Bula Rugby 200 CS - FMC
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Bula Rugby 200 CS

Cadusafós
7008
FMC

Composição

Cadusafós 200 g/L

Classificação

Terrestre
Inseticida, Nematicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão de Encapsulado (CS)
Contato, Ingestão

Frasco Plático - 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 5 L

Frasco PET/COEX/PEAD - 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 5 L

Frasco Poly-nylon - 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 5 L

Bombona Plástica - 5,0; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 500 L

Bombona PET/COEX/PEAD: 5,0; 10; 20; 25; 50 L

Bombona Metálica - 50; 100; 200; 500 L

Balde Plástico/Metálico - 50; 100; 200 e 500 L

Lata de Alumínio - 10; 20 L

Lata de folha de flandres - 10; 20 L

Bulk COEX/PEAD/PET - 500; 1000; 2000; 3000; 4000; 5000; 10000 L

Bulk de Plástico com estrutura metálica - 500; 1000; 2000; 3000; 4000; 5000; 10000 L

Bulk de Ferro Revestido com Resina epoxi - 500; 1000; 2000; 3000; 4000; 5000; 10000 L

Bulk de Metal/ Plástico com Pallet de Madeira - 500; 1000; 2000; 3000; 4000; 5000; 10000 L

Bulk de Metal/Plástico com Pallet de Plástico - 500; 1000; 2000; 3000; 4000; 5000; 10000 L

Bulk de Metal/Plástico com Pallet de Metal - 500; 1000; 2000; 3000; 4000; 5000; 10000 L

Conteiner e Farm-Pack COEX/PET/PEAD - 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; L

Conteiner e Farm-Pack de Plástico com Estrutura Metálica - 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; L

Conteiner e Farm-Pack de Metal/Plástico com pallet de Madeira - 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; L

Conteiner e Farm-Pack de Metal/Plástico com pallet de Plástico - 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; L

Conteiner e Farm-Pack de Metal/Plástico com pallet de Metal - 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; L

Conteiner e Farm-Pack Metálico - 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; L

IBC de Plástico com Estrutura Metálica - 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 L

IBC COEX/PEAD/PET- 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 L

Isotanque e Isoconteiner Metálico - 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 L

Mini Bulk de COEX/PEAD/PET - 100; 200; 300; 400; 500 L

Mini Bulk de Plástico com Estrutura Metálica - 100; 200; 300; 400; 500 L

Mini Bulk de Ferro Revestido com Resina Epoxi - 100; 200; 300; 400; 500 L

Mini Bulk de Metal/Plástico com pallet de madeira - 100; 200; 300; 400; 500 L

Mini Bulk de Metal/Plástico com pallet de plástico- 100; 200; 300; 400; 500 L

Mini Bulk de Metal/Plástico com pallet de metal - 100; 200; 300; 400; 500 L

Tanque de Metálico - 500; 945; 1000 L

Tambor de Metálico - 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300; 400 L

Tambor de Plástico - 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300; 400 L

Tambor COEX/PEAD/PET - 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300; 400 L

Tambor de Polietileno - 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300; 400 L

Tambor de Poly-nylon - 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300; 400 L

Tambor de Ferro revestido com resina epoxi - 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300; 400 L

Saco de Plástico - 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 5 L

Saco COEX/PEAD/PET - 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 5 L

Saco de Polietileno - 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 5 L

Saco de Poly-nylon - 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 5 L

Bag in Box de Fibra de Papel com bolsa Plástica interna - 1,0; 5,0; 10; 20; 1000; 1250 L

INSTRUÇÕES DE USO

RUGBY 200 CS é um nematicida, de contato e ingestão, utilizado para controle de pragas conforme recomendações da bula.

MODO DE APLICAÇÃO

RUGBY 200 CS pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos tratorizados específicos para aplicação no sulco.
A umidade do solo é um fator importante para melhor eficácia do produto.
Recomenda-se que o produto seja aplicado no solo na capacidade de campo.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a aplicação sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Cuidados durante a aplicação:
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Aplicação Terrestre
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
- Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
- Umidade relativa do ar acima de 50%.
- Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
- As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita)

Algodão, Cana-de-açúcar e Soja: Não especificado devido à modalidade de aplicação;
Café: 98 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança para cada cultura.
- Fitotoxicidade: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico, controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida RUGBY 200 CS pertence ao Grupo 1B (Inibidores de Acetilcolinesterase – Organofosforado) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do RUGBY 200 CS como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
. Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1B. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
. Usar RUGBY 200 CS ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
. Aplicações sucessivas de RUGBY 200 CS podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
. Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do RUGBY 200 CS, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Organofosforados não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
. Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do RUGBY 200 CS ou outros produtos do Grupo 1B quando for necessário;
. Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
. Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
. Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
. Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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