Bula Score Flexi

acessos
Propiconazol + Difenoconazol
9906
Syngenta

Composição

Difenoconazol 250 g/L Triazol
Propiconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Exserohilum turcicum)
150 a 300 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, sendo a primeira aplicação realizada quando a cultura apresentar de 6 a 8 folhas (V6 a V8) e a segunda aplicação na emissão da folha bandeira (VT- pré pendoamento), reaplicando se necessário em intervalo de até 14 dias
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
200 a 300 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, sendo a primeira aplicação realizada quando a cultura apresentar de 6 a 8 folhas (V6 a V8) e a segunda aplicação na emissão da folha bandeira (VT- pré pendoamento), reaplicando se necessário em intervalo de até 14 dias
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
100 a 150 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar no período de fase de desenvolvimento R5.1 a R5.3
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
100 a 150 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar no período de fase de desenvolvimento R5.1 a R5.3
Oídio
(Microsphaera diffusa)
100 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Repetir se necessário no período até fase R6. Fazer no máximo 2 aplicações. 30 dias. Aplicar a partir de 20-40% de infecção foliar

Frasco plástico com 1 e 2 L;
Bombona plástica com 2,5 e 10 L;
Tambor plástico de 20, 50 e 100 L;
Farm-pack plástico de 420, 500 e 1000L.

Modo de aplicação :
A dose recomendada deverá der diluída em água e aplicada com volume adequado de calda de acordo com o tamanho das plantas conforme o seu desenvolvimento, evitando sempre atingir o ponto de escorrimento, com uma cobertura no alvo no mínimo de 70 gotas/cm2 e com gotas de tamanho médio, diâmetro mediano volumétrico (DMV) variando entre 200 a 400 ?m.

Equipamento Bico recomendado Pressão
Tratorizado com Barra Jato Plano ou Leque 45 psi (3 Bar) a 80 psi (6 Bar)
Aplicação Aérea Cônico Vazio ( D/45) 15 psi (1 bar) a 45 psi (3 Bar)

Volume de calda recomendado para aplicação terrestre: 100 a 200 l/ha

Parâmetros para Aplicação Aérea:
Volume de aplicação ? 20 a 50 L/ha.
Largura da Faixa de aplicação ? 15 m (Ipanema, Pawnne e Agwagon); 20 m (Air Tractor).
Altura de Vôo ? 2 a 4 m do alvo.
Bicos recomendados: Barra com 37 bicos da Série D/45 com ângulo de 45o a 90o ou
Atomizador Micronair 6 a 8 cabeças, com ângulo das pás a 65º
Tamanho das gotas ? Diâmetro mediano volumétrico (DMV) de 200 a 400 ?m.
Cobertura no alvo ? Acima de 70 gotas/cm2.
Condições meteorológicas: Temperatura ? ? 30o C.
Umidade Relativa do ar ? ? 55%
Velocidade do vento ? Mínimo de 3,0 km/h e Máximo de 15 km/h.


Intervalo de Segurança para a cultura indicada (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita) :
Soja : 30 dias


Intervalo de Reentrada de pessoas nas culturas e áreas tratadas :
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.


Limitações de uso :
Incompatibilidade:
Não há casos de incompatibilidade conhecidos.

Fitotoxicidade para a cultura indicada :
O produto não é fitotóxico para a cultura indicada nas doses e condições recomendadas.

Outras restrições a serem observadas :
Não há.

PRODUTO IRRITANTE AOS OLHOS PRECAUÇÕES GERAIS:

- CUIDADO: O PRODUTO É IRRITANTE AOS OLHOS.
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
- CUIDADO: O PRODUTO É IRRITANTE AOS OLHOS.
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Evite o contato do produto com a pele. Caso isso aconteça, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Durante o preparo da calda, utilize os seguintes equipamentos de proteção individual: macacão com mangas compridas, óculos ou viseira facial e luvas impermeáveis.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto contra o vento e nas horas mais quentes do dia.
- Evite a inalação da nuvem de pulverização.
- Use macacão com mangas compridas, chapéu ou boné, luvas impermeáveis e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Não reutilize a embalagem vazia.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Guardar longe de alimentos, bebidas e ração animal.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- No final do trabalho, tome banho, troque e lave as roupas de proteção separado das roupas domésticas.
- Ao lavar as roupas utilizadas/contaminadas, utilize luvas e avental impermeável.
- No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas e botas).
- Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada, estabelecido para o produto.

PRIMEIROS SOCORROS:

Em caso de suspeita de intoxicação, pare o trabalho e chame um médico. Mostre a bula do produto ao médico.
• Ingestão: NÃO PROVOQUE VÔMITO. Administrar repetidamente carvão medicinal em muita água. Procure assistência médica imediatamente.
• Olhos: lave os olhos com água corrente e limpa por vários minutos e chame imediatamente o médico.
• Pele: remova a roupa contaminada e lave imediatamente todas as partes atingidas do corpo com água e sabão em abundância.
• Inalação: remover o paciente para local arejado. Observação: nunca dê nada pela boca a uma pessoa inconsciente e não provoque o vômito. EFEITOS COLATERAIS: Por não ser o veneno de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais. SINTOMAS DE INTOXICAÇÃO: Não específicos. ANTÍDOTO E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO): Não há antídoto específico. Tratamento sintomático em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação.


TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Disque Intoxicação: 0800-7226001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS Telefone de Emergência da empresa: 0800-704-4304 (24 horas)

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

• Este produto é: Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-704-4304
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga a instrução abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
• Corpos d'agua: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores (DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO), ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; ´
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.