Aplicar logo após constatar a presença da praga na lavoura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
250 a 300 mL p.c./ha 300 a 350 L de calda/ha - 15 dias. 21 dias. O controle deverá ser iniciado quando for constatada a presença da praga na lavoura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
100 a 150 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. Quando for encontrada uma intensidade de infestação igual ou superior a 6% de larvas sobre as folhas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
300 a 400 mL p.c./ha 2000 L de calda/ha - 15 dias. 20 dias. O produto deve ser aplicado em pomares logo no início da infestação
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
250 a 300 mL p.c./ha 2000 L de calda/ha - 15 dias. 20 dias. Iniciar a aplicação no início das brotações e também quando há a detecção das primeiras posturas ou larvas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
50 a 75 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. A aplicação deve ser feita quando for constatada a A aplicação deve ser feita quando for constatada a A aplicação deve ser feita quando for constatada a A aplicação deve ser feita quando for constatada a presença de lagartas na lavoura
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
100 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. A aplicação deve ser feita quando for constatada a A aplicação deve ser feita quando for constatada a A aplicação deve ser feita quando for constatada a A aplicação deve ser feita quando for constatada a presença de lagartas na lavoura
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta enroladeira
(Bonagota cranaodes)
50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Ficar atento depois do mês de setembro, onde o índice de infestação aumenta
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. A aplicação deve ser feita no início da infestação da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
30 a 50 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. O produto deve ser aplicado preventivamente, iniciando as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - 20 dias. 83 dias. Efetuar o controle logo que surjam os primeiros sintomas de ataques ao cartucho, presença de fezes das lagartas e folhas raspadas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
30 a 50 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. O produto deve ser aplicado preventivamente, iniciando as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
40 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - 20 dias. 3 dias. A aplicação deve ser feita no início da infestação da praga
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
40 a 50 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. A aplicação do produto deve ser iniciada quando for constatada a presença da praga na lavoura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
50 a 75 mL p.c./ha 120 L de calda/ha - 21 dias. 53 dias. A aplicação deve ser feita nos seguintes casos: 1º caso: antes da floração se houver uma destruição de 30% ou mais da área foliar com 40 lagartas grandes (1,5 cm) por amostragem e, 2° caso: após a floração até o desenvolvimento das vagens se houver 15% ou mais de desfolhamento com 40 lagartas grandes (1,5 cm) por amostragem
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
60 a 80 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Devem ser iniciadas quando os frutos estiverem pequenos, aplicando o produto principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
20 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença de adultos na lavoura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
75 a 100 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Fazer urna aplicação quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou os sintomas de ataque nas folhas
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
50 a 75 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Fazer urna aplicação quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou os sintomas de ataque nas folhas

frasco plástico 0,10; 0,20; 0,25;0,30; 0,40;0,50; 0,60; 0,80; 1,0; 1,2; 1,5; 1,6; 1,8; 2,0 e 2,2 litros; balde metálico 2,0; 2,5; 3,0; 4; 5;15; 20; 25; 30; 40 e 50 litros;
bombona plástico 2,0 ;2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 40; 10;100 e 200 litros;
bombona PET, PEAD 5 litros;
tambor plástico/metálico 50; 100; 150; 200; 250;300; 400 e 500 litros;
container plástico/metálico 500; 1000; 2000; 5000; 10.000; 15.000; 20000; 25.000 e 30.000 litros; tanque metálico fibra de vidro 500; 1.000; 2.000 ;5.000;10.000; 15.000;20.000; 25.000 e 30.000 litros; isocontainer plástico 500; 1.000; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000; 25.000 e 30.000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
O RIMON 100 EC é um inseticida fisiológico recomendado para o controle das pragas nas doses e culturas abaixo relacionadas.

CULTURAS / PRAGAS:
Vide" Indicações de Uso/Doses"

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Abobrinha:
Broca-das-curcubitáceas (Diaphania nitidalis): A maior ocorrência dessa praga é de setembro a março. O produto deve ser aplicado quando for constatada a presença da mariposa na lavoura, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. As aplicações devem ter intervalos de 10 dias num total de 3 aplicaç��es.

