Bula Siptran

acessos
Atrazina
6807
Oxon

Composição

Atrazina 500 g/L Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Catirina
(Hyptis lophanta)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar o produto na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Catirina
(Hyptis lophanta)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L/ha - - 1 Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura. Aplicações na pré-emergência: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: Aplicar o produto através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim-marmelada

0,5; 1,0; 5,0; 10; 20; 50; 100; 200 e 420 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

SPRINT® é herbicida seletivo, recomendado para o controle de plantas infestantes na pré ou pós-emergência precoce a inicial, nas culturas de milho e cana-de-açúcar.
SPRINT® caracteriza-se pela sua ação específica sobre as espécies de folhas largas anuais, destacando-se dentre elas, algumas espécies de difícil controle na pré-emergência. Sua ação graminicida é moderada, excetuando-se para algumas espécies.
O ingrediente ativo ATRAZINA é absorvido pelas plantas através das raízes (após germinação) e se transloca via xilema até as folhas onde provoca a inibição da fotossíntese, cujos sintomas se manifestam através da clorose, necrose e morte das invasoras.
Quando o produto é aplicado na pós-emergência das invasoras, é absorvido através das folhas, onde penetra rapidamente, neste caso atua por contato, praticamente não sofre nenhuma movimentação.

CULTURAS/DOSES:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”.
- Milho: nos cultivos híbridos duplos comerciais e variedades nos sistemas de plantio convencional e plantio direto;
- Cana-de-açúcar: nos plantios de variedades comerciais e nos campos de multiplicação de variedades.
SPRINT® é recomendado para a utilização nas seguintes situações e tipos de infestação:
a) Como tratamento básico na pré-emergência, logo após o plantio, nas infestações exclusivas de folhas largas e nas infestações predominantes de folhas largas, com presença de gramíneas sensíveis.
b) Como tratamento complementar ou seqüencial, na pós-emergência precoce a inicial das invasoras, nas infestações predominantes de folhas largas e ou capim marmelada.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
A) Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes:
- Milho: Realizar uma única aplicação em pré-emergência ou em pós-emergência inicial. Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total, através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. Neste caso, poderá ser aplicado com auxílio de pulverizador costal ou com equipamento tratorizado através do sistema 3 em 1, no qual em uma operação se aduba, planta e aplica herbicida.
O controle das invasoras nas entre-linhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergêntes em aplicação dirigida.
- Cana-de-açúcar: Realizar uma única aplicação em pré-emergência ou em pós-emergência inicial. Aplicar o SPRINT® na pré-emergência, através de tratamento em área total, após o plantio dos toletes e na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca.

B) Aplicações na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes:
- Milho: Aplicar o SPRINT® através de tratamento em área total após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada.
- Cana-de-açúcar: Aplicar o SPRINT®, através de tratamento em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados.

C) Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação de SPRINT® é suficiente para atender à necessidade das culturas.

MODO DE APLICAÇÃO:
O SPRINT® deve ser aplicado na forma de pulverização, com auxílio de pulverizadores terrestres, convencionais (costais ou tratorizados), aviões ou helicópteros.

Para o preparo da calda para a pulverização, despejar a quantidade pré-determinada do produto, diretamente no tanque do pulverizador, parcialmente cheio, e em seguida, completar o volume com o sistema de agitação em funcionamento.

FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PRÉ-EMERGÊNCIA:
- Preparo do solo: para as culturas de milho e cana-de-açúcar, o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e restos de cultura, condições ideais para aplicação do herbicida.
- Sistema de Plantio Direto: somente aplicar o SPRINT® após a operação de manejo, visando a completa dessecação das ervas daninhas.
- Umidade do solo: o solo deve estar úmido durante a aplicação do produto. Não aplicar o herbicida com o solo seco, pois seu funcionamento poderá ser comprometido.
Nas regiões que se caracterizam pelo inverno seco, sua utilização deve ser iniciada após a normalização do regime de chuvas, e deve-se evitar aplicações nos plantios precoces das culturas, com solo na fase de reposição híbrida, pois o pleno funcionamento do produto poderá vir a ser comprometido na eventual falta de chuvas após a aplicação.
A ocorrência de chuvas normais após aplicação ou a irrigação da área tratada com o SPRINT®, promove a rápida incorporação do produto na camada superficial favorecendo sua pronta atividade.
- Vento: evitar aplicações com vento superior a 10 km/h.

FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA:
- Plantas daninhas e o seu estágio de controle: para assegurar o pleno controle das invasoras na pós-emergência, deve-se observar rigorosamente as espécies recomendadas e os respectivos estágios de desenvolvimento indicados.
- Umidade do ar: aplicar o SPRINT® com umidade do ar (UR) superior a 60%.
- Horário de aplicação: recomenda-se aplicar de preferência pela manhã até as 10 horas, ou à tarde, a partir das 16 horas, quando as condições climáticas são as mais favoráveis para atividade pós-emergente, principalmente pela maior UR.
- Orvalho/Chuvas: evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação da chuva ou orvalho muito forte.
- Umidade do solo: o solo deve estar úmido durante a aplicação. Não aplicar o produto com o solo seco, principalmente se antecedeu um período de estiagem prolongado, que predispõe as plantas daninhas ao estado de estresse por deficiência hídrica, comprometendo seu controle.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não especificado devido à modalidade de aplicação pré e pós-emergência inicial ou precoce da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- SPRINT® não deve ser aplicado em solos mal preparados com torrões ou em solo seco;
- SPRINT® não deve ser recomendado para aplicações nas infestações predominantes de gramíneas como capim colchão, capim carrapicho, tanto em pré como em pós-emergência;
- Antes de aplicar o SPRINT® nas linhagens de milho, deve-se efetuar testes de sensibilidade;
- No sistema de plantio direto, não aplicar SPRINT® em áreas mal dessecadas, (Manejo inadequado);
- Nos tratamentos pós-emergentes evitar aplicações nas horas quentes do dia, com umidade do ar inferior a 60% e plantas daninhas em estresse hídrico;
- A ocorrência de chuvas normais nas 2 primeiras semanas após a aplicação, são benéficas para o bom funcionamento do produto, porém, precipitações excessivas nesse período poderão vir a comprometer a atividade residual do herbicida.
- Dentro das doses e nas condições indicadas para a aplicação, SPRINT® não causou fitotoxicidade nas culturas recomendadas.
- SPRINT® é altamente seletivo às culturas de milho e cana-de-açúcar, em qualquer estágio de desenvolvimento. A seletividade do produto ocorre através de mecanismos fisiológicos, particularmente as plantas de milho, conseguem metabolizar a Atrazina em compostos não tóxicos após sua absorção.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Aplicações Terrestres: Sprint pode ser aplicado com os equipamentos tratorizados terrestres adaptados com barras, utilizando-se os bicos tipo leque 80.02, 80.03, 80.04, 110.02, 110.03, 110.04 ou pulverizador costal, manual ou pressurizados e similares com volume de calda variando de 15 a 400 litros/ha.
- Em se tratando de aplicação de herbicidas, a pressão de trabalho da bomba deve girar em torno de 30-60 libras por polegada quadrada que produz gotas de tamanho médio a grande.
- Nas regiões com ventos acentuados, entre 10-14 km/h, as aplicações pré-emergentes poderão ser feitas com uso de bicos anti-deriva do tipo Full Jet, como FL 5, FL 6.5, FL 8 e com a pressão de 20-25 libras par polegada quadrada.

Aplicação Aérea: Sprint pode ser aplicado também através de aplicação aérea com a utilização de aviões e helicópteros.
- Parâmetros para o avião Ipanema
- Bicos: 80.10, 80.15, 80.20
- Volume de calda: 40-50 L/ha
- Altura do Vôo: 3 a 4 m
- Temperatura ambiente: até 270C
- Umidade do ar: mínimo de 55%
- Velocidade do vento: máxima de 10 km/h
- Faixa de aplicação: 15m
- Diâmetro das gotas: maior que 400 micras para pré-emergência
200 a 400 micras para pós-emergência

Nas operações com aeronaves, atender as Normas da Portaria 009 de 23/03/1983 da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações, etc. com a boca.
- Não transporte o produto com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de maneira a evitar respingos ou poeira.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto não irritante aos olhos e pele.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto contra o vento.
- Aplique somente as doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR SPRINT -
Informações Médicas

Grupo químico: Triazina

Classe toxicológica: III - MEDIANAMENTE TÓXICO

Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética: A atrazina é metabolizada a seus derivados mono e dialquilados em humanos animais. Ela é excretada como derivados alquilados e derivados de ácido mercaptúrico primariamente na urina, sendo as fezes uma via menor de excreção.
Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos foram expostos a uma dose simples tópica de 0,1667mg (dose baixa) e 1,9751mg (dose alta) de atrazina marcada com C14. A maioria (91,1 — 95,5%) da dose não absorvida foi detectada em amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas após a administração da dose. Após 168 horas 5,6% da dose foi absorvida e excretada na urina e fezes do grupo da dose baixa e apenas 1,2% no grupo da dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação urinária ocorreu em 24-48 horas e o pico de eliminação fecal ocorreu em 48-72 horas.

Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais clínicos: A toxicidade sistêmica aguda não costuma ocorrer até que grandes quantidades tenham sido ingeridas. Não há dados publicados de toxicidade sistêmica aguda em humanos e, apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicidade (incoordenacão motora, paralisia dos membros, alterações respiratórias).
Exposição Aguda: Foi relatada elevação de temperatura em estudos com animais. A atrazina pode causar irritação ocular.
Cardiovascular: Ocorreu colapso circulatório após a ingestão de um herbicida contendo atrazina.
Respiratório: Pode ocorrer irritação do trato aéreo superior e alterações respiratórias. A aspiração de produtos contendo solventes orgânicos pode causar ataxia, anorexia, dispnéia e espasmos musculares; sintomas estes relatados em estudos com animais.
Neurológico: Foi relatado coma após a ingestão de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído.
Tremores musculares, tetania e ataxia foram relatados em animais após a ingestão de herbicidas triazínicos.
Gastrintestinal: Em estudos em animais, observou-se anorexia e salivação. Pode ocorrer náusea, vômito, diarréia, dor abdominal e sensação de queimação na boca.
Hepático: Foi relatada necrose hepática.
Geniturinário: Ocorreu coagulação intravascular disseminada, várias horas após a ingestão intencional de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído.
Dermatológico: A atrazina é um sensibilizante dérmico. Irritação da pele e olhos são os sintomas mais frequentemente observados.
Endócrino: Foram observados, em estudos com animais, hipertireoidismo e elevação dos níveis de T3 com níveis de Tiroxina e TSH normais. A atrazina parece interferir, no controle hipotalâmico da função do eixo pituitário-ovariano em ratas ovariectomizadas.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico.
Exposição Oral
A) Êmese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada, pois há muito pouca informação acerca dos efeitos da overdose em humanos.
B) Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em dultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1g/Kg em infantes com menos de 1 ano de idade.
C) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
D) Se pessoas expostas a agrotóxicos do grupo das triazinas exibirem sintomas de toxicose severa, deve ser considerada a absorção concomitante de outras toxinas.

Exposição Inalatória:
Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.

Exposição Ocular:
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaco, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com quantidade copiosa de água. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Contra-indicações: Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiracão.

Efeitos sinérgicos: Em testes de toxicidade aguda (96h) usando C. tentans, a atrazina produziu toxicidade sinérgica em uma mistura binária com parationa metílica. Resultados de testes de toxicidade com atrazina em combinacão binária com outros organofosforados indicam mais do que uma toxicidade aditiva para todos os compostos, exceto mevinfós.

ATENÇÃO:
Ligue pare o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 pare notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da Empresa: (34) 3319-5550 (horário comercial)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
A atrazina é rapidamente absorvida pelo trato gastrintestinal, mas a absorção dérmica é limitada. Após a absorção, é extensivamente e rapidamente biotransformada por enzimas hepáticas. Cerca de 75% da atrazina absorvida é eliminada pela urina, na forma de metabólitos, 50% dos metabólitos urinários são excretados dentro de 8 horas e 100% em 24 horas após a exposição. Somente 2% da atrazina é eliminada inalterada na urina e aproximadamente 20% nas fezes.
Em ratos, a atrazina pode interferir na interação de alguns ligantes no receptor GABAA no sistema nervoso central (SNC), de uma maneira não competitiva. No entanto, é improvável que os efeitos observados em ratos, devido a este mecanismo, ocorram em humanos.

EFEITOS AGUDOS:
Nos estudos de toxicidade aguda em ratos, o produto apresentou dose letal oral (DL50) igual a 2500 mg/kg e dérmica superior a 4000 mg/kg. A concentração letal inalatória (CL50) foi maior que 3,373 mg/L de ar/4h. Nos estudos de irritabilidade em coelhos, o produto não foi irritante ocular e dérmico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Os efeitos da exposição em longo prazo a atrazina foram extensivamente estudados em animais de laboratório. Nesses estudos, foram observados alguns efeitos, porém somente nas maiores doses testadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SIPCAM AGRO S/A - telefone de Emergência: 0800 701 0450.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante como indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- lnutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.