Bula Ronstar 250 BR - Bayer

Bula Ronstar 250 BR

CI
Oxadiazona
1408402
Bayer

Composição

Oxadiazona 250 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Chenopodium album (Erva formigueira branca)
Chenopodium ambrosioides (Erva de santa maria)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Echinochloa colona (Capim arroz)
Echinochloa crusgalli (Capim arroz)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Heteranthera reniformis (Água pé mirim)
Mollugo verticillata (Capim tapete)
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho)
Oxalis oxyptera (Azedinha)
Panicum maximum (Capim colonião)
Phyllanthus tenellus (Quebra pedra)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Rhynchelytrum repens (Capim favorito)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida cordifolia (Malva branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Chenopodium album (Erva formigueira branca)
Chenopodium ambrosioides (Erva de santa maria)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Echinochloa colona (Capim arroz)
Echinochloa crusgalli (Capim arroz)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Heteranthera reniformis (Água pé mirim)
Mollugo verticillata (Capim tapete)
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho)
Oxalis oxyptera (Azedinha)
Panicum maximum (Capim colonião)
Phyllanthus tenellus (Quebra pedra)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Rhynchelytrum repens (Capim favorito)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida cordifolia (Malva branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Cana-de-açúcar

Calda Terrestre Dosagem
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Chenopodium album (Erva formigueira branca)
Chenopodium ambrosioides (Erva de santa maria)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Echinochloa colona (Capim arroz)
Echinochloa crusgalli (Capim arroz)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Heteranthera reniformis (Água pé mirim)
Mollugo verticillata (Capim tapete)
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho)
Oxalis oxyptera (Azedinha)
Panicum maximum (Capim colonião)
Phyllanthus tenellus (Quebra pedra)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Rhynchelytrum repens (Capim favorito)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida cordifolia (Malva branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Chenopodium album (Erva formigueira branca)
Chenopodium ambrosioides (Erva de santa maria)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Echinochloa colona (Capim arroz)
Echinochloa crusgalli (Capim arroz)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Heteranthera reniformis (Água pé mirim)
Mollugo verticillata (Capim tapete)
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho)
Oxalis oxyptera (Azedinha)
Panicum maximum (Capim colonião)
Phyllanthus tenellus (Quebra pedra)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Rhynchelytrum repens (Capim favorito)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida cordifolia (Malva branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Embalagens: 1, 5, 20 e 50 litros.

INSTRUÇÕES DE USO

Ronstar(r) 250 BR é um herbicida que aplicado na pré-emergência e pós-emergência das ervas e culturas, atua tanto sobre gramíneas como dicotiledôneas.

Preparo de Calda
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do RONSTAR 250 BR® deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do RONSTAR 250 BR®, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Em aplicações em benzedura aplicar Ronstar® 250 BR puro ou fazendo-se a diluição adequada (1 litro de Ronstar® 250 BR para 2 litros de água) utilizando-se frascos plásticos com capacidade para 1 litro, com tampas perfuradas e aplicados pelo método da “BENZEDURA”.

Equipamento de aplicação
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.

Aplicação em “Benzedura”
Consiste na aplicação do herbicida sobre a lâmina de água, com as plantas daninhas encobertas pela água, em pós-emergência das plantas daninhas. O produto pode ser aplicado com o uso de pulverizador costal sem ponta de pulverização ou utilizando frascos plásticos com capacidade para 1 litro, com tampas perfuradas.

Pulverizadores de Barra
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estagio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.

Aplicação Aérea
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa.
- Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa.
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
- Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
- Não devem ser empregados bicos rotativos devido a uma distribuição de gotas irregular no alvo de deposição.
- Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.

Volume de calda: 30 - 40 Litros por hectare
Tamanho de gotas: Média - Grossa
Cobertura mínima: 40 gotas/cm²
Altura de voo: 3 metros
Faixa de aplicação: 15 - 18 metros
Distribuição das pontas: 65%

Condições meteorológicas para pulverização
Temperatura: menor que 27°C
Umidade do ar: maior que 55%
Velocidade do vento: entre 3 e 10km/h

Recomendações gerais para evitar deriva
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.

Diâmetro das gotas
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Temperatura e Umidade:
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao por do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

O intervalo de reentrada para todas as culturas é de 24 horas. Mantenha afastados da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, máscara com filtro de carvão ativado, óculos, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos.

LIMITAÇÕES DE USO

• Em solos com teor de matéria orgânica igual ou superior a 3,5 % poderá ser observada uma redução no controle das plantas infestantes.
• Utilizar sempre empresas certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) para realizar a aplicação aérea.
• Nas doses recomendadas o produto não causa fitotoxicidade prejudicial às culturas registradas.
• Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
• Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto.
• É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Bayer S.A. antes de aplicar este produto.
• É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para culturas de exportação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E (oxadiazoles) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br.

PT - Oxadiazon Técnico registro nº 1008402;