Algodão:
Curuquerê (Alabama argillacea): As lagartas costumam se alimentar da parte superior das plantas e as fêmeas depositam seus ovos geralmente ao anoitecer. O produto pode ser aplicado quando for constatado 2 lagartas por planta ou 25% de desfolha do ponteiro. Repetir a aplicação caso haja reinfestação.
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda): A pulverização deverá ser feita quando houver de 10 a 12% de botões florais atacados por lagartas, repetir sempre que a infestação atingir esses níveis. Deve-se fazer uma pulverização de tal maneira que o produto atinja as folhas do terço inferior das plantas, visto que grande parte da postura dos ovos ocorre nesta região. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. O modo de ação do produto é por ingestão, por isso é imprescindível que a pulverização proporcione uma cobertura de todas as folhas da planta.

Batata:
Traça-da-batata (Phthorimaea operculella): Aplicar logo após constatar a presença da praga na lavoura, podendo repetir a aplicação com intervalo de 10 dias. Notar que a praga inicialmente prejudica as folhas e, posteriormente quando estas e os ramos começam a secar, ataca os tubérculos podendo destruí-los totalmente, por isso, deve-se fazer o controle logo no início da infestação.

Café:
Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella): O nível de controle dessa praga varia de acordo com a época de ocorrência. Assim, em locais onde os ataques ocorrem no período seco (julho, agosto) o controle deverá ser iniciado quando for constatada a presença da praga na lavoura. Usar a dose de 300 mL/ha em casos de infestações maiores. Poderá ser utilizado óleo mineral na concentração de 0,25% para melhorar a cobertura e molhamento das folhas. Pode-se aplicar o produto caso haja re-infestação da praga com intervalo de 15 dias.

Cana-de-açúcar:
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis): A época adequada para o controle é quando for encontrada uma intensidade de infestação igual ou superior a 6% de larvas sobre as folhas. A amostragem é feita observando-se, na região do limbo, junto ao “palmito” da cana, a presença de lagartinhas antes de entrarem no colmo. Deve-se pulverizar a planta visando atingir as folhas na região do palmito, visto que a praga se encontra nessa região. Reaplicar o produto caso haja re-infestação.

Citros:
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana): Deve-se fazer o monitoramento permanente do pomar observando a presença da praga. O produto deve ser aplicado em pomares logo no início da infestação. Reaplicar o produto caso haja necessidade.

Lagarta-minadora-dos-citros (Phyllocnistis citrella): Iniciar a aplicação no início das brotações e também quando há a detecção das primeiras posturas ou larvas. Fazer uma pulverização e reaplicar caso haja necessidade. Poderá ser utilizado óleo mineral na concentração de 1% para melhorar a cobertura e molhamento das folhas.

Feijão:
Lagarta-desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) e Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens): A aplicação deve ser feita quando for constatada a presença de lagartas na lavoura. Reaplicar o produto caso haja necessidade.

Maçã:
Lagarta-enroladeira-da-folha (Bonagota cranaodes): Essa praga tem como principal característica o ataque das folhagens e dos frutos em fase de maturação se alimentando da casca e da polpa e o inutiliza para comercialização, ficar atento depois do mês de setembro, onde o índice de infestação aumenta. O produto deve ser aplicado no início da infestação e reaplicado com intervalo de 10 dias.

Broca-dos-ponteiros (Grapholita molesta): A aplicação deve ser feita no início da infestação da praga, tendo em vista que a mesma ataca os ponteiros novos e os frutos da macieira, por isso a pulverização deve ser focada nessas regiões. O produto deverá ser aplicado com intervalo de 14 dias a partir do início da infestação da praga.

Melão:
Broca-das-curcubitáceas (Diaphania nitidalis): A maior ocorrência dessa praga é de setembro a março. O produto deve ser aplicado preventivamente, iniciando as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. As aplicações devem ter intervalos de 10 dias.

Milho:
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): O nível de controle dessa praga é de 20% de plantas com folhas raspadas, até o 30° dia após o plantio, e de 10% de plantas com folhas raspadas do 40º ao 60° dia. Recomenda-se, então, efetuar o controle logo que surjam os primeiros sintomas de ataques ao cartucho, presença de fezes das lagartas e folhas raspadas. Deve-se aplicar o produto com jato dirigido para o cartucho da planta e repetir caso haja re-infestação.

Pêssego:
Broca-dos-ponteiros (Grapholita molesta): A aplicação deve ser feita no início da infestação da praga, tendo em vista que a mesma ataca os ponteiros novos e os frutos do pessegueiro, por isso a pulverização deve ser focada nessas regiões. O produto deve ser aplicado com intervalo de 14 dias a partir do início da infestação da praga.

Pepino:
Broca-das-curcubitáceas (Diaphania nitidalis): A maior ocorrência dessa praga é de setembro a março. O produto deve ser aplicado preventivamente, iniciando as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. As aplicações devem ter intervalos de 10 dias.

Repolho:
Traça-das-crucíferas (Plutella xyllostella): Essas pragas alimentam-se da parte externa ou interna das folhas, inutulizando-as para o consumo. A aplicação do produto deve ser iniciada quando for constatada a presença da praga na lavoura. Realizar aplicações com intervalos de 15 dias.

Soja:
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): A aplicação deve ser feita nos seguintes casos: 1°caso: antes da floração se houver uma destruição de 30% ou mais da área foliar com 40 lagartas grandes (1,5 cm) por amostragem e, 2° caso: após a floração até o desenvolvimento das vagens se houver 15% ou mais de desfolhamento com 40 lagartas grandes (1,5 cm) por amostragem. Fazer uma nova pulverização e reaplicar caso haja necessidade.

Tomate:
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta): Essa praga ocorre durante todo o ciclo da cultura e ataca toda a planta em qualquer estádio de desenvolvimento, fazendo galeria nas folhas, ramos e principalmente na gemas apicais, onde destroem brotações novas, além dos frutos que são depreciados para a comercialização. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença de adultos na lavoura. Devem ser iniciadas aplicações com intervalos de 15 dias a partir do início da infestação da praga ou quando for constatado a presença de adultos na lavoura.

Broca-pequena-do-tomateiro (Neoleucidones elegantalis): Essa praga costuma atacar os frutos em sua fase larval se alimentando da polpa. As pulverizações devem ser iniciadas quando os frutos estiverem pequenos, aplicando o produto principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas.
Realizar aplicações com intervalos de 7 dias, a partir do início da infestação da praga.

Trigo:
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) e Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda): Fazer uma aplicação quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou os sintomas de ataque nas folhas.

Outros parâmetros relativos à tecnologia de aplicação devem ser seguidos conforme recomendações do Engenheiro Agrônomo responsável pela assistência técnica.


MODO DE APLICAÇÃO:

APLICAÇÕES TERRESTRES:

O RIMON 100 EC deve ser aplicado na parte aérea das plantas (pulverização foliar) através de pulverizadores costais manuais, motorizados, tratorizados e atomizadores. O diâmetro de gotas deve ter entre 150 a 300 µ (micra) VMD , utilizando o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. A densidade de gotas deve ser entre 20 a 30 gotas/cm², variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação. Quando se empregam pulverizadores de barra, recomendam-se usar bicos cônicos D2 ou D3 e pressão da bomba, 80 a 100 lb / pol² ou bicos cônicos TVXS12 com pressão de bomba de 40 lb / pol².
A regulagem do pulverizador deve ser aferida diariamente. Poderá ser utilizada a seguinte fórmula para calibragem do pulverizador:

Litros/hectare = 60.000 x litros/minuto
km /h x E
E = espaçamento entre bicos na barra (cm); Litros/minuto= vazão do bico; Km/h = velocidade do pulverizador.
Ao esvaziar a embalagem, é obrigatório realizar a TRÍPLICE LAVAGEM, sempre vertendo no pulverizador, a calda resultante da tríplice lavagem.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Cultura Período de carência
Abobrinha 3 dias
Algodão 93 dias
Batata 7 dias
Café 21 dias
Cana-de-açúcar 14 dias
Citros 20 dias
Feijão 21 dias
Maçã 3 dias
Melão 3 dias
Milho 83 dias
Pêssego 3 dias
Pepino 3 dias
Repolho 3 dias
Soja 53 dias
Tomate 7 dias
Trigo 14 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Nas doses e culturas recomendadas, não há.
FITOTOXICIDADE:
Para as culturas e doses recomendadas não há fitotoxicidade.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA.

PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE O USO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receitu��rio agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local abelio e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Intoxiações por Novalurom
Informações médicas:
Grupo químico: Benzoiluréia
Classe toxicológica IV - Pouco tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética: Não há estudos em seres humanos com o novaluron. Em estudos com animais de laboratório o produto não apresentou ação específicaem nenhum sistema fisiológico. Os resultados demonstraram que o Novaluron é muito pouco absorvido após administração oral e sua distribuição ocorre no tecido adiposo, figado, bile e rins, principalmente como molécula inalterada (novaluron). Estudo de exposição dermal em animais de laboratório com doses repetidas demonstrou que o produto é muito pouco absorvido pela pele. Os estudos demonstraram que o produto foi excretado rapidamente e inalterado nas fezes e urina, sendo aproximadamente 95% do produto é excretado pelas fezes. A excreção pela urina é mais lenta e de aproximadamente 5%. Após 72 horas da administração, os níveis de concentração do produto no plasma, sangue e tecidos foram reduziram à aproximadamente metade da daquela atingida 5 horas depois da administração.
Sintomas e sinais: Não há casos conhecidos de intoxiação para o ser humano. Quando os animais foram submetidos à altas doses, foram observados sintomas como: letargia, diminuição respiratória, urina de coloração mais clara, palidez nas extremidades, diarréia, e aumento da salivação.
Diagnóstico: Estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento:Não há um antídoto específico.
A critério médico, utilizar medicamentos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como o Carvão Ativado, (adsorção digestiva) e Purgativos Salinos (catarse). Anti-histamínicos ou esteróides são efetivos no tratamento de processos irritativos. O tratamento é sintomático e deve ser instituído a critério médico; as ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade, em caso de ingestão, envolve lavagem gástrica, até 1 hora após a exposição e/ou o aparecimento dos sintomas de intoxicação, e em caso de exposição por contato, a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial às regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais).

Avaliações especializadas do trato respiratório, ocular e dermal podem serrequeridas.
Contra indicações: A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.

Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVlSA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de emergência da empresa : 0800- 400 - 7505

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: Altamente Perigoso (Classe I) ao meio ambiente. Muito perigoso (Classe II) ao meio ambiente. Perigoso (Classe III) ao meio ambiente. Pouco Perigoso (Classe IV) ao meio ambiente. Este produto é .......................... no meio ambiente. Este produto é ......................... para organismos aquáticos. Evite a contaminação ambiental. - Preserve a natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver, adequadamente, embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazenamento deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: colocar o material absorvente (p.ex. serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em recipiente, que em seguida deverá ser lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água - interromper imediatamente o consumo humano e animal e contatar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens rígidas devem ser enxaguadas três vezes e a calda resultante acrescentada à preparação para pulverização (tríplice lavagem). Não reutilize embalagens. As embalagens devem ser perfuradas de maneira a torná-las inadequadas para outros usos. Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar de embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: Recomenda-se a incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo órgão Estadual responsável, equipados de câmaras para lavagem de gases efluentes. Para desativação do produto, contate a empresa.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor
equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
- Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
- Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.